Entre aspas: Blairo Maggi, que se tornou ministro após o golpe, será julgado pela Justiça de MT no caso da compra de vagas no TCE-MT, assim decide o STF 

1ª Turma do STF decide que ministros só terão foro para supostos crimes cometidos no cargo – Notícias – Política

Felipe Amorim
Do UOL, em Brasília

A 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta terça-feira (12) que ministros de Estado só poderão ser julgados na própria Corte por supostos crimes cometidos durante o mandato atual e relacionados à gestão. A decisão foi tomada durante julgamento que tirou do STF e mandou para a primeira instância da Justiça do Mato Grosso um inquérito contra o ministro Blairo Maggi (PP). Ele é senador e está licenciado do cargo para chefiar a pasta da Agricultura.

Os ministros Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Marco Aurélio Mello votaram por enviar o inquérito para a primeira instância. Apenas o ministro Alexandre de Moraes foi favorável ao envio para o STJ.

A decisão representa um precedente na restrição do foro, mas por ser tomada em turma, e não no plenário, não está claro se a nova regra deverá ser aplicada automaticamente a todos os casos semelhantes. A 2ª Turma costuma adotar decisões diferentes da 1ª em outros temas processuais, como por exemplo a aplicação da pena de prisão para parlamentares

A PGR (Procuradoria-Geral da República) denunciou Maggi por suspeitas de ter participado de um esquema de compra e venda de vagas no TCE-MT (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso), em 2009, quando ele era governador do Estado. O conselheiro do TCE-MT Sérgio Ricardo de Almeida também foi denunciado pela Procuradoria nesse processo.

Esta é a primeira vez que uma decisão do STF aplica a nova regra do foro privilegiado para um ministro de Estado e para um conselheiro de Tribunal de Contas. Em maio o plenário do Supremo decidiu restringir o alcance do foro para deputados federais e senadores. Com a decisão, só deveriam permanecer julgados no STF crimes cometidos pelos parlamentares durante o mandato e que possuíssem relação com o cargo.

A decisão de maio da Corte não fez referência ao caso de ministros de Estado, também protegidos pelo foro no Supremo, nem a conselheiros de tribunais de contas, que têm foro no STJ. A PGR então pediu, no inquérito contra Blairo Maggi, que a restrição do foro também fosse aplicada a parlamentares licenciados para ocupar o cargo de ministro.

Source: 1ª Turma do STF decide que ministros só terão foro para supostos crimes cometidos no cargo – Notícias – Política

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Entre aspas: Blairo Maggi encerra sua carreira pública pela porta dos fundos, denunciado pela PGR

><>O motivo da nova denuncia é ainda sobre a compra da vaga de conselheiro ocupada pelo ex-deputado Sérgio Ricardo, vaga essa que seria de Éder Moraes, etc. e tal.

O futuro ex-senador, ex-governador reeleito chegou a ser cogitado candidato a presidência da república, porém faltou coragem e tino político, preferiu o mais fácil que foi a eleição a senador e agora melancolicamente a carreira chega ao fim, como ministro de um governo golpista.

Abre aspas:

Ministro Maggi é denunciado no STF 

Além de Blairo Maggi, o conselheiro afastado do TCE Sérgio Ricardo também foi denunciado

ARQUIVO
Maggio denunciado por compra de vaga no TCE

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República ontem, quarta-feira (02), por corrupção ativa, praticada duas vezes. Ele é acusado de ter participado de um esquema de compra de vagas no Tribunal de Contas de Mato Grosso.

Além das condenações previstas no Código Penal para tais crimes, a procuradora Raquel Dodge pede que seja determinada a perda da função pública de Maggi, bem como a reparação do dano patrimonial, no valor de R$ 4 milhões.

Na denúncia, ela ainda solicita o pagamento de indenização por danos morais coletivos, acrescido de juros de mora e correção monetária pelos danos causados à imagem e à credibilidade das instituições públicas.

As negociações em torno da compra de uma cadeira na Corte de Contas teria iniciado no ano de 2009, época em que Maggi respondia pelo Governo do Estado.

Leia mais no Diário de Cuiabá

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Entre aspas: Blairo Maggi escapou da primeira, safou-se da segunda, mas agora a PF diz que HÁ indícios de embaraços à operação Ararath por parte do senador

><>O senador licenciado, ex-governador de Mato Grosso e ministro da Agricultura do governo golpista de Michel Temer será réu no conjunto dos processos da operação Ararath.
A PF finalmente descobriu “indícios suficientes” que indicam que o indigitado agiu para embaraçar as investigações.
Matéria no site “Ponto na Curva”, assinada pela jornalista Antonielle Costa.

