Em discurso histórico, Roberto Requião, senador pelo Paraná, dá nome aos traidores da Pátria neste duro momento que vivemos

Por Roberto Requião | Lava Jato, trair a Pátria não é crime? Vender o país não é corrupção?

O juiz Sérgio Moro sabe; o procurador Deltan Dallagnol tem plena ciência. Fui, neste plenário, o primeiro senador a apoiar e a conclamar o apoio à Operação Lava Jato. Assim como fui o primeiro a fazer reparos aos seus equívocos e excessos.

Mas, sobretudo, desde o início, apontei a falta de compromisso da Operação, de seus principais operadores, com o país. Dizia que o combate à corrupção descolado da realidade dos fatos da política e da economia do país era inútil e enganoso.

E por que a Lava Jato se apartou, distanciou-se dos fatos da política e da economia do Brasil?

Porque a Lava Jato acabou presa, imobilizada por sua própria obsessão; obsessão que toldou, empanou os olhos e a compreensão dos heróis da operação ao ponto de eles não despertarem e nem reagirem à pilhagem criminosa, desavergonhada do país.

Querem um exemplo assombroso, sinistro dessa fuga da realidade?

Nunca aconteceu na história do Brasil de um presidente ser denunciado por corrupção durante o exercício do mandato. Não apenas ele. Todo o entorno foi indigitado e denunciado. Mas nunca um presidente da República desbaratou o patrimônio nacional de forma tão açodada, irresponsável e suspeita, como essa Presidência denunciada por corrupção.

Vejam. Só no último o leilão do petróleo, esse governo de denunciado como corrupto, abriu mão de um trilhão de reais de receitas.

Um trilhão, Moro!
Um trilhão, Dallagnoll!
Um trilhão, Polícia Federal!
Um trilhão, PGR!
Um trilhão, Supremo, STJ, Tribunais Federais, Conselhos do Ministério Público e da Justiça.
Um trilhão, brava gente da OAB!

Um trilhão de isenções graciosamente cedidas às maiores e mais ricas empresas do planeta Terra. Injustificadamente. Sem qualquer amparo em dados econômicos, em projeções de investimentos, em retorno de investimentos. Sem o apoio de estudos sérios, confiáveis.

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Atenção poetas, prosadores, jornalistas de escol, compositores e escritores acadêmicos, a AML abre inscrições para a imortalidade

A Academia Mato-Grossense de Letras elegerá novos acadêmicos

Da Assessoria | O Presidente da Academia Mato-Grossense de Letras, professor Sebastião Carlos Gomes de Carvalho, acaba de publicar Edital comunicando a abertura de inscrições para duas Cadeiras Acadêmicas.

Serão preenchidas a Cadeira 12, cujo Patrono é o poeta Antônio Cláudio Soído, tendo sido seu último ocupante o poeta e jornalista Ronaldo de Arruda Castro, e a Cadeira 36, que tem por Patrono o poeta Pedro Trouy, por ultimo ocupada pelo também poeta e professor Luís Feitosa Rodrigues.

As inscrições deverão ser feitas na sede da AML, à Av. Barão de Melgaço nº 3.869, centro, até o dia 25 de abril próximo, as segundas, terças e quartas feiras, nos horários de 08h30min às 11h30min.

Entre as condições prévias para inscrição estão a comprovação de ser mato-grossense nato ou de estar domiciliado no Estado de Mato Grosso há mais de cinco anos e a de ter publicado trabalho literário ou científico. Maiores informações serão fornecidas no local.

O Presidente da Academia se mostra entusiasmado com a procura de informações por vários interessados, sobretudo tendo-se em vista que a instituição, já com 97 anos, está preparando as comemorações relativas ao seu centenário, sendo assim, ao lado do Instituto Histórico, as instituições mais antigas do Estado.

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Kleber Lima deixa a GCom; Marcy Monteiro assume o posto de secretário

><>O jornalista Kleber Lima se despede do cargo de Secretário de Comunicação,  em nota publicada nas redes sociais. Ele agradece o apoio recebido durante o tempo que ocupou a pasta, ao mesmo tempo pede apoio ao seu sucessor, jornalista Marcy Monteiro, que vinha ocupando uma das secretarias adjuntas.

