Empresa chinesa investirá R$ 1 bilhão em MT até 2014

A diretoria da empresa Matrinchã Transmissora de Energia anunciou, nesta quarta-feira (22), ao govenador Silval Barbosa investimento de mais de R$ 1 bilhão na construção de uma linha de transmissão (linhão) em Mato Grosso. O linhão será construído entre os municípios de Paranaíta e Ribeirãozinho, respectivamente nas regiões Norte e Sul do estado.

“Mato Grosso é um estado de oportunidades. Não só na energia, como na logística, minério, além do agronegócio. Conte com o governo como parceiro”, disse Silval ao diretor técnico da Matrichã, Francisco Höpker, e ao CEO da empresa chinesa State Grid, Zhang Xin.

A Matrinchã Transmissora de Energia, sociedade entre as empresas State Grid Corporação, a maior empresa de energia e transmissão da China, e Copel, do Paraná, vai construir o linhão Paranaíta-Ribeirãozinho de 500 kV, com 1.007 km de extensão, e quatro subestações nos municípios de Paranaíta, Cláudia, Paranatinga e Ribeirãozinho. O linhão deve ser concluído em 2014 e em janeiro de 2015, deverá começar escoar a energia produzida pela Teles Pires.

O secretário de Estado de Assuntos Estratégico em Brasília, Eder Moraes, destacou a importância desses investimentos para a economia de Mato Grosso. A empresa, além dos investimentos diretos, também vai investir na qualificação de mão de obra e absorver essa mão de obra nas subestações. “A parceria firmada entre o Governo de Mato Grosso e as empresas State Grid, da China, e a Copel, é o resultado das novas funções da secretaria de Brasília, atribuídas pelo govenador Silval Barbosa, em atuação com as demais secretarias envolvidas. São investimentos importantes para o Estado”, conclui Eder Moraes.

Zhang Xin, ao final do encontro não escondia seu entusiasmo, e declarou num português ensaiado “Vamos juntos colorir o Estado de Mato Grosso, com muita energia”. Segundo ele, com esse projeto a empresa passa a acumular experiência em investimentos no estado.

O diretor técnico completou que a Matrinchã é apenas investidora. As construtoras, prestadoras de serviços e fornecedores serão empresas locais, gerando emprego e renda para a população local. “Durante a construção a mão de obra é local”, afirmou.

Share Button

João Bosquo

João Bosquo, poeta e jornalista, editor deste blogue NAMARRA.COM.BR nas redes sociais: @joaobosquo

Você pode gostar...