Vem pra Arena volta neste fim de semana e tem Ira! como atração principal, no sábado

Banda Ira! é atração principal do Vem Pra Arena deste fim de semana Foto: Divulgação

Da Assessoria | O “Vem Pra Arena” está de volta. Neste fim de semana, na Arena Pantanal, uma das bandas mais populares da história do rock nacional, Ira!, encabeçada pelo vocalista Nasi e pelo guitarrista Edgar Scandurra, é atração principal no sábado (12), às 22h. O evento conta ainda com outras atrações culturais já tradicionais ao evento, como a feira gastronômica, de artesanato e da economia criativa, a Mundo Criativo, até o domingo (13).

Talentos musicais de Mato Grosso compõem quase que a totalidade da programação. No sábado, no Palco Arena, o pequeno Augusto Michel – que representou o Estado no The Voice Kids -, dá início às apresentações. Na sequência, é a vez dos Catireiros do Araguaia, grupo de cultura popular que vem se mantendo por várias gerações em uma mesma família.

No palco de expressões multiculturais, às 20h30 é a vez do Slam de Tchapa e Cruz, comandado por jovens dedicados às batalhas de rima. Logo, o público se encantará também, com as apresentações dos grupos Folclórico Matutada, de Campo Verde, e os Mascarados de Poconé. Para fechar o sábado, o ponto alto é o show do Ira.

Ainda no entorno da Arena, outro palco, o “Praça” traz mais atrações. A partir das 18h, os visitantes que curtem se exercitar, podem participar do Aulão de Zumba do Sesc. Na sequência, tem Urban 65. Logo, às 19h30, Paulo Monarco revela o resultado do novo trabalho, o Abriram-se as Veias. Já às 20h20, é hora da Banda Caximir, o Bando, revelar o clássico repertório deste que é um dos principais grupos de vanguarda do rock mato-grossense.

Por fim, o lambadão agita o público com as irreverentes composições da Erre Som.

Já no domingo, o Vem Pra Arena é dedicado ao Dia das Mães. O evento que reúne amigos e famílias, começa às 18h30 com espetáculo de teatro, o Conversa de Botas e Batidas, da Cia de Teatro Vostraz. Logo, às 19h, a cantora e compositora Karola Nunes lança o EP Já É, com show especial. Outra atração que ressalta a força feminina, é Estela Ceregati, com as músicas do show Ar.

Tem ritmo brasileiro também. Às 21h, o Samba Brasilis aquece o Palco Arena com canções clássicas da música brasileira.

Intervenções artísticas também marcam o domingo. Os Andarilhos das Estrelas interagem com o público entoando músicas do cancioneiro popular e ainda no segmento das artes cênicas, Carlão dos Bonecos participa com suas marionetes. O coletivo Caixas no Caminho também realiza apresentações de teatro lambe-lambe. Tem ainda Capoeira Vip, intervenções do coletivo Clichês de Rua e grafite com o Movimento Rota.

A Biblioteca Itinerante Estevão de Mendonça e o projeto Inclusão Literária também compõem a programação, mais voltados ao segmento da literatura, estimulando o hábito da leitura.

O evento conta também com a participação do luthier de viola de cocho, Alcides Ribeiro e com oficinas de Pipas, pelo Teatro em Sena e recreativas, pelo Sesc.

De acordo com o secretário de Estado de Cultura, Gilberto Nasser, o “Vem Pra Arena”, é um dos projetos de maior relevância realizados pela atual gestão. “Iniciativa do Governo de Mato Grosso por meio da Secretaria de Estado de Cultura, leva para o entorno da Arena Pantanal opções gratuitas de lazer, entretenimento e cultura, além de abrir espaço às manifestações artísticas locais e fomentar o turismo, artesanato e gastronomia, gerando emprego e renda”.

Dentre os nomes que já passaram pelo projeto estão Lenine, Vanessa da Matta, Vanguart, Frejat, Tulipa Ruiz, Zeca Baleiro, O Terno, além de diversas atrações regionais. (Texto: Protásio de Morais)

Confira a programação:

SÁBADO 12/05

PALCO ARENA

18h30 – Augusto Michel – Tangará da Serra (The Voice)
19h30 – Catireiros do Araguaia – Barra do Garças
20h30 – Slam de Tchapa e Cruz
20h40 – Grupo Folclórico Matutada – Campo Verde
21h30 – Mascarados de Poconé
22h – IRA!

PALCO PRAÇA

18h- Aulão de Zumba – SESC
19h- Urban 65
19h30 – Show “ Abriram-se as veias” – Paulo Monarco
20h20 – Banda Caximir, o Bando
21h – Erre Som

DOMINGO 13/05 (Especial Dia das Mães)

18h30 – Conversa de Botas e Batidas / Cia. de Teatro Vostraz
19h- Lançamento do EP “Já é” – Karola Nunes
20h- Show “Ar” – Estela Ceregati
21h- Samba Brasilis

Intervenções Artísticas

1. Andarilhos das Estrelas / Tibanaré
2. Biblioteca Itinerante Estevão de Mendonça
3. Capoeira Vip
4. Clichês de Rua
5. Construção Viola de Cocho / Alcides Ribeiro
6. Inclusão Literária / Clovis Matos
7. Marionetes / Carlão dos Bonecos
8. Movimento Rota
9. Oficina de Pipas / Teatro em Cena
10. Oficinas Recreativas / SESC
11. Teatro Lambe Lambe / Caixas no Caminho

Entorno da Arena

1. Mundo Criativo
2. Feira Gastronômica
3. Feira de Artesanato.

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Mais de 30 projetos culturais receberão apoio da prefeitura de Cuiabá

Ao total 31 propostas serão executadas por artistas regionais e devem resultar em grandes eventos em 2018

Da Assessoria | Com o objetivo de contribuir para a ampliação democrático das mais variadas manifestações culturais, bem como promover a valorização e difusão dessas atividades, a Prefeitura de Cuiabá realizou na sexta-feira (13) a apresentação do projetos culturais aprovados por meio do Edital de Cultura, lançado em 2017. Coordenado pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo, a ação de incentivo selecionou 31 propostas a serem executadas pelos artistas regionais com o apoio financeiro do Executivo cuiabano.

A medida cumpre com política de fomentação adotada pela gestão do Município e também com Lei Complementar nº 273/11, que dispões sobre a captação de recursos públicos para o desenvolvimento de projetos artísticos-culturais na Capital. No total, foi destinado aos sete segmentos contemplado o montante equivalente a R$ 535 mil, oriundo do Fundo Municipal de Apoio e Estímulo à Cultura. O valor está divido entre as seguintes áreas: Artes Cênica, Artes Visuais, Audiovisual, Cultura Popular, Literatura e Patrimônio.

“Esse é apenas um dos elementos que, com recursos próprios a nossa gestão está buscando desenvolver. Ao contemplar esses projetos estamos demonstrando nosso desejo de fortalecer esse segmento. Além disso, já determinei que o secretário Francisco Vuolo trabalhasse na promoção de uma série de outras ações. Dentes elas, está o festival de siriri, de rasqueado, e outros eventos que farão com que nossa cultura, que por si só já é muito rica, se consolide cada vez mais” comentou o prefeito Emanuel Pinheiro.

De acordo com o secretário municipal de Cultura, Esporte e Turismos, Francisco Vuolo, a escolha dos 31 projetos deve ser vista com um importante momento de fortalecimento às atividades culturais cuiabanas. Durante a solenidade, ele explicou que, nos últimos anos, o campo cultural não recebeu a devida atenção por parte do poder público. Todavia, Vuolo destacou que, ao assumir a Prefeitura, Emanuel Pinheiro estabeleceu que fosse retomado e colocado em prática os editais de incentivo aos artistas.

“O que vimos aqui foi o resultado da soma de nossos esforços, onde os 31 projetos foram apresentados para a população, já com a os recursos creditados na conta de cada proponente. Nossa expectativa é que, a partir do próximos meses, possamos ter uma série de grandes eventos e atividades culturais ocorrendo nos quatro cantos da nossa querida Cuiabá. Estamos buscando difundir e valorizar nossa cultura e, ao mesmo tempo, aproximar a Prefeitura dessa classe”, argumentou Francisco Vuolo.

Aprovação dos artistas Com apenas quatro meses de existência e contando com 20 componentes, o prodígio projeto Musikan, que une a prática do Karatê com a música de instrumentos de cordas, foi um dos beneficiados pelo Edital de Cultura. Segundo o diretor e maestro do grupo, Jorge Moura, poder contar com o apoio do Município é um reconhecimento de um trabalho que, em pouco tempo, conseguiu demonstrar todo potencial existente. Ele lembrou que, ao longo dos anos, vários projetos são iniciados pela cidade, porém, por não terem esse auxílio, acabam sendo finalizados sem os frutos almejados.

“Com essa assistência da Prefeitura, teremos condições de manter as aulas, conseguir novos instrumentos, e trazer mais crianças. Esse é um projeto que surgiu a partir de uma amizade com outros membros do grupo, onde tivemos a ideia de juntar o esporte com a música. Tínhamos uma vontade de levar para as crianças, além do lado físico do Karatê, um pouco da cultura que a arte proporciona, unindo os benefícios das duas práticas em prol da formação de bons cidadãos. São alunos que estão tendo contato com músicas regionais e, ao mesmo tempo, trabalhamos a questão do companheirismo e a necessidade de sempre ajudar o colega com mais dificuldade”, relatou o maestro.

Representando as raízes e tradições cuiabanas, o grupo de cururu Tradição Cuiabana, composto por mais de 30 membros, também teve a oportunidade de apresentar sua arte e ser contemplado pela iniciativa da Prefeitura. Conforme um dos lideres da associação, Thomas Flaviano, a medida da Prefeitura deve ser considerada não só mais um alento, mas também uma importante iniciativa de fomentação, diante de todas as dificuldades enfrentadas diariamente pelo conglomerado, que propaga a legitima representação da cultura regional.

“Todos nós nascemos e nos criamos seguindo a tradição do cururu e das festas de santos. Somos os grande representantes da cultura cuiabana. Se falar de cururu e siriri em qualquer lugar do Brasil, a pessoa imediatamente irá reportar a Cuiabá. Então, nada mais justo que possamos receber dos órgãos públicos incentivos como este. Somos muito gratos a Prefeitura de Cuiabá, representada pela Secretaria de Cultura, por ter nos ajudado. É mais uma ação que irá contribuir para o enriquecimento dessa atividade”, finalizou o curureiro. (Texto: Bruno Vicente / Foto: Luiz Alves)

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Projetos aprovados no edital 2017 de Cultura da Prefeitura de Cuiabá serão apresentados hoje

Museu do Rio será palco de evento cultural que vai revelar quais são e, como estão sendo aplicados os recursos

Da Assessoria | A Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo e o Conselho Municipal de Cultura promovem hoje, sexta-feira (13), no Museu do Rio, um encontro entre a classe cultural, o poder público e sociedade civil para Apresentação dos Projetos Culturais que serão realizados, aprovados no Edital de Cultura 2017. O objetivo do evento é revelar quais são e como estão sendo aplicados os recursos. O evento faz parte da programação dos 299 Anos da Capital.

O recurso destinado aos sete segmentos contemplados pelo edital do Fundo Municipal de Apoio e Estímulo à Cultura de Cuiabá/2017, resultaram no montante de R$ 535 mil, divididos entre Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Cultura Popular, a Literatura e o Patrimônio.

No total 31 projetos foram aprovados, compondo a Lei Complementar nº.  273, de 05 de dezembro de 2011. De acordo com o secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo o intuito do evento é mostrar de forma transparente a aplicação desses recursos e ainda comemorar os 299 anos de Cuiabá.

