Atenção devedores com nome no SPC e Serasa: Haddad diz estar aberto a incorporar propostas de Ciro

Por Camila Maciel , da Agência Brasil | O candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad (PT), disse nesta terça, 9, em São Paulo, que está aberto a incorporar propostas de Ciro Gomes (PDT), terceiro lugar no primeiro turno, em seu programa de governo. Ele falou sobre o assunto após participar de reunião com governadores da Região Nordeste em um hotel na zona sul paulistana em que discutiu estratégias e propostas para a campanha.

“Eu conversei com o Roberto Mangabeira Unger [representante de Ciro] e disse a ele que estaria aberto a incorporar propostas que fossem compatíveis com os princípios [do PT]. E não há incompatibilidade entre os programas”, disse o candidato. Haddad destacou ainda que as diretrizes dos programas são similares, entre elas: soberania nacional, soberania popular, direitos trabalhistas e direitos sociais. “Enfim, os dois programas estão muito afinados”, acrescentou.

Entre os governadores eleitos ou reeleitos presentes estavam Wellington Dias, governador do Piauí; Camilo Santana, governador do Ceará; Rui Costa, governador da Bahia; Flávio Dino, governador do Maranhão. Gleisi Hoffmann, presidenta do PT, e Jaques Wagner, senador eleito pelo PT na Bahia também participou. Wagner passou a integrar a coordenação da campanha. Amanhã (10), segundo Haddad, o PT irá se reunir com governadores do PSB, partido que oficializou hoje (8) apoio ao petista.

Segundo Haddad, durante a reunião com os governadores, foram discutidas propostas “sensíveis ao Nordeste”, como a questão da segurança pública e da saúde. “A Polícia Federal vai passar a atuar no próximo governo contra o crime organizado nacionalmente. A ideia é que nós avancemos no programa que foi apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral [TSE] com a ideia de que parte grande do crime hoje tem organizações nacionais”, apontou. No tema da saúde, ele disse que vai criar policlínicas para oferta de serviços de especialidade e cirurgias eletivas.

“Aceno ao mercado”

Questionado sobre um possível aceno ao mercado, Haddad disse que a profissão de professor lhe rendeu a capacidade de rever posições. “Um professor que não seja curioso e nem generoso está na profissão errada. E essa característica me faz todo tempo rever posições, aprender com debate”, declarou.

Ele acrescentou que o partido vem, inclusive, reformulando o plano de governo, como fizeram no tema de uma nova Constituinte. “Deixamos claro que faremos a reforma da Constituição por emenda constitucional. Não tenho nenhum problema com isso. Isso é uma maneira de dizer para a sociedade que nós estamos aqui para aperfeiçoar o nosso programa”, apontou.

Já Jaques Wagner, por sua vez, foi mais duro sobre possíveis declarações do candidato para acalmar o mercado financeiro. “Nós não podemos interferir. Se o mercado escolheu o [Jair] Bolsonaro [do PSL] como o seu candidato, nós queremos que o Haddad seja o candidato do povo brasileiro”, afirmou, acrescentando que é legítimo o mercado dizer quem quer como presidente, mas que “vai ter que conviver com quem for eleito”.

Gratidão

Em entrevista à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul, Haddad descartou hoje a possibilidade de se afastar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril em Curitiba. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse que Lula pediu que Haddad se dedique mais à campanha e deixe de visitá-lo. Porém, ele avisou que: “Não cospe no prato que come”.

Para o candidato, o ex-presidente é uma referência para todos. “Lula é um grande líder e foi o melhor presidente que o país já teve. O Brasil teve bons presidentes, mas ele foi o melhor. Nessa condição, ele pode contribuir muito.”

Ao ser questionado se manterá atenção aos conselhos de Lula, ele reiterou sua lealdade ao ex-presidente.

“Eu não cuspo no prato que eu comi e jamais farei isso”, afirmou o candidato. “Outra coisa é que eu não compartilho com injustiça mesmo que eu fique sozinho. Se eu ficar sozinho defendendo uma posição justa, eu prefiro do que ficar com 100% defendendo uma posição injusta. Eu só cheguei ao segundo turno por defender o projeto que Lula representa.”

Para Haddad, a sociedade como um todo tem uma cota de responsabilidade sobre a democracia e a liberdade. Segundo ele, tem três semanas para defender o projeto que ele acredita: do bem-estar do Estado, preservando os direitos e buscando melhor qualidade de vida. “Estou muito disposto a brigar pela vitória.”

Fonte: Haddad diz estar aberto a incorporar propostas de Ciro | Agência Brasil

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Catorze partidos perdem direito ao Fundo Partidário e ao horário gratuito

Sem cumprir a cláusula de barreira, 14 partidos perdem acesso ao horário eleitoral gratuito – Arquivo Agencia Brasil

Por Luiza Damé, da Agência Brasil | Dos 35 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 14 não atingiram a chamada cláusula de desempenho e vão perder, a partir do próximo ano, o direito de receber recursos do Fundo Partidário e participar do horário gratuito de rádio e televisão. Dessas siglas, nove elegeram deputados federais, mas não conseguiram atingir o mínimo de votos ou de eleitos para a Câmara, em todo o território nacional, como é exigido pela Constituição.

Foram atingidos pela cláusula de desempenho: PCdoB, Rede, Patri, PHS, DC, PCB, PCO, PMB, PMN, PPL, PRP, PRTB, PSTU e PTC. O dispositivo atingiu os partidos da candidata a vice-presidente na chapa de Fernando Haddad, Manuela d’Ávila (PCdoB), e do candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, General Mourão (PRTB). Neste ano, o Fundo Partidário chegou a R$ 888,7 milhões. Em ano eleitoral, há ainda o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, que em 2018 foi de R$ R$ 1,7 bilhão.

A cláusula de desempenho toma por base a votação para a Câmara. São duas regras: perderão o acesso ao fundo e ao horário partidário, entre 2019 e 2023, as legendas que não conseguiram, nestas eleições, uma bancada de pelo menos nove deputados federais em nove unidades da federação ou pelo menos 1,5% dos votos válidos distribuídos em um terço das unidades da federação, com no mínimo 1% em cada uma delas.

Para o analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a cláusula de desempenho tem aspectos positivos e negativos. “De um lado, evita os chamados partidos de aluguel que, sem chances de eleger ninguém, vendiam o espaço no horário gratuito. De outro, prejudica partidos tradicionais e ideológicos, como o PCdoB, que perdem o horário gratuito para divulgar sua doutrina e os recursos para fazer campanha”, disse.

Eleitos

Neste pleito, 31 deputados foram eleitos por partidos que não atingiram a cláusula de desempenho. O PCdoB elegeu nove deputados em sete estados – dois na Bahia, dois no Maranhão, uma no Acre, uma no Amapá, uma no Rio de Janeiro, um em Pernambuco e um em São Paulo. Não chegou, portanto, ao mínimo de nove unidades da federação. O PHS elegeu seis; o Patri, cinco; o PRP, quatro; o PMN, três; o PTC, dois; o PPL, a DC e a Rede elegeram um cada.

Esses deputados podem mudar de partido a qualquer momento sem risco de perder o mandato. Porém, a cláusula de desempenho não prejudica o funcionamento dos partidos na Câmara, que mantêm o direito de encaminhar as votações, informando a posição das bancadas, e de ter liderança ou representação. A tendência, segundo Queiroz, é que os parlamentares busquem outras legendas para garantir maior visibilidade política, reduzindo o número de partidos na Câmara.

A cláusula de desempenho vai aumentar progressivamente até 2030, quando os partidos terão de conquistar 3% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em um terço das unidades da federação, com no mínimo 2% em cada uma delas, ou eleger no mínimo 15 deputados federais em nove unidades da federação.

No próximo pleito, em 2022, por exemplo, os partidos precisam atingir 2% dos votos válidos para a Câmara, em nove unidades da federação, com um mínimo de 1% em cada uma delas, ou eleger 11 deputados federais em nove unidades da federação.

Edição: Nádia Franco

Source: Partidos perdem direito ao Fundo Partidário e ao horário gratuito

><>A cláusula de barreira é uma das formas para reduzir o grande, enorme número de partidos no Brasil. Aos poucos a política partidária será depurada.

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Entre aspas: Lula retira pedido de liberdade para evitar manobra jurídica para barrar sua candidatura

Da Assessoria | Em coletiva após encontro com o ex-presidente Lula em Curitiba nessa segunda (6/8), a senadora e presidenta do PT Gleisi Hoffmann anunciou que Lula decidiu retirar a medida cautelar em que requeria sua liberdade, reafirmando seu compromisso com o país e privilegiando mais uma vez sua dignidade à sua liberdade. A retirada da medida cautelar visa impedir qualquer tipo de manobra judiciária que  pudesse tornar Lula inelegível: o ex-presidente abre mão temporariamente de sua liberdade em nome de seu direito de ser candidato.

“Lula tem compromisso com o Brasil, por isso é candidato, e vai até as últimas consequências”, afirmou a senadora. Gleisi ressaltou que Lula está “esperando Moro apresentar  as provas contra ele, até dia 15”, e mandou um recado: “Não estaremos ao lado da rede globo e do mercado financeiro. Nosso lado é o povo”.  Segundo Hoffmann, Lula disse “receber com satisfação a coligação (PT/PCdoB e PRos), estar animado e continuar candidatíssimo”.

Fernando Haddad, porta-voz de Lula e candidato à vice-presidência na coligação,  reafirmou que a candidatura de Lula será registrada dia 15/08 junto ao STF. Ele lembrou  que , mesmo que sub judice, a candidatura de Lula tem os mesmo direitos que qualquer outra. Portanto, ele tem direito a participar de debates e conceder entrevistas:  “A candidatura de Lula está definida pelo PT. Nosso pedido é que Lula vá ao debate. Se isso não for possível, que isso possa indicar um representante.”. Haddad reiterou que serão utilizados todos os recursos cabíveis para garantir a participação de Lula nessa eleição. Sobre a retirada da medida cautelar, ele afirmou:  “é um pedido de liberdade. Só que a impressão que causou pelas declarações é de que ia ser usado esse expediente para julgar a elegibilidade, o que não constava no pedido. Então para não correr risco, e o Lula sempre deixou claro que não trocaria a dignidade pela liberdade, ele está retirando esse pedido hoje”.

Na próxima quinta,  9/8, Manuela D’Ávila e Fernando Haddad visitarão o ex-presidente em Curitba.  Haddad  será o vice e  porta-voz de Lula até o trâmite final da homologação da candidatura Lula na Justiça Eleitoral. Concluída essa etapa, a ex-deputada Manuela D1Ávila assumirá a posição de vice na chapa.

