Eleições para nova diretoria do IHGMT será no próximo dia 26, na Casa Barão

O Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso irá renovar a sua diretoria. As inscrições para chapa já estão abertas e vai até o dia 26 de junho, quando também acontece o processo eleitoral, que poderá ser por escrutínio secreto ou por aclamação, se a assembleia geral reunida assim decidir.

Leia o edital completo:

Edital de eleição da Diretoria do IHGMT, gestão 2018-2020

A Diretoria do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, faz publicar o Edital para convocação da Assembleia Geral dos Sócios Efetivos da Instituição para Eleição da Diretoria, exercício 2018-2020. O período para a efetivação de inscrições de Chapas será de 26 de maio a 26 de junho de 2018, realizada na sala do IHGMT, em todas as segundas e terças-feiras no período vespertino (14h00 às 16h30) e às quartas-feiras no período matutino (das 8h30 às 11h30). Somente poderão concorrer aos cargos da Diretoria e a votar os Sócios Efetivos em dia com a Tesouraria, até 2018. A inscrição somente será realizada por chapa completa: Presidente, 1º Vice-Presidente, 2º Vice-Presidente, 1º Secretário, 2º Secretário, 1º Tesoureiro, 2º Tesoureiro e Conselho Fiscal. A forma de eleição da nova Diretoria do IHGMT será realizada por escrutínio secreto, podendo também se dar por aclamação, por decisão da Assembleia Geral Reunida, o que se dará somente no caso de apresentação de chapa única (Artigo 17). A Assembleia Geral será instalada às 9h30, em primeira convocação, com a presença da maioria dos membros efetivos no pleno gozo dos direitos estatutários e, em segunda convocação, 30 (trinta) minutos após, ou seja, 10h00 com qualquer número (Artigo 22) e sob as mesmas condições. A votação é pessoal, presencial e intransferível, não sendo admitidos votos por procuração. O processo eleitoral será realizado no dia 26 de junho de 2018, última terça-feira do mês do citado mês, das 9h00 às 11h00, no salão lateral da Casa Barão de Melgaço, ao final do que serão apurados os votos, sendo vencedora a Chapa que obtiver maior número de votos. No caso de aclamação, deverá a mesma ser realizada às 9h30 do mesmo dia 26 de junho de 2018. Ao final do processo, o Presidente em exercício deverá proclamar a Chapa vencedora. Todos os eleitos deverão se comprometer a assinar a ata da Assembleia Geral e apresentar, no prazo de 10 (dez) dias, a documentação exigida pelo Cartório para registro da nova Diretoria.  A ata consubstanciando o resultado final deverá ser assinada por todos os presentes (votantes e eleitos). Cuiabá, 26 de maio de 2018. Elizabeth Madureira Siqueira (Presidente).

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Atenção poetas, prosadores, jornalistas de escol, compositores e escritores acadêmicos, a AML abre inscrições para a imortalidade

A Academia Mato-Grossense de Letras elegerá novos acadêmicos

Da Assessoria | O Presidente da Academia Mato-Grossense de Letras, professor Sebastião Carlos Gomes de Carvalho, acaba de publicar Edital comunicando a abertura de inscrições para duas Cadeiras Acadêmicas.

Serão preenchidas a Cadeira 12, cujo Patrono é o poeta Antônio Cláudio Soído, tendo sido seu último ocupante o poeta e jornalista Ronaldo de Arruda Castro, e a Cadeira 36, que tem por Patrono o poeta Pedro Trouy, por ultimo ocupada pelo também poeta e professor Luís Feitosa Rodrigues.

As inscrições deverão ser feitas na sede da AML, à Av. Barão de Melgaço nº 3.869, centro, até o dia 25 de abril próximo, as segundas, terças e quartas feiras, nos horários de 08h30min às 11h30min.

Entre as condições prévias para inscrição estão a comprovação de ser mato-grossense nato ou de estar domiciliado no Estado de Mato Grosso há mais de cinco anos e a de ter publicado trabalho literário ou científico. Maiores informações serão fornecidas no local.

O Presidente da Academia se mostra entusiasmado com a procura de informações por vários interessados, sobretudo tendo-se em vista que a instituição, já com 97 anos, está preparando as comemorações relativas ao seu centenário, sendo assim, ao lado do Instituto Histórico, as instituições mais antigas do Estado.

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O Centro Sebrae de Sustentabilidade e seu criador o arquiteto José Afonso Botura Portocarrero foram premiados como Melhor Edificação Sustentável em Uso nas Américas

Campeão do Mundo

Por José Antônio Lemos | Até o ano passado enquanto fui professor da ativa sempre insisti com os alunos e colegas no entendimento de que no mundo da internet só é periferia quem quer. Não tem mais aquela velha desculpa de morar longe dos grandes centros culturais, industriais, distante das bibliotecas, das inovações tecnológicas, etc., que sem dúvida foi bastante válida durante muito tempo para muitos, mas que hoje com a internet não faz mais o menor sentido. Até a pouco tempo era compreensível a expressão “vou ao Rio ou a São Paulo tomar um banho de civilização”. Hoje a internet traz a civilização e o mundo para todo mundo e leva todo mundo para o mundo e a civilização, desde que cada um queira de fato. Mas mesmo sem a internet tinha gente que rompia a distância e o isolamento e ia ao encontro do mundo, alguns até para conquistá-lo, como Dutra ou Rondon que saíram de Cuiabá com todas as dificuldades para construir seus destinos, um chegou a presidente do Brasil e o outro é considerado em outros países, EUA por exemplo, como um dos maiores vultos da espécie humana.

Baixando um pouco a bola, na semana passada, último dia 6 de março, em Londres aconteceu a premiação mundial de construções sustentáveis, BREEAM AWARDS 2018, destacando o Centro Sebrae de Sustentabilidade, em Cuiabá, e seu criador o arquiteto conterrâneo José Afonso Botura Portocarrero. Foram premiados como Melhor Edificação Sustentável em Uso nas Américas, por juri técnico e Melhor Prédio Sustentável da Premiação, em júri popular mundial por meio de votos digitais, tendo concorrido com edifícios das três Américas, Ásia e Europa. O BREEAM criado em 1992 na Inglaterra foi o primeiro método para avaliação de sustentabilidade em edifícios e hoje é uma das certificações de maior prestígio no mundo.

Uma premiação deste porte traz por si só um impacto arejador no ambiente cultural do estado mas impacta também ao premiar um projeto que traz a interação daquilo que é mais contemporâneo em termos de tecnologia com lições fundamentais de sabedoria da arquitetura indígena coletadas pelo arquiteto Portocarrero e reunidas no seu livro “Tecnologia Indígena em Mato Grosso”, também premiado em outra ocasião. A interação de conceitos globais e locais, moderno e milenar é a proposta contundente e sedutora do edifício premiado.

O Centro Sebrae de Sustentabilidade promove também o verdadeiro conceito de Arquitetura, mostrando superar os limites físicos da simples construção ao transformar os espaços em abrigos de qualidade com segurança, funcionalidade e com a magia capaz de transformar um edifício em um ícone.  O Centro Sebrae de Sustentabilidade consolidou-se de fato como um ícone da sustentabilidade na arquitetura, centro difusor de conhecimentos e promotor de discussões sobre as melhores formas do homem se relacionar com seu ambiente. E o edifício em si é a sua principal mensagem, o edifício é a primeira lição.

É preciso saudar uma instituição como o SEBRAE-MT por buscar na arquitetura de qualidade um bom começo para o desenvolvimento de seu centro de sustentabilidade. Ninguém mais adequado que o arquiteto e urbanista José Afonso Portocarrero, professor, mestre e doutor, um dos idealizadores da Secretaria do Meio Ambiente de Cuiabá e seu primeiro secretário, estudioso do edifício, da cidade e do ambiente e que foi buscar com os índios, com olhos e mentes de aprender, as lições de convivência ambiental para sua arquitetura mais recente. Só podia dar certo. Além do sucesso, reconhecimento nacional e internacional para o Centro Sebrae de Sustentabilidade e seu arquiteto.

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Mais três municípios mato-grossenses aderem ao programa ‘Internet para Todos’

 Durante as visitas, o vice-governador Carlos Fávaro, ressaltou que a prioridade do programa será o atendimento aos locais onde não existe o acesso à internet ou haja precariedade no serviço prestado

Fávaro apresentando o programa na Prefeitura de Sinop – Foto por: Fernando Rodrigues

Da Assessoria | No último dia de visita a municípios mato-grossenses para informar sobre como funcionará o programa ‘Internet para Todos’, o vice-governador Carlos Fávaro obteve a confirmação de que mais três cidades irão aderir ao programa: Sinop, Cláudia e União do Sul. As reuniões ocorreram nesta sexta-feira (09.02) e, além dos prefeitos, também participaram deputados estaduais, gestores públicos, empresários, vereadores e população local.

Fávaro fez questão de ressaltar que a prioridade do programa será o atendimento aos locais onde não existe o acesso à internet ou em que haja precariedade no serviço. “Um estado continental como Mato Grosso sofre muito com a carência nessa área e nos dias atuais a internet não é luxo, é uma necessidade. Por isso, a primeira fase do programa começará onde não tem internet, vamos buscar municípios, distritos e comunidades que realmente necessitam desse serviço”, disse.

Ele explicou que, até maio do ano passado, o Brasil não tinha o seu próprio satélite e toda a comunicação era feita por meio de satélites alugados dos Estados Unidos, México e Espanha. “Isso colocava em risco a soberania e segurança nacional e, apesar da crise que o Brasil atravessa, o governo federal conseguiu concluir esse projeto tão importante. A capacidade do satélite será dividida em duas bandas, uma específica para as Forças Armadas e outra destinada para atender as áreas de saúde, educação e o programa Internet para Todos”, informou Fávaro.

Para participar, os prefeitos devem firmar um termo de adesão com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e indicar as localidades do município que desejam contemplar com o programa. Os equipamentos serão cedidos pelo governo federal e os municípios terão que se comprometer em providenciar um terreno para a instalação da antena, a segurança do local e a aprovação da dispensa de cobrança do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) junto às Câmaras Municipais.

“Vamos aderir ao programa e encaminhar as localidades que queremos beneficiar com a maior brevidade possível. Sabemos o quanto a internet facilita o dia a dia do cidadão, tanto que nesta semana, estamos implantando um novo sistema na Prefeitura para atendimento de serviços de forma digital, garantindo agilidade e eficiência no atendimento à população”, ressaltou a prefeita de Sinop, Rosana Martinelli.