Abre aspas:

PF diz que há indícios suficientes de que Maggi atuou para embaraçar a Ararath
O relatório da PF traz que as constatações decorrentes do material apreendido durante as buscas envolvendo o ministro são harmônicas com as informações prestadas pelos colaboradores

Eder Moraes e Blairo Maggi observam Silval Barbosa

Por Antonielle Costa | A Polícia Federal concluiu, em relatório parcial, pela existência de “indícios suficientes e aptos a justificar a continuidade e aprofundamento das investigações em relação a conduta de Blairo Borges Maggi”, após a deflagração da Operação Malebolge, em setembro do ano passado.

O ministro da Agricultura é acusado de “embaraço a investigação de infração penal envolvendo organização criminosa e corrupção de testemunha” juntamente com mais sete pessoas, no bojo de um inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

O relatório da PF traz que as constatações decorrentes do material apreendido durante as buscas envolvendo o ministro são harmônicas com as informações prestadas pelos colaboradores, neste caso, o ex-governador Silval Barbosa e seu ex-chefe de gabinete, Silvio César.

Em suas delações, Silval e Silvio afirmaram que Maggi juntamente com o primeiro colaborador teriam pagado a quantia de R$ 6 milhões ao ex-secretário de Estado, Éder Moraes Dias, no ano de 2014, a fim de que este se retratasse dos depoimentos que prestou perante o Ministério Público de Mato Grosso no início do mesmo ano.

Silval revelou que sua parte foi paga com recursos oriundos de propina paga pela empresa Três Irmãos Engenharia. Já de Maggi por um empresário.

“Nesse contexto, foi realizada a análise de parte dos documentos apreendidos nas sedes das empresas do grupo, a qual se encontra consubstanciada nos Relatórios de Análise 005/2017 e 008/2017- GT/ARARATH/SR/PF/MT, os quais, em razão da pertinência com o Caso I, foram juntados a estes autos. Nos documentos acima, foram constatadas operações suspeitas que devem ser aprofundadas e que também são consentâneas com o contexto apresentado pelo ex-governador Silval Barbosa”, diz um trecho do relatório.

Leia mais no site Ponto na Curva: PF diz que há indícios suficientes de que Maggi atuou para embaraçar a Ararath | Ponto na Curva

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Entre aspas: Blairo Maggi, além do agronegócio, agora se preocupa com a falência das TVs por assinatura

><>A matéria assinada pelo repórter de política do site Olhar Direto, Ronaldo Pacheco, o nosso Pachecada, é no mínimo surpreendente.

O senador golpista agora está preocupado com a questão de excesso de gatos na TV a cabo.

Nós, Meu Peixe e eu, estamos matutando com nossos botões e tentando descobrir a relevância desse projeto para economia mato-grossense.

O que se sabe até agora nenhum, dizemos nenhum governado- nem o próprio Blairo Mágico, quando chefiava o executivo – reclamou da queda de receita do ICMS veiculado ao setor de comunicação, por conta aumento da demanda de gatos.

Quando o senador, ministro da Agricultura (do governo golpista, voltamos lembrar) se preocupa com a exportação de grãos, apoia a portaria do Ministério do trabalho altera a classificação do trabalho escravo a gente compreende (não aceitamos) que está defendendo os seus interesses e do setor. Equivocadamente, acreditamos, mas entendendo.

Agora, sem mais nem menos, o mesmo aparece gastando todo seu latim na defesa de uma lei estapafúrdia para punir quem acessar com prisão.

Essas novas antenas digitais que estão sendo comercializadas pela internet, captam o sinal das TVs a cabo sem interferência física diretamente dos satélites, até onde entendi dos releases postados na  rede. 

O PopcornTime, quando era totalmente livre, por exemplo, foi tirado do ar pela industria de entretenimento americana. Agora o mesmo Popcorn (ou outro, não sei) oferece o serviço de VPN para bloquear a exposição indesejada e vazamentos de dados, por meio de cartão de crédito.

O setor das TVs a cabo, internet e telefonia não é a parte mais fraca e sim o consumidor.

Quem precisaria de defesa, portanto, é o consumidor.

