Tag: Artes e Espetáculos

Língua Portuguesa

Língua Portuguesa

a Sírio Possenti  Nada é perfeito como a língua que falamos No dia a dia de nosso cotidiano claro-escuro Cheio de obstáculos para os sentimentos Guardados a sete chaves nas artérias do coração Nada...

Olhos Vendados

Olhos Vendados

Este momento que vejo tudo, embora de olhos fechados, sigo (como é possível seguir) rumo ao norte prometido Uma visão panorâmica de olhar, como de soslaio, de olhos fechados e vejo o infinito que...

Quando Estive na Espanha com João Cabral de Melo Neto

Quando Estive na Espanha com João Cabral de Melo Neto

Quando, num sonho, estive na Espanha para conhecer João Cabral de Melo Neto o poeta Pernambuco, Severino, Recife constatei que o sonho era coisa estranha Estranhei que as parlendas espanholas não tinham rimas, nem...

De Tapetes, Pássaros e Peixes – poema João Bosquo

De Tapetes, Pássaros e Peixes – poema João Bosquo

Ninguém mais se lembra dos tempos belos tempos, que a gente andava de tapete voador aos pares de ares e descia em qualquer estação do ano Voar nestes tempos, até passarinho Com asas cansadas,...

Todos os poemas que busco – poema de João Bosquo

Todos os poemas que busco – poema de João Bosquo

Todos os poemas que busco Dentro e fora de minha alma Não são lidos, nem lindos, Apenas poesias que escrevo só Só escrevo poemas vasculhados Pelo sentir desbragados Dos olhos abertos ao ver tudo...

Quem acha a poesia escondida? é a pergunta do mais recente poema

Quem acha a poesia escondida? é a pergunta do mais recente poema

Poema Escondido Vamos ver, quem acha a poesia escondida? O poema, vestindo terno ou um velho jeans, é apenas uma roupagem de rimas e métricas como são as escolhas de escolas literárias O poema...

Antes da Física Quântica – poema de João Bosquo

Antes da Física Quântica – poema de João Bosquo

Não conhecer física, o princípio de Einstein, demora mais para entender que o amor, assim como todas as coisas universais, também é variável no espaço e tempo O amor, embora a causa primeira de...

A luz de Nossos Olhos – poema de João Bosquo

A luz de Nossos Olhos – poema de João Bosquo

A graça de estar vivo E estar sempre atento É o de poder conhecer E fazer novos amigos A graça de estar vivo É poder olhar nos olhos Dos amigos mentirosos E assim poder...

Com Efeito – poema de João Bosquo

Com Efeito – poema de João Bosquo

Calma meu jovem esta nova aventura é suave tortura no fundo do mar   Peixes que bailam zumbidos alegres ficarão gravados nas retinas dos olhos   Magneticamente sorrisos aparecerão no brilho fecundo das gotas...

Saudade é uma coisa esquisita – um poema de João Bosquo

Saudade é uma coisa esquisita – um poema de João Bosquo

Saudade é uma coisa esquisita. A gente que sente, sabe que sente mas não está escrita na cara e não tem outra identificação. Às vezes, muito das vezes, dói uma dorzinha gostosa de sentir...

Botafogo  – poema torcedor, pois neste momentos que devemos dizer quem somos…

Botafogo – poema torcedor, pois neste momentos que devemos dizer quem somos…

Por que a gente torce? Torce porque é Botafogo Botafogo Futebol e Regatas Porque a gente é Garrincha Camisa sete, ponta-direita Driblando sempre pro mesmo lado Torce porque é teimoso A gente é meio...

Menina de abril – poema de João Bosquo

Menina de abril – poema de João Bosquo

Menina de abril dia primeiro mentira foi Não tem pão legumes não tem Menina de abril dia primeiro mentira foi O prato sobre a mesa vazio se encontra A saliva mata a sede a...

A Passagem e o Relógio – um poema recente, recentíssimo

A Passagem e o Relógio – um poema recente, recentíssimo

A passagem do tempo é como um relógio… Como a metáfora de um relógio que não para O tempo não para e o relógio tic-tac, tic-tac como um trem destreinado segue até à última...

‘Antigamente’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

‘Antigamente’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

Não se veem mais poetas como de antigamente… Os poetas de antigamente escreviam à mão em brancos papéis suas diletas poesias… Bem antes, porém, os poetas cantavam musas intrusas, in métricas precisas e de...

