As organizações Globo, como já é sabido, é contra o desenvolvimento intelectual do Brasil

O jornal O Globo, matriz das Organizações Globo, enviou uma série de questionamentos ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, com 46 anos de atividade na área de pesquisas que possam dar suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros.

Entre as perguntas encontra esta, abram aspas: “O GLOBO: Os gastos com bolsistas também cresceram substancialmente nos últimos anos. Entre 2005 e 2009, o aumento desses gastos chega a 600%. Essa modalidade de contratação consumiu, entre 2008 e 2010, R$ 14,2 milhões do Orçamento do Ipea. Qual a justificativa para um aumento tão grande no número de bolsistas, só estudantes mais de 300?” Fecham aspas.

Esse tipo de gasto nem era para ser questionado, mas apenas louvado. A instituição está gastando dinheiro com “bolsistas”, que pressupõe, quando se fala de bolsas, estão fazendo pesquisas, estudos, projetos etc. E, independente das áreas estudadas, trará algum benefício para a sociedade como um todo.

O Globo, contudo, não vê dessa maneira. Quer apontar erros na administração pública. Quando aos erros da organização, não se ouve uma mea-culpa ao pedir socorro aos bancos estatais. Ora, o BNDES pode emprestar dinheiro para salvar a Globo mas o governo não pode salvar o futuro do país. Valha nos o velhaco.

A matéria completa, da qual extraímos esse pequeno – porém revelador – trecho está no site Carta Maior. Clique aqui e leia a integra.

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