Acesse aqui a petição: Esclarecimentos – Desistência – Assinado

Source: Lula retira pedido de liberdade para evitar manobra jurídica para barrar sua candidatura – Lula

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Entre Aspas: O surpreendente depoimento do ex-governador Silval Barbosa no qual relata as ‘exigências’ dos membros do TCE/MT para deixar as obras da Copa 2014 serem executadas

><> | Os conselheiros Antônio Joaquim, Valter Albano, José Carlos Novelli, Waldir Teis e Sérgio Ricardo, por conta da denuncia de SB estão afastados pelo STF.

O que nos surpreende, na lista de acusados de extorsão, é a inclusão do nome de Valter Albano, ex-secretário de Educação de Administração, de Educação e Fazenda (governos Dante de Oliveira), período no qual entrevistei diversas vezes e teve como assessora de imprensa a jornalista Dora Lemes, que nos dava a convicção de que ela não estava assessorando um corrupto.

Valter Albano diz NÃO. Silval Barbosa não pode mentir em sua delação. Deixo, portanto, minhas barbas de molho.

Eis a matéria assinada pelo jornalista Pablo Rodrigo, repórter do GD. Abre aspas:

Silval diz que relatórios do TCE na Copa foram usados para chantagem

O ex-governador Silval Barbosa voltou a denunciar os 5 conselheiros afastados do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de extorsão. Durante depoimento à Justiça Federal, o ex-gestor disse que a maioria dos relatórios das obras da Copa produzidos pela Corte de Contas tinha cunho de pressioná-lo para ceder a supostas chantagens.

“Só eu sei o que passei de chantagem, de extorsão, pra realizar essas obras da Copa aqui e todas. Esses 5 conselheiros me extorquiram enquanto eu não fiz um acordo pra eles deixarem eu tocar todos os programas”, disse Silval durante seu depoimento.

“E quando eu atrasei chegaram a suspender obr- veja vídeoas do MT Integrado. Está em minha colaboração. Então era uma coisa horrível, podre. Por isso hoje eu me sinto confortável em estar colaborando com a Justiça para ver se isso acaba”.

O ex-governador também explicou que só cedeu às pressões dos conselheiros por conta do acordo que o Estado tinha com a Fifa para receber os 4 jogos da Copa do Mundo de 2014. “Numa gestão normal, se você vir pressionar hoje aqui vocês conseguem empurrar, dizer não ou não ceder pressões”, afirmou.

Os conselheiros do TCE foram acusados pelo ex-governador Silval Barbosa de terem recebido R$ 53 milhões de propina em troca da autorização da Corte de Contas para o governo dar continuidade nas obras da Copa do Mundo e da aprovação das contas do último ano de governo de Silval Barbosa.

Dentre os conselheiros que foram citados por Silval, estão o ex-deputado Sérgio Ricardo (que já estava afastado do TCE), José Carlos Novelli, Antonio Joaquim, Valter Albano e Waldir Teis.

O afastamento foi terminado pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) na 12ª fase da Operação Ararath, denominada Malebolge, e que foi deflagrada no dia 14 de setembro do ano passado.

Todos os conselheiros afastados negam as acusações.

Veja vídeo:

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Entre aspas: Blairo Maggi, que se tornou ministro após o golpe, será julgado pela Justiça de MT no caso da compra de vagas no TCE-MT, assim decide o STF 

1ª Turma do STF decide que ministros só terão foro para supostos crimes cometidos no cargo – Notícias – Política

Felipe Amorim
Do UOL, em Brasília

A 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta terça-feira (12) que ministros de Estado só poderão ser julgados na própria Corte por supostos crimes cometidos durante o mandato atual e relacionados à gestão. A decisão foi tomada durante julgamento que tirou do STF e mandou para a primeira instância da Justiça do Mato Grosso um inquérito contra o ministro Blairo Maggi (PP). Ele é senador e está licenciado do cargo para chefiar a pasta da Agricultura.

Os ministros Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Marco Aurélio Mello votaram por enviar o inquérito para a primeira instância. Apenas o ministro Alexandre de Moraes foi favorável ao envio para o STJ.

A decisão representa um precedente na restrição do foro, mas por ser tomada em turma, e não no plenário, não está claro se a nova regra deverá ser aplicada automaticamente a todos os casos semelhantes. A 2ª Turma costuma adotar decisões diferentes da 1ª em outros temas processuais, como por exemplo a aplicação da pena de prisão para parlamentares

A PGR (Procuradoria-Geral da República) denunciou Maggi por suspeitas de ter participado de um esquema de compra e venda de vagas no TCE-MT (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso), em 2009, quando ele era governador do Estado. O conselheiro do TCE-MT Sérgio Ricardo de Almeida também foi denunciado pela Procuradoria nesse processo.

Esta é a primeira vez que uma decisão do STF aplica a nova regra do foro privilegiado para um ministro de Estado e para um conselheiro de Tribunal de Contas. Em maio o plenário do Supremo decidiu restringir o alcance do foro para deputados federais e senadores. Com a decisão, só deveriam permanecer julgados no STF crimes cometidos pelos parlamentares durante o mandato e que possuíssem relação com o cargo.

A decisão de maio da Corte não fez referência ao caso de ministros de Estado, também protegidos pelo foro no Supremo, nem a conselheiros de tribunais de contas, que têm foro no STJ. A PGR então pediu, no inquérito contra Blairo Maggi, que a restrição do foro também fosse aplicada a parlamentares licenciados para ocupar o cargo de ministro.

Source: 1ª Turma do STF decide que ministros só terão foro para supostos crimes cometidos no cargo – Notícias – Política

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Entre aspas: Blairo Maggi encerra sua carreira pública pela porta dos fundos, denunciado pela PGR

><>O motivo da nova denuncia é ainda sobre a compra da vaga de conselheiro ocupada pelo ex-deputado Sérgio Ricardo, vaga essa que seria de Éder Moraes, etc. e tal.

O futuro ex-senador, ex-governador reeleito chegou a ser cogitado candidato a presidência da república, porém faltou coragem e tino político, preferiu o mais fácil que foi a eleição a senador e agora melancolicamente a carreira chega ao fim, como ministro de um governo golpista.

Abre aspas:

Ministro Maggi é denunciado no STF 

Além de Blairo Maggi, o conselheiro afastado do TCE Sérgio Ricardo também foi denunciado

ARQUIVO
Maggio denunciado por compra de vaga no TCE

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República ontem, quarta-feira (02), por corrupção ativa, praticada duas vezes. Ele é acusado de ter participado de um esquema de compra de vagas no Tribunal de Contas de Mato Grosso.

Além das condenações previstas no Código Penal para tais crimes, a procuradora Raquel Dodge pede que seja determinada a perda da função pública de Maggi, bem como a reparação do dano patrimonial, no valor de R$ 4 milhões.

Na denúncia, ela ainda solicita o pagamento de indenização por danos morais coletivos, acrescido de juros de mora e correção monetária pelos danos causados à imagem e à credibilidade das instituições públicas.

As negociações em torno da compra de uma cadeira na Corte de Contas teria iniciado no ano de 2009, época em que Maggi respondia pelo Governo do Estado.

Leia mais no Diário de Cuiabá

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Entre aspas: Pedro Taques, assim como Dante, consegue unir os contrários para almoçar; cardápio: eleições 2018

 

><>Olha que não é fácil fazer sentar à mesma mesa PDT, DEM, PSD, PTB, PRB, PHS, PCdoB, PP e PROS. Esses partidos muitos são ideologicamente antagônicos. O Dem, por exemplo, tem como pré candidato à presidência o deputado Rodrigo Maia, que apoia Michel Temer, enquanto o PCdoB tem Manuela, que está ao lado de Lula. No entanto Pedro Taques consegue essa proeza.  Abre aspas para a matéria assinada pela jornalista Kamila Arruda.

Nove partidos se unem para enfrentar Taques

Mauro Mendes e Carlos Fávaro almoçam com partidos que querem enfrentar o governador Pedro Taques em outubro

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

Lideranças de nove partidos se reuniram nesta segunda-feira (09) para debater uma possível aliança nas eleições de 2018. As legendas pretendem construir um projeto para disputar o Governo do Estado contra o governador Pedro Taques (PSDB), que deve buscar a reeleição em outubro.

Participaram da reunião representantes do PDT, DEM, PSD, PTB, PRB, PHS, PCdoB, PP e PROS. O encontro ocorreu no restaurante Taberna Portuguesa durante o almoço. Dentre os presentes no almoço, organizado pelo presidente regional do PDT, deputado estadual Zeca Viana, estavam o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), os deputados federais, Ezequiel Fonseca (PP), Fábio Garcia (DEM) e Adilton Sachetti (PRB), o deputado estadual Mauro Savi (DEM), o ex-senador Júlio Campos, o presidente do Pros, vereador Dilemário Alencar e o suplente de deputado estadual, Adriano Silva (DEM), o ex-senador Osvaldo Sobrinho (PTB) e a ex-reitora da UFMT Maria Lúcia Cavalli Neder (PCdoB).

Após o almoço, os partidos de oposição divulgaram uma nota na qual ficou estabelecido entre os presentes a disposição em construir um projeto de governo alternativo para Mato Grosso. Entre as razões apontam frustração com a gestão do atual governo, e percepção de que o modelo de gestão de Taques não atende e não irá atender aos anseios sociais dos mato-grossenses.

Além disso, ressaltam que nas próximas semanas, as siglas estarão construindo uma agenda de propostas e compromissos para serem debatidos com todos os setores representativos do Estado. Por fim, afirma que estão abertos à ampliação do diálogo com outros partidos e com todos os setores da sociedade.

Leia mais no Diário de Cuiabá

DIVULGAÇÃO

Almoço ontem na Taberna Portuguesa reuniu nove partidos Divulgação

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Entre aspas: Blairo Maggi, aquele que apoiou o golpe de 2016, explica – com outras palavras – que deu ruim pra MT

><>: O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em entrevista ao jornalista Douglas Trielli, do MidiaNews, na qual fala do quadro sucessório, de seu apoio (ou não) ao amigo Mauro Mendes, entre outras análises de momento, faz sem querer uma revelação, que comprova o quanto o golpe parlamentar-judicial-midiático foi ‘ruim’ para Mato Grosso.

Abre aspas:

MidiaNews – Em Mato Grosso, o governador Pedro Taques tem sofrido por conta do cenário econômico, com dificuldade em pagar salário, repassar duodécimo aos Poderes e caixa para fazer investimentos. O senhor acredita que é possível sair dessa crise ainda em 2018?

Blairo Maggi – Eu não tenho os números e não tenho acompanhado de perto. Mas, de uma maneira geral, sempre defendi que Mato Grosso não é um Estado inviabilizado. É um Estado que tem dificuldades momentâneas de caixa em função de receitas e despesas. As despesas cresceram muito nos últimos anos e a arrecadação não diminuiu, mas a crise brasileira, que vivemos desde 2015, fez com que os repasses da União para os Estados diminuíssem muito, porque diminuiu a arrecadação brasileira.

