Quase no fim da curva: poema inédito de João Bosquo

Quase no fim da curva
Como que enxergando
O fim da linha demarcada
Sinto que nada foi gratuito

Tudo,tudo de tudo, tem um porquê
Uma razão de ser – seremos
Um e outro entrelaçados
Até aprendermos o amor
O sentido de amar
Como é por que serenos

Tudo e nada tem o mesmo valor
O mesmo sentido, um segundo
Num voltar do ponteiro
Ao ponto da partida final.

><>Cada vez mais me convenço que os antigos concursos literários, que pediam ‘inéditos’, com a internet é impossível permanecer… Este poema foi feito ontem, 23, sábado, no inicio da noite e hoje já está aqui.

Share Button