 

 

O prefeito de União do Sul, Claudiomiro de Queiróz, ficou empolgado com a vinda do programa para a cidade e, antes mesmo de enviar às localidades para MCTIC, informou os locais prioritários. “A internet em nossa cidade é praticamente inexistente e, em função disso, queremos que seja instalada uma antena na praça central da cidade e nos nossos assentamentos”. Da mesma forma, o prefeito de Cláudia, Altamir Kurten, já adiantou que o município tem três prioridades. “Precisamos do sinal da internet nos assentamentos 12 de outubro, Keno e Zumbi dos Palmares”, anunciou o gestor.

Durante as reuniões, Fávaro esclareceu que como o governo federal não vai operacionalizar o serviço, as operadoras locais serão cadastradas e poderão comprar o sinal da Telebras e vender planos com valores acessíveis para os usuários. “O cidadão poderá optar por um plano de R$ 10, por exemplo e receber um sinal de qualidade. Para se ter uma ideia, o satélite, que contou com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões, é capaz de produzir o dobro de internet que o Brasil poussi hoje”, enfatizou.

Outras demandas  

Além de percorrer os municípios para apresentar o programa Internet para Todos, o vice-governador também recebeu demandas dos municípios em diversas áreas, como meio ambiente, saúde, educação, pavimentação urbana e agricultura familiar. No município de União do Sul, o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Layr Mota, anunciou que a partir do mês de março, o município contará com um escritório da entidade.

“Hoje, 400 famílias vivem aqui exclusivamente da agricultura familiar e precisam do auxílio da Empaer. Quando assumimos, tínhamos uma meta de abrir 21 escritórios e, em três anos chegamos a 17. A partir do próximo mês, faltarão apenas três escritórios, já que vamos atender esse pedido do vice-governador  e , por meio de um Termo de Cooperação Técnica, iremos trazer a Empaer para União do Sul”, garantiu o presidente.

Nesta semana, o vice-governador percorreu os municípios de Santa Rita do Trivelato, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Santa Carmem, Sinop, Cláudia e União do Sul, além dos distritos de Água Limpa e Primaverinha. Também participaram das reuniões os deputados Dilmar Dal Bosco e Pedro Satélite, o assessor especial do MCTIC, José Augusto Curvo “Tampinha”, o prefeito de Marcelândia, Arnóbio Andrade e o empresário Roberto Dorner. (Texto: Andréia Sversut | Vice-governadoria)

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MT Escola de Teatro abre as portas para alunos da terceira turma

O secretário de Estado de Cultura esteve presente na aula inaugural prestigiando os alunos e professores do curso que agora faz parte da Unemat

Mayke Toscano

Da Assessoria | Neste sábado (03.02), a MT Escola de Teatro, sediada no Cine Teatro, teve a aula inaugural do semestre, onde a terceira turma do curso foi recepcionada pelo secretário de Estado de Cultura, Kleber Lima, além do diretor do Cena Onze, Flávio Ferreira; do coordenador da escola, Rodolfo Adaap e do professor convidado Juan Peralta.

A Escola vai para o terceiro semestre, fazendo história nesse nicho, que é a atuação, direção, sonoplastia, cenografia, iluminação e cenário, entre outros elementos que envolvem o universo do teatro e que os mato-grossenses estão tendo a oportunidade de conhecer e estudar, ainda mais.

Na abertura de sua fala, Kleber Lima parabenizou todos os alunos e professores, em nome da secretaria de Cultura e do governo do Estado, pelo trabalho realizado e afirmou que ele, assim como o governador Pedro Taques, estão muito felizes com a inclusão do curso na grade da Universidade de Mato Grosso.

“Gostaria de desejar a vocês sucesso e um ótimo aprendizado e dizer que queremos e vamos ampliar e qualificar o diálogo da secretaria com a classe artística e vamos olhar mais para quem está aqui – diz mostrando o palco –, pois se eu não tiver muita gente aqui, produzindo arte e cultura para oferecer à sociedade, eu não vou ter essas cadeiras preenchidas”, termina o secretário, apontado agora para a plateia.

Os primeiros alunos do projeto da SEC deverão se formar no próximo semestre, já que o curso tem dois anos de duração e agora, eles receberão ainda o diploma pela Unemat, com o título de tecnólogos em artes cênicas.

O diretor do Cena Onze, responsável pela gestão do Cine Teatro, Flávio Ferreira, afirma que essa parceria com a Unemat representa avanço.  “Ao final de dois anos, além do diploma de tecnólogos, com mais um ano de licenciatura poderão lecionar, assim como se candidatar para um mestrado. Isso é muito importante para a comunidade e para o mercado de trabalho, que é fomentado, assim como o lazer e a cultura, que também ganham mais qualidade”, diz o diretor.

O coordenador do curso, professor e ator, Rodolfo Adaap, salienta que a Escola tem função multiplicadora. “As pessoas estão se qualificando e também criando uma sinergia, se encontrando, discutindo, propondo coisas. Tudo isso vai fazer com que o movimento teatral e os artistas tenham mais visibilidade, a população reconheça mais esse trabalho e, inevitavelmente, a politica pública será afetada por isso”.

Ele conta ainda que nesse semestre o tema abordado para as aulas são “corpos desviantes”, ou, basicamente, as minorias e como elas são tratadas. “São corpos desrespeitados, como o surdo que muitas vezes não conseguem ver um programa de televisão pela falta de legendas; o negro, o gordo, o índio, a mulher, os gays, as transexuais e minorias em geral. Como vive um corpo que não é respeitado? O teatro também tem uma função politica, de esclarecimento, de formação de cidadania, ou seja, é um lugar para experimentar”, diz.

O secretário Kleber fez questão da visita para se aproximar da classe, assim como tem feito desde sua chegada a pasta na Cultura, recebendo artistas de todas as áreas e ouvindo as demandas da cultura em Mato Grosso.

“Nosso desafio hoje é transformar a secretaria na casa dos artistas, pois sem os artistas e produtores culturais, ou seja, quem faz arte e cultura, nós não temos o que oferecer para a sociedade, em quantidade, qualidade e diversidade. O nosso esforço nesse momento é realmente abrir a casa para vocês e estabelecer uma coisa simples chamada diálogo, nessa ponte de mão dupla que é falar e escutar, para compreender e ter a sensibilidade de interpretar tudo isso e construir políticas públicas adequadas a realidade da sociedade mato-grossense”, afirmou Kleber. (Texto: Josiane Dalmagro | SEC-MT)

Source: MT Escola de Teatro abre as portas para alunos da terceira turma – Notícias – SEC

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Ninguém se inscreve e edital do Festival de Lambadão de MT é suspenso

Após adequações requisitadas pela categoria o edital será relançado


Da Assessoria | O edital do 1º Festival de Lambadão de Mato Grosso, lançado em 19 de dezembro, foi suspenso nesta quarta-feira (31.01), após o encerramento do prazo de inscrições, sem que houvesse qualquer proponente.

O secretário de Estado de Cultura, Kleber Lima, lamenta a suspensão e explica que a decisão foi tomada para que houvesse tempo hábil para que a equipe técnica responsável pudesse realizar readequações no edital, já que a falta de proponentes se deu por conta das dificuldades propostas para habilitação dos grupos de lambadão no edital.

“O prazo para que os proponentes enviassem os projetos era até o dia 31 de janeiro, porém até a data, não houve nenhuma inscrição. A suspensão foi necessária para que a gente possa readequar o edital, simplificando, o máximo possível”, explicou Kleber Lima.

A Superintendente de Políticas Culturais da SEC, Tatiana Guedes Libardi, reiterou ainda que a classe teve dificuldades quanto aos itens solicitados no edital para execução do projeto. “Por isso, a decisão de suspender ao invés de prorrogar”.

O secretário pontuou que, após as alterações será realizada ampla divulgação do novo edital para quer os grupos de lambadão do Estado de Mato Grosso tenham conhecimento e condições de se inscreverem e participar da seleção.

“Esse ano são prioridade para o governo, e para a Secretaria de Cultura, editais e políticas que valorizem a cultura popular mato-grossense”, ressaltou o secretário. (Texto: Josiane Dalmagro/Foto: José Medeiros)

><>Um dos grandes lambadeiros cuiabanos, em conversa reservada, por isso não revelo o nome, disse-nos que não iria participar por conta do modelo do edital proposto pelo antigo secretário. Se mudar o formato, claro, a receptividade será melhor. (JB)

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Turismo mato-grossense é divulgado em feira realizada em Londres

Por Renata Menezes | Para representar o Governo do Estado, uma equipe da adjunta de Turismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) participa do evento a convite do Ministério do Turismo como coexpositor no estande do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). O objetivo é promover os seus principais polos turísticos, roteiros, passeios e outras informações com folhetos, mapas e materiais audiovisuais. Também integram a comitiva mato-grossense operadoras de turismo, empresários e agentes de viagem.

Com expectativa de público de mais de 50 mil pessoas, a organização da feira espera superar os números da edição do ano passado que contou com cerca de 9,9 mil compradores. Este ano, são cinco mil expositores de 182 países, com a participação de aproximadamente dez mil compradores do ‘WTM Buyers Club’, prevendo assim a geração de mais de US$ 3,8 bilhões em negócios.

Conforme o secretário adjunto de Turismo, Luis Carlos Nigro, iniciativas como esta são muito importantes para promover os atrativos da região de forma global, pois, um evento internacional congrega gente do mundo todo interessada em um mesmo objetivo. “Saber que o nosso Estado está presente em um evento tão gabaritado como a WTF, nos deixa ainda mais confiantes para seguir com o nosso trabalho de estruturar e desenvolver cada vez mais o turismo em Mato Grosso. No evento, temos a oportunidade de divulgar e, ao mesmo tempo, comercializar os pacotes de viagens ‘in loco’, para milhares de compradores ansiosos por novidades, lugares diferentes, e é isso que temos para oferecer”, defende Nigro.

Outros países também participam da WTF, como Peru, Caribe, Uruguai, Argentina, El Salvador e Costa Rica no espaço destinado para a América Latina. Segundo a diretora da WTM Latin America, Luciane Leite, a WTF é uma oportunidade única para que os empresários do Turismo possam conhecer o que está sendo feito por diferentes players do segmento e antecipar tendências. “Todos os produtos do portfólio WTM têm o objetivo de gerar muito mais do que networking. Queremos multiplicar os negócios, criando parcerias comerciais sólidas”, conta Luciane.