Então, as despesas continuaram crescendo e as receitas diminuíram, embora a receita própria tenha crescido. Esse é um dilema. Creio que é possível arrumar, fazer ajustes, fazer sacrifícios, postergar algumas coisas que se queira fazer. Mas, diferente de outros Estados inviabilizados, Mato Grosso tem viabilidade. É uma questão de ajustes e políticas de curto prazo.

Fecha aspas.

Maggi, claro, jamais reconhecerá o seu apoio (com traços de trairagem) como golpista e que o golpe resultado do vem causando prejuízos aos combalidos cofres da Sefaz/MT.

A conta é simples.

Com o golpe as receitas da União caíram. Por consequência os repasses para os Estados e municípios também.

Maggi, que sabe dos números, pois já também foi governador, informa que a arrecadação direta do estado – apesar da crise – cresceu e o que está pegando é a baixa arrecadação da União.

Por que é que a arrecadação da União está em baixa? Por que o governo federal – ilegítimo – ao invés de incentivar a economia, provoca a recessão, para agravar a crise e justificar as “reformas”, goela abaixo da população como a da previdência.

Lógico, por conta de seu apoio ao golpe, Maggi não pode se dizer contra ou fazer críticas à política econômica do governo do qual participa e ajudou a assumir o poder e diz que “Lá na frente, a história vai reconhecer o presidente Michel Temer como um grande presidente, reformista, que está colocando o Brasil no rumo que precisa. E colocar alguma coisa no rumo não é simplesmente fazer coisas agradáveis”.

A crise, claro, não atinge os ricos, ao contrário. Tanto é que Blairo Maggi está comprando a fazenda Itamarati, do finado Olacyr de Moraes por nada mais, nada menos que R$ 2,2 bilhões, algo em torno de U$ 687,5 mi ao câmbio atual. 

Source: MidiaNews

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Entre aspas: Blairo Maggi que este ano tentará a reeleição terá como cabo eleitoral o golpista Michel Temer

Maggi elogia medidas do governo Temer

Ministro Blairo Maggi diz que Temer tomou medidas ‘satisfatórias’ para a economia do país

Maggi: “Não somos um governo popular, mas não somos golpistas. Herdamos um governo que estava de mal a pior”

RAFAEL COSTA
Da Reportagem

Considerado um dos principais representantes do primeiro escalão do governo federal, o senador licenciado por Mato Grosso e atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi (PP), avalia que o presidente da República Michel Temer (PMDB) tem adotado medidas satisfatórias no sentido de recuperar o crescimento da economia e manter a austeridade das contas públicas.

“Não somos um governo popular, mas não somos golpistas. Herdamos um governo que estava de mal a pior. O que resta ao presidente é tomar as medidas necessárias, não para agradar a massa, mas para, futuramente, ser um presidente reconhecido na história pelas medidas ousadas e energéticas que, mesmo impopulares, precisam ser tomadas para garantir o futuro do país”, disse.

Leia mais: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=511117 

><>Meu Peixe, como sempre, gosta de lembrar: Mato Grosso historicamente não gosta de reeleger senador. A exceção foi Jonas Pinheiro, em 2002, quando o próprio Maggi se elegeu governador, e todas as forças políticas se reuniram num só caldeirão: José Riva, Serys Slhessarenko, Roberto França, Jaime Campos, enfim todos contra Dante de Oliveira.

A marca mishell temer, vamos combinar não é das melhores e como aliado eleitoral não deve somar. Melhor, deve subtrair.

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Entre aspas: Tacla Duran confirma conversa com Carlos Zucolotto, amigo de Moro, e mostrará provas à CPI da JBS

Mônica Bergamo: Tacla Duran apresentará perícia para provar conversa com amigo de Moro

Reprodução
Rodrigo Tacla Duran, ex-advogado da Odebrecht, durante entrevista por Skype a Folha. Foto: Reproducao ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***
Rodrigo Tacla Duran, ex-advogado da Odebrecht, durante entrevista por Skype a Folha

 O advogado Rodrigo Tacla Duran vai apresentar na quinta (30), em depoimento na CPI da JBS, uma perícia feita a pedido dele, na Espanha, em fotos de correspondência que diz ter mantido com o advogado Carlos Zucolotto, do Paraná, pelo Wickr.

BORRACHA
Ele acusa o advogado, que é amigo e padrinho de casamento do juiz Sergio Moro, de intermediar negociações paralelas dele com a força-tarefa da Operação Lava Jato. As mensagens pelo aplicativo, que são destruídas em pouco tempo, comprovariam as tratativas. Duran fotografou os diálogos e diz que apresentará as imagens na CPI.

NUNCA VI
Zucolotto nega ter feito qualquer negociação paralela com a Lava Jato. Diz que nunca conversou com Duran pelo Wickr e que sequer baixou o aplicativo no celular.

PALAVRA DE ACUSADO
Moro não foi acusado por Duran. Mas, quando a história veio a público, defendeu Zucolotto e disse ser “lamentável” que se desse crédito a um “acusado foragido” -Duran, investigado na Lava Jato, hoje vive na Espanha.

><> Só para esclarecer, embora todo mundo já saiba. Wickr, segundo o Wikipédia, “é um aplicativo para Android e iPhone designado para ajudar pessoas no envio de mensagens, incluindo fotos e anexos, que são automaticamente deletados a partir de um certo tempo”.

Como as mensagens se apagam depois de um determinado tempo elas só podem ser registradas fotograficamente como anuncia a jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna na folha de S. Paulo.

Lembrando Tacla Duran seria mais uma vítima da Lava-jato se não tivesse se exilado na Espanha, país do qual tem passaporte também.

Tacla Duran, assim como a ex-contadora de Alberto Youssef, Meire Poza, são exemplos de pontos sem nó na Lava jato. Esses pontos vão pra de baixo do tapete e apenas – daqui alguns anos – serão apenas referência em algum livro de história do direito brasileiro (ou nem isso) .

A Lava Jato, depois que o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) confirmar a condenação de Lula, será devidamente ‘arquivada’, pois terá cumprido seu papel.

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Entre aspas: Wilson Santos será ouvido em processo de improbidade de quando era prefeito de Cuiabá

Em matéria assinada pela jornalista Celly Silva, do Gazeta Digital, ficamos sabendo que o ex-prefeito e atual secretário de Cidades do governador Pedro Taques, Wilson Santos, ficará tete-a-tete com o juiz Luís Aparecido Bortolussi para explicar o superfaturamento na compra de comida de bufffet.

Abre aspas:

Marcada audiência em processo contra Wilson Santos por superfaturamento

Celly Silva, repórter do GD

O juiz Luís Aparecido Bortolussi Júnior, da Vara de Ação Civil Pública e Ação Popular, designou audiência de instrução para o dia 1º de março de 2018, às 14h30, num processo por improbidade administrativa que tramita em desfavor do secretário de Estado de Cidades, Wilson Santos (PSDB), relativo à suspeita de superfaturamento em contrato com um buffet, no ano de 2007, quando ele exercia o cargo de prefeito de Cuiabá.

Conforme decisão publicada no Diário da Justiça, a audiência ocorrerá com o intuito de sanar dúvidas do Ministério Público Estadual (MPE) em relação a um laudo pericial que foi realizado no contrato da Prefeitura de Cuiabá com a Famma Buffet e Eventos Ltda. EPP, objeto da ação.

São apuradas supostas irregularidades e ilicitudes no realinhamento de preços pagos à prestadora de serviços, por meio de aditivo contratual que custou R$ 289.4 mil aos cofres públicos. Dessa forma, o valor do serviço contratado pela Prefeitura teria sido reajustado em índices 10 vezes maior do que a inflação.

Uma perícia foi determinada em agosto do ano passado e foi feita pelo perito Gerson Fanaia Pereira, que deverá ser ouvido em juízo.

A ação de improbidade administrativa com pedido de ressarcimento ao erário teve início em 2010 e tem como réus, além de Wilson Santos, o ex-procurador-geral do Município José Antônio Rosa, Gonçalo Dias de Moura, José Euclides dos Santos Filho, Válidos Augusto Miranda e o buffet Famma. A Prefeitura de Cuiabá também figurava como ré, mas após requerimento da Procuradoria-Geral do Município, passou a figurar como litisconsorte.

Na denúncia, o MPE solicita que os acusados sejam condenados por improbidade administrativa e punidos com a perda de bens adquiridos de forma ilícita e, com isso, façam o ressarcimento ao erário.

Fonte: Gazeta Digital

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Campos Neto é eleito novo presidente do TCE/MT 

Campos Neto, o novo presidente do TCE/MT para o biênio 2018-2019

Da Assessoria | O conselheiro Gonçalo Domingos de Campos Neto foi eleito nesta terça-feira (14.11), por unanimidade, presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso para o biênio 2018-2019. A eleição de Domingos Neto segue as regras do Regimento Interno do TCE-MT referentes ao rodízio de presidentes, que estabelecem que este mandato seria exercido pelo conselheiro mais antigo que ainda não havia ocupado a Presidência da Corte de Contas.

Também foram eleitos durante a sessão ordinária do Tribunal Pleno o vice-presidente interino e o corregedor-geral interino do TCE-MT, respectivamente conselheiros substitutos Luiz Henrique Lima e Isaías Lopes da Cunha.

Com oito anos de atuação como conselheiro do TCE-MT e há dois meses exercendo a Presidência em substituição legal, Domingos Neto disse que pretende manter o ritmo de trabalho, seguindo o Planejamento Estratégico do Tribunal de Contas e fiscalizando as contas públicas com seriedade, honestidade e serenidade. “Com garra, determinação e a união de todos os conselheiros e servidores, vamos fazer um bom trabalho”, destacou.

O presidente ressaltou que pretende manter o bom relacionamento entre Tribunal de Contas e Governo do Estado e que essa relação será baseada em diálogo e parceria nos assuntos técnicos. Quanto ao repasse do duodécimo, que vem registrando atrasos por parte do Poder Executivo, o conselheiro Domingos Neto afirmou que “terá paciência e saberá esperar o melhor momento”.

Domingos Neto se emocionou quando conselheiros citaram o nome de seu pai, o conselheiro aposentado Ary Leite de Campos. O presidente lembrou que o pai teve a oportunidade de presidir a Corte de Contas por três vezes e que esse fato faz com que o compromisso dele aumente. “Isso nos dá a responsabilidade de fazer, se não igual, melhor. Me estimula a ser um servidor público de Mato Grosso”.

