Agora ardeu: Juíza quebra sigilo de jornalista e imprensa pede que sigilo de fonte não seja relativizado

A juíza Pollyanna Kelly Alves, da 12ª Vara Federal de Brasília, determinou a quebra do sigilo telefônico do colunista Murilo Ramos, da revista ÉPOCA, para que seja revelada a fonte que vazou a lista de correntistas envolvidos no escândalo do Swissleaks, uma investigação internacional sobre lavagem de dinheiro da divisão suíça do banco HSBC. A decisão contraria frontalmente a Constituição Federal.

><>Meu Peixe lembra o velho e bom ditado: “Pimenta no dos outros, é refresco”, agora deu ar. A revista ÉPOCA, na sua sanha de atacar o ex-presidente Lula, em nenhum momento lembrou do princípio constitucional da presunção da inocência e o condenou por antecipação, inclusive festejava os vazamentos da PF e MPF.

Agora temos uma ação do Poder Judiciário, que relativizou o princípio da presunção da inocência, ao aceitar a prisão após a condenação em 2ª instância, fato comemorado pela revista.

Nós aqui – Eduardo Mahon, inclusive escreveu um artigo nesse sentido – do Namarra somos contra a prisão após a condenação em 2ª se a Constituição garante o recurso e diz que a prisão só se daria depois de trânsito em julgado, por seu turno somos também contra a quebra de sigilo da fonte… A ÉPOCA, porém, não tem moral pra ser contra.   

Fonte: Juíza quebra sigilo de jornalista e imprensa pede que sigilo de fonte não seja relativizado –

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