Agora estamos sem a escritora Zibia Gasparetto, desencarnou aos 92 anos

A escritora Zibia Gasparetto – Biblioteca Santos Dumont/Governo Santa Catarina

Agência Brasil | Desencarnou nesta quarta, 10, aos 92 anos, em São Paulo, a escritora Zibia Gasparetto. Ela lutava contra um câncer no pâncreas. O enterro será às 15h no Cemitério de Congonhas. O velório começa de manhã. Há cinco meses, ela perdeu um dos filhos, o apresentador Luiz Gasparetto, de 68 anos, que morreu de câncer no pulmão.

Em 68 anos dedicados ao espiritismo, Zibia Gasparetto publicou 58 obras e teve mais de 18 milhões de livros vendidos. Os livros dela fazem uma espécie de ponte entre os vivos e os que já morreram. Nas redes sociais, a equipe da escritora confirmou a morte.

“O astral recebe com amor uma de suas representantes na Terra.”, diz o texto. “Zibia Gasparetto, 92 anos, completou hoje sua missão entre nós e parte para uma nova etapa ao lado de seus guias espirituais, deixando uma legião de fãs, amigos e familiares, que foram tocadas por sua graça, delicadeza e por suas palavras sábias.”

Em várias entrevistas, Zibia Gasparetto dizia ser médium consciente, quando recebia mensagens como se fosse alguém a sussurrar no ouvido dela sobre o que deveria ser escrito. Ela costumava escrever quatro vezes por semana, utilizando o computador.

“Esse legado será eterno e os conhecimentos de Zibia sobre as relações humanas e espirituais serão transmitidos por muitas e muitas gerações. Ela segue em paz ao plano espiritual, olhando por todos nós”, diz a equipe da escritora.

Edição: Renata Giraldi

Source: Morre, aos 92 anos, a escritora Zibia Gasparetto

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Agora estamos sem Paulo Silvino; o ator morre aos 78 anos no Rio

Ator Paulo Silvino lutava contra um câncer no estômago – Divulgação

Por Vitor Abdala | O ator e humorista Paulo Silvino morreu na manhã de hoje (17), aos 78 anos, em sua casa na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Segundo as organizações Globo, para quem Silvino fez vários trabalhos desde 1966, ele lutava contra um câncer no estômago.

Filho do comediante Silvério Silvino Neto, Paulo Silvino iniciou sua carreira no rádio e, na década de 1960, passou a trabalhar para a TV Rio. Depois de começar a trabalhar com a TV Globo, estrelou programas como Balança Mas não Cai; Faça Humor, Não Faça Guerra; Uau, a Companhia; Satiricom; Planeta dos Homens; e Viva o Gordo.

Um de seus trabalhos recentes mais famosos foi no programa Zorra Total, onde interpretava o porteiro Severino.

Fonte: Ator Paulo Silvino morre aos 78 anos no Rio | Agência Brasil – Últimas notícias do Brasil e do mundo

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Agora estamos sem Luiz Melodia, autor de ‘Pérola Negra’

247 – O cantor, compositor e músico Luiz Melodia, 66, morreu na madrugada de hoje (4), em sua cidade natal, o Rio de Janeiro (RJ), em decorrência de complicações de um câncer que atacou a medula óssea.

Melodia faleceu por volta das cinco horas da manhã.

O artista chegou a fazer um transplante de medula óssea e resistiu ao procedimento, mas não vinha respondendo bem à quimioterapia.

O câncer voltou e o estado de saúde de Melodia se agravou bastante ontem. O artista estava internado no hospital Quinta D’Or, na zona Norte do Rio.

Fonte: Luiz Melodia morre aos 66 anos no Rio

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Agora estamos sem a alegria contagiante de Martha Arruda, uma autêntica jornalista cuiabana

A jornalista Martha Arruda, que marcou o jornalismo de MT, como editora do DC Ilustrado, morreu aos 78 anos

Por João Bosquo e Enock Cavalcanti | Agora estamos sem Matha Arruda, escrevo eu. Nosso amigo Enock Calvacanti escreverá: Grande, como era Grande – em reverência a esta mulher e jornalista que mexeu – sim, mexeu – com o jornalismo mato-grossense, no bom período do jornalismo mato-grossense. E mexeu também com a cabeça das pessoas, já que poucos tiveram tanta coragem para desafiar os preconceitos como Marta, que se divertia contando seus causos de amor. Os amigos que o digam. Nessa correria do dia-a-dia, a urgência para fechar a matéria, vamos esquecer uma porção de gente que amava Martha Arruda.

