Observações ligeiras sobre um possível quadro político 2018 e a reeleição de Pedro Taques

Em política tudo é possível, menos ressuscitar os mortos. Pedro Taques, por exemplo, não está morto, portanto, sua reeleição é possível.

Por Meu Peixe | Dizem e nós escutamos muito que o governador está aniquilado. Essa é a opinião geral de quem te acesso às pesquisas de opinião pública e dos observadores políticos.

Embora alguns observadores estão, lá por seus motivos, destilando mais com fígado que usando a razão.

Acredito, não posso deixar de acreditar, que esse desgaste do governador existe. Assim como achava que Dante de Oliveira em 1998 estava acabado e não conseguiria se reeleger.

Mas, sempre existe um mas para atrapalhar, a oposição precisa saber trabalhar.

Em 1998, recapitulando, Carlos Bezerra e Júlio Campos, inimigos, adversários políticos históricos, antológicos, diria até folclóricos, se uniram.

Uma das uniões mais desastradas da política. Tanto é que elegeu Antero Paes de Barros senador, além da reeleição de D.O.

Alguns hão de dizer –“Foi Duda Mendonça”. Sim, pode ser, mas por conta do desastre armado anteriormente.

Segundo os observadores atentos e desatentos, Carlos Fávaro deverá ser o candidato do agronegócio.

Mauro Mendes, por questões familiares, talvez não seja candidato nem a deputado federal.

Antônio Joaquim está praticamente fora da corrida.

O PT em suas eternas lutas internas, “ser ou não ser”, não sabe ainda o que quer e não deve ir a lugar nenhum.

Pedro Taques, enquanto isso, vai tocando o barco devagar, mas vai remando.

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