Entre aspas – Luís Costa Pinto: Multiplica-se a solidariedade da infâmia, com a corporação protegendo aos seus e deixando a sociedade à mercê da sorte

Abre aspas: A ação dos vermes de jaleco que abusaram da agonia de Marisa Letícia não pode ficar impune no meio médico. Caso fique, toda a corporação corre o risco de começar a ser tratada com o desprezo que bandidos assim merecem. E sentirão a dor da discriminação que se dedica a quem vende a alma a seitas de fanáticos. Médicos como os que se integraram a essa corrente da infâmia nascida no Sírio-Libanês são passíveis do desprezo e merecedores de todos os castigos divinos. Fecha aspas.

><> Trinta anos atrás, mais ou menos, o termo mais usado era a “máfia de branco”, denominação criada pela turma d’O Pasquim, que denunciou uma série de safadezas médicas, entre elas a tortura..

A medicina, fora o aspecto da tecnologia, não evoluiu em nada. Os profissionais – com as exceções para confirmar a regra – estão cada vez mais desumanizados, mais preocupados em ganhar e formar fortuna que outra coisa. Lamentável, mas é a realidade.

O artigo “As bestas de janelo”, de Luís Costa Pinto, sem querer vulgarizar o termo, diz que no Brasil a medicina está virando uma “seita satânica”. Será?

Fonte: Médicos têm de reagir ao vazamento criminoso de exames de Dona Marisa | Poder360

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João Bosquo

João Bosquo, poeta e jornalista, editor deste blogue NAMARRA.COM.BR nas redes sociais: @joaobosquo

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