O sinal da nossa internet, por exemplo, nunca chega no limite combinado e pago todos os meses. Isso sem falar quando nos deixa sem nenhum sinal… Antes no governo Dilma as operadoras mostravam na fatura os dias que ficou sem sinal e davam um desconto, mínimo, mas davam. Agora nem isso.

A única opção que temos é mudar de operadora, mas qualquer mudança dá um trabalho, além da amolação de ter que ficar acompanhando os técnicos na instalações  e retirada dos equipamentos.

Enfim, o indigitado senador tem que explicar melhor o porque dessa inusitada defesa das ricas operadoras de TV a cabo.

Abre aspas:

Senado deve votar em breve projeto de Maggi que criminaliza ‘gatonet’ com até dois anos de cadeia

Futuro ex-senador Blairo Maggi – Foto: Rogério Florentino Pereira / Olhar Direto

Da Redação – Ronaldo Pacheco

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado deve votar até maio ou junho o projeto de lei 186/2013 que torna crime a interceptação ou receptação não autorizada de sinais de TV por assinatura, com reclusão de seis meses até dois anos. O projeto é de autoria do ministro da Agricultura e Pecuária, senador mato-grossense  Blairo Maggi (PP), por conta do recrudescimento da prática da ‘sabotagem’ ao sistema de TV a cabo e internet banda larga, em praticamente todo o Brasil.

Justamente o aumento substancial da ocorrência é que levou Maggi a apresentar sua proposta, para apreciação do Congresso Nacional. É essencial citar que atualmente a Lei de TV a Cabo caracteriza a utilização indevida de sinal de TV por assinatura como ilícito penal, mas não estabelece punições.

Na prática, o projeto de lei melhora sobejamente a regulação do setor de TV por assinatura, e ainda acrescenta na norma obrigações do assinante, por sugestão do relator, senador acreano Sérgio Petecão (PSD). E é por isso que a proposta de Maggi ficou conhecida como gatonet, tanto no Senado quanto entre as operadoras do sistema.

Fecha aspas.

Leia a matéria completa: Olhar Direto

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Entre aspas: Blairo Maggi, aquele que apoiou o golpe de 2016, explica – com outras palavras – que deu ruim pra MT

><>: O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em entrevista ao jornalista Douglas Trielli, do MidiaNews, na qual fala do quadro sucessório, de seu apoio (ou não) ao amigo Mauro Mendes, entre outras análises de momento, faz sem querer uma revelação, que comprova o quanto o golpe parlamentar-judicial-midiático foi ‘ruim’ para Mato Grosso.

Abre aspas:

MidiaNews – Em Mato Grosso, o governador Pedro Taques tem sofrido por conta do cenário econômico, com dificuldade em pagar salário, repassar duodécimo aos Poderes e caixa para fazer investimentos. O senhor acredita que é possível sair dessa crise ainda em 2018?

Blairo Maggi – Eu não tenho os números e não tenho acompanhado de perto. Mas, de uma maneira geral, sempre defendi que Mato Grosso não é um Estado inviabilizado. É um Estado que tem dificuldades momentâneas de caixa em função de receitas e despesas. As despesas cresceram muito nos últimos anos e a arrecadação não diminuiu, mas a crise brasileira, que vivemos desde 2015, fez com que os repasses da União para os Estados diminuíssem muito, porque diminuiu a arrecadação brasileira.

Então, as despesas continuaram crescendo e as receitas diminuíram, embora a receita própria tenha crescido. Esse é um dilema. Creio que é possível arrumar, fazer ajustes, fazer sacrifícios, postergar algumas coisas que se queira fazer. Mas, diferente de outros Estados inviabilizados, Mato Grosso tem viabilidade. É uma questão de ajustes e políticas de curto prazo.

Fecha aspas.

Maggi, claro, jamais reconhecerá o seu apoio (com traços de trairagem) como golpista e que o golpe resultado do vem causando prejuízos aos combalidos cofres da Sefaz/MT.

A conta é simples.

Com o golpe as receitas da União caíram. Por consequência os repasses para os Estados e municípios também.

Maggi, que sabe dos números, pois já também foi governador, informa que a arrecadação direta do estado – apesar da crise – cresceu e o que está pegando é a baixa arrecadação da União.

Por que é que a arrecadação da União está em baixa? Por que o governo federal – ilegítimo – ao invés de incentivar a economia, provoca a recessão, para agravar a crise e justificar as “reformas”, goela abaixo da população como a da previdência.

