Marcela Temer -depois de bela, recatada e ‘do lar’- volta agora como uma aposta de marketing para amenizar a rejeição do marido-desastre que afunda o país na pior recessão em décadas

A matéria Marcela Temer: bela, recatada e “do lar”, lá atrás, está assinada pela jornalista Juliana Linhares.

Abre aspas: 

A quase primeira-dama, 43 anos mais jovem que o marido, aparece pouco, gosta de vestidos na altura dos joelhos e sonha em ter mais um filho com o vice

Marcela, mulher do vice, Michel Temer: jantares românticos e apelidos carinhosos (Bruno Poletti/Folhapress)

Marcela Temer é uma mulher de sorte. Michel Temer, seu marido há treze anos, continua a lhe dar provas de que a paixão não arrefeceu com o tempo nem com a convulsão política que vive o país – e em cujo epicentro ele mesmo se encontra. Há cerca de oito meses, por exemplo, o vice-presidente, de 75 anos, levou Marcela, de 32, para jantar na sala especial do sofisticado, caro e badalado restaurante Antiquarius, em São Paulo. Blindada nas paredes, no teto e no chão para ser à prova de som e garantir os segredos dos muitos políticos que costumam reunir-se no local, a sala tem capacidade para acomodar trinta pessoas, mas foi esvaziada para receber apenas “Mar” e “Mi”, como são chamados em família. Lá, protegido por quatro seguranças (um na cozinha, um no toalete, um na entrada da sala e outro no salão principal do restaurante), o casal desfrutou algumas horas de jantar romântico sob um céu estrelado, graças ao teto retrátil do ambiente. Marcela se casou com Temer quando tinha 20 anos. O vice, então com 62, estava no quinto mandato como deputado federal e foi seu primeiro namorado.

Fecha aspas. Só um parágrafo, não queremos torturar nossos leitores. 

Fonte: Marcela Temer: bela, recatada e “do lar” | VEJA.com

><>Agora que Marcela Temer voltou à capa de veja, na primeira foi apresentada como uma mulher de décadas e décadas atrás e não como uma jovem dos dias de hoje.

Recatada e do lar.

Não li, talvez não leia, a veja que está nas bancas, mas a repercussão, claro, não é positiva. Algumas análise dizem que a revista (?) tentou vender a primeira-dama como um consolo para o desastre que o governo michel temer e falhou.

Não podia ser diferente. O fracasso do governo michel temer não pode ser amenizado com uma capa ‘positiva’ de um panfleto.

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