O vice-presidente eleito, conselheiro Luiz Henrique Lima, ressaltou a importância da tranquilidade para o momento que o Tribunal de Contas está atravessando, em razão do afastamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de cinco conselheiros. “A sociedade deve saber que as decisões adotadas são tecnicamente sólidas, legalmente seguras e principalmente imparciais e justas”.

Luiz Henrique Lima também reafirmou que não há nenhuma possibilidade de qualquer decisão proferida pelos conselheiros substitutos durante o afastamento dos titulares ser anulada, pois todas têm respaldo constitucional e legal, como já decidido por unanimidade pelo Supremo. “Não há possibilidade de julgamento, singular ou colegiado, proferido por substitutos, ser anulado. Chance zero”, reforçou.

O corregedor-geral interino, conselheiro Isaías Lopes da Cunha, explicou que os trabalhos de correição na Corregedoria estão caminhando normalmente e não sofreram descontinuidade. Disse ainda que, além da função de controle disciplinar, pretende fazer um trabalho preventivo, atuando também no controle ético, estimulando o servidor a exercer o seu papel de servir à sociedade. “Precisamos mudar a cultura do servidor público, mostrar que estamos aqui para servir primeiramente à sociedade, ao Tribunal, com fidelidade, motivação e eficiência, independente do cargo”, observou.

Vice-presidente interino, conselheiro substituto Luiz Henrique Lima

 

Corregedor-geral interino, conselheiro substituto Isaías Lopes da Cunha

Durante a sessão também foram eleitos os conselheiros substitutos vice-presidente interino, Luiz Henrique Lima e o corregedor-geral interino, Isaías Lopes da Cunha

><>A observação que fica, lembra Meu Peixe, é que Campos Neto é o único conselheiro que se salvou depois que o Ministro Fux aceitou a denuncia do ex-governador Silval Barbosa e afastou os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano, Waldir Teis, Antônio Joaquim e Sérgio Ricardo sob a denuncia que os mesmos teriam cobrado a bagatela de R$ 53 milhões para aprovar as contas do MT Integrado.

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Entre aspas: no Brasil, Henrique Meirelles é o foco do vazamento global que revela offshores de autoridades nas ilhas Bermudas, mas o bilionário Blairo Maggi também está entre os relacionados

Série jornalística dos ‘Paradise Papers’ se baseia em vazamento de 1,4 terabytes de dados da firma de offshores Appleby, uma das maiores do mundo divulgado pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) e no Brasil tem a participação do site Poder360, do jornalista Fernando Rodrigues

Segundo o site Poder360,  abre aspas: o ministro da Agricultura aparece relacionado a uma offshore chamada Ammagi & LD Commodities SA. De acordo com os registros da Appleby, o ministro da Agricultura é diretor da offshore, junto com outros familiares.

A empresa tem o mesmo nome de uma empresa registrada no Brasil, da qual a empresa da família Maggi é sócia. Trata-se de uma joint venture entre os Maggi e o grupo multinacional de origem holandesa Louis Dreyfus Company, especializado na produção e comercialização de matérias primas, principalmente grãos.

A joint venture brasileira é a controladora da offshore em Cayman.

Maggi – que já foi governador de Mato Grosso (de 2003 a 2010), é senador licenciado pelo PP, cargo para o qual foi eleito em 2010. A empresa da família chegou a ser a maior produtora mundial de soja, nos anos 1990 e começo dos 2000. Em 2014, a revista Forbes publicou que Blairo Maggi era o segundo político mais rico do país, com uma fortuna estimada em R$ 960 milhões, pela mesma revista.

Segundo o Poder360, a Louis Dreyfus Company e a empresa dos Maggi firmaram uma parceria em 2009 com o objetivo de atuar no mercado de grãos na Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. O objetivo seria a exportação.

Ao Poder360, o ministro negou qualquer tipo de irregularidade. Ele diz não ter recebido pagamentos diretos da empresa nas ilhas Cayman, e sim da empresa em solo brasileiro. Fecha aspas.

Fonte: Novo vazamento global revela offshores de Henrique Meirelles nas ilhas Bermudas

><>Algumas pessoas podem até achar que a vida é assim mesmo, que ricos podem ter contas em paraísos fiscais. Também acho, mas não acho que ministros de estados, como é o caso de Henrique Meirelles e Blairo Maggi,  possam.

Que um desqualificado como Eduardo Cunha tenha, é uma coisa. Mas não podemos aceitar – por mais condescendente que sejamos com o golpe – que um ministro que comanda a nossa economia.

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Senador Wellington Fagundes aparece na nova lista da JBS divulgada pela revista Época

Reprodução da reprodução publicada pela revista

Os vazamentos, ah! os vazamentos, continuam como antes de antes.

A revista das Organizações Globo, dita Época, chega às bancas com uma planilha de pagamento de propina a políticos.

O objetivo da divulgação é desgastar o desgastado (usurpador) Michel Temer, mas também acaba sobrando para o senador mato-grossense Wellington Fagundes, então deputado federal, que teria recebido no dia 05 de setembro de 2014 R$ 300 mil, três dias depois do então vice-presidente receber R$ 1 milhão.

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Vamos ficar na torcida para que esta PEC que veda coligações e cria cláusula de desempenho seja pra valer e o STF não derrube novamente

Por Paulo Victor Chagas | O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira, 3, em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a coligação de partidos para eleições proporcionais e estabelece a cláusula de desempenho, que gradativamente impede a propaganda de rádio e TV e o repasse de dinheiro do fundo partidário a partidos pequenos.

Aprovada na semana passada pela Câmara, a emenda constitucional será promulgada pelo Congresso Nacional nos próximos dias para que possa valer nas eleições de 2018. No caso das coligações partidárias, a proibição valerá a partir de 2020.

Com aprovação unânime, as discussões entre os senadores foram rápidas, já que o projeto é originário do próprio Senado. Na Câmara, após várias semanas de debates, os deputados aprovaram a PEC 282/2016 (convertida no Senado em PEC 33/2017) mas, como a proposta foi alterada, precisou ser votada novamente no Senado. Até o momento, esta é a única proposição sobre a reforma política que valerá para o próximo pleito.

Desempenho – A emenda cria uma cláusula de desempenho para que os partidos só tenham acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão se atingirem um patamar mínimo de candidatos eleitos em todo o país.

A partir de 2030, somente os partidos que obtiverem no mínimo 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço dos estados, terão direito aos recursos do Fundo Partidário. Para ter acesso ao benefício, os partidos também deverão ter elegido pelo menos 15 deputados distribuídos em pelo menos um terço dos estados.

O mesmo critério será adotado para definir o acesso dos partidos à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. A mudança, no entanto, será gradual, começando pelo piso de 1,5% dos votos válidos e nove deputados federais eleitos nas eleições de 2018; chegando a 2% e 11 deputados eleitos, em 2022; a 2,5% e 13 eleitos em 2026, até alcançar o índice permanente de 3% e 15 eleitos em 2030.

Dois turnos – No primeiro turno, a PEC foi aprovada por 62 votos favoráveis e nenhum contrário. Com a quebra de interstício, que previa um intervalo mínimo de sessões para que a proposição fosse analisada novamente, os senadores confirmaram por 58 votos a 0 a aprovação da matéria.

“Nós, hoje, acabamos com essa coisa esdrúxula chamada coligações partidárias proporcionais. Também criamos a cláusula de desempenho, que vai moralizar a vida pública brasileira, diminuindo essa quantidade enorme de partidos”, disse o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Segundo ele, a nova emenda será promulgada até a próxima quinta-feira (5).

Fonte: Senado aprova PEC que veda coligações e cria cláusula de desempenho | Agência Brasil – Últimas notícias do Brasil e do mundo

><>Lembrando a cláusula de desempenho não é inédita. Ela já tinha sido aprovada e em dezembro de 2006, o STF, em decisão unânime, considerou inconstitucional a cláusula de barreiras que havia sido aprovada pelo Congresso Nacional.

Quanto ao fim das coligações era mais que necessária, até mesmo com o implantação da cláusula de desempenho a coligação perde o sentido.

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Entre aspas: Vereadores são cassados porque partido não respeita mulheres e tentar burlar a lei de cotas de gênero 

><>Os vereadores cassados, vamos combinar,  devem estar pasmos com a incapacidade da direção partidária que não conseguiu completar a cota de mulheres na chapa.

Matéria do jornal Diário de Cuiabá assinada pela jornalista Kamila Arruda.

Juiz cassa mais dois vereadores de Cuiabá

Os vereadores Abílio Junior e Sargento Joelson, ambos do PSC, foram cassados ontem pelo juiz Gonçalo Antunes de Barros Neto

 

ARQUIVO
Vereador Abilio Junior teve o mandato cassado por fraude na composição da chapa proporcional do partido

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

Mais dois vereadores por Cuiabá tiveram o mandato cassado pela Justiça Eleitoral. Trata-se de Abílio Junior e Sargento Joelson, ambos do PSC. A decisão foi proferida ontem, segunda-feira (02), pelo juiz Gonçalo Antunes de Barros Neto, da 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá.

A medida ainda atingiu os suplentes da coligação. O fato ainda poderá causar alteração nos quadros da Câmara Municipal. Isto porque, a decisão anula os votos recebidos por todos os candidatos da coligação. Diante disso, será realizado um novo cálculo do coeficiente eleitoral.

A legenda conquistou no ano passado 23.804 mil votos através de 38 candidatos, que serão descartados após a sentença entrar em fase de execução.

Ao cassar o mandato dos parlamentares, o magistrado atendeu a um pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE), que impetrou com uma ação apontando fraude na composição da chapa proporcional do partido.

Conforme a Corte Ministerial, a legenda se utilizou de candidaturas “laranjas” para cumprir a cota de 30% por gênero determinada pela legislação eleitoral.

O órgão se baseou nos depoimentos de Lucia Carolina da Silva Gonçalves, Ângela Maria Dias Moreira e Derli Araújo da Silva. Todas foram candidatas laranja pelo Partido Socialista Cristão (PSC) na eleição do ano passado.

Para embasar a sua decisão, o magistrado, inclusive, cita trechos dos depoimentos. Além da cassação, os suplentes Oséas Machado e José Marcos de Souza ainda ficaram inelegíveis por oito anos, contados a partir de 2016.

Para o magistrado, as candidatas mulheres da coligação “usadas como muletas para apoiar fraudulentamente a candidatura de mais homens”. De acordo com ele, a fraude ainda foi comprovada pelas próprias testemunhas de defesa arroladas pelo partido.

“A defesa dos representados não foi capaz de refutar os escusos fatos relatados pelas três candidatas, nem mesmo por meio da prova testemunhal produzida nestes autos. Pelo contrário, as provas dos autos são incisivas em demonstrar que o real interesse destes recrutamentos era alcançar o percentual mínimo exigido por lei, mesmo que isso significasse criar uma candidatura fictícia”, afirmou.

