Morte – Um poema de Marília Beatriz

A cruz é a sentença,

o verbo é presença

onde a morte?

O surto é periférico

o vôo é atmosférico

onde a morte?

Se a cruz é o surto

o verbo e o vôo

continuam.

O sorriso é o estádio

e a lembrança da promessa

é pressa.

 

Share Button

Um comentário