 

Kleber Lima

4 h

Durante os últimos 14 meses estivemos juntos praticamente todos os dias trocando informações sobre as ações do Governo do Estado de Mato Grosso.
Agradeço penhoradamente pela parceria, pela compreensão e pelo respeito mútuo.
Deixo hoje a titularidade do Gcom com a sensação de ter dado o melhor de mim para que a relação entre Governo e imprensa fosse a mais profícua, respeitosa e transparente possível.
Espero, sinceramente, ter conquistado um amigo em cada um de vcs.
Aproveito para pedir o mesmo apoio que me deram seja hipotecado ao meu sucessor, jornalista Marcy Monteiro, profissional íntegro e competente, que tb não medirá esforços para atende-los em suas demandas diárias para bem informar o nosso patrão em comum: *o cidadão mato-grossense*.
Continuamos do mesmo lado da ponte e da história: superando desafios pela transformação de Mato Grosso.
Abraços Fraternos!🙏🏿👊🏿
Gratidão imensa a todos os colegas jornalistas que atuaram comigo no Gcom e nas secretarias e órgãos estaduais.

Source: Facebook

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Posse de novos membros do IHGMT é marcada pelo bom humor e emoção

Os novos membros assumiram o compromisso de cooperar com a instituição e dinamizar suas ações

Por João Bosquo | A posse dos seis novos membros do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT) foi na manhã deste sábado, 16, na Casa Barão de Melgaço. O público – surpreendente pelo horário -, formado por convidados e familiares dos homenageados, prestigiou o compromisso e as falas dos empossados Eduardo Mahon, Flávio Gatti, Francisco Ildefonso da Silva Campos, Neila Maria de Souza Barreto, Oriana Paes de Barros e Renilson Rosa Ribeiro na quase centenária instituição.

A presidenta do IHGMT, Elizabeth Madureira Siqueira saudou os novos membros, ressaltado a juventude e entusiasmo e o imenso campo de autuação por conta de seu acervo, que superam mais de 10 mil volumes. Seguiu-se a leitura dos termos de posse e a fala dos empossados.

O primeiro a falar – em ordem alfabética – foi o escritor, membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML), Eduardo Mahon que saudou o patrono Barão de Melgaço. A escolha das cadeiras – segundo a presidenta Elizabeth Madureira – foi pessoal de cada candidato. Mahon escolheu Augusto de Leverger, por também ocupar a cadeira na AML cujo patrono é o mesmo.

Ele abriu sua fala revelando um pedido da presidenta que o empossados dissessem tudo em apenas uma lauda. Com seu humor característico, Mahon explicou que isso significava em caracteres, bytes e milésimos de segundos “em tempos de pós-modernidades”.

Nesse exíguo tempo, claro, citou o nome completo de Barão de Melgaço: Augusto João Manuel Leverger, que ele classifica como um cartesiano e como tal perdoaria o resumo da ópera de “seus cinco governos, artigos de história e cartografia”. “É provável supor que o maior intelectual de sua época ficaria grato pela concisão, assim como o público que, aliviado, agradece à objetividade de Leverger”, de certo todos agradeceram.

O segundo na hierarquia alfabética a falar, foi Flávio Gatti que falou de Geraldo Ferreira Gomes, que manteve mais ou menos a regra de falar uma lauda. Já Francisco Ildefonso não se sustentou e fez uma defesa emocionada do patrono Manoel Esperidião da Costa, poconeano como ele, um abolicionista injustiçado pela história.

Neila Barreto fala da importância do IHGMT, de seu acervo para a pesquisa e destacou a contribuição para a tese acadêmica sobre as águas de Cuiabá e falou do patrono Padre Ernesto Camilo Barros.

Já Oriana Paes Barros, não levou nenhum papel rascunhado e destacou que muito já se tinha dito de sua origem família nas falas de Mahon e de Francisco Ildefonso. O patrono de sua cadeira é Antônio Pais de Barros, o mítico Totó Pais, morto em emboscada por adversários políticos da época, mas que também foi um empreendedor, fundador da Usina Itaici.

Por fim a posse do professor Renilson Rosa Ribeiro que passa ocupar a cadeira cujo patrono é Natalino Ferreira Mendes, historiador, poeta cacerense. Renilson Ribeiro fecha sua fala de forma emocionada destacando o perfil probo do autor de “Efemérides Cacerenses”, “quem dera aqueles e que estão a frente da administração pública tivessem o compromisso, a honestidade de Natalino”.