A WTF – O WTM Inspire Theatre – um anfiteatro de 300 lugares – volta ao pavilhão do evento, após seu lançamento no ano passado. Cerca de 80 seminários serão realizados ao longo dos três dias, abordando todos os principais segmentos, como aviação, hotéis, turismo esportivo, turismo responsável, blogs, redes sociais e tecnologia de viagem. Entre os palestrantes já confirmados estão Carolyn McCall, CEO da EasyJet, e Terry Jones, fundador da Travelocity.

Para aumentar o montante de negócios gerados pelo evento, uma das estratégias pensadas para esta edição foi acrescentar mais um dia de rodada de negócios ‘Speed Networking’. No último dia do evento acontecerá ainda uma sessão especial dos ‘Influenciadores Digitais’.

Fonte: Turismo mato-grossense é promovido em feira realizada em Londres – Notícias – SEDEC

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SEC corre contra o tempo e marca para a próxima quarta-feira, 25, a entrega dos prêmios aos contemplados do MT Literatura

Depois do chabu da Literamato e sua planejada apoteose que custaria R$ 3 milhões aos cofres públicos, autores participarão de noite de autógrafos coletiva no Paiaguás

Por João Bosquo | Quando seria a entrega dos prêmios e cheques aos vencedores do II Prêmio MT Literatura? Eis a pergunta que não queria calar. Os vencedores do certame, depois de idas e vindas, ficaram todos entusiasmados, diria até eufóricos, enfim tornariam público os seus trabalhos, com o anúncio que o mesmo aconteceria no dia 20, sexta-feira, dentro programação da LiteraMato, que prometia ser o grande evento literário de 2017, quiçá da década, com os 3 milhões de investimentos pretendidos pela Casa Guimarães, através de emendas parlamentares. Mas acabou dando chabu e não aconteceu.

A Secretaria de Estado de Cultura divulgou na manhã destas quarta-feira que premiação e lançamento das obras do 2º prêmio será no dia 25 de outubro, às 19h30 no auditório Cloves Vetoratto, no Palácio Paiaguás, como nas vezes anteriores. Presença garantida do governador Pedro Taques. A presença de representantes da Casa Guimarães não se pode garantir.

O cancelamento, vamos combinar, foi até providencial para a Secretaria de Estado de Cultura (SEC) que, no último dia 10, disponibilizou em seu site, para participação popular, a minuta do regulamento para a 3ª edição do MT Literatura, para que os “interessados possam ter acesso ao conteúdo e contribuir com críticas e sugestões até o dia 30 de outubro”.

A pergunta que fica no ar é se o lançamento será no dia 25, ainda com o regulamento sendo debatido pelos interessados, ou a participação popular é apenas um ‘faz de conta’? Fica o questionamento.

Os escritores anunciados como premiados no 2º MT Literatura na categoria poesia são Luiz Renato Souza Pinto, com o livro “Gênero, Número, Graal”, um conjunto de oitenta e cinco poemas que atravessam os anos 1990, 2000 e a década atual, divididos em cinco partes: Sinto, Corpo, Neutro, Azul, Face. Em Sinto (verbo) os poemas que simbolizam ação. Os dois substantivos (CORPO E FACE) reúnem os poemas que remetem às coisas substanciais em nossa vida. Os dois adjetivos (NEUTRO E AZUL) qualificando algumas iniciativas. “No conjunto buscam aliar o humor e a leveza com alguma profundidade analítica e existencial”, diz o autor.

Na poesia, a outra premiada foi Divanize Carbonieri, com o livro “Entraves” que, segundo a professora e escritora Flávia Helena, que assina o texto de orelha, “não é apenas sobre obstáculos. “Entraves propõe, principalmente, caminhos. Todos, claro, cheios de percalços”. O livro é um conjunto de 30 poemas escritos ao longo de 2016.

Na categoria prosa, os premiados foram Teodorico Campos de Almeida Filho, com o livro “Os mesmos”. Neste livro, segundo a professora Maria de Jesus Patatas – a mesma que levou Mario Cezar a ser professor – diz que “o autor estabelece uma relação entre a história de Cuiabá e a história universal, citando localidades e acontecimentos verdadeiros enredados com a ficção, nos coloca como participantes ativos dos destinos do mundo, com personagens que estão, simultaneamente, dentro do mundo da fantasia e do mundo real, envolto numa nuvem que carrega o fantástico e a realidade”.

Outro premiado é Marcelo Leite Ferraz, com a obra “O assassinato na Casa Barão”, que poderíamos dizer é um romance baseado em fatos reais. O livro resultou de pesquisas do autor no Arquivo Público. Nele o autor narra a vida de um jornalista que investiga uma organização criminosa que, por sua vez, subverteu os princípios éticos da Maçonaria para tentar omitir um segredo místico da instituição.

Afonso Henrique Rodrigues Alves, com o livro “Contos do Corte” reúne, em cinco capítulos (infância, escrita-criação, erótico, misticismo, morte e homem-natureza) uma série de contos partidos das vivências pessoais do autor. “A maioria das histórias veio por sonhos ou depois de meditações”, diz.

Fernando Gil Paiva Martins, também premiado na prosa com “As intermitências da água”, um romance que “narra a história de uma cidade que passa por um fenômeno atípico,chuva em excesso seguido de seca em igual escala. Com isso, muitos terão que decidir o seu presente e, logo, também o seu futuro. O que cada um escolhe para si é um mistério que se revela a cada página, a cada gota que não cai, a cada quilômetro percorrido”. A conferir.

Na categoria infanto-juvenil, a escritora e acadêmica Cristina Campos, com a obra “Papo cabeça de criança travessa”, que tem as ilustrações assinadas por Vanessa Prezoto. A obra construída a partir do registro etnográfico de coisas interessantes – as “tiradas” – que as crianças repentinamente falam quando estão descobrindo o mundo, com os olhos livres de uma linguagem acostumada. De certa forma, é uma coletânea reinventada pela autora, a fim de valorizar imagens poéticas e filosóficas, neologismos e construções sintáticas não usuais. O livro, é claro, voltado às crianças.

O outro premiado, na categoria é Victor Angels, com “Mundo dos sonhos – O ferreiro e a cartola”, cuja obra narra a missão confiada à pequena Rita que é a de salvar o Mundo dos Sonhos. Depois de aceitar a proposta de um desconhecido, após encontrar uma cartola caída em seu quintal, Rita decide salvar um mundo onde tudo pode acontecer, somente para ter o seu irmão mais novo e sua mãe de volta em casa.

Na categoria revelação temos os nomes de Alexandre Rolim, com “Tikare: alma de gato”. Alexandre é mato-grossense de Tangará da Serra, repórter de jornais, sites, rádio e TV desde 2004, e nesta “ficção que registra/recupera histórias, mitos e práticas de um povo indígena que vive no imenso Chapadão do Parecis-MT, propõe uma reflexão sobre os modos de contato entre indígenas e não indígenas e sobre a necessária garantia de espaço para a vida dessas comunidades”.

A outra revelação é Helena Werneck dos Santos, com “NU”, um compêndio com 80 poesias inéditas. “Apesar de ter 17 anos, Helena é uma escritora contumaz. Desde que aprendeu a ler e escrever demonstra amor pelos livros e, justamente na adolescência, o desejo de escrever poesias aflorou”, nos conta a mãe, a jornalista Keka Werneck. “No poema que dá nome ao livro, propõe que sejamos despidos de tantas regras ditadas por vozes alheias e que a gente tenha experiência íntima de ficar nu e escrever a própria poesia”.

Desses dez, oito publicados pela Carlini & Caniato / Tanta Tinta enquanto outros dois, de Afonso Henrique e Helena Werneck pela Entrelinhas.

Esses livros, sim, amigos leitores, seriam lançados durante a Literamato, mas o evento, por conta de seus altos custos, que atingiriam o citado montante de R$ 3 milhões, acabou sendo barrado pelos técnicos pareceristas da Secretaria de Educação. Enquanto isso temos entidades e produtores querendo receber menos, bem menos que isso.

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Renomados palestrantes participam do 6º Congresso Espírita em Cuiabá

Por João Bosquo | O 6º Congresso Espirita de Mato Grosso , com o tema ‘Amai-vos e Instruí-vos’, uma realização da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso (Feemt) acontece a partir desta quinta-feira, 17 até o próximo dia 20, domingo no Hotel Fazenda. O Congresso, que acontece de quatro em quatro anos, é um dos eventos mais aguardados pelo movimento espírita, que cresce a cada dia no Estado. A conferência de abertura “Espíritas amai-vos e instruí-vos”, será ministrada pelo conferencista Jorge Godinho, presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB).

Serão quase 20 horas de reflexões compartilhadas, durante os quatro dias de evento, por onze facilitadores espíritas de renome nacional e internacional, que farão palestras com temas que fazem parte do dia-a-dia de todos, como o amor, o complexo de culpa, medos, a união amorosa, relações familiares, entre outros.

O congresso começa com a recepção de credenciamento dos participantes a partir das 15 horas e a noite acontece a solenidade de instalação do congresso, seguindo-se a palestra de abertura.

Alberto Almeida, conferencista espírita, médico homeopata, formação em TVP, dinâmica de grupos e constelação familiar, psicologia transpessoal, energética do psiquismo, fará a primeira conferência desta sexta, 18, com o tema “Como desenvolver o amor nas relações familiares”. Na sequência teremos novamente a presença de Jorge Godinho, que agora irá proferir a conferência “O amor e a superação do sentimento de indiferença”. Ainda pela manhã, antes do almoço, Gabriel Salum fala “Como desenvolver o amor aos que nos perseguem e caluniam”.

Na parte da tarde a conferência “O espírita e a liderança amorosa”, com Saulo Gouveia, da Federação Espírita do Rio Grande do Sul; depois o presidente da FEB fala sobre “Como promover o amor e a união entre os espíritas”. Um rápido intervalão e Suely Caldas Schubert, autora de dezenas de livros – publicou o 1º livro em 1981, intitulado “Obsessão/Desobsessão – profilaxia e Terapêutica Espírita” (ed. FEB), fundadora e dirigente da Sociedade Espírita Joanna de Ângelis, em Juiz de Fora, Minas – profere a conferência “O amor e a superação das influências espirituais obsessivas”. Gabriel Salum volta agora para falar sobre “O amor e a superação do complexo de culpa”; enquanto Alberto Almeida vai falar sobre “O amor e a superação dos medos psicológicos”.