Lógico, por conta de seu apoio ao golpe, Maggi não pode se dizer contra ou fazer críticas à política econômica do governo do qual participa e ajudou a assumir o poder e diz que “Lá na frente, a história vai reconhecer o presidente Michel Temer como um grande presidente, reformista, que está colocando o Brasil no rumo que precisa. E colocar alguma coisa no rumo não é simplesmente fazer coisas agradáveis”.

A crise, claro, não atinge os ricos, ao contrário. Tanto é que Blairo Maggi está comprando a fazenda Itamarati, do finado Olacyr de Moraes por nada mais, nada menos que R$ 2,2 bilhões, algo em torno de U$ 687,5 mi ao câmbio atual. 

Source: MidiaNews

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Entre aspas: Blairo Maggi desembolsa R$ 2,2 bilhões e arremata Fazenda Itamarati, um dos símbolos do poder secular do rei da soja Olacyr de Moraes

><> A informação que o Grupo Amaggi, da família Maggi, comprou a fazenda Itamarati já repercute em nível nacional. A reportagem é assinada pela jornalista Gabriele Schimanoski, define R$ 2,2 bilhões como ‘bagatela’, como sinal que o ministro do governo ilegítimo  Michel Temer tem muita bala na agulha.

Noutra informação, no mesmo O Livre, diz que Maggi convidou o ex-prefeito Mauro Mendes para se filiar ao PP e ser o candidato ao governo do Estado e enfrentar o governador Pedro Taques, o que de certa maneira demonstra a preocupação dele com a sua reeleição ao querer fazer dobradinha com um candidato ao governo competitivo.

Abre aspas: 

Ministro Blairo Maggi arremata Fazenda Itamarati, de Olacyr de Moraes, por R$ 2,2 bilhões

Com 105 mil hectares, a propriedade se tornou um símbolo do desenvolvimento de Mato Grosso

Blairo Maggi plantio querência

Blairo Maggi plantio querência

Gabriele Schimanoski, Da Redação 

O ano de 2018 mal começou e o ministro da Agricultura Blairo Maggi já fez o seu primeiro negócio. A Amaggi, empresa da família do ministro, arrematou a fazenda Itamarati Norte pela bagatela de R$ 2,2 bilhões dos herdeiros de Olacyr de Moraes.

Com 105 mil hectares, a propriedade se tornou um símbolo do desenvolvimento de Mato Grosso e do potencial agrícola do Centro-Oeste brasileiro. Do total, 55 mil hectares são destinados à agricultura, enquanto o restante é dividido entre pecuária e reserva ambiental.

A fazenda fica no município de Campo Novo do Parecis e pertencia ao antigo “Rei da Soja”, mas estava arrendada há alguns anos pela multinacional.

Dentro da propriedade, além de onze pistas para pousos e decolagens, hangar e dezenas de silos, há uma vila que abriga centenas de funcionários da unidade.

Conforme o ministro, a intenção é emancipar o local e transformá-lo em mais um município. Em 2017, a Fundação André e Lúcia Maggi (FALM) – que cuida do capital social da empresa -entregou ao Governo do Estado a Escola Estadual Argeu Augusto de Moraes, com mais de 1.400 m² e dez salas de aula.

Ao que tudo indica, a previsão de que Maggi teria dificuldade nos negócios está longe de ser concretizada.

Outro lado
Procurada pela reportagem do LIVRE, a assessoria da Amaggi confirmou que a transação está em andamento. No entanto, não confirma o valor da negociação.

Source: Ministro Blairo Maggi arremata Fazenda Itamarati, de Olacyr de Moraes, por R$ 2,2 bilhões | O Livre

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Entre aspas: Blairo Maggi que este ano tentará a reeleição terá como cabo eleitoral o golpista Michel Temer

Maggi elogia medidas do governo Temer

Ministro Blairo Maggi diz que Temer tomou medidas ‘satisfatórias’ para a economia do país

Maggi: “Não somos um governo popular, mas não somos golpistas. Herdamos um governo que estava de mal a pior”

RAFAEL COSTA
Da Reportagem

Considerado um dos principais representantes do primeiro escalão do governo federal, o senador licenciado por Mato Grosso e atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi (PP), avalia que o presidente da República Michel Temer (PMDB) tem adotado medidas satisfatórias no sentido de recuperar o crescimento da economia e manter a austeridade das contas públicas.