Ao fim, em conversa com a professora Icleia Gomes concordamos que Eduardo Mahon abriu as falas com uma dose de bom humor enquanto Renilson Ribeiro fez a plateia se emocionar. Presentes ainda o vice-presidente da Academia Mato-grossense de Letras, José Cidalino Carrara, o deputado Allan Kardec, o secretário de Educação, Marco Aurélio Marrafon, o titular de Secid, Wilson Santos que chegou atrasado e saiu antes da hora, entre outras.

Lembrando a solenidade de posse no IHGMT anterior a de hoje aconteceu em 21 de junho de 2012, quando passaram a integrar sua composição Fernando Tadeu de Miranda Borges, Miramy Macedo, Alex Matos e Neurozito Figueiredo Barbosa.

Os demais sócios do IHGMT são João Carlos Vicente Ferreira, escritor, historiador e ex-secretário de Estado de Cultura; Lourembergue Alves, cientista político, articulista e comentarista; Ivan Echeverria, escritor e ex-superintendente do Banco do Brasil; Weller Marcos, jornalista, escritor e ativista cultural; Isis Catarina Martins Brandão, dirigente do Instituto Memória do Poder Legislativo da Assembleia Legislativa, e Sebastião Carlos Gomes Carvalho, advogado, escritor e presidente da AML.

Corrigido às 18 de 17/12/17

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Casa Barão de Melgaço mais rica com os livros de Therezinha Arruda

Por João Bosquo | A Casa Barão de Melgaço – sede dos venerados Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT) e Academia Mato-grossense de Letras (AML) – está mais rica. Rica em cultura, em história e literatura com a doação do acervo bibliográfico de Therezinha Arruda, professora aposentada da UFMT, historiadora, produtora cultural, a mítica diretora da Casa da Cultura dos anos 80, quando Cuiabá passou por momento efervescente com ações culturais efetivas voltadas para a população.

A festa (parece batido dizer festa, mas foi uma festa em que pese o número reduzido de presentes) de estreia da Biblioteca Therezinha de Jesus Arruda aconteceu no último sábado, 28, e teve certa formalidade – apesar da busca da informalidade – com uma fala de saudação da professora Nileide Souza Dourado, também do IHGMT. A professora Nileide destacou que “as contribuições de Therezinha Arruda passam por diversas áreas, como os livros colecionados, trabalhados e socializados por intermédio de suas aulas, pesquisas, palestras, projetos e inúmeros outros estudos, hoje doados para a Casa Barão de Melgaço, que permanecerão disponíveis e auxiliarão as gerações futuras e, de modo geral, a sociedade cuiabana e mato-grossense na construção dos saberes e na preservação do patrimônio histórico e cultural de Mato Grosso”.

A professora Nileide lembrou ainda que “Therezinha Arruda não mediu esforços em contribuir, enquanto uma das pioneiras, no campo da produção do conhecimento histórico mato-grossense, especialmente na UFMT, cuja participação e envolvimento se destacam para as questões regionais”, lembrou. Uma dessas contribuições – sem dúvida – foi a participação na criação do Núcleo de Documentação e Informação Histórica Regional (NDIHR) da UFMT.

A professora Elizabeth Madureira Siqueira, presidenta do IHGMT, falou sobre o acervo acumulado desde a década de 1960 e de sua relevância para o universo da pesquisa.

“Temos certeza de que as obras ofertadas servirão para pesquisa daqueles que investigam sobre a América Latina, Brasil e também Mato Grosso e Ciência Política, visto a preciosidade e a quantidade de livros que versam sobre as temáticas”, comemorou a professora Elizabeth.

Segundo ela, o conjunto de obras foi dividido em quatro campos temáticos: América Latina, com especial produção sobre Cuba, onde a historiadora residiu e atuou no campo cultural; Brasil, cuja coleção inclui obras raras e hoje esgotadas, além de coleções referentes à trajetória brasileira; Mato Grosso, contendo obras raras sobre a produção bibliográfica referente ao contexto histórico mato-grossense; e Obras Gerais, incluindo a expressiva coleção no campo da Ciência e Sociologia Política, além de coleções de consulta geral.

A coleção está sendo catalogada, a partir do que Therezinha Arruda irá assinar o Termo de Doação para que essa preciosa biblioteca seja adicionada ao acervo da Casa Barão de Melgaço. Na cerimônia de inauguração, merece destaque, a presença da irmã mais velha de Therezinha, Maria Benedita Martins de Oliveira, e mãe do ex-governador, ex-ministro Dante Martins de Oliveira. A presidenta da AML, Marília Beatriz de Figueiredo Leite, que além dos agradecimentos pela doação, lembrou de sua relação com Therezinha Arruda desde os tempos de formação conjunta no Colégio Coração de Jesus.

