Shopping Estação Cuiabá abre suas portas ao povão com 7 salas de cinema

Da AssessoriaA Cinépolis, considerada a maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, inaugura mais um complexo de cinema no próximo dia 24 de outubro, no Shopping Estação Cuiabá.

Ao todo, o projeto conta com sete salas, quatro salas tradicionais, duas salas VIP e uma sala Macro XE, totalizando 1.433 lugares, sendo que dessas, 30 vagas são para cadeirantes. As quatro salas tradicionais possuem projeção digital, sendo duas com tecnologia 3D e duas com tecnologia 2D, totalizando 866 lugares numerados, 17 vagas para cadeirantes e 08 lugares para obesos. Todas as salas têm formato stadium, poltronas reclináveis, braço removível (tipo namoradeira), óculos 3D em tamanho infantil e adulto e som digital 7.1 Surround.

Já as duas salas VIP, contam com tecnologia 3D e 2D e possuem 166 lugares numerados e seis vagas para cadeirantes. Ambas as salas têm formato stadium, poltronas de couro com comando elétrico e totalmente reclináveis, carregadores USB, braço removível (tipo namoradeira), óculos 3D em tamanho infantil e adulto e som digital 7.1 Surround. O acesso às salas contará com um lobby exclusivo e com a bombonière VIP, transformando a experiência do cinema em algo ainda mais incrível. O cardápio trará uma grande variedade de pratos VIP como o exclusivo Hot Dog feito com pão e salsicha especiais, bacon bits e cheddar importados; Boneless Chicken Tenders; Mini Hambúrguer Sliders; Mini Hot Dog com Batata Smiles; Crepes; Sanduíche de Pernil e Churros gourmet. Já as tradicionais pipocas trarão temperos exclusivos como Lemon Pepper, Doce e Salgada, além da Pipoca Mix, que permite misturar diferentes sabores e temperos.

O grande diferencial no atendimento fica por conta do serviço exclusivo dentro das salas VIP, onde os clientes poderão ser servidos em suas poltronas até o início do filme, solicitando quaisquer serviços da bombonière, incluindo os pratos VIP.

O empreendimento conta ainda com uma sala Macro XE, com 371 lugares numerados, 07 vagas para cadeirantes e 04 lugares para obesos. A sala tem formato stadium, tela gigante de 147m2, som digital com mais de 13.000 watts de potência e 7.1 canais de áudio Surround.

É uma grande satisfação inaugurar um complexo de excelência no maior shopping do Mato Grosso, o Shopping Estação Cuiabá, um espaço diferenciado que irá agregar muito em entretenimento para o povo cuiabano. Estamos entregando um serviço de qualidade e conforto que trará as principais novidades, nacionais e internacionais, da indústria cinematográfica para nossos clientes. Tudo isso aliado ao alto padrão de qualidade de nossos serviços que proporcionam as melhores experiências para nossos clientes. Estamos também trazendo para Cuiabá nossas premiadas salas VIP, onde os clientes poderão ser servidos em suas poltronas até o início do filme, solicitando quaisquer serviços da bombonière, incluindo os pratos VIP”, afirma Luiz Gonzaga de Luca, presidente da Cinépolis Brasil.

Todas as salas têm lugar marcado e a venda de ingressos estará disponível nas bilheterias, nas máquinas de autoatendimento e também pela internet, a partir de 23 de outubro. É possível consultar a programação dos filmes, trailers e promoções pelo site: www.cinepolis.com.br.

“Pensando no lazer, conforto e bem-estar dos nossos clientes,  trouxemos para capital um complexo de cinema com a qualidade Cinépolis, que conta com diferenciais na projeção, bem como sistema de som de alto impacto. Queremos proporcionar a melhor experiência em cinema para o público mato-grossense”, destaca Anderson Rondon, superintendente do Shopping Estação Cuiabá.

A programação trará as estreias nacionais e internacionais de acordo com os lançamentos do mercado, em formatos legendado, dublado, 2D e 3D. Os clientes poderão complementar a experiência dentro de salas com uma grande oferta de produtos na bombonière, incluindo combos de pipoca, bebidas e balas tematizados dependendo do filme em lançamento. Destaque especial para a pipoca salgada e doce preparada na hora, assim como produtos especiais como nachos e cachorro quente.

Serviço:

Inauguração Cinépolis Shopping Estação Cuiabá
Data: Hoje, 24/10/2018
Endereço: Av. Miguel Sutil, 9300 – Duque de Caxias, Cuiabá – MT, 78020-160.

><>Observações momentâneas, que nossa vida é observar: com o novo projeto, Cuiabá passa a contar com 30 salas de projeções, que podemos fazer até um paralelo com os 300 anos. Porém, observei, outro dia que fui ao cinema – cada vez mais raro por conta da Netflix, Prime Vídeo e Telecine Play – notei uma ausência singular de público.

Estava no Shopping Pantanal, por comodidade de distância, transporte coletivo e tem os menores preços de ingressos e promoções de meia entrada praticamente durante toda semana.