Martha era Martha, inquieta, explosiva, criativa, incontrolável. Tão inquieta não parava de falar e não guardava segredos para depois e junto com Enock Cavalcanti, Antônio de Pádua e Silva criou e alimentava a coluna “Quebra Torto”, deste DC Ilustrado, que explodiu muita polêmica na sempre provinciana Cuiabá do século 20. Uma dessas histórias quem nos conta é o jornalista Américo Corrêa, por anos repórter deste Diário.

“Martinha era muito engraçada, serelepe. Trabalhei com ela no DC. Ela também criou o Quebra Torto. Foram ela, o saudoso Antônio de Pádua e José Luís Siqueira que escreveram a nota Kit Babaca (celular, agenda eletrônica e caneta chique), com foto do também saudoso Auro Ida. O japonês zangou e foi tomar satisfação comigo, pois Marta acrescentou a palavra boliviano, como eu me referia ao Auro. O Cabeção entrou na redação do DC, lá no Porto, com punhos fechados, desferindo golpes. Reagi e acabei derrubando o meu amigo. Auro foi levado para as escadarias do prédio. Todo mundo pasmo e abalado. Menos Marta Arruda. Com os dois punhos cerrados, a baixinha queria ir lá fora trocar sopapos com aquele enorme e querido japonês. Foi difícil segurá-la. Bons tempos. Deus a tenha. Aliás, com certeza, ela, Auro e Pádua”, lembra Américo Corrêa.

Carlinhos Alves Corrêa, parceiro e sócio dela na revista Gente que Acontece, diz que “falar da Martha Arruda é relembrar um mundo sábio, onde a escrita era uma verdadeira luz para a alma, cheia de humor e criatividade, era o seu ponto forte na arte de escrever”. Ele diz ainda que “devemos aceitar a chegada da morte, assim como o dia aceita a chegada da noite, tendo confiança de que, em breve, de novo há de raiar o sol. Martha Arruda me ensinou: jamais perca a vontade de doar o amor, ainda que muitas vezes ele possa ser submetido a prova e até rejeitado”.

O jornalista e poeta Antônio Peres Pacheco lembra que conheceu Martha na redação deste DC. “Foi no começo dos anos 90. Eu, um jovem jornalista e aspirante a poeta e escritor, idealista e ávido por aprender e viver. Achei na Martinha uma representação de como eu queria ser quando tivesse mais de meio século de vida. Fomos vizinhos de máquina de escrever e, depois, de computador. Ela tirava minhas dúvidas, corrigia meu português, me incentivava, contava causos, piadas, tirava sarro. Era divertido viver a vida pelos olhos da Marta Arruda. Vou sentir falta dela, da sua gargalhada divertida, do seu olhar curioso e da vivacidade com que levava a vida, inclusive, naqueles momentos não tão bons”, filosofa Peres.

Valéria Del Cueto, que também é jornalista, também trabalhou em Cuiabá e hoje mora em Ipanema, a poucos quarteirões de onde Martha residia, lembra que ela “sempre foi uma mulher à frente do seu tempo, que soube levar a vida entre descobertas, desafios e boas risadas. Pagou o preço por ousar querer ser Martha num tempo em que lhe exigiam ser somente bela, recatada e do lar, mas achou que valia a pena passar pela vida contado histórias e fazendo das suas, como a menina travessa que sempre foi.”

O jornalista e secretário de Comunicação de Mato Grosso, Kleber Lima nos conta que conheceu Martha Arruda quando começou a trabalhar neste Diário de Cuiabá, na década de 1990. “Na época ela era um dos redatores do Quebra – Torto, juntamente com Enock Cavalcanti e António de Pádua, que já nos deixou também. Me lembro da sua irreverência e dos textos curtos e cortantes. Mordaz, inteligente. Isso já fazia falta ao jornalismo de hoje. Receio que este estilo de jornalismo criativo e provocativo, porém consistente e respeitoso com a verdade, se vá com ela. Nesse sentido, Marta deixa uma lacuna de difícil preenchimento. Ao legado dela, bem como do Pádua, meu mais efusivo respeito”, disse Kleber Lima.

O jornalista Mauro Camargo diz que “Martha foi Uma voz Importante da cuiabania, da cultura e do Jornalismo mato-grossense. Sempre honrou o nome de sua família e os valores da terra. Mas ela foi, principalmente, uma boa amiga. Dessas que a gente carrega pra sempre no Coração”.

O escritor e poeta Eduardo Mahon, afirma que “Martha foi daquelas jornalistas que não ficava por trás da notícia. Ela colocava a própria alma no que fazia. Um jornalismo protagonista, opinativo, cada dia mais raro. Incomodava muita gente com denúncias e não se adaptava facilmente. Mas compensava pela figura doce e receptiva. Acima de tudo, era apaixonada por Cuiabá e sabia que a recíproca era verdadeira”.