“A ideia é aproximar a prefeitura de Cuiabá da classe cultural. Estamos preparando uma programação voltada para as expressões artísticas cuiabanas inseridas no contexto do Conselho de Cultura, que é o responsável pela aplicação dos recursos do fundo municipal. Iremos apresentar os 31 projetos e seus proponentes à sociedade, para que todos saibam quem são os realizadores que fazem muito pela nossa cultura. E ainda brindar Cuiabá pelos seus 299 Anos, para que se inspirem para os 300 anos”, ressaltou Vuolo.

Seguem os proponentes que tiveram seus projetos aprovados no Edital de 2017:

Artes Cênicas – Thereza Helena de Souza Nunes, Juliana Capilé Rivera, Ilson de Oliveira, Vlademir Oliveira dos Reis e Cícera Pereira Pinheiro.

Artes Visuais – Reginaldo Silva GomesLinalva Alves de SouzaFrede Hortelli FogaçaOdete Venâncio e Alair Xavier dos Santos.

Audiovisual – Josemaire Pinheiro, Larrissa Mineyah de Lima Pereira e Rafael Irineu Alves Lacerda.

Cultura Popular – Luciana Santos Shuring Siqueira, Marcelino de Jesus, Nilton Amorim de Carvalho e Sebastião do Nascimento.

Literatura – Wuldson Marcelo Leite SouzaAlice de OliveiraDilson de Oliveira Miranda, Aclyse de MatosDivanize Carbonierie Caio Augusto Ribeiro Bertorni.

Música – Paulo Lopes PereiraKatylen Mendes dos ReisAna Gabriela Santana Correa, Nilton Vitório Silva de Assis e José Humberto de Souza.

Patrimônio – Lucrécia Dilda, Ligia da Silva Viana, Associação dos Produtores Culturais de Mato Grosso – Ação Cultura.

Durante o evento a comunidade do São Gonçalo Beira Rio vai lançar 12ª edição da festa “Rota do Peixe”, que acontece sábado e domingo, respectivamente, dias (14 e 15/04).

Serviço:
O que: Apresentação dos Projetos Culturais que serão realizados, aprovados no Edital de Cultura 2017.
Onde: Museu do Rio
Quando: 13, sexta-feira
Horário: 19h

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Rogê Além lança músicas em plataformas musicais na Rede

Da Assessoria | Com o lançamento de Analosintético em plataformas de música da internet na última quinta-feira, 22, Rogê Além, adentra o universo da música experimental brasileira, mostrando ao mundo o disco que foi viabilizado com a aprovação do projeto no edital Circula MT, da Secretaria de Estado de Cultura.

Tal qual outros grandes nomes da MPB que vez ou outra se utilizam de timbres, guitarras e beats sintéticos em suas produções, ele aposta em uma música mais intuitiva subsidiada por recursos tecnológicos.

Por seis meses, o compositor, cantor e produtor, atuou em todas as frentes. Não esteve em um grande estúdio, mas em seu recanto, entrou em processo imersivo, como um cientista em seu laboratório. A fusão da organicidade do sentimento, a poética existencialista de suas letras e a sonoridade de plástica sintética que resulta da utilização de softwares, deu origem ao disco cintilado por várias atmosferas. Tem romance, música para dançar, um tom lisérgico, apocalíptico e especialmente, certa dose de world music – representada pelo tom hipnótico de mantras indianos – e ainda, da improvisação jazzística.

Rogê também investiu no aprimoramento vocal. Segundo Sonia Mazetto, fonoaudióloga responsável pela preparação do cantor, neste trabalho Rogê interpreta suas canções com um timbre autêntico, de cor e vibração rara. Ela destaca ainda que o que torna a obra mais rica musicalmente é o fato do ‘cantautor’ ter encarado a voz como um instrumento, trazendo ao Analosintético interpretações e arranjos vocais ousados.

“Claramente denota sua preocupação com a pesquisa e com a criatividade ao explorar linhas melodias e de contra-canto que criam texturas incríveis. Sem dúvida, um dos trabalhos mais significativos e complexos que já vi ao longo desses 20 anos na música de Mato Grosso. Fico muito feliz de ter feito parte desta construção que foi concebida por várias mãos”, pontua Mazetto.

“É um disco que replica uma série de mudanças. Me desfiz de conceitos pessoais e artísticos, ressignifiquei minha música. Com a utilização de um software – indicação do parceiro e artista Caio Mattoso – me assumi produtor também, fui de encontro a um milhão de possibilidades timbrísticas. Apreciar este momento é o meu foco”, explica o artista.

A nova produção – que sucede anos à frente da banda Engenho de Dentro e dois EPs solo – traz 11 faixas. Altamente existencial e biográfico, a produção musical é aguçada pelos sentimentos de Rogê. “É a externalização de um sentimento pessoal que eu tenho certeza que vai tocar muita gente. Quero que minha música seja libertadora, que as pessoas possam refletir, possam ser felizes também. Que elas se sintam encorajadas. É para balançar o corpo e sacudir a alma”.

Será lançado um videoclipe por mês de cada uma das faixas.

Como o edital prevê também a circulação por cidades mato-grossenses, a agenda de shows contempla o público de Sinop, no dia 29 de abril, no Guadalupe. A ocasião marca a estreia da turnê Analosintético.

Em maio, ele parte para apresentação em Rondonópolis, no Casario. Por fim, em Cuiabá, o show será no Sesc Arsenal. Todas as apresentações têm entrada livre e em cada uma das cidades será realizada oficina de capacitação para músicos e interessados no segmento.

A direção geral e artística, bem como a produção musical do disco é de Rogê Além. Para arrematar a parte técnica, a mixagem e masterização ficou a cargo de Leonardo Lima. Já a concepção visual e a direção de arte que amarram o conceito é fruto do trabalho de Eduardo Dario, com apoio da fotógrafa Mariangela Ferruda Zilli e styling por Anne Neubauer.

O conceito idealizado para este trabalho reúne as duas linguagens que norteiam a nova proposta do artista nessa obra, no caso o universo analógico e o digital.  Eduardo frisa que o desafio na criação foi justamente trazer à estética vintage – fortemente presente no estilo de vida do Rogê – uma intervenção moderna, estabelecendo assim um cenário atemporal. “Desde o início do planejamento, estava claro para nós que o Analosintético não seria apenas um disco, mas sim, um projeto audiovisual multifacetado”, descreve.

Os interessados podem conhecer o novo trabalho do artista pelos  links:

youtube / full album:  https://goo.gl/7cU9YR
facebook:  https://goo.gl/ZvgUdw
soundcloud:  https://goo.gl/cYiKCt

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Show gratuito do projeto [re]Percute neste sábado no auditório do Centro Cultural da UFMT

Da Assessoria | O projeto [re]Percute,  que faz parte do Circula MT da Secretaria de Estado de Cultura irá apresentar sua turnê neste sábado (24.03), no auditório do Centro Cultural da UFMT, às 19h30, com entrada gratuita.

O concerto com o o grupo de percussão terá ainda participações especiais dos músicos, professores e percussionistas Lewis Nielson, do Oberlin College (EUA), Eduardo Gianesella, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Ronan Gil de Morais, do Instituto Federal de Goiás (IFG).

De acordo com o coordenador do projeto, professor Zeca Lacerda, Lewis Nielson produziu e compôs uma faixa dedicada ao [re]Percute UFMT, que será apresentada na apresentação.

“Todo o repertório do CD consiste com faixas inéditas e percussionistas de referência. Por sua vez, com este concerto, o [re]Percute UFMT procura perpetuar sua busca pela formação de plateias na região para a música de câmara contemporânea, conectando a comunidade e os artistas locais com o cenário nacional e internacional”, exlicou o coordenador.

Durante a estadia dos artistas em Mato Grosso, o projeto promove recitais-palestras e oficinas. Essas atividades tiveram início nesta quarta-feira (21) e seguem até sexta-feira (23), no Auditório da Faculdade de Comunicação e Artes (FCA) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), , localizado no piso térreo.

A turnê [re]Percutindo Mato Grosso é realizada desde 2017 pelo edital “Circula MT”, percorrendo a capital e cidades do interior mato-grossense. Como resultado, o concerto passará também por Tangará da Serra e Campo Verde, nos dias 06 de abril e 09 de abril, respectivamente.

Os convidados

Eduardo Gianesella é professor de percussão, codiretor do Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP e integra a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Foi vencedor do Concurso Jovens Solistas da OSESP e, junto ao Grupo PIAP, conquistou o 1º lugar no Prêmio Eldorado de Música.

Ronan Gil de Morais é professor de percussão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás. Possui graduação em Percussão pela UNESP, obtendo o Prêmio de Excelência em Pesquisa por seu trabalho de conclusão. É mestre pela Universidade de Strasbourg, onde se especializou em repertório para percussão e música eletroacústica mista.

O compositor Lewis Nielson estudou no Royal Academy of Music em Londres, na Clark University em Massachusetts. Em 2000, ele se tornou professor do Oberlin Conservatory, onde atuou até 2015.

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Sarau de Segunda dará continuidade ao sucesso do Showdré

Da Assessoria | A Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso, artistas e produtores culturais cuiabanos irão realizar o “Sarau de Segunda, edição Canal de Tudo”, na próxima segunda, 26, a partir das 19h30, na Casa Cuiabana. O evento é um desdobramento do “Showdré”, realizado no dia 19 de fevereiro, como tributo aos sete anos de morte do poeta Antônio Sodré, tendo o evento se tornado um marco para o setor cultural de Cuiabá.

Além de reencontros, o Showdré fez renascer nos envolvidos a vontade de realizar eventos dessa natureza, com  diversas áreas da arte contempladas e apreciadas, movimentando o cenário cultural – praticamente independente – na cidade.

Assim como no evento anterior, os artistas se organizaram e houve uma divisão voluntária por três áreas de atuação: poesia, música e exposição, em linhas de atuação que se cruzaram  e brilharam no quintal da Casa Cuiabana.

“A noite foi de grande sucesso, de público, de crítica e de presença. Cerca de 350 pessoas compareceram, protagonizando uma grande confraternização entre artistas, produtores culturais, pesquisadores, professores e alunos da Universidade Federal, em uma miscigenação de idades do público original dos anos 1980-1990 com uma grande quantidade de jovens, curiosos com o conteúdo compartilhado”, declarou Amauri Lobo, coordenador musical do evento.

O impacto foi geral e, com isso, tanto a Secretaria de Cultura, quanto os artistas envolvidos resolveram se reunir e debater uma forma de dar continuidade ao processo. Foi decidido transformar a prática em um sarau mensal, tendo o mesmo molde coletivo e multifacetado, com produção no espaço do quintal da Casa Cuiabana. Surge o Sarau de Segunda, com temas mensais.

Sarau de Segunda A proposta mensal pretende compartilhar a produção artística de um setor da cultura cuiabana em atividade há mais de 30 anos, ininterruptamente, abrindo ainda oportunidades para novos trabalhos artísticos afins, também carentes de espaços de compartilhamento.

Os eventos mensais irão proporcionar a interação entre diferentes gerações de produtores culturais locais e oferecer uma alternativa de consumo artístico e cultural gratuito para Cuiabá e região, além de retomar o protagonismo do Espaço Cultural Casa Cuiabana, em particular, do quintal e o Teatro de Arena.

Para dar vida a tudo isso, os eventos terão, além do apoio da SEC, um grupo de artistas locais na linha de frente do evento, entre os quais estão Eduardo Ferreira, como curador artístico; Amauri Lobo, na coordenação de produção; Mari Gemma De La Cruz, na curadora de artes visuais e Luciene Carvalho na curadoria de literatura.

