Silval Barbosa participa da inauguração de novo parque gráfico em Mato Grosso

O governador Silval Barbosa participou, na manhã desta terça-feira (17.05), da inauguração do Complexo Gráfico Isa Martins Defanti da Gráfica Print, em Cuiabá. Durante a solenidade o governador confessou que conhece, desde quando se elegeu prefeito de Matupá, a trajetória de sucesso dos irmãos Defanti, Fábio e Dalmi Defanti Jr.

“Este é o exemplo de quem acreditou, correu atrás e hoje está inaugurando um dos maiores parques gráficos do País, com máquinas modernas. Portanto, venho sim, parabenizar e desejar todo sucesso para essa gráfica que conheço há 17 anos”, enfatizou Silval Barbosa.

O diretor Fábio Defanti disse que a presença do govenador Silval Barbosa é motivo de honra na inauguração da nova sede da Gráfica Print. A empresa começou em 1994, segundo ele, com uma máquina alugada dentro de um outro estabelecimento de propriedade de um conhecido. Seis meses depois compraram a primeira impressora, que também funcionava no espaço da gráfica do amigo.

O secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, disse que o novo parque gráfico da Print demonstra a confiança dos empresários nas ações do Governo, que proporciona um crescimento qualificado, permanente, que proporciona segurança do retorno do investimento, pois há circulação de moedas e, consequentemente, o mercado aquecido. “A Print acreditou na política de governo e vai atender parte da demanda que ainda precisava procurar e imprimir lá fora”.

O prefeito de Cuiabá, Francisco Galindo, apontou que a inauguração de um parque gráfico dessa envergadura “enche de orgulho Cuiabá e Mato Grosso. Os irmãos estão de parabéns”.

O novo parque gráfico representa um investimento de R$ 5 milhões, por meio do Fundo de Investimento do Centro-Oeste (FCO). O investimento deve-se ao aumento da demanda, principalmente na impressão digital. A gráfica da Print tem uma área construída de 4,5 mil m² numa área de 6 mil m².

Fonte: Secom-MT

><>Estou replicando está matéria, que fiz pela Secom-MT, para dizer que ganhei uma linda coleção de postais – impressos pela Print, claro – com fotos de nosso amigo José Medeiros, com produção da Entrelinhas.

João Bosquo

João Bosquo, poeta e jornalista, editor deste blogue NAMARRA.COM.BR
nas redes sociais: @joaobosquo

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  1. rubens barro disse:

    A Polícia Ferroviária Federal foi criada 1852, durante o Império de D. Pedro II, e regulamentada pelo Decreto 1930, de 26 de abril de 1857, sendo assim, a primeira polícia especializada do país.
    Naquela época, as ferrovias eram o principal meio de transporte de cargas do país, tendo imensa importância para a economia nacional. Com o passar dos anos, a maioria das ferrovias brasileiras foi extinta ou privatizada.
    A Constituição Federal de 1988 igualou a Polícia Ferroviária Federal aos demais órgãos da Segurança Pública em seu art. 144, § 3º: “A polícia ferroviária federal, órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais”.
    Como podemos observar a Polícia Ferroviária Federal exercia funções de polícia administrativa, como a fiscalização das ferrovias federais, através do patrulhamento ostensivo, o qual tem a finalidade de realizar o policiamento e a fiscalização das ferrovias federais.
    O Historiador Adinalzir Pereira Lamego (2007, p. 01)[1] relata a atual situação da PFF:
    Hoje, 155 anos depois, ela ostenta outro título, com bem menos glamour: o de menor polícia do mundo. A privatização das ferrovias brasileiras, em 1996, atirou definitivamente a Polícia Ferroviária Federal (PFF) no esquecimento: poucos sabem que ela existe, apesar da previsão constitucional. O efetivo de 3,2 mil homens antes das concessões se reduziu a 780, para fiscalizar 26 mil quilômetros de trilhos, destinados ao transporte de carga. (…)O último concurso para a corporação vai completar 18 anos e todo os seus agentes têm mais de 40 anos. (…) Seus comandados, depois das concessões das ferrovias, foram distribuídos para os ministérios dos Transporte e das Cidades. Hoje, parte deles fiscaliza o transporte de carga e outra, os trens de passageiros urbanos.
    O Departamento de Polícia Ferroviária Federal, assim como o Departamento de Polícia Rodoviária Federal, fazia parte do Ministério da Justiça. Porém, nos últimos anos, sofreu um processo de esvaziamento institucional, e acabou deixando de fazer parte do MJ, sendo seus servidores remanejados aos Ministérios das Cidades e dos Transportes.
    A PFF já foi chamada de Polícia dos Caminhos de Ferro, depois se transformou em Polícia das Estradas de Ferro, atualmente, é apelidada de menor polícia do mundo (LAMEGO, 2007).
    Então, a instituição de polícia especializada mais antiga do país está deixando de existir, tendo em vista que seus funcionários acabaram aposentando-se e o quadro funcional não foi reposto, sendo o último concurso público para a instituição realizado em 1989. (esta intituiçao centenaria e seus agentes aguardam uma posiçao até hoje ,do órgaõ competente pra iniciar seus trabalhos . abraço a todos