Martha Arruda faleceu, aos 78 anos, na madrugada desta terça, 18, no Rio de Janeiro (RJ), onde morava há mais de 10 anos, no bairro de Copacabana. Ela era professora aposentada da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), trabalhou durante anos no jornal Diário de Cuiabá, em diversas funções, e dentre outras atividades no jornalismo editou a revista Gente que Acontece. Além do artista plástico João Pedro de Arruda, deixa outros três irmãos, Nilo, Deli e Luiz Mário Arruda, além de uma filha, netos e bisnetos que moram em Florianópolis (SC).

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Agora estamos sem Celso de Castro Barbosa, um jornalista amigo

A foto é péssima, mas é o que restou

Celso de Castro Barbosa, 61 anos, carioca,  morreu nesta sexta-feira, 30, vítima de complicações do diabetes.

Ele estava como vice-presidente da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas do Rio;  trabalhou no “Jornal do Brasil”, “G1” e “TV Globo” e foi editor do “DIA” entre 2014 e 2015.

Também foi secretário adjunto de jornalismo da Secom-MT, durante o governo Silval Barbosa, na gestão de Carlos Rayel, quando nos conhecemos.

Por sermos botafoguenses, apesar de algumas diferenças, tornamos bons amigos.

Fiquei sabendo de seu desencarne no perfil no Facebook da amiga comum Dani Cunha, que escreveu: “Fui pega de surpresa com a notícia do falecimento do Celso De Castro Barbosa nesta sexta-feira. Nos últimos meses estávamos afastados, mas o período que ele esteve em Cuiabá, trabalhei diretamente com ele e criamos laços de amizade e aprendizados que com certeza levarei pra sempre. Apaixonado pelo jornalismo, pelo Botafogo, pelo samba, Elis e amante da boemia, Celso vai deixar saudades. Ele era 8 ou 80. Não tinha meio termo. Sempre intenso em todas as suas atitudes e defesa de ideias, dávamos boas gargalhadas de casos da vida que contávamos um para o outro. Vá em paz, Celso e que Deus lhe receba em seus braços”.

Foto, que ilustra, foi tirada num final de tarde, com um Motorola de 3 pixel, a caminho de Cáceres.

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Agora estamos sem Cauby Peixoto: o cantor morre aos 85 anos

Por Ana Lúcia Caldas
Um dos maiores cantores da música brasileira, Cauby Peixoto morreu na noite desse domingo (15), aos 85 anos, em São Paulo. Ele estava internado desde o dia 9 de maio no Hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo. Segundo o fã clube do artista, ele morreu por volta da meia-noite de ontem. O hospital informou que o cantor teve um quadro de pneumonia.

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Governo e lideranças políticas lamentam perda de Nico Baracat, filho de Várzea Grande

“A perda não foi apenas para o Governo, mas para Mato Grosso e Várzea Grande, em especial”, essa é a síntese do sentimento de todos que estiveram no velório de Nico Baracat, filho de uma das famílias várzea-grandenses mais tradicionais. Sentimento esse, de condolências, apresentado aos familiares e amigos mais próximos, inconsoláveis com trágico passamento de Nico Baracat, em um acidente, que vitimou também dois colaboradores da Secretaria de Estado de Cidades (Secid), Juvelino Garcia de Carvalho e Aparecido Reginaldo Rodrigues. O velório acontece no Salão de Conferência da Igreja Nossa Senhora do Carmo, no centro de Várzea Grande.

O governador Silval Barbosa e a primeira-dama e secretária de Trabalho e Assistência Social (Setas), Roseli Barbosa, participaram aos familiares presentes, os sentimentos de consternação pelo acontecido. O governador fez questão de ressaltar que não estava perdendo apenas um colaborador, mas perde também um amigo leal, um companheiro e “um servidor exemplar, que estava no auge de sua carreira, que gostava do que estava fazendo e demonstrava essa satisfação. O Estado perde e estamos consternados, tristes, com essa tragédia, e infelizmente perdemos três grandes amigos”, declarou Silval Barbosa.

O secretário Chefe da Casa Civil, José Lacerda, disse que “Nico Baracat foi um filho exemplar, um bom pai de família e um perfeito companheiro que construiu grandes amizades. Posso afirmar que nossas famílias, Baracat e Lacerda, sempre tiveram bom relacionamento”.