Presente também o empresário Carlos Antônio Garcia, conhecido Catonho, que lembrou um projeto do qual participou na época desenvolvido na preservação da cultura ribeirinha, e resultou na produção de um curta em super 8 “As Usinas de Rio Abaixo”, que tinha parte da narrativa feita por Alfredo Scaff, que falava da Usina Itaici. Da lembrança vem a interrogação: onde está, em que prateleira, acervo está esse filme? Acreditamos que seria interessante resgatar parte dessa memória, mesmo porque quando o filme foi produzido alguma dessas usinas ainda estava em funcionamento.

Presentes ainda: José Cidalino Carrara, vice-presidente da AML, Sueli Batista, secretária Geral da AML, Ubiratã Nascentes Alves, entre outros.

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Biblioteca Therezinha Arruda é inaugurada na Casa Barão

A professora Therezinha Arruda doou sua biblioteca para o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e passa a integrar o acervo da Casa Barão de Melgaço, sede também da Academia Mato-grossense de Letras.

O evento aconteceu na manhã deste sábado.

O vídeo mostra trecho da saudação da presidente da AML, Marília Beatriz.

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Agora estamos sem Jê Fernandes, o criador do Jornal do Ônibus

Jê passa para o Panteon de nossas Lembranças e emoções!

Por SindJor | André Malraux, escritor francês, escreveu em sua vida que o homem tem que merecer sua morte. A frase sempre vem à mente, quando nos deparamos com a morte de alguém querido. “Mereceu a morte? Viveu e realizou em vida obras que justificassem seu viver?

É o caso do jornalista Jê Fernandes (Gonçalo José Fernandes), que nos deixou pesarosos pela figura ímpar que era e pelo profissionalismo que sempre demonstrou. Foi um profissional de quatro costados que ilustrou Cuiabá, Várzea Grande e até o Rio de Janeiro com seu trabalho em rádio, jornal e TV.

Nos deixa pesarosos, com certeza, por antevermos sua ausência nos próximos tempos. Mas, Ge ficará sempre na memória do jornalista, como um ativista sindical, predicado que agregou ao seu profissionalismo.

Segue seu caminho Gê, agora você passa para o Panteon de nossas lembranças e emoções mais puras. Você viveu intensamente e deixa um legado de dignidade pela vida que viveu.

Fonte: Sindjor MT: Jê passa para o Panteon de nossas Lembranças e emoções!

Eis a nota de Pesar do governo de Mato Grosso Assinada pelo GCom

O Gabinete de Comunicação do Governo de Mato Grosso lamenta a morte do jornalista Gonçalo José Fernandes, conhecido como Jê Fernandes. Ele tinha 72 anos e faleceu na madrugada desta terça-feira (24.10), em Cuiabá.

O secretário de Comunicação Kleber Lima recebeu com pesar a notícia do falecimento do colega de profissão. “Jê Fernandes foi um ícone do jornalismo em Mato Grosso. Com seu carisma e irreverência, atuou de forma aguerrida na busca pela informação de forma ética e responsável. Contribuiu também na formação de muitos jornalistas que atuaram ao seu lado e puderam absorver um pouco seu conhecimento. Que sua família receba nossas condolências e que tenha forças para superar esse momento de tristeza e dor”.

Jê Fernandes atuou em diversos veículos de comunicação como os jornais Estado de Mato Grosso e Diário de Cuiabá, além de ter sido correspondente de veículos de comunicação nacionais como a revista Placar e o jornal O Globo. O velório está previsto para começar às 12h na Sala Tulipa, na Capela Jardins, na capital.

Este repórter com o criador do “Jornal do Ônibus”, Jê Fernandes

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Na semana de aniversário do poetinha, estreia no Curta! “Vinicius, um rapaz de família”

Da Assessoria | Na véspera do dia em que comemoraria mais um aniversário, Vinicius de Moraes, um dos principais nomes da música popular brasileira, é reverenciado pelo Curta!. Na Quarta de Cinema, 18, às 20h, estreia na faixa “A Vida é Curta” o documentário “Vinicius de Moraes, um rapaz de família”.

