Mercado de livros infantojuvenis em papel cresce, apesar das novas tecnologias digitais

Vladimir Platonow Rio de Janeiro – O surgimento em grande quantidade de tecnologias que atingem as crianças cada vez mais cedo, incluindo tablets, e-books e smartphones, não está inibindo o crescimento do mercado dos livros infantojuvenis impressos. Atualmente existem pelo menos 120 editoras brasileiras que publicam obras para essa faixa etária e que oferecem cerca de 30 mil títulos em português. A avaliação é

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Festa Literária de Porto Alegre homenageia o escritor Cristovão Tezza

por Alana Gandra Rio de Janeiro – Começa hoje (10) à noite, em Porto Alegre (RS), a sexta edição da Festa Literária de Porto Alegre (FestiPoa Literária), que se estenderá por dez dias para  divulgar obras de autores de língua portuguesa e espanhola. O homenageado da FestiPoa 2013 é o ficcionista Cristovão Tezza. Seu romance Bravo! venceu em 2008 os prêmios Jabuti

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Recito enquanto leio

O final de semana começa no sábado Domingo, quando o dia termina, inicia a segunda-feira E dá início a tudo aquilo que não finaliza mesmo que outros e outros sábados sábados, sábados e sábados venham, amanheçam e terminem como as noites Tudo é tão sólido mesmo sem perceber as coisas mesmo sem vê-las tudo acontece como o planejado a bilhões

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Antigamente – poema de João Bosquo

Não se vêem mais poetas como de antigamente… Os poetas de antigamente escreviam à mão em brancos papéis suas diletas poesias… Bem antes, porém, os poetas cantavam musas intrusas, in métricas precisas e de cabeça guardavam na memória e iam aos recitais Depois vieram as máquinas Remington os poemas passaram a surgir sob formas até chegarmos no modernismo e desaguou

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Minha Poesia – poema de João Bosquo

Falando francamente sou um franco atirador Minha poesia tem um quê de metralhadora quente e não perdoa nem a papa menos ainda na língua Minha poesia não usa símbolos metáforas, anáforas Minha poesia é sem vestidos segredos, medos, enredos Minha poesia não tem presas amarras ou preconceitos… Minha poesia é simples sem nenhuma sutileza, simples como uma gota d’água.

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De Madrugada

Quando acordo de madrugada fico ouvindo ao silêncio os ruídos, pequenos barulhos que são produzidos lá fora Os barulhos são de passos de insetos, minúsculos animais e folhas que caem ao vento docemente até o chão-chão Só os pequenos barulhos das coisas e bichos menores que os meus ouvidos captam Ao ruído da grande máquina, que mói os seres humanos,

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Eu vi um cachorro sorrindo

Quando eu vi o cachorro sorrindo pra mim não acreditei. Mas, disse: hoje é um dia de sorte! Não são todos os cachorros que sorriem e mesmo assim, aqueles que riem, sorriem, não o fazem a toda hora, qualquer momento Nos dias de sorte, costumo andar, caminhar devagar, olhando para o céu, contando as estrelas e – se de dia

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Poesia do dia: “Procura ao poema”

Maria, veja que coisa linda Essa flor, esse riso, esse mar Essa ternura que resta ainda Em quem olha o pássaro voar Maria, que coisa linda, veja Esse silêncio de noite escura Essa mão enamorada que deseja Todavia tateia na ternura Veja que coisa linda, Maria A imagem colorida de cinema Essa esquecida rima de poesia Já não encontra mais

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Poesia do Dia: “Outro Poeta”

Lá vem o poeta 38 na cintura historiando a cidade Pra cada estrofe uma palavra sobre o mesmo O poeta não sabe do outro poeta continua indo e rimando Lavem o poeta com 38 e tudo pro bem da cidade.

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A alma aponta: poema de João Bosquo

A alma aponta seu destino, bem antes, muito bem antes, de nascer. Depois desconhece a escolha re/clama por um outro dia. A alma, porém, volta a lembrar de todo combinado quando retorna ao porto/ponto inicial.

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O Ponto Inicial: poema de João Bosquo

O ponto de início é o mesmo ponto onde tudo termina Onde tudo termina é onde se vê a esperança Quando criança o mundo crê que a infância nunca passa mesmo vendo adultos do outro lado da rua Do outro lado é outro ponto uma interrogação sem hora marcada pra começar.

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Estação: poema de João Bosquo

No desembarque da estação final todos acabam se reconhecendo lembrando do plano de fundo sem contudo poder frear e retroceder… O que se pode é esperar o novo trem já-já vem apontando na curva, atrás, sem atraso, dos passageiros, de almas prontas pra outro embarque.

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Minha poesia precisa de fortuna crítica

Minha poesia precisa, urgentemente, de uma recauchutada – quem sabe – de metalinguagem, que é a linguagem poética da poesia no momento Minha poesia precisa entrar na moda Deixar de ser caipira; esse ar que se respira na província, tão démodé, sem nenhuma estética Minha poesia precisa falar mais da poesia e se fazere concisa; adotar a dialética como musa,

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Cinco de fevereiro

Estou ficando velho, reconheço Estou deixando para traz a mocidade Os nervos não estão mais à flor da pele Nem no endereço determinado Estou ficando velho, lentamente… Amanhã ou depois de amanhã Se confirma conforme combinado A certeza de ser estar mais velho ainda Estarei na sala de espera, lendo Velhos romances machadianos Re-conhecidos pela memória eletiva Que detesta o

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Viagem sem Bagagem II

O bom de se viajar sem bagagem é que, durante a viagem, vai se pensando em tudo, quase tudo, que se tem pra pensar pra dizer pro amor que partiu sem se despedir e um dia achou de voltar… Tudo que tem pra se achar quando a gente perde, num minuto, tudo, quase tudo, ao fim do dia – daquele

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Quem pensa em silêncio

Quem pensa em silêncio Pensa melhor Quando desce de navio O rio que atravessa A cidade Que existe desde a nascente Quem pensa em silêncio Não diz o que pensa E espera curso do rio Cumprir seu próprio curso Para finalmente desembarcar Quem pensa em silêncio Olha as margens Como uma mensagem Paisagem de futuras paragens Quem pensa em silêncio

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Eternamente, um poema deste modesto blogueiro. Leia

Eternamente É mais que tudo Mais, inclusive, que o rio perene E corre dentro de mim Entre nós… Tudo que sei Não consigo imaginar É uma caixa preta A espera de uma hora Com coragem em abrir E viver Sentimentalmente.

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Os assassinos do Rio de Janeiro, poema de João Bosquo

Os assassinados do Rio de Janeiro estão nas favelas, nos morros nas travessas, vielas e avenidas escondidos atrás das grades da violência Os assassinos do Rio de Janeiro estão expostos, são protagonistas dos noticiários da Rede Globo

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Amanhã tem eleição, mas poderia ser hoje

Amanhã tem eleição, mas poderia ser hoje, e o Brasil inteiro vai votar no presidente, e a cara do Brasil, não sei porque, vai mudar, assim como mudou a cara do eleitorado. Alguns ainda vão votar inconformados sem alegria da democracia no coração de viver a democracia sem entender e ver o voto apenas como uma obrigação A obrigação existe,

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Semelhanças

Se de repente, ao acordar, descobrimos que Deus nos fez mais que sua imagem e semelhança… Aliás, como Jesus de Nazaré, nos fez filho, semente, infinitésima parte e ao Pai retorna e passamos integrar uma integração total e ao passar dos tempos esqueceremos quem fomos e passamos ser bondade também

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