José Lacerda fez questão também de lembrar a trajetória política de Nico Baracat, com quem atuou no parlamento mato-grossense, onde se revelou um parlamentar exemplar. “Hoje, como secretário de Estado, Nico vinha prestando um grande serviço. Mato Grosso perde um grande servidor. Neste instante quero pedir a Deus ilumine a alma de Nico Baracat, assim como a de todos os seus familiares, para suportar a dor deste momento”, disse o secretário.

O deputado Carlos Bezerra falou que Nico é um cidadão completo, em toda sua plenitude da cidadania, e um militante político de escol. “Muita gente pensa que só eu dirijo o partido. Ele – o PMDB – tem um núcleo que pensa pelo partido e hoje esse núcleo perde uma de suas melhores cabeças”.

O ex-secretário extraordinário de Estado de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo, declarou que “Nico Baracat, além da relação de colega de trabalho que mantivemos no governo, quando demonstrou ser um companheiro correto e leal, abraçou a causa do Aeroporto Marechal Rondon”. Segundo Vuolo, a perda é muito grande. “Perde-se o militante dedicado, o pai de família e Mato Grosso e Várzea Grande perdem um grande colaborador que tinha muito com que contribuir”.

Para o senador Jaime Campos, Nico Baracat é um exemplo de homem público. “Várzea Grande está consternada com a perda. Que Deus dê uma boa habitação, condizente com sua vida pública”. Jaime Campos ressaltou que mesmo em lados opostos, Nico Baracat sempre se portou como uma adversário leal, um político que sempre atuou de forma respeitosa e jamais envolveu o lado pessoal.

O secretário de Estado de Transportes e Pavimentação Urbana, Arnaldo Alves, afirmou que tinha Nico como amigo e, como secretário, teve oportunidade de o conhecer melhor e de atuar juntos. “Ele, sempre tratou todos de forma cordial, educada e sempre estava pronto para o trabalho”.

O ex-desembargador Branco de Barros, disse que estava triste e chorou pela perda desse filho de Várzea Grande. Ele lembrou que sempre recebeu da relação com Nico, muito carinho. A filha de Branco de Barros, Cassira Vuolo, disse que não se lembra de ter visto Nico triste. “Convivi com ele desde criança. Este é um momento muito triste, que nos faz pensar na vida. Estou de luto pois perdi um grande amigo”.

O deputado federal Júlio Campos lembrou que conhece Nico desde “guri”, filho de Emanuel Benedito de Arruda, popular “Caboclo”, vereador da cidade, quando ele, Júlio, era prefeito de Várzea Grande. “Mato Grosso perde um grande líder, uma figura política de caráter e com uma prestação de serviços ao povo de Várzea Grande”, disse.

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Agora estamos sem Nico Baracat, secretário de Cidades de Mato Grosso e velho militante do PMDB

Morre vítima de um acidente, aos 51 anos (completados no último dia 10), Nico Baracat, secretário de Estado de Cidades de Mato Grosso, filho de uma das famílias mais tradicionais de Várzea Grande.

O acidente, no qual vitimou também Aparecido Reginaldo Rodrigues e Juvelino Carvalho Garcia, aconteceu na tarde deste sábado (16), na BR-163, a 40 quilômetros da cidade de Nova Mutum, próximo a uma comunidade conhecida como “Abacaxi”.

O secretário e o adjunto estavam cumprindo agenda em Lucas do Rio Verde e o acidente aconteceu quando retornava à Cuiabá.

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Agora estamos sem João Marinho

Nosso amigo e colega, João Marinho faleceu nesta terça-feira, 24, de infarto.

João Marinho foi um dos primeiros apresentadores do telejornalismo mato-grossense, na TVCA, nos anos 70,  ex-secretário de Comunicação Social do Poder Legislativo de Mato Grosso e da prefeitura de Cuiabá entre os anos de 1978 e 1982, e ex-presidente do Sindicato dos Jornalista de Mato Grosso.

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Agora estamos sem Ademilde Fonseca, a Rainha do Choro, morta aos 91 anos

Thais Leitão

Morreu no fim da noite de ontem (27), aos 91 anos, a cantora Ademilde Fonseca. Conhecida como a Rainha do Choro, ela trabalhou por mais de uma década nas rádios Nacional e Tupi.

Ademilde Fonseca sofreu um mal súbito em sua casa, em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro. O enterro será hoje (28), no Cemitério São João Batista, em Botafogo, também na zona sul. O horário ainda não foi definido.

Ela deixa uma filha, a também cantora Eimar Fonseca, três netas e quatro bisnetos.

viaMorre aos 91 anos a cantora Ademilde Fonseca, a Rainha do Choro | Agência Brasil.