No sábado, Sandra Borba Pereira, membro do Conselho Superior da FEB e ex-presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Norte, mestre em filosofia e pedagoga da UFPE, bem como professora da UFRN, e autora do livro “Reflexões Pedagógicas à Luz do Evangelho”, desenvolve a conferência “Como desenvolver o amor a si mesmo”. Conhecer a si mesmo é uma das missões mais difíceis do homem, pois só através autoconhecimento poderá o homem amar o próximo com a si mesmo, como prega o mestre Jesus.

Em seguida, o conferencista Juiz de Direito Haroldo Dutra desenvolve o tema “O meio prático para conhecer, e compreender, amar e cumprir as Leis Divinas na consciência”. Dutra é autor de uma tradução do “Novo Testamento”, para o português, editada originalmente pelo Conselho Espírita Internacional em 2010 e depois FEB. O presidente da Feemt, Lacordaire Faiad fecha a manhã com a conferência “O amor e a superação do sentimento de vitimização”.

Alberto Almeida volta, agora para falar de “O amor e o cumprimento do propósito existencial”; segue-se Sandra Borba com o tema “Como desenvolver o amor, a Verdade e conquistar o discernimento espiritual”. Antes do intervalo, Alírio de Cerqueira Filho, médico e autor dos livros “O Legado de Paulo de Tarso ao Cristianismo Redivivo”, “Depressão e obsessão: duas faces de uma doença espiritual”, “Psicoterapia à luz do Evangelho de Jesus”, entre outros, ministra a conferência “O amor e a missão do Espírito imortal”.

Na parte da tarde Haroldo Dutra fala sobre “O amor e a superação da acomodação moral”, enquanto Geraldo Campetti irá conferenciar sobre “Como desenvolver o amor a Deus de todo coração, alma e entendimento”.

No último dia, domingo, o 6º Congresso fecha com a conferências de Suely Caldas, “Como desenvolver o amor e a fidelidade aos Espíritos benfeitores”, de Geraldo Campetti, “Como desenvolver o amor diante da cultura da superficialidade” e, por fim, o cuiabano Afro Stefanini II fecha com a conferência “Jesus e o amor infinito pela Humanidade”.

Atualmente, a Feemt congrega 93 Centros Espíritas, com 21 Federações Regionais ativas, que têm como principal missão a promoção das pessoas a uma evolução espiritual. Os Centros Espíritas promovem a caridade, que consiste em ações de doações materiais e desenvolvimento das pessoas, por meio de estudos da doutrina.

O movimento espírita em Mato Grosso, além das casas espíritas ligadas à federação, conta com casas ligadas ao movimento Auta de Souza

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Entre aspas: MST ocupa fazenda do Grupo Amaggi

><> O golpista Blairo Maggi deve estar pensando ‘eu era feliz e não sabia’ quando o PT, Lula – de quem ele (Maggi) fingia ser aliado e amigo – e Dilma estavam no poder… Em 13 anos nenhuma invasão, agora pouco mais de um ano de governo golpista o MST mostra suas garras…

As fazendas da Amaggi, sabemos são produtivas, mas a invasão é um ato político contra um político que apoiou o golpe 2016, como também é a invasão da fazenda do amigo do usurpador mishell temer.

MST ocupa fazenda do Grupo Amaggi em Mato Grosso

Redação do GD

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupou na manhã desta terça-feira (25), fazenda pertencente ao Grupo Amaggi, na BR-163, em Rondonopólis (212 km ao sul de Cuiabá), protesto em alusão ao dia do trabalhador rural.

Segundo o MST, manifestação inicia jornada nacional de luta pela Reforma Agrária com o lema “corruptos, devolvam nossas terras”. Movimento aponta que a Reforma Agrária está vinculada à luta pelo restabelecimento da democracia, golpeada por uma conspiração muitas vezes realizada nas sedes de ricas fazendas.

Aponta ainda para os assassinatos no campo, que de acordo com dados, apenas neste ano, 68 pessoas morreram, incluindo13 jovens, 6 mulheres, 13 indígenas e 4 quilombolas.

Além das ocupações de fazendas o MST ainda realiza vigília até o dia 2 de agosto, quando será julgada pela Câmara de Deputados a denúncia de corrupção contra o golpista Temer.

O movimento critica o grupo, principalmente pelo fato de concentrar grandes áreas de terras e ser apontado como destruidor do mei ambiente.

Fonte: MST ocupa fazenda do Grupo Amaggi em Mato Grosso | Gazeta Digital

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Lugares sagrados para os povos do Xingu fora do Território Indígena são degradados

Por Túlio Paniago, Da Assessoria| Durante expedição pelo rio Kuluene que compõem a Bacia do Xingu, um grupo composto por 15 indígenas, uma antropóloga, uma bióloga e uma promotora pública constatou alto nível de degradação arqueológico/cultural e ambiental em um dos lugares sagrados para as nove etnias do Alto Xingu. Devido à redução dos limites originais de ocupação do território, o ponto visitado, chamado de Sagihengu, está localizado fora da área indígena, mesmo assim é considerado, desde 2010, Patrimônio Cultural do Brasil devido à sua simbologia espiritual e religiosa.

A viagem pelo rio durou seis dias e foi encerrada nesta terça-feira, 13. O propósito da Expedição Sagihengu, idealizada pelos Kalapalo, foi o de registrar em vídeo a narrativa dos anciões sobre as histórias místicas do local. Agora, com este material em mãos, será produzido um documentário destinado às escolas da etnia. O objetivo é que o produto audiovisual seja utilizado como um dos instrumentos para preservar e transmitir o conhecimento tradicional às atuais e futuras gerações. Com este intuito, estiveram presentes representantes de cinco aldeias Kalapalo (Kuluene, Aiha, Lagoa Azul, Tanguro e Tangurinho), dentre eles, quatro caciques.

O cronograma foi cumprido. Entretanto, como o Sagihengu está localizado fora dos limites do Território Indígena do Xingu (TIX), os indígenas não têm conseguido visitar o local com a frequência que gostariam e acabaram se surpreendendo negativamente. “Quando fui lá, em 2004, o lugar estava bem mais limpo. Depois que foi tombado, voltei lá em 2011, vi que ainda tinha bastante verde. E agora tem uma estrada aberta lá, um barracão construído, pesqueiros, latas, plástico…”, lamenta Tahugaki Kalapalo, 38, um dos representantes da aldeia Kuluene.

Degradação cultural – De acordo com a arqueóloga Gabriele Garcia, a situação é preocupante, pois existem vários sítios arqueológicos na região, tanto no interior da área tombada quanto no seu entorno. Portanto, certas atividades, como pesca, abertura de estradas e delimitação de áreas de fazenda tem causado impactos irreversíveis. “Passaram com trator dentro da área tombada para fazer cerca e, nestes lugares, havia muito material arqueológico, tanto cerâmico quanto lítico”, relata.

“Achamos pedaços de cerâmicas quebradas. São panelinhas que os antigos indígenas faziam e o trator passou e quebrou várias”, complementa Tahugaki. Gabriele explica que, quando sítios são revolvidos (inversão de camadas arqueológicas e dispersão de material), é difícil precisar algumas informações sobre os antigos grupos indígenas que habitavam o local, principalmente no que diz respeito à organização/estrutura destas sociedades.

“Num contexto preservado, podemos entender onde era o local de roça, de oficina cerâmica, moradia, sepultamento, que é importante para compreender o modo de vida daquelas pessoas”, ressalta.

Degradação ambiental – Concomitantemente, o contexto ambiental do Sagihengu também se destaca negativamente. É possível notar grande quantidade de lixo, como garrafas e latas de bebidas alcoólicas, abandonadas em pesqueiros ilegais às margens do rio Kuluene.

A bióloga Cássia Rosin comenta que, dentro da Área de Preservação Permanente (APP), é comum avistar ranchos e barracões onde as pessoas se hospedem durante a pescaria, bem como algumas erosões. “Além da pesca, que pode ser predatória, ainda têm os resíduos mal geridos. O espaço está sendo utilizado de maneira totalmente inadequada”, pontua.

A promotora Solange Linhares (Promotoria de Justiça Especializada da Bacia Hidrográfica do Xingu Sul) está entrando em contato com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para que façam as devidas fiscalizações na área tombada e no seu entorno.

“Após a comprovação dos danos ambientais e culturais, vamos fazer o que for cabível dentro da legislação. Normalmente, por se tratar de APP, são aplicadas multas ou embargo da propriedade”, destaca a represente do Ministério Público Estadual (MPE).

Além disso, próximo ao local há um ponto de extração de cascalho. A bióloga Cássia alerta que a prática pode ser danosa ao ambiente. Por isso, vão analisar se está dentro do sítio arqueológico e se os responsáveis possuem autorização dos órgãos competentes.

Independente das possíveis punições pela degradação cultural e ambiental, Tahugaki já tem a solução para que o lugar sagrado seja recuperado e se mantenha, novamente, preservado. “Foi tombado. É da União. Quem pode cuidar, ficar vistoriando, são os indígenas, que são os cuidadores do sítio arqueológico”.

Sagihengu – Tombado como Patrimônio Cultural do Brasil há sete anos pelo IPHAN, o Sagihengu integra o Kwarup, a maior festa ritualística entre os povos do Alto Xingu. Portanto, o tombamento teve como objetivo preservar a cultura nos aspectos espirituais e religiosos das comunidades que participam do rito, além, é claro, de conservar o espaço físico, dada sua  relevância arqueológico e ambiental.

O Kwarup é uma cerimônia anual, realizado no final da estação seca, entre agosto e setembro, com duração de alguns dias. O ritual presta homenagem póstuma a chefes e lideranças indígenas. A cerimônia estabelece o fim do luto e da tristeza, ao mesmo tempo em que restaura a alegria, a vida e o início de um novo ciclo.

Na época do tombamento, um dos representantes dos povos do alto-Xingu, Ianacolá Rodarte, índio Kamayurá, explicou que rito do Kwarup é vital para a existência das comunidades e comparou a importância do lugar sagrado com símbolos não indígenas. “Tem a mesma relevância para nós, quanto os lugares sagrados de outros povos, como Meca, Jerusalém, Cristo Redentor…”

Crédito das Imagens: Gabriele Garcia

<>Com o golpe jurídico-parlamentar-midiático, que instalou um dos governos mais reacionários e insensível à causa indígena, a situação dos povos naturais ficou mais crítica e exige mais determinação das instituições que lutam pela cultura, memória e preservação de nossas tradições.