Na edição deste mês haverá exposições, apresentações, audiovisual, poesia e outros, confira:

ARTES VISUAIS
Coletivo Bordadeiras da Chapada | NEOM
Coletivo Cores | Pinturas em Telas
Ana Marimon & Luis Pirata |Painel : “Cosma Shiva”
Mari Gemma | Fotografia Expandida & Poesia
Coletivo Mulheres do Barro |Esculturas
Tchelo Figueiredo | Fotografia: “Os cinco Elementos do Cerrado”
Henrique Santian | Vídeo e Instalação: “A Fé de Francisca”
Nadja Lammel e Marilia Meireles | Grafite com performance no local
Tranças | ONG Auto Estima
Lugar de Mulher é na Arte | Projeção Fotográfica | Curadoria: Marigemma De La Cruz

FEIRA SOLIDÁRIA
Brechó Andrômeda | Talina Yasmim
Toalhas e Bonecas |  Maria Nubia Souza
Bonecas Negras | AVASSK
Mãe D’água Biojóias
Fusca sebo
Ermelinda | Artesanatos

PALCO
[DJ]  – Chabô: Discotecando
[Manifesto] – Antonieta Costa | IMUNE (Instituto de Mulheres Negras
[Vídeo  Documentário] – “Vó Francisca” de Henrique Santian
[Cena] – Luiz Renato / Marináuseas / Modelo Vivo
[Música] – Vera Capilé e André Balbino, Pio, Ellen e John
[Poesia] – Expressão física do Solidário Feminino – Azuila Costa, Lígia Silva, Sueli Siqueira, Bia Corrêa, Anna Marimon e Luciene Carvalho
[Música] – Mano Allan & Mano Raul, Karola Nunes, Hendson Santana, Banda Pedregal
[Espaço Livre] – Abertura com Ísis Marimon e Maria Lígia

Leia também: 

Antônio Sodré será homenageado em evento no dia 19 com sugestivo título de Showdré

Hoje na Casa Cuiabana, show-homenagem ao poeta Antônio Sodré

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Caio Mattoso, depois do EP Opereta Trum,  sobe aos palcos da UFMT para o lançar o seu primeiro disco

Da Assessoria | À primeira audição, “Experimenta Assim”, disco de estreia oficial do compositor Caio Mattoso, sob a produção engenhosa de Igor Carvalho, pode soar exatamente o que sugere seu título, experimental. Mas Mattoso e seu time de instrumentistas formidáveis conseguiu transformar uma série de experiências musicais em um disco consciente, que transita com autoridade por diferentes estilos, do funk ao bolero, com direito à ganzá e mocho.

Gravado com suporte do edital Circula MT, da Secretaria de Estado de Cultura, “Experimenta Assim” traz oito canções inéditas que serão apresentadas ao público pela primeira vez nesta terça-feira, 20, às 20h, no teatro da UFMT, com entrada franca.

Com guitarras de Sidnei Duarte, percussão e bateria de Alex Teixeira, teclados de Igor Mariano, contrabaixo de Igor Carvalho e trompete de Hélio Flanders, do Vanguart, “Experimenta Assim” ganhou outro horizonte. “Foi um exercício e tanto. Mas eu estava muito seguro, contei com instrumentistas de alta capacidade técnica e artística, não teria chances de dar errado, nem se eu quisesse”, brinca Mattoso.

O olhar autêntico sobre o próprio trabalho, desde a escolha dos instrumentistas que o acompanham, até a seleção do repertório, mostra a maturidade do músico já no seu álbum de estreia. “Correu tudo de maneira tão natural que até parece que as canções já nasceram prontas. Caio conseguiu comprimir várias particularidades do seu processo criativo, buscando assim uma jovialidade levemente tardia, que deixa o disco ainda mais interessante”, adianta Igor Carvalho.

Um dos mais atuantes compositores de Mato Grosso, Caio Mattoso fala sobre a chance de poder lançar esse disco com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura. “Ter esse projeto selecionado pelo edital Circula Mato Grosso me trouxe tranquilidade e conforto para trabalhar. Sem oportunidades como essas fica mais difícil. Eu uso meu tempo para fazer música, é o que eu faço, é o meu ofício. Poder registrar esse trabalho, gravar, mixar e lançar um disco com músicos gabaritados, que não é barato, me trouxe confiança e a confiança é combustível para o sucesso”, se diverte.

O espetáculo Experimenta Assim

Ainda, se depender do aparato, o Teatro da UFMT vai ficar pequeno para o show de lançamento do disco “Experimenta Assim”. O espetáculo, inserido na programação da Semana do Calouro 2018, conta com direção artística de João Batista e exibirá projeções em vídeo de Fabrício Chabô, com iluminação de Everton Britto. Além de Igor Carvalho, Caio Mattoso e um computador, o espetáculo traz ao palco algumas participações especiais. Maykon Salder assume a guitarra e Ana Amélia Marimon declama uma (ou mais) das 14 canções reservadas para o show de lançamento.

“Outra importante participação é a da obra de João Sebastião, que será projetada durante a canção ‘Badabadum’. Uma semana antes de João desencarnar, conversamos muito sobre a importância da arte, por isso, resolvi projetar alguns de seus trabalhos, pela saudade que sinto dele e pela importância desse grande artista na minha vida”, explica Mattoso.

De Cuiabá, o espetáculo que promove o disco vai para Sinop, no extremo norte de Mato Grosso, onde ocorrem duas apresentações. A primeira, dia 27 de abril, numa escola pública daquela cidade e depois, dia 29 de abril, no bar Guadalupe, aberto ao público.

A curta turnê do disco “Experimenta Assim” finaliza ainda no primeiro semestre de 2018, numa aldeia xavante, na Serra do Roncador, ainda sem data definidas.

Oficinas de composição

Uma das finalidades do edital Circula MT é a multiplicação de conhecimento da arte. E, parte dessa multiplicação, vem por meio das oficinas previstas no projeto. Serão três oficinas. A primeira, marcada para ocorrer na Escola Estadual São Vicente de Paula, em Sinop, dia 27 de abril; depois no Lar da Criança, em Cuiabá; e por fim, na aldeia xavante próxima a cidade de Barra do Garças.

As inscrições para as oficinas são gratuitas e as vagas são limitadas. Para se inscrever, encaminhe um e-mail com assunto “Oficina” para experimentassim@gmail.com ou ligue (65) 9-9999-7971.

Caio Mattoso

Artista mato-grossense, o compositor Caio Mattoso escreve canções há quase 20 anos. Em 2001, iniciou sua carreira na banda Donalua, tocando baixo e compondo as canções interpretadas pelo grupo, que contava com os músicos Bruno Kayapy (Macaco Bong) e Douglas Godoy (ex-Vanguart). Passou cinco anos atuando no grupo Teatro Fúria e em 2010 sua canção “Rap do Gurizão” foi selecionada na 4ª Mostra de Música do Sesc Arsenal de Cuiabá-MT.

Em 2014 seu “show 200 km/h” foi contemplado no Edital Cultura 2014 do Ministério da Cultura para a realização de cinco apresentações durante a Copa do Mundo FIFA 2014 em Cuiabá. Em 2016, Caio foi convidado pela Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Mato Grosso – UFMT para fazer a variação sinfônica de um de seus trabalhos, “Montanha”, especialmente para a orquestra. Ainda, gravou o EP Operetra Trum, patrocinado pela Prefeitura Municipal de Cuiabá, cujo lançamento ocorreu no evento “Vem pra Arena”, da Secretaria de Estado de Cultura do Mato Grosso.

Leia também: Caio Mattoso lança Opereta Trum, hoje ao vivo no Gran Bazar Pac, na Praça da Mandioca

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Cultura reabre edital do 1º Festival de Lambadão de Mato Grosso

Serão premiados seis grupos de música e dança, além de um prêmio de melhor composição

Foto: Mayke Toscano/SEC

Da Assessoria | Após a suspensão do edital do 1º Festival de Lambadão, por falta de inscritos, a Secretaria de Estado de Cultura apresenta a nova publicação reformulada e simplificada. Entre as principais mudanças está o local do evento, que será em Cuiabá, com apenas uma edição, no entorno do Arena Pantanal, onde serão premiados seis grupos de música e dança, além de um prêmio de melhor composição.

O edital selecionará uma Organização da Sociedade Civil – OSC para celebrar um Termo de Colaboração, em regime de mútua cooperação, para a gestão e produção do  festival. A OSC será responsável pelo regulamento para o chamamento das bandas e júri técnico.

As regras e os prazos referentes à participação de bandas de música e grupos de dança no 1º Festival de Lambadão de Mato Grosso serão definidas em fase posterior, em conjunto com a Secretaria de Estado de Cultura.

Premiação

Serão selecionadas pelo júri técnico artístico até 12 bandas de música e seis grupos de dança para apresentação no festival.

Todas as bandas e os grupos de dança selecionados pelo júri receberão cachê pela participação no evento. Serão R$ 5 cinco mil para as bandas de música e grupos de dança.

As bandas de música, grupos de dança e autor da melhor composição musical serão premiados conforme avaliação a ser definida em regulamento aprovado pela SEC, com o valor total de R$ 60 sessenta mil reais, que será distribuído da seguinte forma:

Bandas musicais: 1º Lugar: R$ 15 mil; 2º Lugar: R$ 10 mil; 3º Lugar: R$ 5 mil.

Grupo de Dança: 1º Lugar: R$ 12 mil; 2º Lugar: R$ 6 mil; 3º Lugar: R$ 4 mil.

Melhor Composição Musical: premiação será para o autor terá prêmio único de R$ 8 mil para o 1º Lugar.

O OSC interessada deverá comprovar experiência no gerenciamento de empreendimentos na mesma área em questão ou em similares.

O processo de seleção da OSC será realizado por uma Comissão de Seleção, composta por servidores da SEC, designada pelo secretário de Estado de Cultura e publicada no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso e no site da SEC. O processo seletivo será composto de uma única fase para qualificação técnica e habilitação jurídica e fiscal. (Texto: Josiane Dalmagro)

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Circula MT contempla projeto que apresentará concertos e oficinas de violino em Cuiabá e interior

Da Assessoria | O Projeto a “A arte do violino – repertório brasileiro para violino solo”, contemplado pelo edital Circula MT, da Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso, terá início no dia 9 de março às 19h30, no espaço Boca de Arte em Cuiabá, com apresentações e oficinas gratuitas.

O projeto, coordenado pelo professor Fernando Pereira, tem a proposição levar música erudita brasileira por meio de cinco concertos, gravação, e quatro oficinas de formação técnica, em Cuiabá, Nova Mutum, Sinop e Rondonópolis.

A apresentação será composta por Cameratas, solos de violinos e músicas tocadas em quartetos. Fernando explica que alguns desses músicos são alunos do Boca Musical, projeto que prevê a capacitação de novos músicos e a participação de alguns deles neste trabalho. “Ao participar dessa iniciativa, nossos alunos demonstram que tiveram um aprendizado concreto, rompendo com um estigma de que escolas de música não ultrapassam a etapa inicial do aprendizado. No Boca Musical a ideia é que os nossos alunos se tornem profissionais e para isso também vislumbramos as possibilidades da prática”, pontua o professor.