O Brasil neste momento de recessão, com desemprego em alta, não sei se Cuiabá terá tanta gente para manter as 30 salas com um mínimo de frequência para não causar prejuízos.

Tempos atrás, não muito tempo, tinha salas que cheiravam à mofo, cadeiras rasgadas e o público lá formando filas enormes, mesmo para filmes razoáveis.

Os investimentos são feitos em cima de estudos. Estudos severos, pois é muito dinheiro investido. Os estudos, lembro, foram feitos quando a economia estava bombando, emprego e salários em alta e depois do golpe tudo desacelerou, não temos como fugir dessa realidade.

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Uma noite pra lá de memorável festejando as letras em livro e cinema

Lançamento de livro de Eduardo Mahon e de filme de João Manteufel reúne multidão de artistas, culturetes e muitos, muito jovens

Por João Bosquo e Enock Cavalcanti | A festa cultural – sim, foi uma festa o lançamento do livro “Contos Estranhos”, do escritor Eduardo Mahon, e avant-première do filme “O Poder da Palavra”, de João Manteufel – agitou meio mundo cuiabano na noite de terça-feira, primeiro de agosto. Para o setor cultural, o falado mês do cachorro louco começou bem, com jeito de gatinho manso.

O Cine Teatro Cuiabá superlotou. O melhor da superlotação – vamos combinar – foram os jovens. Garotada afoita por conhecimento, cultura e, claro, diversão. Além da chance de poder conhecer essas personagens míticas que são os escritores.

O mais gostoso da festa foi a estreia do filme “O Poder da Palavra”. Um documentário com depoimentos de personalidades, poetas, escritores, jornalistas e o editor Ramon Carlini, da Carlini & Caniato, que – como ficamos sabendo no filme – já editou mais de 400 títulos. Vamos ficar na torcida para que Carlini edite outros 400 e mais 400, infinitamente.

A artista visual Mari Gemma De La Cruz se disse emocionada ao assistir “o esforço cristalizado no filme e também a tessitura das vidas que se encontram e compõe um lindo bordado nesta colcha de retalhos que é nossa cultura.(…) Eu acho que a vida é assim: feita também destes momentos de contentamento que são um bálsamo nesta fase cheia de agruras que a contemporaneidade está nos impondo. Que venham outros e mais outros momentos assim, estamos necessitados disso”.

O jornalista e poeta Antônio Peres Pacheco destaca que o “Poder da Palavra”, para além da qualidade técnica do diretor e roteirista, “é um petardo emocional que corta fundo a alma da gente. Os depoimentos, às vezes doloridos, às vezes hilários, todos, porém, profundos e reveladores, desvelam e desmitificam vida e alma dos artistas. Como disse a Luciene Carvalho, ‘a Palavra É, e o artista apenas se dispõem a ser instrumentos de sua materialização, da criação e recriação, por meio dela, da realidade’. Afinal, somos todos Palavras, pois o Verbo, aquele que estava no princípio de tudo, nos criou ao dizer ‘Haja luz’”.

O coralista e regente do Alma de Gato, Gilberto Nasser, disse que foi uma noite como poucas. “É bom ver o lindo Cine Teatro lotado de pessoas ávidas por celebrar a cultura. Ali, tudo se reuniu de maneira harmoniosa e oportuna, pois ambos os eventos eram importantes e significativos”.

Ele diz que já está devorando o livro e não consegue parar de ler. “É daqueles livros raros que a gente consome em pouco mais de 24 horas. Literatura fascinante e nova. Sim, Mahon é o novo que desponta na literatura brasileira. Logo veremos essa repercussão, mundo afora.”

Falando do filme de João Manteufel, Nasser diz que “O Poder da Palavra foi simplesmente incrível. O que dizer para comentá-lo? Nada melhor do que ser franco e esclarecer bem objetivamente que gostei. Gostei demais. Gostei muito. E não era só eu, naquele momento de estreia, que curtia intensamente o filme. Olhei em volta e vi aquela plateia imensa também se deliciando com o que via na telona. Um silêncio reverente, digno das obras que são apreciadas com atenção”.

O ator e jornalista Vital Siqueira, criador da nossa infatigável Comadre Pitú, diz que “o filme tem uma força fantástica, ele trelê [conversa despretensiosa] com a nossa maior e melhor arma que funciona para o bem e o mal, a favor ou contra nós, “A Palavra”. Além disso, o João acertou em cheio, na divisão dos depoimentos dando uma emoção crescente no filme através da trilha sonora e animação. Ele é um craque, a Noite foi divina”.

Para dizer que a noite foi cheia basta contar que vimos por lá praticamente toda a Academia Mato-grossense de Letras, o tradicionalista Eduardo Póvoas, o Beto Dois a Um, o deputado Wilson Santos, o desembargador Marcos Machado, o promotor Gerson Barbosa, o jovem escritor e jornalista Lucas Rodrigues, a produtora cultural Silvana Córdova, o cantor Guapo, o cineasta Rodrigo Piovesan, a bela atriz Kyara Jacob, a tranquila Vera Capilé, o saltitante Carlinhos Menina Moça, o ator Justino Astrevo, o historiador Louremberg Alves, o artista plástico Heitor Magno, o juiz Jamilson Haddad, a desembargadora Maria Erotides, o cineasta Luiz Marchetti e mais e mais.

