Agora estamos sem Clóvis Roberto

O jornalista e radialista Clóvis Roberto faleceu nesta quarta-feira, 3, no Hospital São Mateus, em Cuiabá, onde estava internado para tratamento de um câncer.

No período em que trabalhei no Jornal Gazeta, principalmente depois da inauguração do TV, sempre tive um relacionamento cordial com Clóvis Roberto, pois esse era o seu perfil. Algumas vezes, quando tive que falar ao rádio meu auxiliou, fazendo-me crer até que desempenhei bem o papel de rádio-repórter.

Clóvis Roberto era apresentador do programa Cadeia Neles, da TV Record Canal 10. Em entrevista ao jornal GAZETA, ele considerava que tinha começado na área de comunicação aos 12 anos, no seu primeiro emprego, em uma companhia de cinema, em Mirandópolis, cidade natal. Ele conta que atendia o telefone e passava as informações – sinopses – sobre os filmes e cartaz. Em seguida, aos 14 anos, começou a fazer revisão no jornal A Comarca e começou a escrever para o último caderno. Tudo graças a um amigo, diretor do jornal.

Aos 17 anos migrou definitivamente para o rádio, começando em Três Lagoas (MS), indo depois para Andradina (SP). Graças ao emprego numa rede de emissoras, passou a rodar por outras cidades do interior paulista. Veio em 1971 para trabalhar em Rondonópolis (212 Km ao sul de Cuiabá). Iria passar apenas três meses lá, a princípio, e acabou ficando 19 anos. Então surgiu o convite para trabalhar no Grupo Gazeta, onde esteve até a presente data. Clóvis virou a “cara” do Cadeia Neles, programa que apresenta desde o dia 1º de abril de 1996 e que lhe dava, segundo ele, um prazer especial em fazer.

O corpo de Clóvis Roberto está sendo velado na Capela Jardins e o sepultamento será às 15h desta quinta-feira (04) no Cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá.

João Bosquo

João Bosquo, poeta e jornalista, editor deste blogue NAMARRA.COM.BR
nas redes sociais: @joaobosquo

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