Sobre a Arte do Violino, o professor explica: “O Projeto possui nome semelhante à obra pedagógica em quatro volumes “arte do violino” do músico alemão Carl Flesh (1873-1944). A semelhança do nome não é mera coincidência na medida em que, tal como o violinista alemão do começo do século 20, tenho buscado, uma sistematização em torno de um programa de formação e difusão cultural em sua proposta pedagógica e artística que desenvolva o ensino e a performance não só ao violino, mas aos instrumentos de cordas inerentes à sua família – viola clássica e violoncelo – no estado de Mato Grosso”.

A primeira apresentação, que também é o lançamento do projeto, será no bairro Araés, sede do espaço Boca de Arte, e, portanto, pretende contemplar os moradores do bairro. A apresentação no local faz parte da contrapartida social do projeto.

No dia 15 de março, às 20h, Nova Mutum recebe o projeto. Após a passagem por Nova Mutum, o grupo retorna à Cuiabá e no dia 16 realiza a apresentação na Casa Cuiabana, espaço que também sedia as oficinas do projeto durante o ano.

No dia 17 de março, será a vez de Rondonópolis receber o grupo e a apresentação se realizará no Centro Cultural Casario, às 20h. A oficina de formação será no Instituto Federal de MT – campus de Rondonópolis, no dia 6 de abril.

Em Sinop a oficina será realizada na Escola Municipal de Artes Viviane Maria Malheiros Dal Berto, no 14 de abril e a apresentação ocorre no dia 23 de março, às 20hs no Centro de Eventos Dante de Oliveira.

No dia 13 de abril, o Centro de Sustentabilidade do Sebrae em Cuiabá, será palco para o encerramento das atividades.

Oficinas gratuitas – A Oficina pretende realizar a formação básica da técnica ao violino e terá 6h de capacitação técnica para até 60 alunos – 30 participantes e 30 ouvintes, nas quatro cidades por onde o projeto passará. O conteúdo terá apresentação da técnica elementar ao instrumento – escola franco-belga, alemã e russa; desenvolvimento da mão direita – golpes de arcos e suas variações; desenvolvimento da mão esquerda – dedilhados, posições e vibrato; Aplicação prática – escalas e arpejos –  e seleção de material para o desenvolvimento técnico ao instrumento com performance. Os interessados podem tirar as pelo telefone (65) 99996-2089.

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Box ‘Teatro Completo’, com todas as peças de Nelson Rodrigues, é lançado pela editora Nova Fronteira

Da Assessoria | Polêmico e amado: esse era Nelson Rodrigues. O autor que revolucionou a dramaturgia brasileira tem agora todas as suas 17 peças reunidas em um box especial da Nova Fronteira, exclusivo para a Amazon. As obras de Nelson trazem uma escrita polêmica e inovadora, que abalou os alicerces da nossa sociedade, dividindo opiniões, provocando intensos debates e tornando o teatro brasileiro conhecido internacionalmente.

Jornalista renomado que escrevia crônicas, matérias policiais, folhetins e até mesmo traduções, Nelson passou por algumas das principais redações do Brasil, mas à noite, dedicava-se à dramaturgia. Sua primeira peça, A mulher sem pecado, de 1941, não foi um sucesso de público, mas lhe rendeu boas críticas na imprensa, incentivando-o a continuar no teatro.

Com Vestido de noiva, de 1943, sua carreira foi impulsionada. A peça foi considerada inovadora no cenário nacional e fez de Nelson o precursor do modernismo teatral no país. Mesmo criticado por suas obras, que eram consideradas obscenas e imorais, Rodrigues foi reconhecido de imediato pelo público e por críticos da época. O dramaturgo teve muitas de suas obras adaptadas para TV e cinema, o que o tornou ainda mais popular entre os brasileiros.

A divisão já clássica feita pelo crítico Sábato Magaldi, nos anos de 1980, com a supervisão do próprio Rodrigues, permanece neste box, embora tenha sido agrupada em dois volumes. O primeiro traz as peças psicológicas e místicas, como as famosas Álbum de Família e Vestido de Noiva, enquanto o segundo apresenta as tragédias cariocas do autor, incluindo “O beijo no asfalto”. Além disso, a coletânea conta com um caderno de fotos de montagens histórias e textos críticos do próprio dramaturgo.

BOX EXCLUSIVO AMAZON – TEATRO COMPLETO NELSON RODRIGUES

ORGANIZAÇÃO: Sábato Magaldi
EDITORA: Nova Fronteira
PREÇO: R$129,90

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Hoje, na Casa Cuiabana, show-homenagem ao poeta Antônio Sodré

Da Assessoria | Depois de algumas semanas de preparo, com diversos artistas envolvidos na produção, finalmente ocorrerá a homenagem ao poeta Antônio Sodré, nesta segunda-feira (19.02), às 19h30, na Casa Cuiabana.

O evento marcará o início da nova gestão da Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso (SEC-MT), comandada desde janeiro pelo jornalista Kleber Lima, que fez questão de, entre uma reunião e outra com artistas locais, participar dos preparativos.

Por uma iniciativa da SEC, que foi abraçada por uma coletividade de artistas e produtores culturais cuiabanos, surgiu o Showdré, um tributo a Antônio Sodré, “O Poeta da Transmutação”.

Antônio Sodré foi um artista de Cuiabá que se autodenominava “El poeta de la transmutación”. Além de poeta, Sodré transitava pela música, artes cênicas e artes plásticas. A homenagem passeará por todos esses universos, com exposição, recriação de obras, poesias, varais poéticos, sarau de poesias, um vídeo documentário sobre o artista, além do reencontro da maioria dos componentes originais da banda Caximir, da qual Sodré fez parte.

O evento terá curadoria de Mari Gemma; co-curadoria de Bia Corrêa; coordenação de poesia de Aclyse Mattos e Luciene Carvalho; literatura, por Clóvis Mattos; ambiência, pela Associação Cultural Cena Onze; a gerência do Centro Cultural Casa Cuiabana fica a cargo de Luíza Ribeiro e a realização, da Secretaria de Estado de Cultura.

Revivendo os tempos de Caximir, os artistas Adriângelo Antunes, Amauri Lobo, André Balbino, Joel de la Torre, Cristina Campos, Eduardo Ferreira, Fidel Fiori e Rubão Lisboa cuidarão da coordenação de música e palco, com uma nova banda, denominada Pedregal.

Na programação, os fãs de Sodré vão relembrar os clássicos “O Lado Humano Não Acompanha o Tecnológico”, “Tão Só Dré”, “Fóssil”, “Cômica Cósmica”, “Outros 500” e “Still Corporation”, entre outros sucessos do poeta.

O evento contará, ainda, com as colaborações e participações especiais de Anna Amélia Marimon, José Medeiros, Lúcia Palma, Luiz Renato Pinto, Mário Friedlander, Fernando Greffe Filho, Ramon Carlini e o Fusca Sebo.

(Texto: Josiane Dalmagro)

Leia também: Agora estamos sem Antônio Sodré: um poeta na estrada suspensa no ar

O poema sobrevive, o poeta Sodré vive – Por Vinícius Masutti

Antônio Sodré será homenageado em evento no dia 19 com sugestivo título de Showdré

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Não sou escravo de nenhum senhor Meu Paraíso é meu bastião – canta o samba sensação de 2018

Irmão de olho claro ou da Guiné
Qual será o valor? Pobre artigo de mercado
Senhor eu não tenho a sua fé, e nem tenho a sua cor
Tenho sangue avermelhado
O mesmo que escorre da ferida
Mostra que a vida se lamenta por nós dois
Mas falta em seu peito um coração
Ao me dar escravidão e um prato de feijão com arroz

Eu fui mandinga, cambinda, haussá
Fui um rei egbá preso na corrente
Sofri nos braços de um capataz
Morri nos canaviais onde se planta gente

Ê calunga! Ê ê calunga!
Preto Velho me contou, Preto Velho me contou
Onde mora a sengora liberdade
Não tem ferro, nem feitor

Amparo do rosário ao negro Benedito
Um grito feito pele de tambor
Deu no noticiário, com lágrimas escrito
Um rito, uma luta, um homem de cor

E assim, quando a lei foi assinada
Uma lua atordoada assistiu fogos no céu
Áurea feito o ouro da bandeira
Fui rezar na cachoeira contra bondade cruel

Meu Deus! Meu Deus!
Se eu chorar não leve a mal
Pela luz do candeeiro
Liberte o cativeiro social

Não sou escravo de nenhum senhor
Meu Paraíso é meu bastião
Meu Tuiuti o quilombo da favela
É sentinela da libertação

Compositores: Claudio Russo, Moacyr Luz, Dona Zezé, Jurandir e Aníbal

Intérpretes: Nino do Milênio, Celsinho Mody e Grazzi Brasil

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MT Escola de Teatro abre as portas para alunos da terceira turma

O secretário de Estado de Cultura esteve presente na aula inaugural prestigiando os alunos e professores do curso que agora faz parte da Unemat

Mayke Toscano

Da Assessoria | Neste sábado (03.02), a MT Escola de Teatro, sediada no Cine Teatro, teve a aula inaugural do semestre, onde a terceira turma do curso foi recepcionada pelo secretário de Estado de Cultura, Kleber Lima, além do diretor do Cena Onze, Flávio Ferreira; do coordenador da escola, Rodolfo Adaap e do professor convidado Juan Peralta.

A Escola vai para o terceiro semestre, fazendo história nesse nicho, que é a atuação, direção, sonoplastia, cenografia, iluminação e cenário, entre outros elementos que envolvem o universo do teatro e que os mato-grossenses estão tendo a oportunidade de conhecer e estudar, ainda mais.

Na abertura de sua fala, Kleber Lima parabenizou todos os alunos e professores, em nome da secretaria de Cultura e do governo do Estado, pelo trabalho realizado e afirmou que ele, assim como o governador Pedro Taques, estão muito felizes com a inclusão do curso na grade da Universidade de Mato Grosso.

“Gostaria de desejar a vocês sucesso e um ótimo aprendizado e dizer que queremos e vamos ampliar e qualificar o diálogo da secretaria com a classe artística e vamos olhar mais para quem está aqui – diz mostrando o palco –, pois se eu não tiver muita gente aqui, produzindo arte e cultura para oferecer à sociedade, eu não vou ter essas cadeiras preenchidas”, termina o secretário, apontado agora para a plateia.

Os primeiros alunos do projeto da SEC deverão se formar no próximo semestre, já que o curso tem dois anos de duração e agora, eles receberão ainda o diploma pela Unemat, com o título de tecnólogos em artes cênicas.

O diretor do Cena Onze, responsável pela gestão do Cine Teatro, Flávio Ferreira, afirma que essa parceria com a Unemat representa avanço.  “Ao final de dois anos, além do diploma de tecnólogos, com mais um ano de licenciatura poderão lecionar, assim como se candidatar para um mestrado. Isso é muito importante para a comunidade e para o mercado de trabalho, que é fomentado, assim como o lazer e a cultura, que também ganham mais qualidade”, diz o diretor.

O coordenador do curso, professor e ator, Rodolfo Adaap, salienta que a Escola tem função multiplicadora. “As pessoas estão se qualificando e também criando uma sinergia, se encontrando, discutindo, propondo coisas. Tudo isso vai fazer com que o movimento teatral e os artistas tenham mais visibilidade, a população reconheça mais esse trabalho e, inevitavelmente, a politica pública será afetada por isso”.

Ele conta ainda que nesse semestre o tema abordado para as aulas são “corpos desviantes”, ou, basicamente, as minorias e como elas são tratadas. “São corpos desrespeitados, como o surdo que muitas vezes não conseguem ver um programa de televisão pela falta de legendas; o negro, o gordo, o índio, a mulher, os gays, as transexuais e minorias em geral. Como vive um corpo que não é respeitado? O teatro também tem uma função politica, de esclarecimento, de formação de cidadania, ou seja, é um lugar para experimentar”, diz.

