Entre aspas: Uol Esporte, que sempre acompanhou a questão, abre hoje com notícia da operação contra fraude em obras do VLT

><> O portal UOL, vamos combinar, foi o primeiro veículo a questionar, desde a mudança de modal, de BRT para VLT, inclusive com apontamento dos vencedores da licitação. Todos que acompanham a questão sabiam que uma hora ou outra outros – além Silval Barbosa, Eder Moraes e José Riva – seriam envolvidos. 

Polícia Federal faz operação contra fraude em obras do VLT de Cuiabá

Do UOL, em São Paulo 09/08/201710h26

Uma operação que investiga fraudes em obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em Mato Grosso foi colocada em prática nesta quarta-feira pela Polícia Federal do Estado. Ao todo são 18 mandados de busca e apreensão, com epicentro em Cuiabá, mas também em outras regiões do país.

As obras do VLT estavam previstas para a Copa do Mundo de 2014, mas estão paradas desde dezembro do mesmo ano, por força de decisão judicial – no total, elas já custaram mais de R$ 1 bilhão.

Deflagrada nesta quarta-feira, a Operação Descarrilho apura os crimes de fraude, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais, em tese ocorridos durante a escolha do modal do VLT e sua execução em Cuiabá.

Nesta quarta, estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, sendo dez em Cuiabá, um em Várzea Grande (MT), um em Belo Horizonte, um no Rio de Janeiro, um em Petrópolis (RJ), dois em São Paulo e dois em Curitiba. A Polícia Federal cumpre ainda um mandado de condução coercitiva na capital mato-grossense.

Durante a investigação de PF e Ministério Público, foram colhidos indícios de acertos de propina com representantes de empresas integrantes do Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, bem como desvio de recursos por intermédio de empresas subcontratadas pelo consórcio.

Fonte: Polícia Federal faz operação contra fraude em obras do VLT de Cuiabá – Futebol – UOL Esporte

O que disse a Gazeta: Abre aspas: 

PROPINA NO VLT

Ex-secretário da Copa sai pelos fundos após interrogatório de 4 horas na PF

Celly Silva, repórter do GD

Após passar a manhã prestando depoimento ao delegado Wilson Rodrigues, na sede da Superintendência Regional da Polícia Federal, em Cuiabá, o ex-secretário extraordinário da Copa, Maurício Guimarães, evitou a imprensa e deixou o local pela porta dos fundos, acompanhado de dois advogados, os mesmos que também fazem a defesa do ex-chefe da Casa Civil Paulo Taques, preso por envolvimento no escândalo dos grampos ilegais.


Ex-secretário da Copa Maurício Guimarães

Maurício Guimarães foi alvo de condução coercitiva na operação “Descarrilho”, que apura crimes de fraude a processo licitatório, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro, ocorridos durante a escolha da execução do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Cuiabá e Várzea Grande.

Leia também – Governo suspende negociação com Consórcio para retomada do VLT

O ex-secretário amanheceu com policiais federais em sua casa e levado à sede da PF por volta de 7 horas da manhã desta quarta-feira (9).

Veja a saída de Maurício Guimarães da sede da Polícia Federal em Cuiabá:

Ele deixou o local por volta das 11h30, evitando os jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas que o aguardavam na recepção da PF e saindo pela porta dos fundos, onde os advogados puderam estacionar a Amarock e sair sem ter contato com a imprensa. Eles também conseguiram recuperar um computador que havia sido apreendido.

Além do mandado condução coercitiva, também foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em residências e empresas, sendo 10 em Cuiabá, um em Várzea Grande, um em Belo Horizonte (MG), um no Rio de Janeiro (RJ), um em Petrópolis (RJ), dois em São Paulo (SP) e dois em Curitiba (PR).

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