Notícia recorrente: sonegação e inadimplência fiscal ou tributária, sem muita variação

‘Arrastão Fiscal’ combate inadimplência e sonegação tributária

Da Reportagem

A secretaria de Gestão Fazendária de Várzea Grande deu início nesta manhã (25) a mais uma etapa da operação ‘Arrastão Fiscal’ que estará até dezembro verificando in loco a situação tributária das empresas dos segmentos do comércio, indústria e prestação de serviços.

Vinte e dois inspetores fiscais agrupados em duplas começaram a checagem das empresas nas três principais avenidas da cidade, Couto Magalhães, Alzira Santana e Filinto Müller. São alvo devedores de tributos municipais de Alvará, IPTU, ISS e demais taxas.

Como explica o secretário municipal de Gestão Fazendária, João Benedito Gonçalves Neto, “Estamos indo atrás desses devedores. Fizemos durante todo o primeiro semestre fiscalizações e abordagens de caráter educativo e demos prazo para que os inadimplentes e até mesmo os sonegadores pudessem se organizar e regularizar a vida fiscal junto ao Município. Agora estamos retornando aos locais inicialmente visitados no primeiro semestre e vamos autuar. Esta etapa será realizada de forma mais ostensiva, podendo gerar interdições e a inclusão dos devedores nos órgãos de proteção ao crédito”.

Fonte: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=496602

><> O Meu Peixe, como sempre palpiteiro, não deixa de se manifestar nessa questão tão ‘delicada’, que é a reforma tributária.

No Brasil todo mundo fala em reforma tributária, mas a reforma pra ele pagar menos impostos. Meu Peixe quer uma reforma em que todos, todo mundo, pague impostos.

Uma maneira simples e eficaz de acabar com a inadimplência e sonegação fiscal é cobrar os impostos no ato da compra. De um pacote de arroz aos automóveis e outros bens duráveis – aviões, barcos etc.

Qual a vantagem? Para o governo a garantia de arrecadação, com a certeza que os impostos iriam pra os cofres e não se perderia entre o comerciante e o fisco. Para o consumidor a redução do valor cobrado mesmo que as alíquotas permaneçam nos mesmos patamares.

Exemplo. Na compra de um carro no valor médio de R$ 80 mil, o consumidor está pagando em média 50% de impostos embutidos no carro. Ora, retirando todos os impostos, o preço do mesmo carro cai para R$ 40 mil. Imaginando que os impostos continuem os mesmos 50%, no ato da compra o consumidor vai pagar apenas R$ 20 mil, e não os R$ 40 mil de antes. Vantagem. Assim como também não pagaria juros sobre o valor dos impostos que estão embutidos no preço final do carro.

Como seria isso, uma operação que o governo e nem o consumidor perdem e ambos saem ganhando. As compras, depois de um determinado valor – R$ 20,00 (vinte reais) – obrigatoriamente seria com cartão de débito – coisa mais banal.

No ato de pagar, por exemplo, uma compra de R$ 50,00, o consumidor é informado do valor do imposto X%, e esses X%, são debitados à parte. Os 50 reais vão para o comerciante e os X% para o governo, sem passar pelo caixa do comerciante, e os governos municipais não precisariam mais fazer arrastão fiscal.

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Namarra

Matérias, notas que nós (eu e Meu Peixe) gostaríamos de escrever e observações diversas.

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