Outra questão, pra alguns irrelevantes, mas não custa registrar, que é da linguagem escrita dos nomes de etnias e costumes. A primeira vez que este blogueiro ficou sabendo do Quarup, foi por meio do romance de Antônio Calado. De lá pra cá já leu várias versões para a mesma manifestação, agora Kwarup. Isso, que fique bem claro, é coisa nossa, brasileiro.

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Governo e Fórum Sindical avançam nas propostas da RGA

Por Sandra Pinheiro Amorim / Sefaz-MT | O Governo do Estado e o Fórum Sindical realizaram na tarde desta quarta-feira (14) mais uma reunião para discutir a Revisão Geral Anual (RGA). As negociações avançaram e o Executivo propôs trazer o pagamento da primeira parcela de 2017 para este ano fiscal. Essa e outras sugestões discutidas serão apresentadas formalmente na próxima terça-feira (20) pela equipe técnica ao Fórum para que sejam levadas às bases das categorias.

Estavam presentes na reunião desta quarta-feira os secretários Gustavo de Oliveira (Fazenda), José Adolpho Vieira (Casa Civil) e Júlio Modesto (Gestão) e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho.

Pela nova proposta apresentada pela equipe econômica do governo, a primeira parcela da RGA de 2017 será lançada na folha salarial de novembro, a ser paga no dia 10 de dezembro. Na proposta anterior, o percentual seria incluído na folha de janeiro de 2018.

Já a segunda parcela, prevista para ser paga no mês de abril de 2018, poderá ser antecipada para março caso a arrecadação no segundo semestre de 2017 tenha um aumento efetivo de 10% em relação ao que está projetado para o período.

“A antecipação poderá ser feita se conseguirmos avançar no esforço fiscal da receita estadual própria, tendo em vista que ainda precisamos estar muito atentos ao comportamento da economia no Estado e no país neste ano de 2017”, explica o secretário de Fazenda, Gustavo de Oliveira.

O pagamento da terceira parcela, prevista para ser paga em setembro de 2018, também poderá ser antecipada, mas com a mesma condicionante de aumento da receita própria. Nesse caso, a parcela poderá ser adiantada para o mês de maio, se o crescimento da arrecadação chegar a 15% no segundo semestre de 2017.

Os percentuais das três parcelas foram ajustados, sendo duas para 2,19% e a terceira para 2,20% atendendo à solicitação do Fórum Sindical. O objetivo é zerar a cumulatividade dos cálculos dos juros sobre juros. Na proposta inicial do governo seriam pagas duas parcelas de 2,15% cada, e uma de 2,14%.

“Estamos fazendo compromissos levando em conta a maior garantia para que que possamos cumpri-los, como temos feito desde o início do primeiro ano da gestão do governador Pedro Taques”, reafirma Oliveira.

No encontro desta quarta-feira também ficou definido que a RGA de 2018 e retroativos das perdas inflacionárias serão discutidas na reunião de terça-feira da próxima semana.

A quinta parcela da RGA de 2016 a ser paga no mês de junho também foi ajustada de 1,74% para 1,96%.

Fonte: Governo e Fórum Sindical avançam nas propostas da RGA – Notícias – mt.gov.br

><>Meu Peixe é um cético por natureza e acredita que o RGA de 2018 não deve ser um acordo fácil

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TRF1 determina o prosseguimento da demarcação da Terra Indígena Manoki em Mato Grosso

Processo se arrasta há 15 anos e estava suspenso por liminar de primeiro grau que acatou pedido de associação de produtores rurais interessados na posse do território

Da Assessoria | O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) acatou parecer do Ministério Público Federal (MPF) e deu provimento ao recurso da União, reformando decisão de primeiro grau que suspendeu o processo de demarcação das Terras Indígenas Manoki, no município de Brasnorte (MT). O juiz de 1ª instância havia deferido o pedido de antecipação de tutela da Associação dos Produtores Rurais Estrela D’alva que pretendia declarar nulo o processo de demarcação.

A associação argumentou que o processo de demarcação era irregular e deveria ser anulado. Segundo a entidade, o processo não respeitou os princípios do contraditório e da ampla defesa, desrespeitou posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a impossibilidade de ampliação de áreas já demarcadas, conforme julgamento do caso Raposa Serra do Sol. Continue Reading

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Estado Unido de Mato Grosso

O dia 9 de maio marca o aniversário de Mato Grosso e ainda não é comemorado com toda a efusividade e orgulho que o homenageado merece. A data lembra 1748 quando o rei de Portugal, dom João V, através de Carta Régia determina a criação de duas Capitanias, “uma nas Minas de Goiás e outra nas de Cuiabá”. A que seria das Minas de Cuiabá virou a Capitania de Mato Grosso e para governá-la foi nomeado dom Antonio Rolim de Moura, futuro Conde de Azambuja, que tomou posse e permaneceu em Cuiabá até Vila Bela ficar pronta. Morou em Cuiabá próximo à pracinha que lhe homenageia, conhecida como Largo da Mandioca. Depois chegou a ser vice-rei, o governante maior no Brasil na época, representante local de El-Rey. Se o presente para Cuiabá em seu Tricentenário pudesse ser a revitalização do seu centro histórico, ao menos com um projeto completo envolvendo os governos federal, estadual e municipal, a reconstrução histórica da casa de Rolim de Moura seria mais uma poderosa atração nesse que poderá ser um novo polo cultural e turístico cuiabano, gerador de emprego e renda.

Sei que muitos acham que não temos nada a comemorar, alegando que em Mato Grosso faltam escolas, hospitais, esgoto, rodovias, ferrovias, etc. São os que só enxergam o que falta. E é bom que existam pessoas assim, desde que de forma construtiva. Prefiro enxergar aquilo que existe, em especial o que foi produzido pelo trabalho do povo, autônomos, patrões e empregados, apesar de todas as dificuldades e de tudo o que nos falta. Mato Grosso é hoje o maior produtor agropecuário do país, liderando o país em gado, algodão, milho, girassol, milho de pipoca, feijão, soja e também é um dos maiores produtores de ouro, diamante, madeira, álcool, biodiesel, carnes de frango, suíno e peixe. Melhor, Mato Grosso não produz armas, instrumentos da morte, como muitos dos que nos criticam. Ao contrário, com orgulho ajuda a matar a fome do mundo, ainda que sem plena consciência desse importante papel. Continue Reading

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A Copa e o voo internacional

A Copa 2014 passou e já virou história. Deu Alemanha, merecidamente. Pena que a seleção brasileira tenha sido um fracasso. Ruim, não por ter perdido, mas por não ter merecido ganhar. O brasileiro não merecia que um de seus mais queridos patrimônios, sua seleção de futebol, fosse tão malpreparada como nesta Copa em seu próprio país. Era para redimir 50 e redimiu para pior! Mas a seleção reflete muito bem o nosso país, rico, cheio de potenciais, clima maravilhoso, sem terremotos ou vulcões, uma gente boa, ordeira e trabalhadora, mas com dirigentes que nunca estão à altura, em todos os poderes e instâncias. E não é de hoje. O sucesso que alcançamos em algumas áreas é fruto do trabalho, criatividade e persistência do povo. E assim nossas seleções com seus jogadores. Desta vez, porém, os dirigentes chegaram ao inimaginável expondo nossos craques e o povo torcedor a uma humilhação sem precedentes, em sua própria casa.

Contudo, para Cuiabá a Copa foi um sucesso. Por formação profissional trabalho com o futuro e já devíamos estar pensando no Tricentenário. Mas como cuiabano gosto de parar um pouco para saborear o presente em algumas vitórias, em especial estas que vieram apesar de tantas oposições, previsões negativas, ciladas, etc. E os resultados positivos continuam aparecendo. Semana passada um importante instituto publicou o resultado de uma pesquisa feita em Cuiabá com moradores e turistas da Copa do Pantanal na qual 91,6% dos visitantes aprovaram a Copa em Cuiabá e recomendariam Mato Grosso como destino turístico. Para 86,3% dos moradores a Copa foi fundamental para as transformações na cidade e 73% avaliaram positivamente estas transformações. Ainda segundo a pesquisa, 72,5% dos cuiabanos acham que Cuiabá não passou vergonha, como temiam antes da realização dos jogos.

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O cuiabano que trouxe a copa – Artigo de José Antônio Lemos

Domingo passado, dia 18, devíamos ter reverenciado Dutra, o cuiabaninho do Mundéu que vendia bolos no centro de Cuiabá e que chegou a presidente da República. Filho de viúva de veterano da Guerra do Paraguai, pobre, sem nenhuma ajuda saiu daqui lavando pratos nas lanchas e trens que o levaram a um colégio militar, e de lá à presidência da República e à História do país. Foi e venceu, mantendo forte influência na política brasileira até o fim da vida. Um motivo de orgulho nacional, cujo aniversário, entretanto, passou despercebido, em especial, em sua própria terra, desprezo agravado por ser o ano da Copa do Mundo, da qual Cuiabá é uma das sedes. Dutra merecia ser homenageado pela Copa do Pantanal, pois foi este cuiabano quem trouxe para o Brasil a primeira Copa do Mundo, em 1950. Presidente, queria mostrar ao mundo um Brasil novo, com grandes cidades, que deixava de ser rural e se industrializava. Construiu o Maracanã, o maior do mundo, que junto com a Copa trazida por ele foi um dos motivos da consolidação do futebol como uma das maiores paixões nacionais.

Não fosse pela Copa, mesmo assim o aniversário de Dutra tem que ser lembrado. Injustiçado pela história oficial, sua vida pública inicia como ministro da Guerra, onde ficou por 9 anos, o ministro brasileiro mais duradouro, onde criou a FEB e depois, com o apoio dos oficiais vitoriosos contra as ditaduras nazifascistas, forçou a queda do ditador Getúlio. E de ministro foi a presidente pelo voto do povo, tendo sido um dos mais importantes pelas inovações que trouxe ao Brasil. De imediato convocou a Constituinte organizando a volta do país à democracia. Eleito para um mandato de seis anos curvou-se à nova Constituição aceitando os cinco anos que estabelecia, mesmo sendo presidente e o militar mais poderoso do país. Aos que temiam a volta de Getúlio e lhe propunham um golpe para ficar mais um ano, respondeu: “nem um minuto a mais, nem um minuto a menos do que manda o livrinho”. Virou “o homem do livrinho”, da Constituição mais democrática que o Brasil já teve, assinada por ele. Como pode ser esquecido?