Com o olhar afetivo da filha Susana Moraes, que dirige a produção, a obra mostra o artista na intimidade: o homem que colecionou títulos, de poeta até diplomata, e que vivia cercado de amigos como Oscar Niemeyer (foto), Ferreira Gullar e Tom Jobim.

Longe de ser uma biografia linear, oficial, “Vinicius de Moraes, um rapaz de família”, é, segundo o cineasta Walter Salles, “uma das experiências mais originais do documentário brasileiro das últimas décadas”.

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Vicente Ávila propõe o neosocialismo em livro que será lançado nesta terça, 19

“Neosocialismo & Cooperativismo”, do professor da UFMT, será lançado nesta terça, na Feira do Livro da Adufmat

Este blogueiro em momento self com o professor Vicente Ávila

Por João Bosquo | Pensar o futuro, pensar o amanhã, quem sabe mesmo, pensar o depois de amanhã é um traço do ser humano. Sonhar com uma sociedade justa, solidária e igualitária é mais humano ainda e é isso que lemos nas lições do livro “Neosocialismo &Cooperativismo”, do professor Vicente Machado Ávila, que será lançado nesta terça-feira, 19, às 18 horas, durante a realização da 2ª Feira do Livro – GTSSA Adufmat-Ssind – UFMT, que acontece no Centro Cultural da UFMT.

O livro “Neosocialismo & Cooperativismo” propõe abrir mentes. Se lá atrás Leonel Brizola fala da construção de um socialismo moreno, ou seja, um socialismo a partir das nossas raízes, de nossas tradições, o economista, professor aposentado da UFMT, Vicente Ávila, dispara a ideia de construção de uma revolução com os ingredientes do neosocialismo e cooperativismo.

Segundo Ávila, o neosocialismo é uma proposta de construção de um socialismo de novo tipo, cujo processo de construção pode e deve ser feito dentro da democracia, enquanto o cooperativismo, cuja base pressupõe que os trabalhadores são sócios e não mão de obra para ser explorada pelo dono do capital, seria a agenda econômica.

Mas isso não seria a propalada social democracia? O economista Vicente Ávila, responde que não, já que a social democracia tem um apelo social mas mantém o capitalismo.

Segundo o veterano estudioso, o neosocialismo vem para contrapor-se com o neoliberalismo. Ele diz que tudo que existe na face da terra tem dentro de si o germe de sua própria destruição, ou seja, o seu contraditório, o seu antípoda. Ele lembra que em todo organismo vivo existem células morrendo e outras nascendo. As que nascem se alimentam das que morrem e apresenta um quadro com os pares dialéticos, no qual a morte se opõe à vida; amor versus ódio, o conservador contra o revolucionário; a ignorância e arrasada pelo saber; capitalismo x socialismo e o neosocilismo enfrentando o neoliberalismo. Sim como contra as trevas.

É possível uma proposta dessas se concretizar? Sim, segundo Ávila, “em pouco mais de uma década, no Brasil e dentro da democracia, um governo socialmente comprometido conseguiu tirar 16 milhões de pessoas da miséria absoluta, além de ampliar o ensino técnico e contribuiu para inclusão de negros e mulheres”.

Vicente Ávila é natural de Campo Grande (MS) e viveu parte da adolescência no Pantanal e na cidade de Pedro Gomes, até os 19 anos, onde exerceu atividades rurais. Muda-se para Campo Grande e trabalha como servente de pedreiro, continuo de banco e, aos 24 anos, muda-se para o Rio de Janeiro.

Na capital fluminense, trabalha como securitário, bancário e, em 1968, dois anos depois do golpe militar de 1964 que levaria o Brasil para um período de trevas, se forma economista pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas.

Muda-se para Cuiabá. Trabalha no D.O.P. (Departamento de Obras Públicas), como chefe de Divisão de Administração; diretor do Detur (Departamento de Turismo) da Secretaria de Indústria e Comercio) e foi fundador, gerente, coordenador de recursos humanos do CEAG/MT, do Sebrae, e professor de Economia da UFMT.

Ávila também foi um dos primeiros candidatos do PT em Mato Grosso ao Governo do Estado. Ele disputou as eleições de 1986, obtendo 13 mil votos, um feito magnífico já que, na eleição anterior, o candidato petista teve pouco mais de dois mil votos.