Gonçalo Antunes remeteu cópia do processo ao Ministério Público Estadual (MPE) para possíveis providências no campo disciplinar, de improbidade administrativa ou criminal e à Justiça Eleitoral, “para expedição de novos diplomas aos eleitos e primeiros suplentes”.

Pelo mesmo motivo, os vereadores Marcrean dos Santos (PRTB) e Elizeu Francisco do Nascimento (PSDC) também tiveram os mandatos cassados pela Justiça Eleitoral.

Todos os parlamentares, entretanto, permanecem no cargo. Isto porque, eles podem recorrer da decisão no exercício do mandato. Eles só deixam o posto se a decisão for ratificada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

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Não convidem para a mesma mesa Marco Aurélio e Gilmar Mendes, agora é definitivo

Se duelasse com Gilmar, Marco Aurélio diz que escolheria ‘uma arma de fogo’

247 | Em entrevista à Rádio Guaíba, de Porto Alegre, nesta quarta-feira 6, Marco Aurélio disse haver uma ‘inimizade capital’ entre ele e Gilmar. “Em relação a mim ele passou de todos os limites inimagináveis. Caso estivéssemos no século XVIII, o embate acabaria em duelo e eu escolheria uma arma de fogo, não uma arma branca”, disparou.

O ministro não comentou a declaração de Gilmar classificando o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de “delinquente” por conta da revisão do processo de delação premiada de executivos da JBS. “Não me pronuncio, não sou censor do ministro Gilmar Mendes”, disse.

Marco Aurélio traçou um paralelo entre o caso envolvendo a mala de R$ 500 mil do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) com os R$ 51 milhões achados no apartamento do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). “É uma malinha de mão, sem dúvida. É algo inimaginável.”

Fonte: Se duelasse com Gilmar, Marco Aurélio diz que escolheria ‘uma arma de fogo’

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Entre aspas: Tá mais que explicado porque o bilionário, mega produtor e ministro do governo golpista, Blairo Maggi defende com unhas e dentes mishell temer

O novo banqueiro

Investigado por lavagem de dinheiro e corrupção, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, ganhou do governo Temer autorização para operar um banco comercial

Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, no lançamento do Plano Safra

Ministro Blairo Maggi Foto: Beto Barata/Presidência da República

Por José Casado | Ministro da Agricultura, Blairo Maggi acaba de ingressar no restrito clube dos donos de casas bancárias. Ele ganhou do governo Michel Temer autorização para operar um banco comercial em Cuiabá, sede das empresas agrícolas, de navegação e de energia que renderam à sua família um patrimônio de R$ 14 bilhões, equivalente a 25% do Produto Interno Bruto de Mato Grosso.

Natural para um bilionário. Exceto pelo fato de que o novo banqueiro está sendo investigado por lavagem de dinheiro e corrupção em negócios públicos, usando bancos privados como Daycoval, BicBanco, BMG e Rural (em liquidação).

Na quinta-feira 10 de agosto, o Banco Central permitiu-lhe a abertura do Banco Amaggi S.A. Isso aconteceu 72 horas depois de Maggi ter se mobilizado no Supremo Tribunal Federal por informações sobre inquéritos nos quais é personagem. Tropeçou no segredo de justiça, só levantado na última terça-feira, 22.

Ele é retratado nos autos como líder de um “ecossistema delitivo” no Mato Grosso durante década e meia. Foram pagos quase R$ 1 bilhão em subornos no Executivo, Legislativo e no Tribunal de Contas durante seu governo (2003 a 2010), de Silval Barbosa (2010 a 2014) e de Pedro Taques (desde 2015).

Documentos, gravações e 150 confissões mostram um histórico de corrupção em contratos de obras — muitas inacabadas; no socorro a vítimas de enchentes; na saúde e até na distribuição de óculos a pobres. A propina fluía em dinheiro vivo; créditos falsificados; incentivos; promissórias, e até em barras de ouro.

Pagava-se pela “governabilidade, alimentando o ‘sistema’ montado na gestão Blairo e herdado dele, com seu conhecimento e atuação ativa” — contou Silval Barbosa, ex-governador.

Maggi ganhou um mandato de senador, do qual se licenciou para ser ministro. Integra o partido Progressista, antigo PP, recordista em investigados por corrupção (32) na Lava-Jato. Um deles, o senador piauiense Ciro Nogueira, leva o nome do ministro-banqueiro no bolso como moeda para a disputa presidencial de 2018.

Maggi, 61 anos, é um empresário que aprendeu a vestir o figurino do político sem culpa.

Em 2004 governava Mato Grosso quando ocorreu desmatamento recorde da Floresta Amazônica. “Um aumento de 40% no desmatamento não significa nada” — disse ao jornal “The New York Times”, acrescentando: “Não sinto a menor culpa sobre o que fazemos aqui.” Acabou premiado com a Motosserra de Ouro, do Greenpeace.

Sábado passado, em Esteio (RS), o ex-governador explicou como via a corrupção em Mato Grosso: “Quando me elegi, algumas lideranças da Assembleia me procuraram. O governo anterior fazia repasses para que pudessem ter uma complementação de salário ou coisa parecida (…) Disse a eles que colocassem tudo que tinham necessidade dentro do seu orçamento, que o governo passaria para o orçamento do Legislativo, que eles que administram: ‘Façam como querem, do jeito que querem, e da maneira que podem fazer.’”

Simples assim, como o sorriso quase ingênuo do ministro, banqueiro noviço, olhos apertados no rosto arredondado, papada distendida sobre o colarinho azul imaculado.

Fonte: O novo banqueiro

Responda a nossa enquete:

 

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Quem é afinal Blairo Maggi? Responda à nossa enquete

Blairo Maggi e Lula em Cuba

 

mishell temer e Blairo Maggi em Mato Grosso

Em fevereiro de 2014 o atual ministro da Agricultura, senador licenciado e ex-governador de Mato Grosso e agora investigado na Lava-jato Pantaneira (como está sendo chamada a delação monstruosa de Silval Barbosa), Blairo Maggi a convite do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou a fazenda da empresa agrícola militar Cubasoy, em Ciégo de Ávila, para conhecer a produção de soja e feijão de Cuba. O primeiro registro fotográfico mostra um senador sorridente apertando a mão do ex-presidente. Será que é a mesma felicidade que demonstra ao lado do presidente golpista mishell temer em meio a uma plantação de algodão?
Por favor opine respondendo a nossa enquete:

 

 

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Até agora, o super blindado Blairo Maggi cai nas garras do Ministério Público e vira réu acusado de chefiar a quadrilha de Mato Grosso

><>O ministro da Agricultura do governo golpista mishell temer, senador licenciado e ex-governador Blairo Maggi agora oficialmente investigado.

Como foi para Maggi chegar a essa condição?

Recapitulando. Em sua premiada delação, o ex-governador Silval Barbosa narrou em detalhes como foi a mudança do depoimento de Eder Moraes para inocentar o ministro do governo golpista, Maggi.

Na primeira delação Eder Moraes, ex-secretário de Fazenda, ex-Casa Civil e ex-Secopa, disse aos procuradores que Silval Barbosa e Blairo Maggi sabiam de compra de vagas no Tribunal de Contas do estado (TCE) e a próxima seria dele, Eder, mas o ex-deputado Sérgio Ricardo pulou na frente e assumiu em substituição ao conselheiro Alencar Soares.

Até ai, a Inês é morta.

Agora na monstruosa e premiada delação aprovada pelo STF, o ex-governador Silval Barbosa narra o que teria acontecido depois desse depoimento. Segundo ele, o ex-secretário de Fazenda procurou os dois (Silval e Maggi) e pediu R$ 12 milhões para refazer o depoimento havia dado ao Ministério Público.

Pelo narrado na delação monstruosa, ele, Silval, e Maggi aceitaram pagar Eder Moraes para mudasse o depoimento, mas que o valor foi negociado e em vez de R$ 12 houve um abatimento de 50% e foi pagou R$ 6 milhões, sendo que cada um ficou responsável por R$ 3 milhões.

Silval tem como provar o pagamento de sua parte, já que o mensageiro-pagador foi o mesmo que aparece entregando propina e mensalinhos a deputados, Sílvio César Corrêa Araújo, mas também disse que Gustavo Capilé, ligado ao ministro, teria sido o agente pagador dos outros R$ 3 milhões.

Pois é com base nessa parte da delação que o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de inquérito e já foi aceito pelo STF, através do ministro Luiz Fux.

Para evitar vazamentos seletivos, o ministro também derrubou o sigilo da premiada delação monstro de Silval Barbosa.

Abre aspas para as matérias publicadas no Brasil 247 e  Diário de Cuiabá:

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Silval diz que pagava mensalinho para deputados… Pra provar apresenta um verdadeiro reality do balcão de recebimento de propina viva

><>O ex-governador Silval Barbosa, em sua premiada delação, disse que pagava uma espécie de mensalinho para os deputados, incluindo o atual prefeito de Cuiabá.

Essa história de mensalinho, marmita (lembra?)  sempre esteve permeando o universo politico local. Agora um delator apresenta o pagamento das referidas mesadas (outra denominação) aos então deputados Alexandre César ,  Emanuel Pinheiro (PMDB), atual prefeito de Cuiabá, Luciane Bezerra (PSB), atual prefeita de Juara, Hermínio Barreto (PR) e Ezequiel Fonseca (PP), atual deputado federal.

Duas aspas: a primeira da Gazeta Digital, que foca em Alexandre César e corre o risco de perder o cargo  procurador e a segunda, do DC, que foca em Emanuel Pinheiro, que já rebateu de pronto, dizendo que não recebeu propina.

Não esquecer que essas são partes de uma delação com 21 anexos. 

Alexandre César pode perder cargo de procurador do Estado

Celly Silva, repórter do GD

O procurador do Estado e ex-deputado estadual Alexandre César (PT) corre o risco de perder o cargo após os telejornais da TV Globo mostrarem, na quinta-feira (24), um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro das mãos do ex-chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), Sílvio César Corrêa Araújo, no Palácio Paiaguás.
Reprodução/TV Globo

Por meio de nota emitida nesta sexta-feira (25), a Procuradoria Geral do Estado (PGE) afirmou que considera as imagens graves e aguardará a retirada do sigilo da delação de Silval Barbosa para, caso identifique alguma infração aos deveres do cargo público de procurador que Alexandre César exerce, tomar as providências cabíveis, que podem incluir a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), que por sua vez, pode culminar com a demissão.

O vídeo em que o ex-deputado foi flagrado faz parte do acordo de delação premiada firmado entre Silval e o Ministério Público Federal (MPF), que já foi homologado pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), no início de agosto.

