“Afundação II”: um livro que narra parte das histórias de corrupção das Organizações Globo

A Alma Brasileira não pode ser o que a Rede Globo determinar. Somos maiores que Globo e precisamos sobreviver à ela.

><>Acaba de chegar em minhas mãos um exemplar do livro Afundação II – Uma biografia da corrupção“, de Roméro da Costa Machado, um presente meu para mim mesmo. O exemplar da Afundação I está a caminho por outra livraria, todas filiadas a plataforma Estante Virtual.

Estou escrevendo sem ler o livro todo. Li e reli o “Esclarecimentos Necessários”, no qual o autor relata as desventuras do primeiro livro, AFundação Roberto Marinho, ou “Afundação I”, editado pela editora gaúcha Tchê, que fez uma série de modificações, mudanças de sequencias de capítulos e inclusão de textos, como uma citação envolvendo três personagens: Ronald Levinghson, Mario Garnero e Delfim Netto, “como sendo farinha do mesmo saco”, como escreve o autor.

Roméro Machado conta que foi procurado, assim que saiu a primeira edição, por Mário Garnero que “de maneira gentil e elegante instigou o autor a pesquisar, com detalhes, ‘como’, ‘por que’ e ‘quem’ o havia transformado em grande vilão”.

O autor acabou checando à Rede Globo. E faz um rápido resumo do livro “Jogo Duro”, escrito por Mário Garnero, no qual narra a VENDA da NEC para Roberto Marinho. É assustador. Depois a NEC será salva por Eduardo Cunha, no governo Collor, mas aí é outra história.

A entrega da NEC de Mário Garnero para Roberto Marinho é roteiro de filme de máfia. Assustador.

Pois bem. Esse pequeno trecho dos “Esclarecimentos Necessários” me faz agora um “torcedor” contra o impeachment de Jair Bolsonaro.

Olhando friamente o agora, a realidade política, posso dizer. O Brasil suporta quatro anos de Jair Bolsonaro. Afinal passamos por José Sarney, quando faltou até comida nos supermercados, carne nos açougues e estamos aqui.

Se no entanto Jair Bolsonaro sair, for obrigado a pedir o boné, ser impedido e a Rede Globo continuar de pouco o nada vale. O problema do Brasil hoje, agora, é a Rede Globo.

A Globo mudou a legislação trabalhista para não mais pagar milionárias ações a ex-colaboradores que entraram com reclamações trabalhistas a partir da década de 70, com Cláudio Cavalcanti, e ao longo dos anos 80, 90 e 2000, entre outros reclamações milionárias como de Carolina Ferraz e por último de Maitê Proença.

E os governos do PT eram mal vistos pela família Marinho, entre outros motivos, porque não queriam mexer na legislação trabalhista. Lula queria mexer no calendário do Brasileirão.

É muita coisa.

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