De origem, de todas as origens, sou mixtense…

Antes de ser Mixto, por conta do nome, era dom-bosquino, embora nunca tivesse ido ao estádio, até que assisti a uma partida de futebol: Mixto 5×0 Riachuelo, no Dutrinha.

Depois montei um time de botão – aqueles com vidro de relógio -, com o seleto time do Botafogo, no qual Quarentinha era o craque.

Em 1974 ou 75, não lembro direito, conheci a magnífica torcida do Corinthians, que assistir passar por Curitiba, do 8 andar do Edifício Wawel, que fica na praça Osório. Um espetáculo.

Em resumo: Sou mixtense, botafoguense e corintiano… Mas torço assim de bobeira por qualquer time quando estou diante da televisão. Ontem, torci – de verdade – pelo Internacional, que jogou um fotebol de qualidade, de postura tática (embora não goste muito do Celso Roth) e disposição.

Não fiquei triste com a Vitória do Vitória… Essa campanha do Palmeiras está servindo pra provar que alguns técnicos de nomes são apenas nomes e só conseguem “armar” o time quando tem um elenco ‘monstro’ como é o caso de Muricy Ramalho… Felipão está revelando o que ele é: um técnico copeiro… Aliás era… pois ontem perdeu a primeira do mata-mata. Difícil recuperar.

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