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Valeu 2013 – Artigo de José Antônio Lemos

Seria um dia como qualquer outro a não ser por se tratar do último dia do ano no nosso calendário, um divisor das águas do tempo, entre o quase passado 2013 e o 2014 que se aproxima cheio de perspectivas e desafios. Hoje, um momento para avaliações do passado e do futuro imediatos que não cabem em um só artigo, a não ser agradecer a Deus o ano que passou e pedir a renovação de suas graças para o ano que vem. Em especial em Mato Grosso, um dos maiores produtores de alimentos do mundo e a Grande Cuiabá que sofre diretamente os impactos de sua preparação para um dos maiores eventos globais da atualidade, a Copa do Mundo, e vive aquela que poderá ser considerada a maior transformação urbanística de sua história, no pequeno prazo em que se realiza, com dezenas de obras tomando formas e sendo inauguradas.

Este artigo é dedicado à retrospectiva de 2013 que começo lembrando o espetáculo da Corrida de Reis e o carnaval do Rio com a Marques de Sapucaí inteira cantando com a Mangueira para o mundo: “Cidade formosa… Verde… Rosa, Vila Real do Bom Jesus!”. Emoção que não diminuiu nem com o absurdo aumento de rendimentos que se deram os vereadores de Cuiabá, depois anulado em parte pela Justiça. No mundo, o surgimento de Francisco, o papa da esperança e sua visita ao Brasil. E a morte de Mandela com sua lição de integração racial plena. No Brasil, o final do julgamento do “mensalão” e as grandes passeatas de protestos que em junho marcharam ordeiras, pacíficas e poderosas pelas ruas de todo o país, inclusive em Mato Grosso. Aliás, em março a cidade de Sorriso se antecipava realizando a “Parada pela Vida”, um bloqueio racional da BR-163 contra o caos logístico em Mato Grosso. Antes também houve em Cuiabá a “Caminhada pela Copa”, reunindo entre 10 e 15 mil pessoas, inclusive com protestos contra o próprio evento.

De volta a Mato Grosso, em março a abertura da licitação do Rodoanel de Cuiabá, em pista dupla, estimado em R$ 346,0 milhões e em abril a inauguração da fábrica de cimento de R$ 400,0 milhões no Aguaçu. No esporte a vitória do Luverdense sobre o Corínthians e sua ascensão à série “B” do campeonato brasileiro. Ainda em abril e maio o lançamento de um grande shopping em Várzea Grande e a cobrança de celeridade nos estudos de viabilidade da ferrovia Cuiabá-Santarém pelos chineses, ansiosos em construí-la já. Até hoje nada. Importante para mim o lançamento do meu livro “Cuiabá e a Copa – A preparação”.

Em julho veio a mais perigosa das armações contra a Copa em Cuiabá, quando foi colocada na mídia nacional uma comparação entre valores de produtos diferentes como se fossem iguais, quase que inviabilizando os prazos da Arena Pantanal. Depois dessa, botaram fogo na Arena, incêndio intencional segundo a Politec, logo debelado pelo Corpo de Bombeiros local. Em compensação em setembro a bela Jakelyne, de Rondonópolis, foi eleita Miss Brasil e em novembro Cuiabá sediou os Jogos dos Povos indígenas, num belo espetáculo de cores e integração cultural pouco divulgado. O superávit comercial de Mato Grosso nesse mês já havia superado o total de 2012, com mais de US$ 13,3 bilhões. Mato Grosso é o sexto maior estado exportador do Brasil.

Agora em dezembro o IBGE revelou que o PIB mato-grossense evoluiu em 2011 quase 20%, mais que o dobro da China e é o maior crescimento do Brasil, sendo que Cuiabá tem a décima melhor renda per capita entre as capitais brasileiras. Coroando o ano o jornal espanhol “El Gol Digital” escolheu a Arena Pantanal como a sétima mais espetacular arena do futuro no mundo e o famoso “El País” de Madrid destacou Cuiabá em matéria especial enfatizando as transformações pelas quais a cidade passa se preparando para a Copa. Valeu 2013, feliz 2014!

JOSÉ ANTONIO LEMOS DOS SANTOS, arquiteto e urbanista, é professor universitário.

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Membros do COL/Fifa apresentam conceitos de protocolo e segurança durante os jogos

Como será o tratamento protocolar dispensado aos convidados VIP e WIP (very vip) da Fifa, do Governo Federal, Governo do Estado e do município de Cuiabá durante os jogos da Copa do Mundo na cidade-sede e, aliado a esse protocolo, como serão as ações de segurança, dentro do modelo de segurança proposto para a Copa do Mundo 2014, foram os principais pontos abordados durante a reunião realizada na manhã desta segunda-feira (11.11), na Sala de Reunião José Garcia Neto – Palácio Paiaguás, com o staff da Segurança Pública do Estado, representantes do Exército Brasileiro, cerimonial do governo estadual e municipal e membros do Comitê Organizador Local (COL/Fifa).

Segundo o secretário-extraordinário da Copa do Mundo Fifa 2014 (Secopa), Maurício Guimarães, a reunião serviu para apresentar como será o dado aos convidados VIP e WIP, que são os chefes de estados, ministros e demais autoridades, convidados da Fifa e dos comitês locais; bem como o alinhamento de segurança durante a Copa do Mundo.

As ações da área de segurança foram detalhadas pelo gerente-geral de Segurança do COL/Fifa, Hilário Medeiros, e na área de protocolo pela gerente-geral de Protocolo, Lúcia Amaral Peixoto.

Lucia Peixoto, por exemplo, na sua apresentação, explicou como será o acesso aos setores VIP e WIP, além de tribuna de honra, credenciamento veicular e reconhecimento de percurso no estádio e seu entorno. Uma questão bastante enfatizada por ela foi quanto ao número de convidados VIPs e WIPs, que ainda não foi definido pelo COL/Fifa, que será igual para todas as cidades-sede, sem exceção.

Segundo ela, os conceitos de protocolo estão sendo aprimorados, tendo como base a experiência que se teve durante a Copa das Confederações, com vista a desenvolver um trabalho com qualidade e competência.

O gerente de segurança fez um apanhado geral, falou desde as medidas estruturantes, como a edição da Lei Geral da Copa, do planejamento estratégico, que passa pela definição dos perímetros de segurança, tendo também como base aquilo que foi bem sucedido e o que precisa de aprimoramento durante a Copa das Confederações.

Fonte: MT.GOV.BR/Secom

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Dilma e Silval inauguram terminal em Rondonópolis e população se enche de esperança

Por João Bosquo, de Rondonópolis, MT | Com as presenças da presidente Dilma Rousseff, em sua primeira visita a Mato Grosso depois de eleita, e do governador Silval Barbosa, o novo Terminal Ferroviário de Rondonópolis será inaugurado nesta quinta-feira, 19 de setembro. O terminal marca a chegada da Ferrovia Senador Vicente Vuolo ao município e a certeza, entre os moradores, de que vem aí uma onda de desenvolvimento capaz de impulsionar significativamente a economia e impactar, positivamente, a vida de cada um com as oportunidades que se abrem. Do vendedor ambulante de espetinhos aos vendedores de carros em garagens particulares, as expectativas e certezas são as melhores possíveis.

O vendedor ambulante Joaquim Alves de Souza, 58 anos, acredita que as vendas vão aumentar, inclusive de espetinhos, que é a sua especialidade. Sua preocupação, apesar de pouco usar a BR (163), é em relação ao trânsito, já que o terminal está localizado bem junto à rodovia. “Se aumentar muito o número de caminhões pode atrapalhar”, afirma.

Os taxistas Luís Francisco Alves, 45 anos, e José Cláudio Baterelli, 43 anos, o primeiro com mais de dez anos de profissão, o segundo com um, também estão otimistas. Luís crê que o foco de crescimento da cidade “será pra lá”, aponta na direção do terminal; enquanto José Cláudio destaca a última notícia, divulgada pelo Governo do Estado, de que o aeroporto local vai receber voos noturnos. “Essa notícia é importante para nossa categoria”, afirma. Luís Alves acredita também que a população do município vai aumentar. Quando tem gente nova que não conhece muito bem a cidade e precisa andar de táxi, acredita, a renda dos taxistas aumenta automaticamente.

Adriano Boehn, 28 anos, vendedor de carros usados em uma garagem no centro de Rondonópolis, acredita que o setor vai aquecer com a criação de novos empregos com a chegada de novas empresas à cidade. Ele está certo de que os novos moradores vão precisar de novos automóveis. Assim também pensa o operador de crédito Nelson Piva, 31 anos. Ele lembra que são 18 novas empresas que já anunciaram a chegada a Rondonópolis. “Isso reflete aumento no volume de recursos circulando, que é salutar para a economia”. Ele destaca outro ponto importante. A partir de Rondonópolis haverá uma diminuição de caminhões na estrada. Nelson Piva faz a conta: “cada vagão equivale a 15 bitrens. Cem vagões serão menos 1.500 caminhões nas estradas, menos acidentes”, constata.

O artesão Willian Carvalho, 31 anos, natural de Curitiba, em trânsito por Rondonópolis, diz que já andou por várias partes do País, mas que nunca viu tantos caminhões na estradas como em Mato Grosso. Sua expectativa com a chegada do terminal é extremamente positiva.

Fonte: Secom/MT

Secom/MT

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Rondonópolis se prepara para ser um novo polo de desenvolvimento

Rondonópolis, MT – O município de Rondonópolis vai dar um salto de qualidade, viver uma nova realidade econômica, e um novo perfil social começa a ser traçado a partir da inauguração do terminal ferroviário. Ele ocupa parte da área de 400 hectares nos quais, além dos trilhos, serão construídos silos para armazenamento, estacionamentos, pátios, um hotel, centros de compras, enfim, uma cadeia de comércio e serviços voltados para atender caminhoneiros, empresários e o poder público. Tudo isso faz dele o maior terminal intermodal da América do Sul.

A confiança que os 400 hectares inspira não será suficiente para atender a demanda. Por isso, novos projetos, com objetivos complementares, já estão sendo elaborados pela administração local, como o novo distrito indústrial, em frente ao terminal da Ferrovia Vicente Vuolo.

O ex-governador de Mato Grosso e atual vice-prefeito de Rondonópolis, Rogério Salles, explica que o desafio agora é correr atrás da falta de planejamento e se preparar para este novo momento que a cidade vai viver e otimizar de forma positiva os impactos que a ferrovia provoca. “Contudo, é um processo que nos enche de orgulho de ser rondonopolitano. Esse crescimento é característica de uma cidade que não foi construída artificialmente, mas pela vontade da população e de sua posição geográfica”, destaca.