“Não somos um governo popular, mas não somos golpistas. Herdamos um governo que estava de mal a pior. O que resta ao presidente é tomar as medidas necessárias, não para agradar a massa, mas para, futuramente, ser um presidente reconhecido na história pelas medidas ousadas e energéticas que, mesmo impopulares, precisam ser tomadas para garantir o futuro do país”, disse.

Leia mais: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=511117 

><>Meu Peixe, como sempre, gosta de lembrar: Mato Grosso historicamente não gosta de reeleger senador. A exceção foi Jonas Pinheiro, em 2002, quando o próprio Maggi se elegeu governador, e todas as forças políticas se reuniram num só caldeirão: José Riva, Serys Slhessarenko, Roberto França, Jaime Campos, enfim todos contra Dante de Oliveira.

A marca mishell temer, vamos combinar não é das melhores e como aliado eleitoral não deve somar. Melhor, deve subtrair.

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Entre aspas: no Brasil, Henrique Meirelles é o foco do vazamento global que revela offshores de autoridades nas ilhas Bermudas, mas o bilionário Blairo Maggi também está entre os relacionados

Série jornalística dos ‘Paradise Papers’ se baseia em vazamento de 1,4 terabytes de dados da firma de offshores Appleby, uma das maiores do mundo divulgado pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) e no Brasil tem a participação do site Poder360, do jornalista Fernando Rodrigues

Segundo o site Poder360,  abre aspas: o ministro da Agricultura aparece relacionado a uma offshore chamada Ammagi & LD Commodities SA. De acordo com os registros da Appleby, o ministro da Agricultura é diretor da offshore, junto com outros familiares.

A empresa tem o mesmo nome de uma empresa registrada no Brasil, da qual a empresa da família Maggi é sócia. Trata-se de uma joint venture entre os Maggi e o grupo multinacional de origem holandesa Louis Dreyfus Company, especializado na produção e comercialização de matérias primas, principalmente grãos.

A joint venture brasileira é a controladora da offshore em Cayman.

Maggi – que já foi governador de Mato Grosso (de 2003 a 2010), é senador licenciado pelo PP, cargo para o qual foi eleito em 2010. A empresa da família chegou a ser a maior produtora mundial de soja, nos anos 1990 e começo dos 2000. Em 2014, a revista Forbes publicou que Blairo Maggi era o segundo político mais rico do país, com uma fortuna estimada em R$ 960 milhões, pela mesma revista.

Segundo o Poder360, a Louis Dreyfus Company e a empresa dos Maggi firmaram uma parceria em 2009 com o objetivo de atuar no mercado de grãos na Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. O objetivo seria a exportação.

Ao Poder360, o ministro negou qualquer tipo de irregularidade. Ele diz não ter recebido pagamentos diretos da empresa nas ilhas Cayman, e sim da empresa em solo brasileiro. Fecha aspas.

Fonte: Novo vazamento global revela offshores de Henrique Meirelles nas ilhas Bermudas

><>Algumas pessoas podem até achar que a vida é assim mesmo, que ricos podem ter contas em paraísos fiscais. Também acho, mas não acho que ministros de estados, como é o caso de Henrique Meirelles e Blairo Maggi,  possam.

Que um desqualificado como Eduardo Cunha tenha, é uma coisa. Mas não podemos aceitar – por mais condescendente que sejamos com o golpe – que um ministro que comanda a nossa economia.

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Entre aspas: Tá mais que explicado porque o bilionário, mega produtor e ministro do governo golpista, Blairo Maggi defende com unhas e dentes mishell temer

O novo banqueiro

Investigado por lavagem de dinheiro e corrupção, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, ganhou do governo Temer autorização para operar um banco comercial

Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, no lançamento do Plano Safra

Ministro Blairo Maggi Foto: Beto Barata/Presidência da República

Por José Casado | Ministro da Agricultura, Blairo Maggi acaba de ingressar no restrito clube dos donos de casas bancárias. Ele ganhou do governo Michel Temer autorização para operar um banco comercial em Cuiabá, sede das empresas agrícolas, de navegação e de energia que renderam à sua família um patrimônio de R$ 14 bilhões, equivalente a 25% do Produto Interno Bruto de Mato Grosso.

Natural para um bilionário. Exceto pelo fato de que o novo banqueiro está sendo investigado por lavagem de dinheiro e corrupção em negócios públicos, usando bancos privados como Daycoval, BicBanco, BMG e Rural (em liquidação).