A Feira do Livro criada pelo Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA) da Adufmat-Ssind tem como objetivo de criar um espaço de socialização a partir da doação e troca de livros entre os professores sindicalizados e toda a comunidade acadêmica.

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Dinheiro nesse montante, penso, só em carteis de traficantes de drogas, mas é de Gerddel Vieira, um dos homens de Michel Temer

Até agora já foram contados mais de R$ 22,5 milhões.

Fonte: 1724878.jpeg (620×465)

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Lula: “Se alguém tem medo de ser preso, eu quero dizer o seguinte: esse que está enterrando a sua mulher hoje, não tem”

Lula fala de Marisa Letícia, num último adeus

“Queridos companheiros, queridas companheiras que vieram prestar sua última mensagem e homenagem à companheira Marisa. Eu tinha dito que não falaria porque a preocupação de não falar e chorar é muito grande. Mas eu acho que já chorei a quantidade de lágrimas que daria para recuperar a represa Cantareira por dois anos.

Eu queria dar uma palavra de agradecimento a cada mulher, cada homem, cada companheiro, cada companheira – cada parente da Marisa, cada parente meu – e dizer ao companheiro Rafael, presidente desse sindicato, que minha vida não seria um décimo do que é se não fosse esse sindicato. Se não fosse esse salão. Continue Reading

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Silas Malafaia festejava a condução coercitiva de Lula e dizia que era legal e agora reclama não ter sido convidado para explicar… Queria estar acima da lei

Pimenta no olho da gente, definitivamente, não é refresco.

O pastor Silas Malafaia que o diga.

No dia que o ex-presidente Lula foi conduzido coercitivamente, o pastor evangélico postou em seu Twitter. “Só para lembrar > O juiz Sérgio Moro não cometeu nenhuma ilegalidade ao convocar, coercitivamente, Lula para depor. Só falácia de petistas”.

Nada,mas nada mesmo, como um dia depois do outro. Continue Reading

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Relembrando a Carta, aquela, de Michel Temer à presidenta Dilma Rousseff

Como todos se lembram, a carta de michel temer, que provocou o maior mi-mi-mi na imprensa é datada de 07 de Dezembro de 2.015, e começa com uma frase em latim: “Verba volant, scripta manent” (As palavras voam, os escritos permanecem), daí, por conta dessa permanência, lembramos da dita carta.

No segundo parágrafo o vice explicava o motivo da carta: Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.

Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.
Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.

Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.

Quando o vice dizia “lealdade institucional” e resultou no que resultou, sabemos que tudo era da boca pra fora. Continue Reading

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Emanuel anuncia Bebeto como futuro secretário de Comunicação Social

Da Assessoria

Em cumprimento a uma agenda com o presidente da República, Michel Temer (PMDB), o prefeito eleito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), decidiu anunciar, na tarde desta quarta-feira (07), direto de Brasília (DF), o nome do futuro secretário de Comunicação Social de Cuiabá. José Roberto Amador possui formação em comércio exterior, mas atua no jornalismo há 38 anos, tendo passado por algumas das principais redações de TVs e jornais locais.

De acordo com Emanuel, trata-se de uma escolha pessoal, visto que José Roberto preenche o perfil desejado pelo prefeito eleito – político e técnico. “A política de comunicação social importantíssima e precisa ser muito bem trabalhada. Afinal, queremos promover uma gestão próxima da população. E o Bebeto, além de ser um profissional experiente, possui boa articulação política e excelente trânsito na imprensa local”, avaliou. Continue Reading

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Comunidade Umbandista celebra 108 anos de fundação de sua religião e realiza o 4º Encontro Umbandista de Cuiabá

Por Cristian Siqueira

A Umbanda é uma religião que tem como pilares a humildade e a caridade a partir das diversas práticas resultantes do sincretismo étnico-cultural existente em todo o território brasileiro.

A Umbada é uma doutrina que conta hoje com expressivo e crescente número de frequentadores e simpatizantes, inclusive dentre aqueles declarados pertencentes a outros segmentos religiosos, com relevante adesão em virtude da amplitude de sua repercussão na vida das pessoas que buscam respostas aos seus anseios mais íntimos, explicados pela profundidade de seus ensinamentos e resgate da ancestralidade, promovendo o auto-encontro.

Dentre seus seguidores, percebe-se um grande número de mulheres de diferentes idade e formação tanto acadêmica como profissional. São idosas, senhoras, moças, meninas, professoras, engenheiras, domésticas, muitas delas conciliando sua experiência como esposa, mãe e profissional e sua vivência espiritual, numa luta diária para manter seu espaço numa sociedade ainda permeada pela desigualdade e exclusões.