O dinheiro entregue a  era uma espécie de “mensalinho” pago pelo ex-governador a parlamentares em troca de apoio na Assembleia Legislativa (ALMT), falta de fiscalização na gestão do Executivo e consequente complacência com os diversos esquemas que são alvos de processos criminais contra Silval Barbosa, conforme ele próprio.

Ao Gazeta Digital, Alexandre César afirmou que não teve acesso ao conteúdo da denúncia de Silval Barbosa em razão do sigilo judicial do processo e que, por conta disso, não tem condições de se manifestar a respeito, o que fará após tomar conhecimento dos autos.

Na delação, Silval diz que filmou Pinheiro com propina

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

O prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) foi um dos deputados estaduais que receberam propina do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). O atual chefe do Executivo da Capital ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa entre os anos de 2010 a 2014, período em que o peemedebista esteve à frente do Palácio Paiaguás.

Em delação premiada firmada junto a Procuradoria Geral da República (PGR), Silval Barbosa apresentou uma gravação em vídeo onde aparece o ex-deputado recebendo dinheiro. O fato teria ocorrido entre 2012 e 2013.

O dinheiro foi entregue por Sílvio César Corrêa Araújo, ex-chefe de gabinete de Silval e seu braço direito no governo. Ele também firmou termino de colaboração premiada junto a PGR, e atualmente cumpre prisão domiciliar e é monitorado por meio de tornozeleira eletrônica.

Conforme o ex-governador, o pagamento era uma espécie de “mensalinho”, o qual era pago a diversos parlamentares para garantir apoio ao seu governo. No total, nove deputados teriam sido gravados recebendo a propina.

Na delação, Silval afirma que cada parlamentar recebia cerca de R$ 600 mil para não fiscalizar as obras do MT Integrado. À Procuradoria Geral da República, o peemedebista revelou que se comprometeu a repassar aos deputados entre 3% e 4% de um total de R$ 400 milhões.

As obras do MT Ingegrado estavam orçadas em R$ 1,4 bilhão com a promessa de interligar, com malha asfáltica, os 141 municípios mato-grossenses.

Silval foi mais além e afirmou que o esquema de pagamento aos deputados já estava em vigor na gestão do hoje ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), que o antecedeu no governo do Mato Grosso.

As declarações de Silval foram confirmadas pelo ex-deputado estadual José Riva, que também negocia um acordo de delação premiada com PGR. Em depoimento, o ex-presidente da Assembleia Legislativa garantiu que o prefeito de Cuiabá se beneficiou do mensalinho.

Por meio de nota, o prefeito Emanuel Pinheiro garante que nunca recebeu propina para apoiar o governo de Silval Barbosa. Ele diz que “refuta toda e qualquer ilação que possa ter sido alegada com intenção de enredá-lo nas supostas práticas criminosas que teriam sido admitidas numa possível delação”.

Leia também:
Entre aspas: Silval Barbosa, em delação premiada, confirma abraço a Blairo Maggi
 

Entre aspas: Na república das premiadas delações, Silval se entrega e confirma o seu abraço à Blairo Maggi

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Entre aspas: Silval Barbosa, em delação premiada, confirma abraço a Blairo Maggi

><>Silval, que era vice de Blairo e o sucedeu com o apoio do próprio, diz que recebeu dívida de R$ 17 milhões em troca do apoio à reeleição. BM diz em nota que as afirmações são ‘mentirosas e levianas’. Lembrando, aquilo que não conseguir provar, pode inclusive agravar a pena do delator ou mesmo anular a premiação.

Matéria assinada pelo jornalista Pablo Rodrigo.

Abre aspas: 

Silval Barbosa diz que pagou dívidas de Blairo Maggi

PABLO RODRIGO
Da Reportagem

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) afirma ter se comprometido a pagar dívidas que totalizavam mais R$ 17 milhões do atual ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP), em troca de apoio para a sua reeleição ao governo do Estado em 2010. A informação consta na delação de Silval junto a Procurador Geral da República (PGR) e que foi homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, no dia 9 de agosto deste ano.

Na delação, o ex-chefe do Palácio Paiaguás diz que o acordo era para que ele assumisse a dívida com o empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o “Júnior Mendonça”. O valor se refere a empréstimos, que o ex-secretário Eder Moraes, teria feito para quitar alguns compromissos políticos do governo Blairo, como dívidas de sua campanha ao Senado Federal.

A delação de Silval vai de encontro aos depoimentos de Júnior Mendonça. O documento afirma que Mendonça realizava empréstimos para Eder Moraes, que dizia estar a mando do governo do Estado. Mendonça ainda disse que em 2011, Silval Barbosa e o empresário Genir Martelli, proprietário de uma transportadora, se responsabilizaram pelas dívidas do então senador Blairo Maggi.

Júnior Mendonça é o principal delator da Operação Ararath, que investiga desde 2010, a movimentação de mais de meio bilhão de reais através de crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira, transações financeiras clandestinas, corrupção ativa, corrupção passiva, falsidade ideológica e falsificação de documento público, que envolveu políticos do primeiro escalão em Mato Grosso e empresários para financiar campanhas políticas.

Silval também diz que dentre as dívidas de Blairo Maggi que assumiu, estariam as do empresário Valdir Piran, referentes às campanhas de 2006 e 2010.

OUTRO LADO – Por meio de nota, o ministro Blairo Maggi voltou a classificar as declarações do ex-governador como “mentirosas e levianas”, e que não “encontram amparo nos fatos, revelando apenas o desespero e sua estratégia montada para livra-se da cadeia.”

O ministro ainda diz que vem buscando junto ao STF, o acesso ao teor da delação de Silval para apresentar a sua defesa.

“Maggi mantém a consciência tranquila quanto aos seus atos na vida pública e na atividade empresarial”, finaliza a nota.

Já a defesa do empresário Júnior Mendonça, afirmou que ele já é colaborador perante a Justiça Federal de Mato Grosso e que “já esclareceu em seus depoimentos o referido episódio, estando a disposição da justiça para quaisquer novos esclarecimentos.”

O ex-secretário, Eder Moraes, disse por meio de nota que, “nunca contraiu qualquer tipo de dívida em nome de Blairo Maggi”. E que a delação de Silval é “fabricada e forjada”.

“Eder Moraes já responde judicialmente na Operação Ararath sobre essas acusações. Trata-se de um assunto requentado para expor o ministro Blairo Maggi. Silval mente e atira para todos os lados”, finaliza a nota.

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Bate, rebate entre Alan Malouf e Pedro Taques sobre caixa 2 nas eleições 2014 tem continuidade

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) anexou ao processo da Operação Rêmora requerimento complementar com o depoimento-confissão do empresário Alan Malouf no qual diz que “agiu a pedido do governador José Pedro Taques.”

Nesse depoimento o réu Alan Malouf “menciona de forma comprometedora o deputado federal Nilson Leitão. Em razão disso os promotores do Gaeco pedem que a investigação seja compartilhada com a Procuradoria-Geral da República.

O governo de Mato Grosso rebate de forma veemente o conteúdo da confissão de Alan Malouf, por meio de nota, na qual nega e considera levianas as afirmações.

“O governador classifica as declarações do investigando como uma tentativa sórdida e mentirosa de envolvê-lo em ações criminosas das quais jamais teve conhecimento, tampouco delas deu ordem ou participou”.

Em outro trecho da nota  afima que “a verdade é uma só: Pedro Taques tem uma vida de luta contra a corrupção e os corruptos, já tento enfrentado e desmantelado inúmeras quadrilhas que agiam no Estado e no país, e jamais compactuaria com qualquer ato ilegal, especialmente relacionado a desvios de recursos públicos”.

Lembrando: A Operação Rêmora deflagrada em maio de 2016 teve como alvo ações de um grupo que agia dentro da Seduc/MT para fraudar licitações para construção e reformas de unidades escolares no estado e culminou com a prisão do então secretário Permínio Pinto.

Veja a íntegra da nota:

NOTA À IMPRENSA

Acerca do pedido do Ministério Público de Mato Grosso de compartilhamento de provas da Operação Rêmora com a Procuradoria-Geral da República, o Governo de Mato Grosso vem a público esclarecer o que segue:

 01) O governador Pedro Taques nega enfaticamente as afirmações levianas e absurdas do investigado Alan Malouf sobre a fantasiosa existência de valores não contabilizados (o chamado “caixa dois”) na campanha de 2014, e reitera que todas as movimentações financeiras do referido pleito eleitoral encontram-se devidamente registradas na Prestação de Contas do PDT, partido pelo qual Pedro Taques disputou aquelas eleições – inclusive as despesas ainda não pagas – sendo que a prestação de contas da campanha foi aprovada sem ressalvas pela Justiça Eleitoral.

 02) O governador afirma, ainda, que Alan Malouf jamais exerceu qualquer cargo ou delegação na arrecadação de fundos eleitorais, e que todas as doações, de pessoas físicas ou jurídicas (na época, permitidas) foram devidamente registradas. Portanto, caso haja qualquer valor que eventualmente tenha sido movimento pelo investigado e que não esteja contabilizado, não foi utilizado na campanha, cabendo apenas e tão somente ao investigado esclarecer origem e destino dos valores por ele mencionados.

 03) O governador classifica as declarações do investigando como uma tentativa sórdida e mentirosa de envolvê-lo em ações criminosas das quais jamais teve conhecimento, tampouco delas deu ordem ou participou. Lamenta, ainda, que o investigado tente envolvê-lo nos atos ilegais, contrariando todos os demais depoimentos já prestados nessa investigação – com o claro propósito de desviar o foco das acusações que pesam contra si -, e informa que constituiu advogados para atuar no processo judicial e garantir que a verdade prevaleça. E a verdade é uma só: Pedro Taques tem uma vida de luta contra a corrupção e os corruptos, já tento enfrentado e desmantelado inúmeras quadrilhas que agiam no Estado e no país, e jamais compactuaria com qualquer ato ilegal, especialmente relacionado a desvios de recursos públicos.

 04) O governador Pedro Taques já prestou, no dia 04 de maio de 2017, informações à Procuradoria Geral da República sobre a mesma Operação, apontando os equívocos do depoimento do empresário Alan Malouf, já narrados acima, e restabelecendo a verdade dos fatos.

 05) Por fim, o Governo do Estado esclarece que, embora o investigado tenha mantido relacionamento social com Pedro Taques, suas empresas jamais venceram qualquer licitação ou contrato na administração estadual a partir de 01 de janeiro de 2015, uma vez que o governador, por estrita obediência às leis, nunca interferiu e jamais interferirá em qualquer processo de aquisição ou licitação no âmbito do Governo do Estado ou em qualquer outro Governo.

Cuiabá-MT, 21 de agosto de 2017.