Na quinta-feira 10 de agosto, o Banco Central permitiu-lhe a abertura do Banco Amaggi S.A. Isso aconteceu 72 horas depois de Maggi ter se mobilizado no Supremo Tribunal Federal por informações sobre inquéritos nos quais é personagem. Tropeçou no segredo de justiça, só levantado na última terça-feira, 22.

Ele é retratado nos autos como líder de um “ecossistema delitivo” no Mato Grosso durante década e meia. Foram pagos quase R$ 1 bilhão em subornos no Executivo, Legislativo e no Tribunal de Contas durante seu governo (2003 a 2010), de Silval Barbosa (2010 a 2014) e de Pedro Taques (desde 2015).

Documentos, gravações e 150 confissões mostram um histórico de corrupção em contratos de obras — muitas inacabadas; no socorro a vítimas de enchentes; na saúde e até na distribuição de óculos a pobres. A propina fluía em dinheiro vivo; créditos falsificados; incentivos; promissórias, e até em barras de ouro.

Pagava-se pela “governabilidade, alimentando o ‘sistema’ montado na gestão Blairo e herdado dele, com seu conhecimento e atuação ativa” — contou Silval Barbosa, ex-governador.

Maggi ganhou um mandato de senador, do qual se licenciou para ser ministro. Integra o partido Progressista, antigo PP, recordista em investigados por corrupção (32) na Lava-Jato. Um deles, o senador piauiense Ciro Nogueira, leva o nome do ministro-banqueiro no bolso como moeda para a disputa presidencial de 2018.

Maggi, 61 anos, é um empresário que aprendeu a vestir o figurino do político sem culpa.

Em 2004 governava Mato Grosso quando ocorreu desmatamento recorde da Floresta Amazônica. “Um aumento de 40% no desmatamento não significa nada” — disse ao jornal “The New York Times”, acrescentando: “Não sinto a menor culpa sobre o que fazemos aqui.” Acabou premiado com a Motosserra de Ouro, do Greenpeace.

Sábado passado, em Esteio (RS), o ex-governador explicou como via a corrupção em Mato Grosso: “Quando me elegi, algumas lideranças da Assembleia me procuraram. O governo anterior fazia repasses para que pudessem ter uma complementação de salário ou coisa parecida (…) Disse a eles que colocassem tudo que tinham necessidade dentro do seu orçamento, que o governo passaria para o orçamento do Legislativo, que eles que administram: ‘Façam como querem, do jeito que querem, e da maneira que podem fazer.’”

Simples assim, como o sorriso quase ingênuo do ministro, banqueiro noviço, olhos apertados no rosto arredondado, papada distendida sobre o colarinho azul imaculado.

Fonte: O novo banqueiro

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Até agora, o super blindado Blairo Maggi cai nas garras do Ministério Público e vira réu acusado de chefiar a quadrilha de Mato Grosso

><>O ministro da Agricultura do governo golpista mishell temer, senador licenciado e ex-governador Blairo Maggi agora oficialmente investigado.

Como foi para Maggi chegar a essa condição?

Recapitulando. Em sua premiada delação, o ex-governador Silval Barbosa narrou em detalhes como foi a mudança do depoimento de Eder Moraes para inocentar o ministro do governo golpista, Maggi.

Na primeira delação Eder Moraes, ex-secretário de Fazenda, ex-Casa Civil e ex-Secopa, disse aos procuradores que Silval Barbosa e Blairo Maggi sabiam de compra de vagas no Tribunal de Contas do estado (TCE) e a próxima seria dele, Eder, mas o ex-deputado Sérgio Ricardo pulou na frente e assumiu em substituição ao conselheiro Alencar Soares.

Até ai, a Inês é morta.

Agora na monstruosa e premiada delação aprovada pelo STF, o ex-governador Silval Barbosa narra o que teria acontecido depois desse depoimento. Segundo ele, o ex-secretário de Fazenda procurou os dois (Silval e Maggi) e pediu R$ 12 milhões para refazer o depoimento havia dado ao Ministério Público.

Pelo narrado na delação monstruosa, ele, Silval, e Maggi aceitaram pagar Eder Moraes para mudasse o depoimento, mas que o valor foi negociado e em vez de R$ 12 houve um abatimento de 50% e foi pagou R$ 6 milhões, sendo que cada um ficou responsável por R$ 3 milhões.

Silval tem como provar o pagamento de sua parte, já que o mensageiro-pagador foi o mesmo que aparece entregando propina e mensalinhos a deputados, Sílvio César Corrêa Araújo, mas também disse que Gustavo Capilé, ligado ao ministro, teria sido o agente pagador dos outros R$ 3 milhões.