O secretário Kleber fez questão da visita para se aproximar da classe, assim como tem feito desde sua chegada a pasta na Cultura, recebendo artistas de todas as áreas e ouvindo as demandas da cultura em Mato Grosso.

“Nosso desafio hoje é transformar a secretaria na casa dos artistas, pois sem os artistas e produtores culturais, ou seja, quem faz arte e cultura, nós não temos o que oferecer para a sociedade, em quantidade, qualidade e diversidade. O nosso esforço nesse momento é realmente abrir a casa para vocês e estabelecer uma coisa simples chamada diálogo, nessa ponte de mão dupla que é falar e escutar, para compreender e ter a sensibilidade de interpretar tudo isso e construir políticas públicas adequadas a realidade da sociedade mato-grossense”, afirmou Kleber. (Texto: Josiane Dalmagro | SEC-MT)

Source: MT Escola de Teatro abre as portas para alunos da terceira turma – Notícias – SEC

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Ninguém se inscreve e edital do Festival de Lambadão de MT é suspenso

Após adequações requisitadas pela categoria o edital será relançado


Da Assessoria | O edital do 1º Festival de Lambadão de Mato Grosso, lançado em 19 de dezembro, foi suspenso nesta quarta-feira (31.01), após o encerramento do prazo de inscrições, sem que houvesse qualquer proponente.

O secretário de Estado de Cultura, Kleber Lima, lamenta a suspensão e explica que a decisão foi tomada para que houvesse tempo hábil para que a equipe técnica responsável pudesse realizar readequações no edital, já que a falta de proponentes se deu por conta das dificuldades propostas para habilitação dos grupos de lambadão no edital.

“O prazo para que os proponentes enviassem os projetos era até o dia 31 de janeiro, porém até a data, não houve nenhuma inscrição. A suspensão foi necessária para que a gente possa readequar o edital, simplificando, o máximo possível”, explicou Kleber Lima.

A Superintendente de Políticas Culturais da SEC, Tatiana Guedes Libardi, reiterou ainda que a classe teve dificuldades quanto aos itens solicitados no edital para execução do projeto. “Por isso, a decisão de suspender ao invés de prorrogar”.

O secretário pontuou que, após as alterações será realizada ampla divulgação do novo edital para quer os grupos de lambadão do Estado de Mato Grosso tenham conhecimento e condições de se inscreverem e participar da seleção.

“Esse ano são prioridade para o governo, e para a Secretaria de Cultura, editais e políticas que valorizem a cultura popular mato-grossense”, ressaltou o secretário. (Texto: Josiane Dalmagro/Foto: José Medeiros)

><>Um dos grandes lambadeiros cuiabanos, em conversa reservada, por isso não revelo o nome, disse-nos que não iria participar por conta do modelo do edital proposto pelo antigo secretário. Se mudar o formato, claro, a receptividade será melhor. (JB)

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Coro Experimental da Orquestra do Estado de Mato Grosso inicia a temporada 2018

Da Assessoria | O Coro Experimental da Orquestra do Estado de Mato Grosso se prepara para a nova temporada com anúncio da oferta de novas vagas. As inscrições para cantores e cantoras já estão abertas e seguem até o dia 12 de fevereiro.

O coro estreou em junho de 2017 e já se apresentou três repertórios, incluindo dois espetáculos solo e uma participação junto a Orquestra de Mato Grosso, em homenagem a Villa-Lobos.

Em 2018, além de acompanhar a OEMT em dois de seus concertos, ganha também temporada própria com apresentação de três novos repertórios organizados em cinco apresentações.

Atualmente, o grupo conta com a formação de 50 coralistas. O regente Jefferson Neves destaca que são muitos os atributos do coletivo de vozes e destaca quais os traços de sua identidade. “Os mais importantes diferenciais do Coro Experimental da Orquestra do Estado de Mato Grosso são a leveza na voz, a interpretação teatral e sobretudo, a alegria contagiante”.

Segundo ele, o Coro Experimental da Orquestra do Estado de Mato Grosso surgiu da necessidade de se criar um grupo que esteja conectado com o mundo atual. “Pensamos para o programa, um conteúdo eclético e que busque ainda o entendimento do ser humano e suas criações”, conclui.

Jefferson Neves, regente coral, natural de Cuiabá (MT), graduado em Educação Artística, com habilitação em Música, participou de Painéis de Regência e Canto Coral, onde cursou com os músicos Fernando Ariani, Reynaldo Puebla e Eduardo Fernandes. Foi solista da ópera “A Flauta Mágica” de Mozart, junto à Orquestra Sinfônica e Coral da UFMT. Foi solista do concerto “Carmina Burana”, de Carl Orff e regente titular do primeiro Coral Juvenil do Núcleo Coral do Estado de Mato Grosso.

Foi também regente e arranjador do grupo vocal feminino Boca de Matilde, dirigindo quatro shows importantíssimos para Cuiabá. Fundou em 2004 o Grupo Vocal Alma de Gato, em que é diretor artístico, regente, arranjador e cantor. Assinou a direção de mais de 20 shows temáticos e inéditos, que tornaram o grupo conhecido no Brasil e exterior. Recentemente, criou o sexteto vocal Mesa Pra 6, que em pouco mais de um ano realizou seu show de estreia com sucesso de público e crítica especializada.

Aos interessados, basta encaminhar nome e contato por e-mail (producao01@orquestramt.com), pelo telefone (65) 3027-1824 ou ainda, ir diretamente à sede da Orquestra do Estado de Mato Grosso, localizada à avenida Isaac Póvoas (n 901, sala 1002).

O atendimento é de segunda a sexta-feira das 8h às 18h e as vagas são limitadas.

(Texto e foto: Protásio de Morais | SEC-MT)

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Antônio Sodré será homenageado em evento no dia 19 com sugestivo título de Showdré

Registro do encontro do secretário Kleber Lima e os produtores culturais cuiabanos Foto: Rodolfo Perdigão

Da Assessoria | A Secretaria de Estado de Cultura e um grupo de artistas voluntários irão realizar um tributo ao poeta, cantor e artista transversal Antônio Sodré, no dia 19 de fevereiro, na Casa Cuiabana. O assunto foi tratado durante reunião, na tarde desta sexta-feira (26.01), na sede da Secretaria de Estado de Cultura.

O show, que contará com exposição, sarau, performance, apresentações musicais, varal de poesia, entre outras coisas, terá o nome de Showdré, também em homenagem a um antigo projeto de Sodrézino – como era conhecido – com o Secretário de Estado de Cultura, Kleber Lima.

“Queremos, coletivamente homenagear o Sodrézinho e mostrar para as gerações futuras, que talvez não o conheçam, a importância que ele tem e teve, sobretudo na literatura, mas também no teatro e na música”, pontuou o secretário de Cultura.

O tributo terá amigos artistas que estiveram junto com Sodré, desde os tempos em que frequentava as salas de aula como aluno da UFMT, até seus últimos dias de vida, em uma justa homenagem voluntária por parte de todos, que deverá rememorar as diversas manifestações artísticas de Antônio, com seus livros, varais poéticos, recital, apresentação musical, memórias e, quiçá, o lançamento de uma obra inédita.

No Sarau será apresentada uma exposição, com textos, poesias, rascunhos, desenhos e os famosos caderninhos que Sodré costumava utilizar.

Também será apresentado um minidocumentário sobre a trajetória do poeta, com acervo pessoal e de amigos, depoimentos de artistas e familiares, produzido e realizado pela Secretária de Estado de Cultura.

Ramon Carlini se comprometeu em distribuir, no dia do evento, exemplares do livro “Poesia Necessária”, de autoria de Antônio Sodré, lançado pela editora Carlini & Caniato.

A secretaria também estuda a possibilidade de apoiar a edição de um livro que reúne poesias inéditas de Antônio Sodré.

Eduardo Ferreira, Amauri Lobo e Cristina Campos estiveram presentes na reunião e estarão a frente da organização das apresentações musicais, com canções compostas por Sodré, tanto de músicas solo, como de bandas em que o artista já esteve, entre as quais está a renomada e saudosa Caximir Bouquet.

“Me lembro desde a primeira vez que o vi, num evento sobre poesia marginal, ele estava recitando um poema e eu fiquei encantado de cara. Foi amor à primeira vista e um amor que durou mais de trinta anos. Eu briguei com a minha mulher muitas vezes, mas com ele eu nunca briguei”, disse Ferreira, relembrando o amigo.

A escritora e imortal da Academia Matogrossense de Letras, Cristina Campos, conta que conheceu Sodré no curso de letras nos anos 80 e o define como anjo torto. “Ele era muito espontâneo, aquilo que um Tom Zé é para a música brasileira, o Sodré seria para a poesia mato-grossense e brasileira também. A gente se divertira e aprontava muito. Somos de uma geração que se permitia e a arte tem muito disso”.

Já o publicitário e produtor cultural, Amauri Lobo, conta que Sodré era uma pessoa muito peculiar. “A gente chamava ele de Sudra, falava que ia consultar o oráculo, pois ele era assim, tinha umas coisas de culturas de todo o mundo que ninguém sabia de onde ele tirava. Se ele tinha dificuldade de publicar ele escrevia no caderninho, se ele não tinha estudado música ele compunha com as notas que ele criava no violão, então ele trazia essa espontaneidade. E ele era muito doce e leve, um passarinho”, relembra Lobo.

As artistas Mari Gemma de La Cruz e Bia Correia serão as responsáveis pela curadoria das obras apresentadas na exposição, que posteriormente deverá circular por alguns espaços da capital, como o Instituto de Linguagens da UFMT, amplamente frequentado por Sodré.

A declamação de poesia será organizada pela escritora e imortal da AML, Luciene Carvalho. Mas, claro, será, assim como o era nos áureos tempos do homenageado, aberta a todos que quiserem declamar algo do artista ou para ele, entre os quais deverão participar os professores da Universidade Federal, Roberto Boaventura e Aclyse de Mattos, também integrante da AML.

O Sarau receberá ainda a biblioteca móvel do incansável defensor do acesso a literatura, Clóvis de Mattos.

Outros artistas foram convidados, mas não puderam estar presentes, porém deverão participar da homenagem a Antônio Sodré, o poeta da transmutação.

Source: Poeta Antônio Sodré será homenageado – Notícias – SEC

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O poema sobrevive, o poeta Sodré vive – Por Vinícius Masutti

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UFMT homenageia servidores aposentados

Da Assessoria | Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) recebeu na manhã desta quarta-feira (24) seus servidores aposentados para a segunda edição do evento “Uma Vez UFMT, Sempre UFMT”, que aconteceu no Centro Cultural da Instituição, com o objetivo de comemorar o Dia do Aposentado e homenagear o trabalho desenvolvido pelos mesmos desde a fundação da Universidade.

O evento contou com um café da manhã e um momento de confraternização entre os aposentados. Em seguida, foi a vez das apresentações culturais dos grupos: UFMT com a Corda Toda; Violeiros do Pantanal e do grupo de Cururu dos aposentados. A programação também contou com palestras sobre hipertensão, diabetes e prevenção de quedas durante a manhã.

De acordo com a Coordenadora de Desenvolvimento Humano, Kenia Lara Bastos, o evento é importante como uma forma de prestigiar e acolher os servidores aposentados, mostrando que eles ainda são participantes da Instituição. “Eles foram o pilar da construção da UFMT e percorreram um longo caminho para que nos tornássemos o que somos hoje”, explicou.
Além disso, momentos como esse são uma oportunidade para que antigos colegas de trabalho se reencontrem, como é o caso de técnica administrativa Filipa Coelho da Silva, que trabalhou durante 30 anos na UFMT. “O tempo que a gente trabalhou aqui foi muito bom. Sinto falta da companhia dos amigos, sempre que tem algo faço questão de vir para reencontrá-los. É importante que tenham esses eventos para reunir as pessoas”, afirmou.

