Aos Que Virão Depois de Mim – poema de João Bosquo

Amar o mar, não posso, não vejo
O meu desejo, sempre é o rio
Por qual navego só de olhar
Até chegar – no aconchego – no pantanal

Amar a neve, impossível
Vejo o postal, o que é neve?
Meu coração interroga e diz
Que ama o sol que brilha no peixe,
A gota de água doce do mar pantanal

Amar é assim: olhar e cuidar
Com os olhos as coisas no lugar…
No seu devido espaço, no devido tempo
Sempre guardando, com carinho, não pra si,
Mas pra todos que virão… – Venham!

><>Quase soneto… Estou nessa fase: quase soneto.

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João Bosquo

João Bosquo, poeta e jornalista, editor deste blogue NAMARRA.COM.BR nas redes sociais: @joaobosquo

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