O livro “Fica, Pedro!” de Luiz Carlos Ribeiro e Flávio Ferreira é lançado sob chuva, bênçãos de S. Pedro

Por João Bosquo

Este repórter ladeado por Guapo e o autor Luiz Carlos Ribeiro, com registro de Banavita

Este repórter ladeado por Guapo e o autor Luiz Carlos Ribeiro, com registro de Banavita

O lançamento do Livro “Fica Pedro!”, na última sexta-feira, 11, no Museu Histórico, em que pese o verdadeiro pé-d’água que caiu sobre Cuiabá, foi um sucesso com a presença de um bom número admiradores e amigos dos escritores Luiz Carlos Ribeiro e Flávio Ferreira, autores do texto, e de Banavita, o autor do registro fotográfico.

Este repórter, por conta da chuva também chegou atrasado – um pouco por conta da bagunça que é os horários dos ônibus cuiabanos. O Moovit, aplicativo que indica o horário de passagens dos ônibus, dizia uma coisa, mas aconteceu que o programado não passou no horário e seguinte antecipou-se e dois ônibus, do meu bairro até o centro foram numa verdadeira disputa para ver o qual pegava os passageiros gatos pingados nos pontos.

“Fica Pedro”, como diz o próprio Luiz Carlos Ribeiro é um libelo dramático em honra a Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia. Peça conta como pano de fundo a morte do padre João Bosco Burnier, morto em 1976, por um tiro covarde de um policial militar, que defendia duas mulheres que estava sendo torturadas. Flávio Ferreira nos conta que a primeira coisa que dom Pedro contou quando do primeiro encontro foi sobre o assassinato, que marcou de forma perene a vida do bispo.

Fermando Tadeu, Lucinda Persona e Eduardo Mahon, acadêmicos e

Fermando Tadeu, Lucinda Persona e Eduardo Mahon, acadêmicos e presentes ao evento

O repórter, é bom que se diga, não estava de plantão, mas registrou a presença dos amigos, eternos amigos, Carlos Ferreira, também fez a leitura dramática (foi a hora que consegui chegar), Carlos Gattass, o Carlão dos Bonecos, e conheceu a sua prima a cantora Dita Gattass, que fez uma performance belíssima, ao som dos atabaques de Tambolada, o escritor e acadêmico Eduardo Mahon, Fernando Tadeu, o professor de Economia e vice-reitor de Cultura da UFMT, o cantor e compositor Guapo,  Ivan Belém, claro, que também participou da performance, Lucia Pala, atriz e responsável pela leitura crítica do texto da peça, Lucinda Nogueira Persona  a bela poetisa, também acadêmica; Luiz Marchetti, jornalista; Maria da Glória Albuês, escritora, produtora e diretora de teatro; Maria Teresa Carracedo, editora responsável pela belíssima edição do livro; Marília Beatriz, presidente da Academia Mato-grossense de Letras; Mariza Batalha, jornalista e editora do Folha do Estado, Meire Pedroso, atriz; professora Therezinha Arruda, a mítica diretora da Casa da Cultura, do anos 80, quando Cuiabá viveu um belo momento cultural; e um outro tanto de gente bacana, que minha memória cansada não consegue resgatar.

Luiz Scala, Lucia Palma e Therezinha Arruda

Luiz Scala, Lucia Palma e Therezinha Arruda

Share Button

João Bosquo

João Bosquo, poeta e jornalista, editor deste blogue NAMARRA.COM.BR nas redes sociais: @joaobosquo

Você pode gostar...