O evento também é uma oportunidade para se olhar para o passado com tranquilidade pelo trabalho desenvolvido, como conta o professor aposentado Eugênio Nilmar dos Santos, que lecionou no curso de Agronomia por 38 anos. “Desde o trabalhador mais simples ao reitor ou reitora, todos fomos peças importantíssimas nas engrenagens da Universidade. Acho que cada um de nós deu o máximo que podia ter dado para que a UFMT se tornasse algo fantástico, de reconhecimento internacional como ela é e, agora, no presente, podemos olhar com gratidão para o que vivemos no passado”, pontuou.

Como na edição anterior, ao longo de 2018, a UFMT irá propor atividades de extensão para reforçar a integração dos aposentados à comunidade acadêmica. “Vejo um grande interesse da gestão em abraçar esses aposentados e trazê-los para ativa, através de atividades terapêuticas e culturais”, afirmou Viviane Martins dos Santos, Técnica-Administrativa Fisioterapeuta da UFMT, que ministrou a palestra sobre prevenção de quedas.

O “Uma Vez UFMT, Sempre UFMT” foi desenvolvido pela Reitoria da UFMT, em parceria com a Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev), Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), a Coordenação de Desenvolvimento Humano (CDH), a Coordenação de Assistência Social e Saúde do Servidor (Cass).

Source: UFMT homenageia servidores aposentados

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Secretaria de Cultura expõe obras de acervo permanente

A disposição das telas nos corredores e salas é resultado do 1º Workshop de Concepção e Montagem de Projetos Expográficos – Foto por: Divulgação

Da Assessoria | Uma exposição permanente do acervo da Secretaria de Estado de Cultura é um dos resultados do 1º Workshop de Concepção e Montagem de Projetos Expográficos e solução em exposições fotográficas, ministrado pelo profissional Kiko Pacheco dentro da Semana Fotográfica, que aconteceu de 9 a 13 de janeiro, em Cuiabá.

Como principal ação dentro da SEC/MT, os participantes realizaram, sob a orientação de Pacheco, uma profunda análise de toda as obras de arte expostas no prédio da SEC propondo, desta forma, um rearranjo das telas e criando uma grande galeria de artistas mato-grossenses em suas dependências, tanto nos corredores como nas salas.

Foram utilizados critérios técnicos e artísticos e as telas foram agrupadas seguindo a semelhança nas temáticas, o que resultou em uma vitrine bastante representativa de grandes autores regionais.

“A montagem dessa exposição foi além da disposição das telas, abordando também a questão da iluminação cênica para dar maior destaque às obras”, explicou Ivan de Almeida, superintendente de Infraestrutura e Articulação Institucional da SEC.

De acordo com ele, os alunos aprenderam como criar composições, avaliar luz e cores, bem como a distribuição das telas nas paredes, apurando o senso crítico e artístico e sendo capacitados para um nicho de mercado em crescimento dentro de Mato Grosso.

Outro destaque desse trabalho foi a criação de um espaço destinado à contemplação dos patrimônios históricos tombados da região, com a exposição de artefatos que demonstram algumas técnicas construtivas de épocas, fazendo que os usuários deste espaço público possam ter acesso a peças somente vistas em antigos casarões e museus.

O workshop foi realizado por meio de uma parceria entre os realizadores da Maratona Fotográfica, programa Mato Grosso Criativo, Sebrae MT, Casa das Molduras, Prefeitura de Cuiabá e Secretaria de Cultura de Mato Grosso.

A exposição permanente está aberta à visitação pública, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h, na sede da Secretaria de Cultura, localizada na avenida Lava Pés, 510, bairro Duque de Caxias. A entrada é gratuita.

A disposição das telas nos corredores e salas é resultado do 1º Workshop de Concepção e Montagem de Projetos Expográficos – Foto por: Divulgação

Source: Secretaria de Cultura expõe obras de acervo permanente – Notícias – SEC

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Violinista de Cuiabá é escolhida para participar de Festival internacional Sesc de Música no RS

Da Assessoria | Mato Grosso  começa o ano de 2018 com a projeção de seus artistas locais. Um exemplo é a participação da  violinista Lindi Elis Conceição Mariani, em diversas atividades do 8º Festival Internacional Sesc de Música que acontece de 15 a 26 de janeiro de 2018, em Pelotas.

Lindi foi selecionada como bolsista integral para participar das atividades pedagógicas, através de um Edital de chamamento para escolha dos músicos que iriam compor esta parte do evento. O Festival, de projeção internacional, conta com concertos e apresentações nos mais variados locais, além das classes musicais com professores brasileiros e estrangeiros.

Um dos objetivos é incentivar o desenvolvimento da produção musical e fomentar o intercâmbio e o desfrute de bens culturais, o que para Lindi, é uma oportunidade de ampliar seu leque de contatos e mostrar suas habilidades, já que há oito anos se dedica a prática do Violino. Segundo Lindi, ela estará tocando junto às Orquestras e com os alunos, em forma de quartetos ou solo, sendo que essas atividades estão sendo ainda definidas pela organização. Ela adianta que estará tocando repertórios, como a Sinfonia do Novo Mundo de Antonín Dvořák e Overture to “Candide” de Leonard Bernstein.

Atualmente, Lindi Elis ensaia e auxilia nas aulas oferecidas pelo Instituto Boca de Arte em Cuiabá, onde também é bolsista do projeto Boca Musical. Iniciou sua trajetória há mais de oito anos, sendo aluna do Professor Fernando Pereira, que coordena o Projeto Boca Musical. Para Fernando, o crescimento da musicista é uma satisfação para o Boca Musical e para ele enquanto músico e educador, pois já demonstra resultados do empenho de toda a equipe e alunos para que o projeto consiga oferecer qualidade no aprendizado e na projeção dos alunos.

Esta não é a primeira vez que Lindi participa de um evento. Ela já esteve em Festivais em Poços de Caldas, na região sul do País e em 3 eventos internacionais, nos quais sempre passou por processos de seleção.

Parte da programação do evento terá transmissão ao vivo e poderá ser acompanhada pelo link: http://www.sesc-rs.com.br/festival/

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Mostra de Cinema Negro chega à 2ª edição no Cine Teatro Cuiabá

A programação será nesta terça (19) e quarta-feira (20) com entrada gratuita

Filmes de várias regiões brasileiras trazem à luz questões raciais e também de identidade de gênero – Foto por: Divulgação

Assessoria | A Mostra de Cinema Negro chega à sua segunda edição nesta terça-feira (19.12), com lançamento de filme e títulos de longa e curta-metragem de várias regiões brasileiras que trazem à luz questões raciais e também de identidade de gênero. A exibição dos filmes segue até a quarta-feira (20), no Cine Teatro Cuiabá, com entrada gratuita.

Com apoio da Secretaria de Estado de Cultura, a mostra é organizada pelo recém-formado coletivo Quariterê, consolidado de fato, a partir da realização da Oficina de Cinema Negro, com o pesquisador e cineasta Celso Prudente.

A mostra vem transpor as barreiras do acesso limitado de produções nacionais e regionais do gênero, bem como surge como um canal de exibição de produções realizadas por cineastas e roteiristas negros, ou ainda, protagonizados por negros.

Um dos membros do coletivo, o cineasta e escritor Wuldson Marcelo explica a roupagem da mostra. “É um modo de refletir sobre o protagonismo negro no audiovisual, além de ser uma resposta aos anseios de produtores afrodescendentes de Mato Grosso que buscam dar visibilidade à produção audiovisual negra regional e nacional. Uma vez que a produção mais voltada para o mercado acaba por repercutir, historicamente, uma imagem negativa e pouco diversa de grande parte da população, é importante criar janelas para o contraponto.

Os realizadores afrodescendentes atuam em diferentes perfis de produção, do cinema ao audiovisual expandido. Em comum eles compartilham a reivindicação por mais espaços de exibição e mais locais de encontro para diálogos e troca de conhecimento mútuo das obras realizadas. Sendo assim, a Mostra deseja suprir, em parte, esta necessidade ao levar o Audiovisual Negro para o público-alvo e o público em geral.

Na programação – que tem curadoria de Wuldson Marcelo, José Paulo Traven e Paula Dias, ganha destaque o documentário “Abecedário – Encontros e Desencontros nas Letras Mato-Grossenses, de Jonathan Cesar”, do cineasta mato-grossense, roteirista e editor Jonathan Cesar, que lança sua obra à ocasião. A 2ª Mostra de Cinema Negro no dia 19/12 começa às 19h e, no dia 20, às 18h.

Foto: Divulgação

Confira a programação:

Dia 19

19h – Abertura da mostra: A Boneca e o Silêncio, de Carol Rodrigues (Ficção, São Paulo, 2015, 19 minutos).
19h20 – Caixa D’Água: Qui-Lombo é Esse?, de Everlane Moraes Santos (Documentário, Sergipe, 2012, 15 minutos).
19h35 – Da Alegria, do Mar e de Outras Coisas, de Ceci Alves (Ficção, Bahia, 2013, 13 minutos).
19h50 – Aquém das Nuvens, de Renata Martins (Ficção, São Paulo, 2012, 18 minutos).
20h10 – Deus, de Vinicius Silva (Documentário/Ficção, Rio Grande do Sul/São Paulo 2016, 25 minutos).
20h35 – Travessia, de Safira Moreira (Documentário, Rio de Janeiro, 2017, 5 minutos).
20h40 – Cinderelas, Lobos e um Princípe Encantado, de Joel Zito Araújo (Documentário, Rio de Janeiro, 2009, 108 minutos).

Dia 20

18h – Lançamento de Abecedário – Encontros e Desencontros nas Letras Mato-Grossenses, de Jonathan Cesar (Documentário, Mato Grosso, 2017, 33 minutos).
19h – Xinguilamento – A Força dos Ancestrais, de Marisol Kadiegi (Documentário, Luanda/Angola, 2008, 56 minutos).
20h – Pouco Mais de um Mês, de André Novais Oliveira (Ficção, Minas Gerais, 2013, 23 minutos).
20h25 – Nada, de Gabriel Martins (Ficção, Minas Gerais, 2017, 27 minutos).
20h55 – O Dia de Jerusa, de Viviane Ferreira (Ficção, Bahia, 2014, 20 minutos).
21h15 – Das Raízes às Pontas, de Flora Egécia (Documentário, Distrito Federal, 2017, 20 minutos).
21h35 – Encerramento da Mostra: Leva, de Juliana Vicente e Luiza Marques (Documentário, São Paulo, 2012, 55 minutos).

A mostra é uma iniciativa do Coletivo Audiovisual Negro Quariterê e tem o apoio da Secretaria de Cultura de Mato Grosso, Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo, do Cine Teatro Cuiabá, APAN – Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro e da TPA – Televisão Pública de Angola.

Source: Mostra de Cinema Negro chega à 2ª edição no Cine Teatro Cuiabá – Notícias – SEC

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Flauta Mágica reúne 144 crianças e adolescentes em apresentação que integra orquestra, coral e balé

Da Assessoria | As crianças e adolescentes atendidas pelo Instituto Cultural Flauta Mágica apresentam, neste domingo, 17, às 18h, em sua sede, concerto especial que integrará orquestra, coral e balé. O instituto é também um ponto de cultura selecionado pela Secretaria de Estado de Cultura em parceria com o Programa Cultura Viva da Secretaria da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (MinC).