GCOM – Gabinete de Comunicação do Governo de Mato Grosso

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Entre aspas: Na república das premiadas delações, Silval se entrega e confirma o seu abraço à Blairo Maggi

><>Silval Barbosa em sua auto-delação confirma tudo aquilo que – de alguma forma – já sabíamos. A propina (termo da moda) sempre existiu.

O sábio Millôr Fernandes, certa vez chegou a dizer a mesma (propina) aconteceu até na construção das Pirâmides do Egito.

Acontece que somos especialistas em atrasar obras. Sem atraso não se tem como acrescentar os aditivos. A cultura do atraso está tão impregnada na gestão pública que, ao iniciar qualquer investigação sobre propinas, os órgãos de fiscalização (TCU, TCEs, MPF, MPEs) a primeira medida que tomam é paralisar a obra. Enquanto que a obra é o que importa, pois é ela que vai beneficiar a população.

Voltando ao Millôr: quem recebeu a propina na construção das pirâmides, passou. As pirâmides estão aí para nossa satisfação. Digo eu, João Bosquo, quem recebeu propina na construção do Colégio Liceu Cuiabano (uma obra magnífica) passou; mas o Liceu está aí, cumprindo sua missão – educar – e para nossa satisfação em ver esse majestoso equipamento urbano.

Agora, começar a obra, sabendo que não vai terminar, é um crime. Como é criminosa a cultura do sucessor não dar continuidade à obra do antecessor. Silval não deu continuidade ao BRT, mudou para o VLT e Pedro Taques não deu continuidade ao VLT. Desculpas, alegações, justificativas para isso não faltam.

Precisamos debater mais sobre essa questão. Ponto.

Voltemos as nossas aspas: Silval Barbosa, além do envolvimento de Blairo Maggi, agora abraça Romoaldo Júnior…

Abre aspas, para a reportagem de Karine Miranda:

Silval assume propina de R$ 18 mi na execução da Arena Pantanal

Karine Miranda, repórter do GD

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) afirmou que negociou propina na execução da obra de construção da Arena Pantanal, estádio construído para Copa do Mundo de 2014. Foi negociada junto à empresa Mendes Júnior, responsável pela obra, propina de 3% em cada etapa da Arena, que custou mais de R$ 600 milhões. Isso significa que foram pagos R$ 18 milhões em propina.

As informações fazem parte da delação premiada de Silval, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que já teve como alvo o ministro Blairo Maggi (PP), que teria pagado R$ 3 milhões ao ex-secretário Eder Moraes para que ele mudasse o depoimento e o inocentasse do suposto acordo para compra de cadeiras no Tribunal de Contas do Estado. O ex-governador também diz que pagou outros R$ 3 milhões,  totalizando R$ 6 milhões.

Mayke Toscano/Secom-MT

Silval assume propina na execução da Arena Pantanal

Em novo trecho da delação, Silval afirmou que novamente Eder Moraes, que na ocasião atuava como secretário da Copa do Mundo (Secopa), deu o auxílio para a negociação da propina. Valendo-se de secretário da Secopa, Eder teria procurado a empresa Mendes Júnior para acertar o valor que seria pago.

Ficou acordado que a empresa pagaria 3% do valor da obra, que custou R$ 600 milhões e teve início em 2010. Este valor, por sua vez, seria repassado diretamente a Eder, que o entregaria a Silval.

Com a saída de Eder da Secopa, em 2012, essa “função” teria sido assumida pelo novo secretário Maurício Guimarães. Toda a propina arrecadada, segundo Silval, teria sido destinada para o pagamento de dívidas de campanha eleitoral.

Ainda segundo o ex-governador, a empresa Canal Livre Comércio e Serviços também pagou propina ao deputado estadual Romoaldo Júnior (PMDB), para ser uma espécie interlocutor da empresa junto a Silval. A empresa era responsável por implantar o sistema de iluminação, informação e tecnologia da Arena Pantanal.

Silval teria recebido entre R$ 200 mil e R$ 300 mil através do deputado. O ex-governador, porém, não informou o valor que o deputado teria embolsado como propina pela execução obra, que só ficou pronta 4 anos depois de seu início e sediou apenas 4 jogos do Mundial.

Outro lado – Tanto o ex-secretário Eder quanto o deputado negaram as acusações e afirmaram inocência. Já as empresas Mendes Júnior e a Canal Livre não se pronunciaram sobre o caso.

Fonte: Gazeta Digital

Leia também: Entre aspas: O ministro Blairo Maggi no radar do MPF não consegue acesso as denúncias de Silval Barbosa

Entre aspas: Silval abraça Blairo Maggi e o leva para o meio do furacão

Entre aspas: Apelidado de ‘Caldo’, Blairo Maggi recebeu R$ 12 mihões, diz Odebrecht

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Entre aspas: O ministro Blairo Maggi no radar do MPF não consegue acesso as denúncias de Silval Barbosa

><>O ministro, senador licenciado e ex-governador Blairo Maggi tentou acessar as ações que transcorrem em segredo de Justiça no STF, mas não conseguiu. Eis a informação veiculada no Diário de Cuiabá, em reportagem assinada por Kamila Arruda. Abre aspas:

Maggi sofre nova derrota no STF

Da Reportagem

O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) teve mais uma tentativa frustrada de acessar as ações sigilosas que tramitam contra a sua pessoa no Supremo Tribunal Federal (STF). A ministra Cármen Lúcia voltou a negar o pedido do progressista nesta terça-feira (15).

No início deste mês, a Corte Suprema já havia negado o mesmo pedido. O ministra, por sua vez, havia concedido a ele a possibilidade de ter uma cópia dos processos que são de acesso público.

Maggi recorreu da decisão, e teve o pedido novamente negado pela presidente do STF.

O ministro teve o nome citado em três colaborações premiadas referentes às ações que tramitam sob segredo de justiça no STF. Além de ter sido lembrado nas delações de ex-executivos da Odebrecht, o ministro ainda foi citado nos depoimentos do ex-governador Silval Barbosa e do ex-secretário da Casa Civil, Pedro Nadaf.

Todas as delações encontram-se em sigilo sob a relatoria do ministro Luiz Fux. Devido ao fato de elas estarem em sigilo, apenas o relator tem acesso ao conteúdo. Foi com base neste princípio que Cármem Lúcia negou o pedido de Maggi.

Na última sexta-feira (11), o Jornal Nacional revelou parte da colaboração premiada de Silval Barbosa. Conforme a reportagem, Maggi teria pago R$ 3 milhões ao ex-secretário de Estado Eder Moraes, para que ele mudasse a sua versão a cerca de uma denúncia de compra de vaga no Tribunal de Contas do Estado. (KA)

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Entre aspas: Silval abraça Blairo Maggi e o leva para o meio do furacão

><> O Ministro do governo golpista de mishell temer, senador licenciado e ex-governador Blairo Maggi sempre preocupou-se com a sua imagem pública… Até o escândalo dos maquinários, que apesar do volume não colou à sua imagem, mas agora, com a repercussão nacional e por estar participando de um governo reconhecidamente corrupto (Diga-me com quem andas…) a dificuldade é maior e manter-se blindado.

Nós aqui, eu e Meu Peixe, por exemplo – pode procurar nos nossos arquivos -, defendíamos BM, tanto que tínhamos como nome ideal na sucessão de Dilma Rousseff, ou pelo menos, como vice de Lula, mas agora não acreditamos que se reeleja, a não ser que ‘invi$ta’ de verdade na campanha, diferente do que foi 7 anos atrás.

A matéria abaixo é da repórter Karine Miranda, do Gazeta Digital.

Abre Aspas:

Silval diz que ele e Maggi pagaram para Éder mudar depoimento

Karine Miranda, repórter do GD

 O ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), afirmou que ele e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), pagaram R$ 6 milhões ao ex-secretário Eder Moraes para que ele mudasse o depoimento sobre um suposto acordo para compra de cadeiras no Tribunal de Contas do Estado,  a fim de inocentá-los.

As informações fazem parte da delação premiada de Silval, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e divulgada pelo “Jornal Nacional”, da Rede Globo, na noite desta sexta-feira (11).

João Vieira

Silval diz que ele e Maggi pagaram  Éder

Conforme a reportagem, Silval revelou à Procuradoria Geral da República como funcionava um esquema de corrupção no Estado na época em que Blairo era governador, entre 2003 e 2010, e depois quando assumiu o governo em 2011.

Aos procuradores, Silval disse que Eder Morais denunciou que os dois ex-governadores sabiam de uma compra de vagas no Tribunal de Contas do Estado. O esquema teria relação com a Operação Ararath, que investiga crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional.

Por conta deste depoimento, segundo a reportagem, Eder procurou Silval e pediu R$ 12 milhões para voltar atrás no que havia dito ao Ministério Público. Tanto Silval quanto Maggi aceitaram pagar, porém, a metade do exigido, ou seja, R$ 6 milhões. O dinheiro, segundo Silval, teria sido entregue a Eder pelo jornalista Gustavo Capilé, que é próximo de Maggi.

Ainda segundo Silval, o próprio Blairo confirmou que o pagamento foi feito em dinheiro vivo, entre 2014 e 2015. Já a “cota” de Silval foi entregue pelo então chefe de gabinete dele, Sílvio Cesar Corrêa Araújo, parte em dinheiro vivo, e outra parte usada para quitar uma divida de R$ 800 mil de Eder.

Após o pagamento, Eder voltou atrás e disse ter mentido no depoimento anterior. Com a mudança da versão, Maggi teve o inquérito que o investigava sobre o caso arquivado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, em 2016.

Agencia Brasil 

Maggi nega repasse de dinheiro a Eder

Propina – Ainda na delação, Silval também citou que repassou R$ 4 milhões ao deputado federal Carlos Bezerra (PMDB-MT) pra que apoiasse uma candidatura à Prefeitura de Cuiabá. Ele também falou de pagamento de propina ao senador Wellington Fagundes (PR-MT), porém não revelou os valores.

Outro lado – Por meio de nota à imprensa, Maggi afirmou que Silval mentiu em delação e que não houve pagamentos feitos ou autorizados por ele. Além disso, garantiu que “jamais se utilizou de meios ilícitos na vida pública ou nas empresas”

Fonte: Gazeta Digital

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Entre aspas: Uol Esporte, que sempre acompanhou a questão, abre hoje com notícia da operação contra fraude em obras do VLT

><> O portal UOL, vamos combinar, foi o primeiro veículo a questionar, desde a mudança de modal, de BRT para VLT, inclusive com apontamento dos vencedores da licitação. Todos que acompanham a questão sabiam que uma hora ou outra outros – além Silval Barbosa, Eder Moraes e José Riva – seriam envolvidos. 