Quem são estas mulheres no âmbito da vivência da religião Umbandista, além do olhar superficial voltado para nossas valorosas Mães de Santos e Mães Pequenas?

Reconhecendo a importância desta relevante parcela da Sociedade por sua diversidade contributiva, bem assim visando reunir seus adeptos para o fortalecimento da religião entre irmãos e divulgação da Doutrina Umbandista aos não professantes, em 2016, o MUC – Movimento Umbandista de Cuiabá promoverá respeitosa reflexão que terá como tema: “MULHER, FONTE DE AXÉ”.

O evento acontecerá no dia 20 de novembro, a partir das 15 horas, na Praça 08 de Abril, com apresentações artística-musicais e a presença de diversos Sacerdotes e Sacerdotisas que somarão conhecimento e experiências referentes às práticas de nossa amada Umbanda.

Na presente oportunidade vimos mui respeitosamente pedir a presença de tão qualificado meio de comunicação no evento citado no sentido de apresentar á sociedade uma matéria a respeito do evento tendo a certeza de que a participação dos meios midiáticos na luta contra a INTOLERÂNCIA que assola nossa sociedade é de suma e fundamental importância.

Nos dispomos para esclarecimentos de dúvidas agradecendo, desde já, a atenção e participação.

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Uma boa, excelente notícia: Graduados do ICMC/USP criam projeto para exames de retina com smartphones

José Stuchi (à esquerda) e Diogo Biagi são os autores das duas ideias vencedoras da competição e representarão o Brasil na final internacional em Berlim. Em terceiro lugar, foi premiada a ideia de Giselle Coelho / Foto: Carol Santa Rosa

Por Henrique Fontes – Um aparelho que permite a realização de exames oculares de maneira prática, barata e com o uso de smartphones. Esse é o projeto desenvolvido por três ex-alunos da USP, em São Carlos, que venceu o Falling Walls Lab São Paulo, etapa classificatória da competição global que incentiva a criação de soluções de alto impacto na sociedade. José Augusto Stuchi, um dos autores do projeto, irá representar o Brasil na final da competição, que será realizada em novembro, na Alemanha. Ele é graduado em Engenharia de Computação, curso oferecido em conjunto pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) e pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC).

Foto: Divulgação

O equipamento desenvolvido é o SRC – Smart Retinal Camera, versão portátil do retinógrafo, que é utilizado em exames de retinografia para observar e registrar fotos da retina. “Nós redesenhamos todo o projeto óptico e eletrônico e transformamos o retinógrafo em uma miniatura, podendo, assim, ser acoplado a um smartphone”, explica José Augusto. Ele conta que, apesar do sistema óptico ser reduzido, as imagens obtidas pelo aparelho têm qualidade tão boa quanto a dos aparelhos tradicionais, sem contar que o custo para sua produção é bem menor. O SRC é o primeiro protótipo de retinógrafo portátil do Brasil a utilizar smartphones para a realização de exames.

No país, mais de 6 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência visual, porém, 85% dos municípios brasileiros não possuem oftalmologistas. A portabilidade e o baixo custo do SRC podem facilitar a expansão de exames e atender aqueles que não podem se deslocar aos consultórios. “Imagine que a pessoa está acamada e não consegue ir até a clínica fazer o exame. Um operador, que não precisa ser médico, pode ir até a casa do paciente e realizar todos os procedimentos. Posteriormente, essas imagens ficariam disponíveis em um site para acesso dos médicos, que dariam o diagnóstico à distância”, diz José Augusto, que hoje faz doutorado em Engenharia de Computação na UNICAMP.

A facilidade para transportar o aparelho também pode possibilitar seu uso em campanhas para a realização de exames em lugares distantes e que não possuem retinógrafos. O tamanho reduzido facilita, ainda, a utilização em crianças. Elas costumam ter dificuldade em se posicionar corretamente com a testa, queixo e cabeça em frente ao aparelho convencional. “Diagnosticar desde cedo uma doença possibilita que você previna e trate o paciente para que ele não fique cego. Por ano, 500 mil crianças perdem a visão no mundo e 80% de todos os casos de cegueira do planeta são evitáveis”, afirma o pesquisador.