Ao todo 144 alunos – entre crianças e adolescentes – participam do espetáculo que exibe repertório de canções natalinas e músicas do repertório do Flauta Mágica.

O Instituto Cultural Flauta Mágica não só desenvolve atividades em sua sede no bairro Jardim Vitória como também estende o ensino em escolas públicas da comunidade.

Na prática, atende a crianças e adolescentes ensinando conceitos e técnicas musicais e, mais particularmente, a tocar flauta doce. Nesse sentido, tem como atividades o Projeto Coral Flauta Mágica, no qual os alunos aprendem a música por meio do uso da voz. Há ainda o Projeto Balé Flauta Mágica, que tem no ensino do balé clássico e balé moderno uma forma de ensinar a arte da dança em diferentes abordagens.

Source: Instituto Cultural Flauta Mágica reúne orquestra, coral e balé em apresentação – Notícias – SEC

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Rua do Rasqueado, projeto criado e coordenado por Guapo, comemora 24 anos com edição especial

Show com alguns dos legítimos representantes dos ritmos mato-grossenses acontece nesta quinta-feira (14), no Centro Histórico de Cuiabá

Da Assessoria | A Rua do Rasqueado, projeto que por mais de 20 anos promoveu efervescência em pleno Centro Histórico da Capital, enaltecendo o ritmo tradicional de Mato Grosso, terá nova edição nesta quinta-feira (14.12), a partir das 18h. O palco e cenário é o mesmo: a praça Caetano Albuquerque, no Calçadão da Galdino Pimentel.

Entre as atrações figuram alguns dos maiores expoentes do gênero como Roberto Lucialdo, João Eloy e o pesquisador musical e incansável entusiasta da música regional, Guapo. O idealizador do projeto, que nesta edição conta com apoio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC-MT), é o próprio Guapo, que o criou para contemplar o público que valoriza as manifestações artísticas populares.

“Foi o projeto Rua do Rasqueado que deu alento para os músicos da Baixada Cuiaban, desenvolverem os novos ritmos, lambadão e lambadinha, expressões atualmente consagradas na noite cuiabana”, destaca. E o lambadão estará bem representado por Os Originais e os dançarinos do grupo Lambadeiros de Elite.

“A Rua do Rasqueado é um projeto importante de valorização da cultura popular ao levar, para o centro da cidade, uma manifestação antes restrita aos bairros. Isso vem de encontro com as políticas públicas do atual governo focadas na democratização”, enfatizou Leandro Carvalho, secretário de Cultura.

Para se manter fiel ao estilo, as atrações da Rua do Rasqueado são músicos mato-grossenses que valorizam, em suas composições, as coisas da terra.

Surgido em 1993, o projeto da Rua do Rasqueado foi interrompido no ano seguinte e retomado dez anos depois quando o lambadão vinha ganhando força e popularidade. Em 2005, a Rua do Rasqueado foi novamente suspensa e voltou em 2012. Em 2015 houve uma edição especial realizada com o apoio da SEC.

“O projeto manteve a sua originalidade. O objetivo é valorizar o que é nosso, os músicos, a dança, a sonoridade regional. Começou com o rasqueado, depois veio o lambadão e a lambadinha, que pode ser definida como um rasqueado mais suingado. Tudo isso junto é a legítima cultura da noite cuiabana”, ressalta Guapo que nesta edição, atua em parceria com apoio do Instituto Case. A Rua do Rasqueado tem ainda apoio da Secretaria de Município de Esporte, Cultura e Turismo.

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Neurozito conta em livro a trajetória de Jacildo e Seus Rapazes

Da Assessoria | O músico, professor e escritor, Neurozito Figueiredo Barbosa, lança seu segundo livro, dia 12 de dezembro, no Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso. Depois de “Sayonara, Brilhos e Escuridão”, agora é a vez de “A música na década dos conflitos – A sina de um músico e a trajetória de uma banda”.

O livro retrata parte das memórias do autor numa sequência de crônicas que situa a Cuiabá de 1961 a 1970, narrando fatos e acontecimentos mundiais e nacionais enquanto a capital de ares provincianos vivia uma espécie de isolamento em transe. O autor se utiliza de uma narrativa simples e direta, em primeira pessoa, narrando histórias locais em sintonia com os principais fatos, políticos, econômicos, sociais e culturais, que influenciaram no comportamento da humanidade. A memória narrada, como se sabe, tem muito de imaginação em que o autor se lança em um jogo de memórias de suas próprias vivências e observações. É criador e criatura de suas próprias memórias (re)inventadas.

Longe de ser uma tese segundo os cânones acadêmicos o livro é um depoimento com base em sua vivência e experiência de mundo. A trajetória que o levou a ser músico, a necessidade de estudar, os dramas familiares, a segregação social e racial, em concomitância com o mundo que chegava aqui através das ondas do rádio e nas rodas de amigos que faziam da Praça Alencastro um ponto de encontro e de informação e reflexão.

A banda Jacildo e Seus Rapazes inaugurou em Cuiabá um movimento cultural antenado com as revoluções da época como o rock com a beatlemania, a Jovem Guarda, estabelecendo conexões com o mundo via música pop. Daí gerou uma movimentação com o surgimento de várias bandas musicais na cidade e mudanças de comportamento.

Neurozito diz que buscou fazer “uma revisão da época áurea da Jovem Guarda.” Ele afirma ainda que partiu do geral para o particular. “A partir dos grandes eventos mundiais, nacionais e os locais, relacionando-os à música e ao nosso dia a dia. A falta de informação geopolítica mundial em Cuiabá dificultava a compreensão do mundo. Essa situação deixava a população à mercê de suas próprias condições o que obrigava a criar seu próprio estilo de vida.”

O livro foi produzido com apoio da Secretaria Estadual de Cultura, Assembleia Legislativa de Mato Grosso e Associação Cuiabana de Belas Artes.

Serviço:
Lançamento do livro “A Música na Década dos Conflitos”
Autor: Neurozito Figueiredo Barbosa.
Quando: 12 de dezembro de 2017
Hora: 20h
Onde: Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso
(Rua Barão de Melgaço, esquina com Voluntários da Pátria)

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Camerata de Concerto Boca Musical apresenta show de repertório espanhol no Cine Teatro

Apresentação marca encerramento das atividades de 2017 e inicio das apresentações culturais de final de ano

Foto: Divulgação

Da Assessoria | Férias se aproximando, visitas chegando e a busca por entretenimento em Cuiabá começa a aumentar. Para quem tem interesse em uma atividade cultural, a oportunidade da próxima semana será o espetáculo Capricho Espanhol que ocorre na segunda-feira (11) as 20h no Cine Teatro Cuiabá. Com 59 integrantes, muito ensaio e expectativas, a Camerata de Concerto Boca Musical, grupo formado por jovens de Cuiabá, leva para o publico um repertório que perpassa a fantasia e a liberdade composicional de quatro grandes compositores: Isaac Albeniz, Manuel de Falla, Joaquin Turina e Georges Bizet.

Os três primeiro, de origem espanhola, e o último, Georges Bizet, apesar de francês, dedicou se, em sua obra Carmen, a recursos estilísticos das danças típicas dos pais hispânico. Quem quiser conferir um pouco mais desta viagem poética, os Ingressos custam inteira r$ 20,00 e meia r$ 10,00 e poderão ser adquiridos na bilheteria do Cine Teatro Cuiabá.

O público presente além de conhecer a poética hispânica através da arte dos novos músicos mato-grossenses, poderá também contribuir para a continuidade dos trabalhos de formação de novos músicos. O espetáculo fecha as atividades de 2017, deste Projeto que vem se consolidando como um espaço de difusão cultural e educacional na capital cuiabana. A Boca Musical é um projeto do Instituto Boca de Arte, e nasceu da proposta do músico Fernando Pereira, em oferecer a crianças e jovens o acesso a formação musical de alta performance para atuação no mercado musical de Mato Grosso. Para 2018 a Boca de Arte amplia suas atividades na perspectiva de fortalecer o trabalho de formação, circulação e maior atuação no mercado musical.

Serviço:
Título: capricho espanhol
Data: 11 de dezembro 2017
Local: Cine Teatro Cuiabá
Horário: 20hs
Classificação: livre Duração: 60’
Ingressos: inteira r$ 20,00, meia r$ 10,00.
Repertório: Georges bizet – Carmen Manuel de falla – dança espanhola Isaac Albeniz – Suite Española, I: Granada Joaquin Turina – oracion del torero
Contato: (65) 98118-1618/ 99354295

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Violinos, violas e contrabaixos festejam 47 anos da UFMT

O programa “UFMT Com A Corda Toda” realiza espetáculo no Teatro Universitário com alunos e mestres do projeto que só não foi perfeito por conta da chuvarada

Por João Bosquo | Um programa para a segunda-feira, no início da noite foi o que a UFMT organizou para não competir com os já rotineiros megas eventos, shows nacionais de fim de semana na nossa Cuiabá. O concerto de final de ano do Programa ‘UFMT com a Corda Toda”, com participação dos alunos do curso de violino, violas e contrabaixos aberto à comunidade aconteceu nesta segunda-feira, 4, no Teatro da UFMT com entrada franca. Enfim, tudo para superlotar o teatro, mas alguém esqueceu de conversar com São Pedro e um aguaceiro caiu arrefecendo essa expectativa.

A coordenadora pedagógica do curso, professora Rúbia Naspolini Yatsugafu, em sua fala de abertura, destacou a “baita chuva” que estaria prejudicando inclusive a chegada de alguns alunos que usam moto. Imagina. Se na abertura do programa ainda se via bastante lugares vagos eles foram sendo ocupados ao longo do espetáculo.

Outra falha, não por culpa ou omissão dos coordenadores do evento, foi a não confecção da programação em folders, mas por responsabilidade exclusiva do presidente usurpador, golpista Michel Temer e sua malfadada reforma da previdência e que levaram os trabalhadores servidores técnicos da gráfica a cruzarem os braços. Daí a omissão por conta deste repórter de alguns nomes de solistas e regentes que participaram do evento.

O roteiro do espetáculo iniciou-se com apresentação da Orquestra Cuiabana de Choro, também um projeto de extensão da nossa UFMT, no foyer recepcionando os visitantes. No palco, o espetáculo abre com a Camerata Cuiabana, tendo a regência de Adriano Moura e como solista o aluno Gabriel Neiming, que recebe uma bolsa de estudo pelo seu talento. As peças (ou parte das peças) apresentadas foram Concerto para Violino em Si Menor , Op.35, de Oskar Rieding, um de suas peças mais conhecidas, composta no começo do século 20. Depois, claro, não podia faltar, Vivaldi, Antônio Vivaldi, com uma de suas peças das Quatro Estações: Concerto em Dó Maior RV 110.

Na sequência, o Grupão de Violas, violoncelos e contrabaixos, sob a regência do professor Oliver Yatsugafu, que executou “Há muito tempo’, de T.H. Bayly, “Coro do Judas Macabeus, de G. F. Handel, “Minueto II”, de João Sebastião Bach, “Allegretto”, “Moto Perpétuo” e “Allegro”, de S. Suzuki e as canções folclóricas “Oh vinde, crianças” e “Canção ao Vento”.

Depois sobe ao palco “UFMT em Cordas”, que apresentou “Concerto para Viola e Orquestra, TWV 51:G9 – II Alegro”, tendo como solista Diego Monteiro, na viola, e “Pequena Serenata Noturna, K. 525 – Allegro I”, de Mozart, outro que não podia faltar, claro.