Lá no início falamos da força da juventude. Não é para menos. Ontem, um dia depois do lançamento, rumando para casa, no ônibus, encontro uma jovem aluna lendo atentamente o livro. A jovem Cristina é estudante do Liceu Cuiabano, aluna da professora Claudete Jaudy, disse que estava gostando do livro e me mostrou o quanto já tinha lido. Quase a metade. Uma boa leitura, sem dúvida. A minha torcida era que a leitura fosse pela leitura, pelo prazer de ler. O que parecia ser.
Fonte: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=506325

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Filmes entre ficção e documentário retratam relação dos portugueses com migrações

Daniel Mello

Filmes que misturam linguagens, transitando entre a ficção e o documentário, para retratar a relação dos portugueses com os imigrantes, emigrantes e a própria identidade se destacam na mostra Cinema Português Contemporâneo. O festival, com nove longas-metragens e dez curtas, pode ser visto no espaço Caixa Cultural, no centro da capital paulista, de 3 a 8 de julho.

Um dos destaques é o longa Juventude em Marcha, dirigido por Pedro Costa. “É um filme que o Pedro Costa vai filmar na Cova da Moura, um bairro social [pobre] na periferia de Lisboa. É um filme que tenta recuperar a memória social dos cabo-verdianos que moravam naquele bairro, que depois foi transformado em conjunto habitacional”, explica a curadora da mostra, Michelle Sales.

A temática comum que permeia as produções faz parte da pesquisa que Michelle começou a desenvolver em Portugal. “Eles representam a minha proposta, que é pensar a identidade portuguesa, a representação da nação, a diáspora em Portugal. Como o português olha para o estrangeiro e para o imigrante”, conta.

Nessa linha estão algumas obras produzidas por autores que a curadora classifica como pertencentes à Geração Curtas. “É o nome que a gente deu para a geração que conseguiu financiamento do Estado para fazer o seu primeiro curta-metragem”, comenta sobre esses jovens diretores que investem em linguagem altamente experimental e “se consagram muito mais na crítica do que em bilheteria”.

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Festival É Tudo Verdade chega à 17ª edição com apresentação de 80 filmes de 27 países

Elaine Patricia Cruz

O festival É Tudo Verdade chega à sua 17ª edição este ano de forma mais plural. Sem uma temática única e marcado por uma variedade de registros e formas. O evento vai apresentar uma seleção de 80 documentários de 27 países que variam, segundo seu fundador e diretor Amir Labaki, “do filme-diário ao afresco planetário, da revisita ao passado íntimo ao exame da atual conjuntura socioeconômica mundial”.

“Acho essencial a existência de uma janela nobre anual para a nova safra do documentário brasileiro e internacional. Também importante é a oportunidade para discutir a estética e a economia específicas do cinema não ficcional, como fazemos deste a primeira edição”, disse Labaki.

O festival começa na próxima quinta-feira (22.03) e vai até 1º de abril nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Este ano também estgará em Brasília, por onde passará entre os dias 10 e 15 de abril, e em Belo Horizonte, em maio. “Este ano, o que ampliamos é nosso circuito, voltando a ter uma itinerância em Brasília, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), e estreando em Belo Horizonte. É uma expansão muito importante ao atender novos públicos”.

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Mostra do Filme Livre chega a mais uma edição com proposta de incentivar produções independentes

Paulo Virgílio

Espaço aberto à produção audiovisual brasileira independente e ousada, tanto do ponto de vista estético como do ideológico, a Mostra do Filme Livre (MFL) chega à sua décima primeira edição exibindo 180 filmes, selecionados entre um número recorde de 801 inscritos de todas as partes do país. O festival foi aberto ontem  (29) à noite para convidados, e as sessões gratuitas vão desta quinta-feira (1º) a 22 de março, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro.

A mostra seguirá depois para Brasília, onde será apresentada pela primeira vez, e São Paulo, que já recebeu o evento em 2011. Os organizadores esperam atrair um público de cerca de 10 mil pessoas nas três capitais, nas sessões realizadas nos CCBBs e em cineclubes parceiros do projeto.

Criada em 2002 pelo cineasta e produtor Guilherme Whitaker, a MFL exibe longas, médias e curtas que fujam do lugar comum. A mostra abre espaço para filmes produzidos por conta própria, independentemente dos mecanismos de financiamento governamental, como as leis de incentivo. “Nós consideramos legítimos os filmes produzidos assim, com baixo orçamento”, explica um dos curadores do festival, Christian Caselli.

Outro diferencial é quanto à própria linguagem cinematográfica. “Nossa seleção não passa pelo filme ‘certinho’. A gente quer um outro tipo de versão, na verdade de subversão da linguagem narrativa. Isso é o que nos interessa”, define o curador.

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