Segundo José Augusto, fomentar a maior distribuição de retinógrafos pelo Brasil contribuiria não somente para a realização de mais exames, mas também para estudos específicos sobre as doenças e a melhor forma de combatê-las. “Após classificarmos os tipos de patologias, poderíamos fazer um mapeamento que mostrasse qual a incidência de cada uma, assim como os locais mais afetados no país. Com isso, o governo poderia atuar de forma direta nos estados ou regiões mais comprometidas”.

No diagrama, está o modelo de prova de conceito que levou à criação do protótipo / Foto: Divulgação

Como tudo começou – A ideia do projeto nasceu há cerca de dois anos. José Augusto, juntamente com o engenheiro eletricista Flavio Vieira e o físico Diego Lencione, ambos formados pela USP, em São Carlos, sempre se interessaram pela área da saúde, tanto que os três desenvolveram suas pesquisas de mestrado aplicadas à retinografia. Além da paixão por esse campo, o trio possui outra motivação: “O irmão do Diego tem um problema no olho desde criança, o que nos incentiva muito nessa missão”, relata José Augusto.

O envolvimento no projeto levou os três idealizadores a fundar, em março deste ano, a startup Phelcom, empresa focada em criar produtos inovadores, combinando soluções na área de óptica, eletrônica e computação. O desenvolvimento do retinógrafo portátil é financiado pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). A expectativa dos pesquisadores é de que o protótipo, que ainda não foi testado em humanos, seja comercializado já no primeiro semestre de 2018.

Falling Walls Lab – No dia 19 de setembro, os ex-alunos da USP tiveram a oportunidade de mostrar o potencial do projeto durante a final do Falling Walls Lab São Paulo. No total, 94 projetos foram inscritos e apenas 14 selecionados para participar da final. O evento premiou as três melhores ideias com capacidade de impacto na sociedade e os participantes tiveram apenas três minutos para apresentá-las em inglês para um júri composto por membros da academia, instituições de pesquisa e gestores de grandes empresas. “Foi uma surpresa! Expectativa a gente sempre cria, mas havia projetos muito bons e a chance de ganhar era muito pequena”, conta José Augusto, que foi o responsável pela apresentação ocorrida em São Paulo, no auditório do Instituto de Física da USP.

A etapa brasileira foi classificatória para a final da competição, que ocorrerá entre os dias 8 e 9 de novembro, em Berlim, quando outros 99 vencedores de diversos países irão mostrar suas ideias. “Depois da nossa apresentação, duas pessoas já vieram falar com a gente sobre a possibilidade de uso do nosso retinógrafo para detecção e tratamento de suas patologias. Isso vale mais que o prêmio: conversar com quem tem o problema e poder ajudá-los será nossa maior recompensa”, finaliza José Augusto.

Texto:  – *Assessoria de Comunicação do ICMC/USP
Fotos: as duas primeiras imagens foram fornecidas pela Phelcom; a última é de Carol Santa Rosa, do Centro Alemão de Ciência e Inovação – São Paulo

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Agência divulga mapa da Via Láctea com detalhes de mais de 1 bilhão de estrelas

Por Marieta Cazarré*

A ESA divulgou informações detalhadas sobre como é feita a medição da distância entre estrelas, como são capturadas as imagens de cada estrela ou corpo celeste e como esses corpos brilham e se movimentam no céuImagem de divulgação/ESA

A Agência Espacial Europeia (ESA – European Space Agency) publicou hoje (14) um detalhado mapa em três dimensões (3D) da Via Láctea, com mais de 1 bilhão de estrelas mapeadas pelo satélite Gaia. As informações foram divulgadas nesta terça-feira durante uma conferência online para a imprensa e fazem parte da maior pesquisa de objetos celestes realizada até hoje, segundo a ESA.

O satélite Gaia foi lançado em julho de 2014 e fez a varredura do céu até setembro de 2015. O relatório apresentado pela agência espacial é a primeira versão da pesquisa, baseada em dados recolhidos durante os primeiros 14 meses de trabalho da missão.

Durante apresentação de uma hora e quarenta minutos, especialistas da ESA detalharam como é feita a medição da distância entre estrelas, como são capturadas as imagens de cada estrela ou corpo celeste e como esses corpos brilham e se movimentam no céu.

* Correspondente da Agência Brasil

Leia mais: Agência divulga mapa da Via Láctea com detalhes de mais de 1 bilhão de estrelas | Agência Brasil

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