A Orquestra Cuiabana de Choro, agora no palco, toca duas músicas constante do primeiro CD do grupo, composta por Eduardo Fiorussi, “Conversa de Jacaré” e “Chorando em Cuiabá”.

Para encerrar a programação o Grupo de Violinos, que apresentou as peças “Concerto nº5: I Allegro Moderato, de F. Seitz, “Gavotte”, de J. S. Bach, “Os dois granadeiros”, de R. Schumann, “Coro dos Caçadores”, de C. M. von Weber, “O Fazendeiro Feliz”, de Schumann, “Minueto I”, de J. S. Bach, “Allegretto”, “Moto Perpétuo” e “Allegro”, de S. Suzuki, e por fim “Canção do Vento”, folclore. Nesta parte cada peça era complementada com uma parte dos alunos. Começa com meia dúzia, na primeira, mais um tanto na segunda até chegar a formidável mais de uma centena de participantes, com destaque para os pixotinhos.

Pra fechar todos aqueles que se apresentaram anteriormente, inclusive o grupo de Choro para uma emocionante execução de “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, com o coro da plateia.

O programa UFMT Com a Corda Toda, coordenado pelo professor Oliver Yatsugafu, é constituído pelos projetos José Leite com a Corda, Orquestra Chiquitano com a Corda Toda, Campus com a Corda Toda, UFMT em Cordas, Orquestra Cuiabana de Choro e Em rede.

O programa tem dois objetivos: a formação musical de crianças, jovens e adultos em violino, viola e violoncelo; e a formação docente e performática dos alunos dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Música da UFMT. Atualmente o projeto conta com a participação de 300 alunos.

O caro leitor amigo deve estar a perguntar, como o repórter descobriu essa pauta? Descobri pois fui convidado pela minha neta, Amanda Mayra, que também estava lá, com a corda toda faceira tocando violino.

O concerto abre a programação de festejos dos 47 anos da Universidade Federal de Mato Grosso que prossegue com o Coral da UFMT apresentando na sexta (8) e no sábado (9), às 20h, no Teatro UFMT, a cantata profana “Carmina Burana”. O ingresso desta vez é dois litros de leite.

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Exposição do centenário de Manoel de Barros começa hoje no Museu de Arte e de Cultura Popular da UFMT

Da Assesoria | Começa nesta terça-feira (05) a Exposição Coletiva de Arte Híbrida em celebração ao centenário de nascimento do poeta cuiabano Manoel de Barros. Aberta à sociedade em geral, ela acontece a partir das 19h no Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP) e integra as comemorações dos 47 anos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), seguindo em exibição até 28 de fevereiro de 2018. 

Tendo como tema “Para encontrar o azul, eu uso pássaros”, o objetivo da exposição consiste em fortalecer os laços entre as artes visuais e a poesia, dando destaque à pluralidade cultural, ambiente e temas locais no ensino de Arte, Literatura e História de Mato Grosso em instituições de ensino além de proporcionar o encontro entre diferentes artistas em prol da difusão da poesia de Manoel de Barros.

Source: Exposição do centenário de Manoel de Barros começa nesta terça (5)

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Coral UFMT encerra temporada com cantata Carmina Burana

Da Assessoria | Coral da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) apresenta, na sexta (8) e no sábado (9), às 20h, no Teatro UFMT, a cantata profana “Carmina Burana”, do compositor alemão Carl Orff. O concerto faz parte das comemorações dos 47 anos da UFMT e também encerra a Temporada 2017 do Núcleo Coral UFMT.

Os ingressos poderão ser adquiridos na troca de dois litros de leite cada, entre quinta e sexta-feira, 8, na bilheteria do Teatro, entre 8h e 12h e das 14h às 18h. Os alimentos arrecadados serão doados à Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso (AACC-MT) e ao Centro de Pastoral para Migrantes.

De acordo com a diretora artística e regente do Coral, professora Dorit Kolling, a escolha da peça foi realizada em conjunto entre dirigentes e participantes do coro, já que, desde 2014, o Coral vem apresentando clássicos populares. “Sentimos falta de uma obra erudita, de peso, até mesmo para trabalhar outras sonoridades e dificuldades com os coralistas, uma vez que a cantata explora muito as partes vocais e utiliza combinações não usuais entre os naipes”, explica.

Com uma estrutura de quase ópera, Carmina Burana é fiel ao caráter iconoclasta original, com sua crítica às autoridades eclesiásticas e seculares da época, mas que exalta ainda o amor, a poesia, a dança, explica a maestrina Dorit Kolling. “A peça começa com a canção Fortuna, que é a mais conhecida pelo público, por causa de sua presença forte na cultura Pop. Essa música fala de sorte e azar, rico e pobre, patrão e empregado e várias outras dualidades. E, apesar de serem textos muito antigos, da Idade Média, aborda temas universais que ainda hoje são debatidos”, afirma.

Com grande produção e elenco, o evento conta com a participação especiais como dos solistas de renome nacional Eduardo Sant’ Anna e Iasmim Medeiros, dos pianistas Ângelo Souza dos Santos e Marisa Rosati, do grupo de percussão [re]Percute UFMT e do Coral Infantojuvenil da UFMT.

A maestrina destaca ainda que Carmina Burana conta com 24 poemas e textos dramáticos datados, em sua maioria, dos séculos XI e XII, escritas em latim medievais, onde não existe o bem sem o mal, o sacro sem o profano e nem fé sem maldições: uma oscilação, onde se encontra a grandeza da humanidade. “Faremos uma integração entre coro, percussão, pianos e solos. Será uma apresentação muito especial”, finaliza.

A apresentação é uma realização da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev), do Coral e do [re]Percute UFMT e conta com o apoio do Departamento de Artes, vinculado à Faculdade de Comunicação e Artes (FCA) e da Gerência de Capacitação e Qualificação (GCQ), vinculada à Coordenação de Desenvolvimento Humano (CDH) da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP).

O Coral – Há 37 anos, o Coral UFMT desenvolve um trabalho musical voltado aos estudantes de diversos cursos da instituição, professores, servidores e comunidade em geral.

Com um repertório variado – que abrange a música erudita, popular, folclórica, sacra e regional, além de peças sinfônicas – o grupo divulga seu trabalho muito além dos muros da universidade e das fronteiras mato-grossenses.

Desde que foi criado, em 29 de abril de 1980, já realizou concertos no Uruguai, no Paraguai e na Argentina, além de vários estados brasileiros. Em seu currículo, destaca-se a participação na primeira ópera produzida no Estado (“A Flauta Mágica”, de Wolfgang Amadeus Mozart), juntamente com a Orquestra Sinfônica da UFMT, em 2006. Ao longo de mais de três décadas, foi responsável por proporcionar à sociedade mato-grossense inúmeros espetáculos temáticos, conjugando música e cena.

Para o próximo ano, o Coral busca viabilizar a participação no festival Canta Pueblo, que acontece no Panamá, em agosto. “Não é muito fácil, porque é uma viagem que depende de muitos recursos, mas é uma oportunidade importante, em que divulgaríamos o nome do estado de Mato Grosso, de Cuiabá e da UFMT, então gostaríamos de participar” aponta a maestrina Dorit Kolling.

O Coral da UFMT está sob a supervisão de Naise Santana, tendo como preparador vocal André Vilani. O grupo, que já teve como regentes o maestro Peter Ens e Vilson Gavaldão de Oliveira e, desde agosto de 1989, tem direção artística e regência da maestrina Dorit Kolling.

Fonte: Coral UFMT encerra temporada com cantata Carmina Burana

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Coral Municipal intensifica ensaios para apresentação especial de natal

Por Maurício Dalepiane | Os novos cantores do Coral Municipal estão em fase de preparação para a primeira apresentação do grupo, que acontece no dia 17 de novembro, na orla do Porto, dando início as programações do natal 2017. Com ensaios semanais, o grupo promete uma linda apresentação, contemplando o público com duas canções natalinas.

Regido pelo professor Carlos Taubaté, o grupo de 75 cantores foi formado este ano, após várias audições. Segundo Carlos, o mais encantador é descobrir grandes talentos em meio à multidão. “Em poucos ensaios descobrimos vozes privilegiadas e encantadoras, que com certeza levarão um belo espetáculo à população. Estamos em uma época de reflexão e creio na transformação através da arte musical. Esperamos tocar o coração de cada pessoa, na busca de um mundo melhor,” expressou o professor.

Os ensaios acontecem nas quartas e sextas-feiras, das 19h30 às 21h, na Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, localizada na Rua Barão de Melgaço, esquina com a Rua Campo Grande, nº 3677.

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Sarau da Casa de Artes resgata cultura várzea-grandense

Da Redação | A Superintendência de Cultura da Secretaria de Educação realiza nesta quinta-feira, 9 de novembro, mais uma edição do Sarau da Casa de Artes de Várzea Grande. O evento, já tradicional, tem o objetivo de divulgar as manifestações artísticas e culturais dos várzea-grandenses nas áreas das artes plásticas, da música, da dança, comidas típicas e o artesanato.

De acordo com o superintendente Alex Rodney Xavier, para esta edição, a Superintendência de Cultura está programando várias atrações. Na abertura, os convidados serão recepcionados com uma Camerata, com a participação dos músicos Vanderson Luiz da Silva (Violino) e Arthur Silva Sccharneski (Piano), integrantes da Banda Municipal de Várzea Grande.

Os convidados também irão apreciar as obras de arte do artista plástico e grafiteiro Antonny Vinicius Ferreira e do escultor Tchello Santos, que estarão expostas nos salões durante todo o evento. Haverá comercialização de peças de artesanato produzidas pelos artistas e artesãos locais.

As apresentações musicais irão ficar por conta da Banda Municipal com a participação especial do cantor Uanderson Rodrigues Siqueira. O espaço de cinema da Casa de Artes estará homenageando os grandes clássicos da sétima arte de todos os tempos.

Durante o Sarau, haverá venda de comidas típicas preparadas no fogão à lenha, que estarão sendo servidas a preços populares, bem como realizando uma rifa por R$ 10 reais de uma  legítima rede várzea-grandense .

Para o secretário Silvio Fidélis, o Sarau da Casa de Artes é importante para divulgar as manifestações culturais tão tradicionais do povo de Várzea Grande. “Estamos empenhados em levar ao público o conhecimento e a difusão dos movimentos desta cultura tão rica como é a do várzea-grandense, que reflete sua força, persistência, tradição e sua religiosidade desde a fundação da cidade até os dias de hoje”, declarou.

O evento terá início às 18h na sede da Casa de Artes, localizada na Avenida Couto Magalhães, 1422, no centro, próximo à Praça Akidaban. A  entrada é gratuita. (Com material Da Assessoria)

Fonte: Sarau da Casa de Artes resgata cultura várzeagrandense

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Ouçamos o conselho de Ivan Lins e Vítor Martins: Desesperar Jamais

Desesperar jamais
Aprendemos muito nesses anos
Afinal de contas não tem cabimento
Entregar o jogo no primeiro tempo

Nada de correr da raia
Nada de morrer na praia
Nada! Nada! Nada de esquecer

No balanço de perdas e danos
Já tivemos muitos desenganos
Já tivemos muito que chorar
Mas agora, acho que chegou a hora
De fazer Valer o dito popular
Desesperar jamais
Cutucou por baixo, o de cima cai
Desesperar jamais
Cutucou com jeito, não levanta mais

><>Não importa o quanto estejamos sofrendo, tristes, mesmo assim não podemos “entregar o jogo não primeiro tempo”, como nos ensina Vitor Martins e Ivan Lins.

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