Bizarro, muito bizarro, no Brasil quando vai punir os atos de corrupção o primeiro da lista é a obra, ou seja o povo

O bizarro é que o atual sistema tão preocupado com a corrupção ao invés de puni-la, prefere punir a obra, isto é, o povo. Quando aparece uma obra suspeita de corrupção a providência imediata é suspender a obra, deixando o corrupto ou o suspeito [de corrupção] continuar em seu cargo.

— José Antônio Lemos dos Santos, arquiteto e urbanista, é conselheiro do CAU/MT e professor universitário

><>Este recorte é de uma artigo de José Antônio Lemos, “A Copa e a Arena“, publicado neste Namarra em outubro de 2013, no qual critica o arcabouço da legislação das concorrências públicas no Brasil. Não mudou nada de lá pra cá. Esse modelo arcaico é que dá – na nossa modesta opinião – suporte ao desastre que foi a Lava-Jato.

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