‘Tempo das águas’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

‘Tempo das águas’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

Antes de se chegar ao Pantanal A poesia procura o prumo das águas E tenta primá-la em palavras Fluviais, flutuantes frente ao início… Antes de iniciar a chegar a termo O tempo das águas...

‘Primeira Vez’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

‘Primeira Vez’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

Da primeira vez, solitário e triste, Que me vi, como num espelho, Tentei um sorriso e meio E quis enganar-me aos olhos… Da segunda vez, embora triste, Um tanto quanto solitário e só, Busquei...

‘Apóstolos da palavra’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

‘Apóstolos da palavra’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

O homem procura a si mesmo agora Sozinho por uma vereda desconhecida E não entra sem saída e paga ingresso O tudo que aqui sobra é o nada hoje Era luz, primavera, verão, inverno outro...

‘De Madrugada’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

‘De Madrugada’, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

Quando acordo de madrugada fico ouvindo ao silêncio os ruídos, pequenos barulhos que são produzidos lá fora Os barulhos são de passos de insetos, minúsculos insetos, e folhas que caem ao vento docemente até...

“Recito enquanto leio”, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

“Recito enquanto leio”, poema-trailer do nosso próximo livro “Cotidianos de Tempos e Temperos”

O final de semana começa no sábado Domingo, quando o dia termina, inicia a segunda-feira Dá-se início a tudo que não finaliza mesmo que outros e outros sábados sábados, sábados e sábados venham, amanheçam...

Soneto Militétrico – poema de João Bosquo

Soneto Militétrico – poema de João Bosquo

Gostaria de ser sintético pouco mais hermético pouco menos patético mais ou menos héticoTer amigos incertos pouco mais dialéticos poder ser supradireto e menos pós-poético Contudo, profético em versos aritméticos revelo pré-cosmético O mundo...

Ano Novo se Repete, também se Renova – poema de João Bosquo

Ano Novo se Repete, também se Renova – poema de João Bosquo

O ano novo começa em primeiro de janeiro E os anos, desde antes de nós, tem doze meses… Os meses são os mesmos, os eventos se repetem primavera, verão, outono e inverno… Tudo se...

Assim Somos – poema de João Bosquo

Assim Somos – poema de João Bosquo

Quem se lembrará de um dia como hoje de um período como o nosso ainda em que todos se dizem que não sabiam e da responsabilidade… Ah!, como fogem Quem, num futuro distante, abrirá...

Aos Que Virão Depois de Mim – poema de João Bosquo

Aos Que Virão Depois de Mim – poema de João Bosquo

Amar o mar, não posso, não vejo O meu desejo, sempre é o rio Por qual navego só de olhar Até chegar – no aconchego – no pantanal Amar a neve, impossível Vejo o...

O buraco – poema de João Bosquo

O buraco – poema de João Bosquo

De quem é este buraco? Alguém tem que se responsabilizar Está tomando proporções enormes e ninguém sabe a extensão exata onde começa, onde termina Se é que tem um começo, meio e fim De...

Caminhar sem pés – um poema de João Bosquo

Caminhar sem pés – um poema de João Bosquo

Caminhar por sobre as águas Como uma canoa aprendiz De conhecer as veredas mansas E rasas de todos os rios Caminhar sem pés Com o pensamento fito No galgar sereno Da elevação sem traumas...

Juan – poema de João Bosquo, do livro Abaixo-Assinado

Juan – poema de João Bosquo, do livro Abaixo-Assinado

A todos aqueles que partiram. Juan, quantas vezes lutastes por mim e por meu povo? Quantas vezes você ao nosso lado dizendo: – Vamos pegar o rifle vamos pegar a enxada vamos fazer este...

Quem Pensa em Silêncio – um poema de João Bosquo

Quem Pensa em Silêncio – um poema de João Bosquo

Quem pensa em silêncio Pensa melhor Quando desce de navio O rio que atravessa A cidade E existe desde a nascente Quem pensa em silêncio Não diz o que pensa E espera o curso...

Poema do dia: Minha Poesia é Curta

Poema do dia: Minha Poesia é Curta

Minha poesia é curta pouca inteligência à mostra poucos centímetros de um decassílabo e sobrevive apenas uma década A sobrevida dos versos no papel ecológico é menos ainda que na web que escritos na...