Para enfrentar a nova realidade que se avizinha, a gestão pública procura se antecipar e projeta, junto com a iniciativa privada, a construção de um novo distrito industrial, comercial e de serviços em frente ao Terminal Ferroviário de Rondonópolis, que deverá ser lançado em janeiro de 2014, de acordo com o promotor de Novos Investimentos do Gabinete de Desenvolvimento Econômico – Rondonópolis, Élio Rasia.

A inauguração do Terminal Ferroviário de Rondonópolis (TER) significa, antes de tudo, segundo Rasia, a realização de um sonho de mais de 20 anos, que irá consolidar a cidade como um grande polo de desenvolvimento. Ele destaca ainda o fato de a cidade estar no entroncamento de duas BRs, a 163 e 364, que praticamente obrigam todos os que vêm para Mato Grosso a passar por ela “assim como acontece com o Triângulo Mineiro”, compara.

Com a inauguração do TER e com o centro comercial anexo, alguns segmentos tendem a crescer como o da base de petróleo, que vai contar com plantas das três principais distribuidoras do país, que vão enviar combustíveis e derivados para o restante de Mato Grosso e para Rondônia e Pará, sem falar na indústria de fertilizantes, que passarão a ser misturados em Rondonópolis. “Seremos grandes distribuidores de combustíveis e fertilizantes”, prevê.

Segundo Rasia, Rondonópolis é a “capital nacional do bitrem”, com mais de 7 mil caminhões desse tipo baseados na cidade. Com o TER esse número deve crescer. Também há a nova esmagadora de soja, com capacidade de 4 mil toneladas/dia, que vai gerar 300 empregos diretos, e a processadora de biodiesel. Com o crescimento da frota de bitrem, o novo distrito vai abrir novas garagens, assim como indústrias que compõem a cadeia produtiva tais como fábricas de carrocerias, concessionárias e indústria de recapagem.

A área do novo centro, projetado em parceria com a iniciativa privada, é quase o dobro do TER, com 784 hectares. Algumas indústrias, como a têxtil, já demonstraram interesse. A construção de um hotel, um investimento de aproximadamente R$ 18 milhões, já foi confirmada.

O deputado federal Wellington Fagundes, presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, lembra que a chegada da ferrovia a Rondonópolis deve-se à atuação política do ex-senador Vicente Vuolo e, mais recentemente, da atuação da bancada de Mato Grosso, que lutou pela mudança do contrato com a concessionária, cujo aditivo possibilitou a chegada da ferrovia ao município. Fagundes lembra que a ferrovia projeta o desenvolvimento para toda a região e possibilitou o financiamento pelo BNDES da MT-100, dentro do MT-Integrado. A meta agora é a duplicação da BR-364, entre o Trevão e a entrada do TER, cujo projeto já está pronto para licitação.

Esse novo começo tem data: 19 de setembro, quando o Terminal Ferroviário de Rondonópolis será inaugurado pela concessionária da Ferrovia Vicente Vuolo. O terminal representa um investimento é de R$ 730 milhões e tem capacidade de 15 milhões de toneladas por ano, podendo chegar a até 30 milhões de toneladas.

Fonte: Secom/MT

 

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Silval lança duplicação do trecho urbano da Rodovia Emanuel Pinheiro

O governador Silval Barbosa espera entregar a obra de duplicação e ampliação de capacidade da Rodovia MT-251 (Rodovia Emanuel Pinheiro), no trecho entre a MT-010 (Estrada da Guia) e o Trevo da Fundação Bradesco, antes da abertura da Copa em 2014. A obra tem uma extensão de 3,6 km e foi lançada nesta segunda-feira (01.08) com prazo de 360 dias para sua execução A duplicação da rodovia de Chapada, com esta obras ficará pronta até o trecho do Manso, após o posto da polícia rodoviária.

Esse sub-trecho, que está dentro do projeto de duplicação da Emanuel Pinheiro Cuiabá-Chapada dos Guimarães, teve que ser revisto por conta dos inúmeros conjuntos habitacionais que surgiram com o crescimento imobiliário na região.

O governador Silval Barbosa disse que confia na entrega da obra antes do prazo licitado porque os recursos já estão assegurados, via Prodtur, e porque a empresa, Encomind, tem capacidade técnica para tal.

Silval também afirmou que agora o foco do governo é o trecho entre entrada de Manso e Chapada dos Guimarães. Segundo ele, assim que receber o EIA/Rima irá licitar a obra. “Agora vou persistir, insistir para termos a liberação do trecho entre a entrada de Manso e Chapada dos Guimarães. Ali como nós temos um prazo bastante curto e recursos assegurados, vamos licitar em vários lotes para que mais empresas possam participar e assim entregar a obra num espaço de tempo menor”, explicou.

O governador também citou os investimentos que estão sendo realizados na cidade de Chapada, como a implantação do sistema de tratamento e distribuição de água, a construção do Centro de Atendimento ao Turista (CAT), a recuperação de Salgadeira e a construção do Portal do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

O projeto da duplicação, segundo o secretário de Estado de Transportes e Pavimentação Urbana, Cinésio Nunes de Oliveira, prevê várias intervenções na questão de drenagem, pois trata-se de um trecho na área urbana e vai contar também com uma ciclovia e várias rotatórias, além de todo o acabamento urbanístico, já que a estrada é portal de acesso a um dos mais conhecidos pontos turísticos de Mato Grosso – Chapada dos Guimarães.

A deputada Teté Bezerra, ex-secretária de Turismo, disse que sentia um grande alegria em ver a manutenção de um planejamento turístico que vai proporcionar toda a infraestrutura necessária para receber o turista. “Esta via é o principal acesso a Chapada dos Guimarães, Manso e Nobres, mas temos outras lutas pela frente, como a de proporcionar outra via de acesso a Chapada dos Guimaráes”, disse.

Estiveram ainda presentes os secretários Pedro Nadaf (Casa Civil), Francisco Faiad (Administração), José Lacerda (Meio-Ambiente), Francisco Vuolo (Selit), Maurício Guimarães (Secopa), Alan Zanata (Sicme) e Jairo Pradela (Turismo); os deputados estaduais Alexandre César, Guilherme Maluf e Emanuel Pinheiro e o vereador Onofre Jr.

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Silval Barbosa assina convênio para construção da terceira etapa do novo Aeroporto Marechal Rondon

Maquete da futura Fachada do Aeroporto Internacional Marechal Rondon

O governador Silval Barbosa irá assinar convênio para construção da terceira etapa da reforma e ampliação do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, nesta terça-feira (03.07), às 17horas, na sede da Infraero em Mato Grosso, com a presença do presidente da Infraero, Gustavo do Valle, e diretores técnicos. O convênio a ser assinado é de aproximadamente R$ 80 milhões, para construção e ampliação da área definitiva de embarque e desembarque.

Silval Barbosa, para enfatizar a importância dessa obra para a economia de Mato Grosso, colocou o tema como destaque do “Bom Dia Governador”, programa de rádio, veiculado no portal mt.gov.br.

O governador lembrou todo o processo de pelo qual o Marechal Rondon vem passando. A primeira etapa foi a construção do Módulo Operacional Provisório (MOP), que já está funcionando com duas esteiras. Em seguida, foi assinado o convênio para as obras da parte administrativa, que vem sendo executado dentro do prazo e brevemente será entregue, o que possibilitará a demolição da atual área, que dará lugar ao novo prédio de embarque e desembarque.

Além da área de embarque e desembarque, destacou Silval, vai se preparar a nova fachada e, principalmente, modernizar e ampliar o novo estacionamento, que estará integrado ao novo modal, VLT, que também será construído pelo governo do Estado. “Vamos ter, realmente, um aeroporto moderno para podermos receber os turistas que passam por Mato Grosso”, enfatizou.

Silval ressalta a importância dessa obra para a economia de Mato Grosso. Ele cita os números – que muitas vezes não são de conhecimento do grande público – mas que revelam o porquê da cobrança dos diversos segmentos para ampliação do Aeroporto. Em 2008, passaram pelo Aeroporto Marechal Rondon mais de 860 mil passageiros, enquanto em 2011, foram mais de 2,6 milhões. Após a conclusão, o Aeroporto  terá uma capacidade para receber 5,7 milhões de passageiros ano.

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Novo MOP do aeroporto começa a operar e aumenta a capacidade para 2,4 mi passageiros ano

O Governo de Mato Grosso e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) entregam nesta quarta-feira (30.11), às 15 horas, o módulo operacional provisório (MOP) do Aeroporto Internacional de Cuiabá/Vázea – Marechal Rondon. A nova estrutura entra em operação com duas novas esteiras de 15 metros cada uma e vai proporcionar mais celeridade no desembarque, mais conforto aos passageiros que visitam ou retornam a Mato Grosso, em turismo ou negócio. A solenidade de entrega da obra vai contar com as presenças do governador Silval Barbosa, do presidente da Infraero, Gustavo do Vale, e secretários de Estado.

O secretário-extraordinário de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes de Mato Grosso, Francisco Vuolo, informa que essa estrutura passa operar imediatamente, aumentando a capacidade de atendimento. Atualmente o Aeroporto Marechal Rondon tem capacidade de receber 1,7 milhão e passa a atender, a partir de agora, 2,4 milhões passageiros/ano.

O novo MOP começou a ser construído em julho deste ano, conforme o conveniado entre o Governo de Mato Grosso e a Infraero, pela empresa vencedora da licitação – Engeglobal Construções – e representou um investimento de R$ 2,250 milhões. A nova estrutura tem 675 m² e, além das duas novas esteiras, conta com quatro banheiros.

Francisco Vuolo diz que a nova estrutura vai beneficiar significativamente o desembarque e vai suportar o fluxo de passageiros até dezembro de 2013, quando deverá estar concluída a reforma e da ampliação do Aeroporto Marechal Rondon, também objeto do convênio assinado com o Governo Federal.