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Agora estamos sem Millôr Fernandes, morto no Rio de Janeiro, aos 88 anos

Paulo Virgílio e Renata Giraldi

Rio de Janeiro e Brasília – Depois de várias internações, o humorista e escritor Millôr Fernandes, de 88 anos, morreu ontem (27/03) à noite em casa, em Ipanema, na zona sul do Rio, de falência múltipla dos órgãos e parada cardíaca. Millôr era também desenhista, dramaturgo, jornalista, e tradutor.

Nascido no bairro do Méier, na zona norte do Rio, o escritor gostava de contar que o sonho de sua mãe, de ter um filho chamado Milton, foi transformado por um erro do tabelião, no cartório, quando o pai foi registrá-lo. Em vez de Milton Viola Fernandes, ele foi foi registrado como Millôr.

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Agora estamos sem Chico Anysio: Brasil perde um de seus maiores humoristas

Cristiane Ribeiro e Carolina Pimentel

O humorista Chico Anysio, de 80 anos, morreu nesta sexta-feira (23/03). Ele estava internado no hospital Samaritano, em Botafogo, zona sul da capital fluminense, desde o dia 22 de dezembro do ano passado, quando teve uma hemorragia digestiva. Segundo a assessoria de imprensa hospital, Chico Anysio teve duas paradas cardíacas.

Ontem (22), os médicos chegaram a submeter o paciente a um processo cirúrgico para uma drenagem na pleura, a membrana do pulmão, já que ele sofria de um enfizema pulmonar provocado pelo uso excessivo de cigarros. Chico Anysio estava na unidade de tratamento intensivo e respirava com a ajuda de aparelhos.

Os problemas de saúde do humorista começaram em agosto de 2010, quando foi internado para retirada de parte do intestino por causa de uma hemorragia e foi diagnosticado com pneumonia. Desde então, foram diversas internações.

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Agora estamos sem Auro Ida

A notícia da inesperada morte do jornalista e amigo Auro Ida, de forma tão estúpida, me chocou profundamente.

Dias atrás desta semana, no final da tarde, ao sair da Secom, fomos jogando conversa fora até o Shopping Pantanal – eu para pegar o ônibus e ele para encontrar o seu novo amor…

Costumo dizer que a morte é inevitável e penso nela todos os dias, até como forma de me preparar para essa passagem.

Espero também que todos os meus – próximos e amigos – morram de ‘velhice’, jamais de forma inesperada – como acidentes de carros e menos ainda que sejam vítimas da violência injustificável… Mais injustificável ainda pelo espírito cordial de Auro Ida.

Fui companheiro de redação de Auro Ida no jornal “A Gazeta” e depois trabalhei sob suas ordens, quando foi secretário de Comunicação, na gestão do prefeito Roberto França.

Neste momento externo o meu profundo sentimento de amizade e carinho pelo amigo que parte: elevo minhas preces ao Divino Mestre para que o acolha e, ao mesmo tempo, proporcionar a nós-outros o conforto de sua Luz.

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Agora estamos sem Clóvis Roberto

O jornalista e radialista Clóvis Roberto faleceu nesta quarta-feira, 3, no Hospital São Mateus, em Cuiabá, onde estava internado para tratamento de um câncer.

No período em que trabalhei no Jornal Gazeta, principalmente depois da inauguração do TV, sempre tive um relacionamento cordial com Clóvis Roberto, pois esse era o seu perfil. Algumas vezes, quando tive que falar ao rádio meu auxiliou, fazendo-me crer até que desempenhei bem o papel de rádio-repórter.

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Artista plástica Osvaldina dos Santos morre aos 79 anos

Mato Grosso, nesta data, 26 de agosto, perde uma de suas mais significativas artistas plásticas: Osvaldina dos Santos, aos 79 anos, entre os quais mais de 40 dedicados à pintura.

Osvaldina do Santos, podemos dizer, faz parte da mesma ‘escola’ que a poetisa goiana Cora Coralina, aquela que revela o talento, o dom artístico, o presente de Deus, já na idade madura. Osvaldina dos Santos, nascida em 1931, exerceu o magistério dos 19 aos 46 anos, e quando já estava se aposentando como professora primária descobriu as artes plásticas. Uma idade já bem avançada para adestrar as mãos para a pintura. Mesmo assim, Osvaldina dos Santos, foi reconhecida como uma artista plástica.

Na década de 70, Osvaldina dos Santos começa a frequentar o Ateliê da Fundação Cultural de Mato Grosso, na época sob a supervisão da artista Dalva de Barros. “Uma artista popular, começou pintando em casa, mas que tinha muita criatividade”, disse Dalva de Barros, que foi decisiva para o desenvolvimento da técnica de Osvaldina dos Santos.

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