Carlos Fávaro renuncia ao cargo de vice-governador e deve ser candidato ao Senado pelo PSD

 Por Carlos Fávaro | Hoje, protocolei minha renúncia ao cargo de vice-governador na Assembleia Legislativa. Tomei essa decisão em razão da missão dada pelo meu partido, o PSD, de construir um novo projeto para Mato Grosso. A razão é simples: não poderia me dedicar a esse propósito, fortalecendo o partido para as candidaturas proporcionais e majoritárias recebendo o salário mensal de R$ 20 mil e nem continuar utilizando toda a estrutura que dá apoio à Vice-governadoria.

Desde que assumi o cargo de vice-governador, reduzi sensivelmente o tamanho da estrutura que, na época, contava com 74 cargos, sendo 46 exclusivamente comissionados. No primeiro ano, diminuí para 20 o número total de servidores e mantive essa média até hoje. Com o compromisso de reduzir custos, diminuí 60% das despesas administrativas e isso tudo sem prejudicar os trabalhos, já que realizamos 12 mil atendimentos durante o período que estive à frente do gabinete.

Além disso, assumi por 20 meses a gestão da Sema – Secretaria de Estado de Meio Ambiente, um dos maiores desafios da minha vida e, com muito trabalho, planejamento e dedicação, apresentamos avanços em todas as áreas. Hoje, com certeza, temos uma secretaria muito mais eficiente e cumprindo o seu principal papel, que é a preservação do meio ambiente, sem atrapalhar o desenvolvimento econômico.

Agradeço aos eleitores que me elegeram e ao povo de Mato Grosso com a absoluta certeza de missão cumprida. Parto para esse novo desafio e não seria ético de minha parte trazer prejuízo ou despesa ao erário, utilizando-me de uma estrutura que foi criada para atender ao mandato de vice-governador. A nova política exigida pela sociedade não quer discurso, quer ação. Tenho convicção de que esta é a decisão mais acertada.

Obrigado a todos

Carlos Fávaro
Vice-governador

Source: (15) Carlos Fávaro – Página inicial

><>Com a renúncia de Carlos Fávaro aumenta o isolamento do governador Pedro Taques.

Bom que se diga, que o vice-governador não precisava renunciar, em sendo candidato ele não poderia apenas assumir a chefia do executivo. Mas alguns observadores dizem que ele estava temendo alguma manobra do governador – assim como aconteceu com o conselheiro Antônio Joaquim -que pudesse inviabilizar o seu projeto eleitoral. 

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