Pois é com base nessa parte da delação que o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de inquérito e já foi aceito pelo STF, através do ministro Luiz Fux.

Para evitar vazamentos seletivos, o ministro também derrubou o sigilo da premiada delação monstro de Silval Barbosa.

Abre aspas para as matérias publicadas no Brasil 247 e  Diário de Cuiabá:

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Entre aspas: Silval Barbosa, em delação premiada, confirma abraço a Blairo Maggi

><>Silval, que era vice de Blairo e o sucedeu com o apoio do próprio, diz que recebeu dívida de R$ 17 milhões em troca do apoio à reeleição. BM diz em nota que as afirmações são ‘mentirosas e levianas’. Lembrando, aquilo que não conseguir provar, pode inclusive agravar a pena do delator ou mesmo anular a premiação.

Matéria assinada pelo jornalista Pablo Rodrigo.

Abre aspas: 

Silval Barbosa diz que pagou dívidas de Blairo Maggi

PABLO RODRIGO
Da Reportagem

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) afirma ter se comprometido a pagar dívidas que totalizavam mais R$ 17 milhões do atual ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP), em troca de apoio para a sua reeleição ao governo do Estado em 2010. A informação consta na delação de Silval junto a Procurador Geral da República (PGR) e que foi homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, no dia 9 de agosto deste ano.

Na delação, o ex-chefe do Palácio Paiaguás diz que o acordo era para que ele assumisse a dívida com o empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o “Júnior Mendonça”. O valor se refere a empréstimos, que o ex-secretário Eder Moraes, teria feito para quitar alguns compromissos políticos do governo Blairo, como dívidas de sua campanha ao Senado Federal.

A delação de Silval vai de encontro aos depoimentos de Júnior Mendonça. O documento afirma que Mendonça realizava empréstimos para Eder Moraes, que dizia estar a mando do governo do Estado. Mendonça ainda disse que em 2011, Silval Barbosa e o empresário Genir Martelli, proprietário de uma transportadora, se responsabilizaram pelas dívidas do então senador Blairo Maggi.

Júnior Mendonça é o principal delator da Operação Ararath, que investiga desde 2010, a movimentação de mais de meio bilhão de reais através de crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira, transações financeiras clandestinas, corrupção ativa, corrupção passiva, falsidade ideológica e falsificação de documento público, que envolveu políticos do primeiro escalão em Mato Grosso e empresários para financiar campanhas políticas.

Silval também diz que dentre as dívidas de Blairo Maggi que assumiu, estariam as do empresário Valdir Piran, referentes às campanhas de 2006 e 2010.

OUTRO LADO – Por meio de nota, o ministro Blairo Maggi voltou a classificar as declarações do ex-governador como “mentirosas e levianas”, e que não “encontram amparo nos fatos, revelando apenas o desespero e sua estratégia montada para livra-se da cadeia.”

O ministro ainda diz que vem buscando junto ao STF, o acesso ao teor da delação de Silval para apresentar a sua defesa.

“Maggi mantém a consciência tranquila quanto aos seus atos na vida pública e na atividade empresarial”, finaliza a nota.

Já a defesa do empresário Júnior Mendonça, afirmou que ele já é colaborador perante a Justiça Federal de Mato Grosso e que “já esclareceu em seus depoimentos o referido episódio, estando a disposição da justiça para quaisquer novos esclarecimentos.”

O ex-secretário, Eder Moraes, disse por meio de nota que, “nunca contraiu qualquer tipo de dívida em nome de Blairo Maggi”. E que a delação de Silval é “fabricada e forjada”.

“Eder Moraes já responde judicialmente na Operação Ararath sobre essas acusações. Trata-se de um assunto requentado para expor o ministro Blairo Maggi. Silval mente e atira para todos os lados”, finaliza a nota.

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Entre aspas: Na república das premiadas delações, Silval se entrega e confirma o seu abraço à Blairo Maggi

><>Silval Barbosa em sua auto-delação confirma tudo aquilo que – de alguma forma – já sabíamos. A propina (termo da moda) sempre existiu.

O sábio Millôr Fernandes, certa vez chegou a dizer a mesma (propina) aconteceu até na construção das Pirâmides do Egito.

