Poesia do Dia: Matrinxã – poema de João Bosquo

Quem come matrinxã do Teles Pires
Não se arrepende do preço que pagou
– Como para mim nenhum peixe é igual
mesmo os das mesmas espécies
imagine, agora, o matrinxã

O matrinxã é doce até no nome
É a palavra que jamais se esquece.

><>Ainda da mesma seleção de poemas inscrita num concurso da Prefeitura (gestão WS),que foi cancelado por baixa qualidade dos participantes.

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