Polícia Federal faz operação contra fraude em obras do VLT de Cuiabá

Do UOL, em São Paulo 09/08/201710h26

Uma operação que investiga fraudes em obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em Mato Grosso foi colocada em prática nesta quarta-feira pela Polícia Federal do Estado. Ao todo são 18 mandados de busca e apreensão, com epicentro em Cuiabá, mas também em outras regiões do país.

As obras do VLT estavam previstas para a Copa do Mundo de 2014, mas estão paradas desde dezembro do mesmo ano, por força de decisão judicial – no total, elas já custaram mais de R$ 1 bilhão.

Deflagrada nesta quarta-feira, a Operação Descarrilho apura os crimes de fraude, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais, em tese ocorridos durante a escolha do modal do VLT e sua execução em Cuiabá.

Nesta quarta, estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, sendo dez em Cuiabá, um em Várzea Grande (MT), um em Belo Horizonte, um no Rio de Janeiro, um em Petrópolis (RJ), dois em São Paulo e dois em Curitiba. A Polícia Federal cumpre ainda um mandado de condução coercitiva na capital mato-grossense.

Durante a investigação de PF e Ministério Público, foram colhidos indícios de acertos de propina com representantes de empresas integrantes do Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, bem como desvio de recursos por intermédio de empresas subcontratadas pelo consórcio.

Fonte: Polícia Federal faz operação contra fraude em obras do VLT de Cuiabá – Futebol – UOL Esporte

O que disse a Gazeta: Abre aspas: 

PROPINA NO VLT

Ex-secretário da Copa sai pelos fundos após interrogatório de 4 horas na PF

Celly Silva, repórter do GD

Após passar a manhã prestando depoimento ao delegado Wilson Rodrigues, na sede da Superintendência Regional da Polícia Federal, em Cuiabá, o ex-secretário extraordinário da Copa, Maurício Guimarães, evitou a imprensa e deixou o local pela porta dos fundos, acompanhado de dois advogados, os mesmos que também fazem a defesa do ex-chefe da Casa Civil Paulo Taques, preso por envolvimento no escândalo dos grampos ilegais.


Ex-secretário da Copa Maurício Guimarães

Maurício Guimarães foi alvo de condução coercitiva na operação “Descarrilho”, que apura crimes de fraude a processo licitatório, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro, ocorridos durante a escolha da execução do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Cuiabá e Várzea Grande.

Leia também – Governo suspende negociação com Consórcio para retomada do VLT

O ex-secretário amanheceu com policiais federais em sua casa e levado à sede da PF por volta de 7 horas da manhã desta quarta-feira (9).

Veja a saída de Maurício Guimarães da sede da Polícia Federal em Cuiabá:

Ele deixou o local por volta das 11h30, evitando os jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas que o aguardavam na recepção da PF e saindo pela porta dos fundos, onde os advogados puderam estacionar a Amarock e sair sem ter contato com a imprensa. Eles também conseguiram recuperar um computador que havia sido apreendido.

Além do mandado condução coercitiva, também foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em residências e empresas, sendo 10 em Cuiabá, um em Várzea Grande, um em Belo Horizonte (MG), um no Rio de Janeiro (RJ), um em Petrópolis (RJ), dois em São Paulo (SP) e dois em Curitiba (PR).

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Entre aspas: MST ocupa fazenda do Grupo Amaggi

><> O golpista Blairo Maggi deve estar pensando ‘eu era feliz e não sabia’ quando o PT, Lula – de quem ele (Maggi) fingia ser aliado e amigo – e Dilma estavam no poder… Em 13 anos nenhuma invasão, agora pouco mais de um ano de governo golpista o MST mostra suas garras…

As fazendas da Amaggi, sabemos são produtivas, mas a invasão é um ato político contra um político que apoiou o golpe 2016, como também é a invasão da fazenda do amigo do usurpador mishell temer.

MST ocupa fazenda do Grupo Amaggi em Mato Grosso

Redação do GD

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupou na manhã desta terça-feira (25), fazenda pertencente ao Grupo Amaggi, na BR-163, em Rondonopólis (212 km ao sul de Cuiabá), protesto em alusão ao dia do trabalhador rural.

Segundo o MST, manifestação inicia jornada nacional de luta pela Reforma Agrária com o lema “corruptos, devolvam nossas terras”. Movimento aponta que a Reforma Agrária está vinculada à luta pelo restabelecimento da democracia, golpeada por uma conspiração muitas vezes realizada nas sedes de ricas fazendas.

Aponta ainda para os assassinatos no campo, que de acordo com dados, apenas neste ano, 68 pessoas morreram, incluindo13 jovens, 6 mulheres, 13 indígenas e 4 quilombolas.

Além das ocupações de fazendas o MST ainda realiza vigília até o dia 2 de agosto, quando será julgada pela Câmara de Deputados a denúncia de corrupção contra o golpista Temer.

O movimento critica o grupo, principalmente pelo fato de concentrar grandes áreas de terras e ser apontado como destruidor do mei ambiente.

Fonte: MST ocupa fazenda do Grupo Amaggi em Mato Grosso | Gazeta Digital

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O juiz Sérgio Moro condena o ex-presidente Lula, por não ser dono do triplex, a nove anos e meio de prisão… Se fosse dono seria prisão perpétua 

Mesmo sem ser dono do chamado triplex do Guarujá, que pertence à empreiteira OAS, o ex-presidente Lula foi condenado nesta quarta-feira 12 pelo juiz Sergio Moro a 9 anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro; segundo a denúncia do MPF, Lula teria recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a OAS e a Petrobras; a reforma de um apartamento no Guarujá e do pagamento do armazenamento de bens de Lula seriam parte desse benefício, segundo o MPF; no último dia 20, a defesa do ex-presidente sustentou, em suas alegações finais no processo, que a OAS não tinha direitos para repassar o triplex a Lula, uma vez que todos os direitos econômicos e financeiros sobre o imóvel foram passados para um fundo gerido pela Caixa Econômica Federal

O triplex que é de Lula quando se faz uma fotomontagem como esta.

Paraná 247 – O juiz Sergio Moro proferiu nesta quarta-feira 12 a sentença contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá (SP). Moro condenou Lula a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação se deu pouco menos de dez meses após a acusação formal feita pelos procuradores da Lava Jato.

Lula é acusado pelo Ministério Público Federal de ter recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a OAS e a Petrobras. O MPF sustenta que os valores foram repassados a Lula por meio da reforma de um apartamento no Guarujá e do pagamento do armazenamento de bens de Lula, como presentes recebidos no período em que era presidente.

No último dia 20 de junho, a defesa de Lula apresentou as alegações finais do processo, nas quais sustentou, com documentos inéditos, que OAS não tinha direitos para repassar o triplex a Lula. Segundo a defesa, apesar de o apartamento 164 A do edifício Solaris estar em nome da OAS Empreendimentos S/A, em 2010, todos os direitos econômicos e financeiros sobre o imóvel foram passados para um fundo gerido pela Caixa Econômica Federal.

“A acusação do Ministério Público Federal diz que, no dia 8 de outubro de 2009, o ex-presidente teria recebido a propriedade desse triplex. A denúncia diz ainda que os recursos para a compra e reforma do imóvel são provenientes de três contratos firmados entre Petrobras e OAS. Mas com a OAS transferindo o imóvel para a Caixa Econômica Federal, nem Leó Pinheiro [ex-presidente da construtora] nem a OAS tinham a disponibilidade deste imóvel para dar ou para prometer para quem quer que seja sem que fosse feito o pagamento para a Caixa Econômica Federal”, disse um dos advogados, Cristiano Zanin.

Os advogados afirmaram ainda que os diretos econômicos sobre os imóveis foram cedidos quando a OAS buscou um empréstimo no mercado por meio de debêntures. De acordo com Zanin, o depósito de valores em uma conta da Caixa passou a ser condição para a negociação de qualquer unidade do edifício. A defesa diz que não há nenhum documento que mostre esse tipo de depósito, e, por isso, não houve a liberação do imóvel para o ex-presidente.

“Há um documento que indica uma conta e uma agência na qual os valores dos apartamentos do edifício Solaris devem ser depositados para que haja a liberação do imóvel. Essa conta foi mantida no terceiro aditamento feito em 2011”.

De acordo com Zanin, ao contrário do que o Ministério Público Federal alega no processo, Luiz Inácio Lula da Silva também não pode ser responsabilizado ou acusado de ter envolvimento ou conhecimento sobre os desvios de recursos ocorridos na Petrobras. Segundo o advogado, há na empresa diversos sistemas de auditoria para cuidar da lisura dos procedimentos e apurar fraudes.

“As auditorias não identificaram atos ilícitos ou de corrupção por parte de Lula. Isso também foi dito à Justiça pelos auditores. Durante o governo do ex-presidente houve reforço desse sistema de controle sobre a Petrobras dando à Controladoria-Geral da União a atribuição legal de fiscalizar a Petrobras junto com o Tribunal de Contas da União”, afirmou Zanin.

Fonte: Moro condena Lula a nove anos e meio de prisão | Brasil 24/7

><> A condenação do ex-presidente Lula era decantada por colunista e calunistas da grande mídia como certa… Moro não decepcionou as Organizações Globo e hoje no jn será o assunto que fechará dois ou três blocos.

A condenação da forma que se dá mostra que o Brasil não tem mais judiciário, mas tão somente juiz que fazem o que bem querem… Basta construir um processo bem feito, com as devidas denúncias e o teatro de se ouvir testemunhas e, pronto, o juiz pode sentenciar.

Dura lex???

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Entre Aspas – Tudo que Blairo Maggi não queria: Voltar à mídia como patrocinador de mensalinho da Assembléia Legislativa-MT

Blairo usou precatórios para comprar apoio no MT, diz delator

Ex-governador Blairo Maggi nas manchetes da midiazona

Ex-deputado afirma que ministro da Agricultura fraudou pagamentos e criou ‘mensalinho’ quando era governador

Os pagamentos de precatórios foram realizados entre março de 2009 e dezembro de 2012. Blairo foi governador de Mato Grosso por dois mandatos consecutivos, entre 2003 e 2010. O dinheiro, segundo o ex-parlamentar, abasteceu uma conta-corrente usada para pagar deputados estaduais e integrantes da base em troca de apoio ao governo. O Estado apurou que a negociação do acordo de colaboração de Riva com a PGR foi finalizado na sexta-feira passada. O ministro negou as acusações e afirmou que os pagamentos de precatórios seguiram o “rito legal”.

Leia mais: Blairo usou precatórios para comprar apoio no MT, diz delator

><>Nós, Meu Peixe e eu, estamos admirados com obstinação da PGR em pegar o senador licenciado, ex-governado e ministro da Agricultura do governo golpista de mishell temer, Blairo Maggi.

Segundo fontes, o senador-ministro também aparece com destaque na delação premiada de Pedro Nadaf.

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