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Universidades de MT e SC serão parceiras na elaboração do EIA-Rima e do projeto básico da Ferrovia Vicente Vuolo

As universidades federais de Mato Grosso e Santa Catarina serão parceiras na elaboração dos estudos de impactos ambientais e o Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente (EIA-Rima) e do projeto básico do trecho da Ferrovia Senador Vicente Vuolo – Ferronorte, entre Rondonópolis e Cuiabá. O acordo foi selado na reunião em Brasília (DF), nesta sexta-feira (26.08), entre o Governo de Mato Grosso, Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) e representantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O secretário-extraordinário de Estado de Acompanhamento de Logística de Transportes (Selit), Francisco Vuolo, que participou da reunião em nome do Governo de Mato Grosso, disse que foi dado um importante passo para a Ferrovia Vicente Vuolo chegar até Cuiabá. O próximo passo será dado numa segunda reunião que vai acontecer em Cuiabá, quando serão definidos a responsabilidade de cada universidade.

Essas duas universidades, cada uma tem uma expertise. A de Mato Grosso tem uma especialidade na área ambiental enquanto a Federal de Santa Catarina tem experiência na área elaboração de projetos ferroviários. Participaram da reunião o presidente da ANTT, Bernardo Figueiredo, o superintendente de Serviços de Transportes de Cargas (Sucar), Noburo Ofugi, os professores Fernando Régis e Roberto Vaz e Amir Mattar Valente, diretor do Laboratório de Logística da UFSC, e o professor Miguel Arruda, da UFMT.

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Governo do Estado lidera a primeira expedição ‘Rota da Integração’

A expedição ‘Rota da Integração’ do Governo de Mato Grosso vai acontecer entre os dias 03 e 05 de setembro e irá percorrer a rodovia BR-163 entre Cuiabá e Santarém. Os dois eixos estruturantes, desta primeira expedição, são a consolidação da BR-163 e a Ferrovia Cuiabá-Santarém, conforme o secretário-extraordinário de Estado de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo. Embora a logística seja o foco desta primeira expedição, a ‘Rota da Integração’ é uma ação integrada com todos os segmentos sociais e econômicos e vai abordar todos os aspectos: integração social, econômica e, até, cultural.

A Rota da Integração é uma ação integrada, liderada pelo governador Silval Barbosa, contudo terá a participação dos segmentos importantes representativos dos setores produtivo como a Aprosoja, Famato, Ampa, Acrimat (Fiemt ainda não respondeu ao convite formulado). Todas essas entidades representativas têm interesse na consolidação da BR 163, enquanto eixo rodoviário, segundo Vuolo.

Ele cita como exemplo, a produção de Manaus, que para chegar até a região sul, sudeste do país, utiliza a rodovia Belém-Brasília, ou pelo Oceano Atlântico, contornando a América do Sul. Se a BR-163 estivesse concluída, essa produção poderia ser escoada por Mato Grosso, tornando o frete mais em conta, com a participação da logística ferroviária, que até dezembro de 2012 deve chegar em Rondonópolis.

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Governador Silval Barbosa chega em Rondonópolis para instalar Governo Itinerante

DANI CUNHA/JOAO BOSQUO 

Redação/Secom-MT

Rondonópolis, MT – O governador Silval Barbosa acaba de chegar na Prefeitura Municipal de Rondonópolis (212 Km ao Sul de Cuiabá) para instalar a sede do Governo do Estado por um dia, na terceira edição do projeto desta administração, o Governo Itinerante.

No aeroporto da cidade, Silval Barbosa falou do dia intenso que será esta sexta-feira (19.08), quando ocorrerá uma extensa agenda com ações de governo para a região Sul. “Teremos um dia intenso, de muito trabalho. Rondonópolis será a sede do Governo por um dia. Vamos atender muitas lideranças para avançar no desenvolvimento desta região”, disse o governador.

Silval Barbosa falou ainda sobre como será a agenda dele e dos secretários de Estado, que também estão no município para atender lideranças políticas e população. “Esta é mais uma etapa do Governo Itinerante. Pela manhã vamos atender a sociedade civil organizada, por meio dos secretários e também atenderemos os vereadores e políticos da região”, explicou.

Para o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, a expectativa é grande. “Durante à tarde faremos uma série de inaugurações, assinaturas de convênios, visitas a obras e outras benfeitorias que vão beneficiar a população. É um dia positivo”, ressaltou o prefeito.

Acompanham o governador, os secretários de Estado da Casa Civil, José Lacerda, de Saúde, Pedro Henry, de Segurança Pública, Diógenes Curado, de Transporte e Pavimentação Urbana, Arnaldo Alves, da Casa Militar, coronel PM Antonio Moraes, o comandante geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Osmar Lino Farias e os deputados federais Carlos Bezerra, Wellington Fagundes e Homero Pereira.

Fonte: Secom/MT

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Eletrobras apresenta ao governador Silval Barbosa o programa Reluz de Iluminação Pública

A Eletrobras – Centrais Elétricas Brasileiras realizou, nesta quinta-feira (30.06), a apresentação do Projeto Procel/Reluz a pedido do governador Silval Barbosa que deseja implantar o projeto em todos os municípios mato-grossenses, inclusive arcando com a contrapartida naquelas cidades cujas prefeituras não consigam atender as exigências da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). A apresentação aconteceu no gabinete do governador, que a agradeceu a deferência da diretoria em destacar os técnicos para a exposição do projeto à equipe de Governo capitaneada pelo secretário-chefe da Casa Civil, José Lacerda.

Dentro do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), a Eletrobras desenvolve diversos subprogramas, entre os quais incluem o Programa Nacional de Iluminação Pública e Sinalização Semafórica Eficientes (ReLuz), cujo foco central é a melhoria da eficiência energética nos sistemas de iluminação pública dentro da meta de melhorar a eficiência dos serviços públicos ligados ao uso da energia elétrica. Zenon Pereira Leitão, assessor de relações Institucionais e Parlamentares da Eletrobras disse que externou ao governador a satisfação em atender ao convite para expor os detalhes do programa.

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Novo Zoneamento de Mato Grosso será encaminhado ao Conama na próxima semana

O Zoneamento Socioeconômico Ecológico (ZSEE) contido na Lei 9.523/11, sancionada pelo governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, é a instituição de uma política de planejamento e ordenamento territorial do Estado de Mato Grosso, em busca da promoção do desenvolvimento econômico, social e sustentável do Estado. Os agentes públicos têm agora os parâmetros para o planejamento das ações de políticas públicas. Mato Grosso está entre os primeiros estados da federação a ter o seu zoneamento definido em lei.

O ZSEE agora segue para análise da Comissão Nacional de Zoneamento e Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que vai julgar a consistência com as Leis Federais. Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, José Lacerda, o texto será encaminhando pelo governador Silval Barbosa assim que ele retornar de sua viagem ao exterior.

O governador Silval Barbosa, em declarações anteriores, lembrou que o projeto de Lei assinado por ele teve uma das trajetórias mais longas dentro da Casa de Leis e ele vem acompanhando desde quando se elegeu deputado pela primeira vez, nos anos 90. “O ZSEE teve sua concepção lá em 1992, financiado pelo Prodeagro, com mais de 20 milhões de dólares, e, até então, não se resolvia, e foram feitas várias alterações e foi desfigurado com o tempo, pois a realidade de Mato Grosso na década de 90 era uma, diferente da realidade de 2004 quando o projeto retornou à Assembleia Legislativa de Mato Grosso e para a realidade de hoje também é totalmente diferente. No projeto de 2004, no qual se previa áreas de preservação, atualmente são cidades ou distritos consolidados. Eu que acompanhei atentamente, desde 1998, quando cheguei na ALMT, esse Zoneamento”, afirma.

Silval Barbosa destacou ainda que se conseguiu avançar bastante quando mandou o projeto novamente para ALMT, já com as correções apontadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e pelas entidades de classe. “Depois a Assembleia deu uma grande contribuição. Realizou quinze audiências públicas em todo Estado e outros quinze seminários e extraiu da sociedade organizada a realidade vivida – de como estava cada região, tipo de solo, as reservas indígenas que foram criadas, assim como também os parques e os decretos de reservas indígenas já emitidos. Todos foram respeitados dentro do ZSEE”.

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Defesa Civil de MT está em Colniza para atender os atingidos pelas chuvas

Colniza-MT – A enchente do Rio Aripuanã, no município de Colniza (1.050 km a Noroeste de Cuiabá), nos últimos dias de fevereiro, provocou desespero em inúmeras famílias que viram suas casas sendo encobertas pela água, agricultores que viram suas plantações ficarem submersas e comunidades isoladas da sede do município por causa de queda de pontes e pontilhões. Nem a ponte sobre o rio Aripuanã da MT -206 resistiu e as famílias do distrito de Guariba estão totalmente isoladas.

A Defesa Civil do Governo de Mato Grosso já se encontra no local prestando atendimento e coordenando os trabalhos de ajuda aos desabrigados.

O morador Renato dos Santos, 37 anos, trabalha como barqueiro na travessia de motos, ele conta que famílias inteiras estão sem nada. “Basta subir um pouco rio acima para o senhor vê como que está a situação. É muito triste. Famílias perderam tudo”, afirma. Segundo Renato, quando da construção da ponte da MT 206, o mestre de obras assegurou que a mesma suportava qualquer cheia, desde que a água não ‘passasse’ por cima. “A água passou mais de um metro acima da ponte”, assevera. E aponta mostrando até onde o nível do rio chegou. “Agora já baixou bastante”, finaliza.

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A biografia da futura jazida de fosfato de Mato Grosso

As fácies ritmicos foram percebidos pela primeira vez, em maio de 2005, quando o geólogo Gercino Domingos da Silva, participava do projeto de pesquisa sobre calcário - Foto: Ednilson Aguiar/Secom-MT

As fácies ritmicos foram percebidos pela primeira vez, em maio de 2005, quando o geólogo Gercino Domingos da Silva, participava do projeto de pesquisa sobre calcário – Foto: Ednilson Aguiar/Secom-MT

O Governo de Mato Grosso no último dia 1° de setembro ao anunciar a descoberta do depósito bi-mineral de ferro e fosfato no município de Mirassol D’Oeste deixou escapar um pouco da história de como essa descoberta se processou. A urgência do anúncio da descoberta se fez diante de sua magnitude, de sua importância sócio-econômica para o futuro do Estado e mesmo do País, que poderá deixar de ser importador de fosfato para – quiçá – exportador desse importante componente dos insumos agrícolas.

Os depósitos de ferro, estimado em 11 bilhões de toneladas, com teor de 41% e o de fosfato, com cerca de 428 milhões de toneladas, com teor de 6%, segundo dados do relatório preliminar da CPRM – Serviço Geológico do Brasil, foram descobertos meio que por acaso, se assim pode-se dizer – mas, nada é por acaso, senão fruto do trabalho e determinação de algumas pessoas.

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