Acontece que somos especialistas em atrasar obras. Sem atraso não se tem como acrescentar os aditivos. A cultura do atraso está tão impregnada na gestão pública que, ao iniciar qualquer investigação sobre propinas, os órgãos de fiscalização (TCU, TCEs, MPF, MPEs) a primeira medida que tomam é paralisar a obra. Enquanto que a obra é o que importa, pois é ela que vai beneficiar a população.

Voltando ao Millôr: quem recebeu a propina na construção das pirâmides, passou. As pirâmides estão aí para nossa satisfação. Digo eu, João Bosquo, quem recebeu propina na construção do Colégio Liceu Cuiabano (uma obra magnífica) passou; mas o Liceu está aí, cumprindo sua missão – educar – e para nossa satisfação em ver esse majestoso equipamento urbano.

Agora, começar a obra, sabendo que não vai terminar, é um crime. Como é criminosa a cultura do sucessor não dar continuidade à obra do antecessor. Silval não deu continuidade ao BRT, mudou para o VLT e Pedro Taques não deu continuidade ao VLT. Desculpas, alegações, justificativas para isso não faltam.

Precisamos debater mais sobre essa questão. Ponto.

Voltemos as nossas aspas: Silval Barbosa, além do envolvimento de Blairo Maggi, agora abraça Romoaldo Júnior…

Abre aspas, para a reportagem de Karine Miranda:

Silval assume propina de R$ 18 mi na execução da Arena Pantanal

Karine Miranda, repórter do GD

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) afirmou que negociou propina na execução da obra de construção da Arena Pantanal, estádio construído para Copa do Mundo de 2014. Foi negociada junto à empresa Mendes Júnior, responsável pela obra, propina de 3% em cada etapa da Arena, que custou mais de R$ 600 milhões. Isso significa que foram pagos R$ 18 milhões em propina.

As informações fazem parte da delação premiada de Silval, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que já teve como alvo o ministro Blairo Maggi (PP), que teria pagado R$ 3 milhões ao ex-secretário Eder Moraes para que ele mudasse o depoimento e o inocentasse do suposto acordo para compra de cadeiras no Tribunal de Contas do Estado. O ex-governador também diz que pagou outros R$ 3 milhões,  totalizando R$ 6 milhões.

Mayke Toscano/Secom-MT

Silval assume propina na execução da Arena Pantanal

Em novo trecho da delação, Silval afirmou que novamente Eder Moraes, que na ocasião atuava como secretário da Copa do Mundo (Secopa), deu o auxílio para a negociação da propina. Valendo-se de secretário da Secopa, Eder teria procurado a empresa Mendes Júnior para acertar o valor que seria pago.

Ficou acordado que a empresa pagaria 3% do valor da obra, que custou R$ 600 milhões e teve início em 2010. Este valor, por sua vez, seria repassado diretamente a Eder, que o entregaria a Silval.

Com a saída de Eder da Secopa, em 2012, essa “função” teria sido assumida pelo novo secretário Maurício Guimarães. Toda a propina arrecadada, segundo Silval, teria sido destinada para o pagamento de dívidas de campanha eleitoral.

Ainda segundo o ex-governador, a empresa Canal Livre Comércio e Serviços também pagou propina ao deputado estadual Romoaldo Júnior (PMDB), para ser uma espécie interlocutor da empresa junto a Silval. A empresa era responsável por implantar o sistema de iluminação, informação e tecnologia da Arena Pantanal.

Silval teria recebido entre R$ 200 mil e R$ 300 mil através do deputado. O ex-governador, porém, não informou o valor que o deputado teria embolsado como propina pela execução obra, que só ficou pronta 4 anos depois de seu início e sediou apenas 4 jogos do Mundial.

Outro lado – Tanto o ex-secretário Eder quanto o deputado negaram as acusações e afirmaram inocência. Já as empresas Mendes Júnior e a Canal Livre não se pronunciaram sobre o caso.

Fonte: Gazeta Digital

Leia também: Entre aspas: O ministro Blairo Maggi no radar do MPF não consegue acesso as denúncias de Silval Barbosa

Entre aspas: Silval abraça Blairo Maggi e o leva para o meio do furacão

Entre aspas: Apelidado de ‘Caldo’, Blairo Maggi recebeu R$ 12 mihões, diz Odebrecht

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Entre aspas: O ministro Blairo Maggi no radar do MPF não consegue acesso as denúncias de Silval Barbosa

><>O ministro, senador licenciado e ex-governador Blairo Maggi tentou acessar as ações que transcorrem em segredo de Justiça no STF, mas não conseguiu. Eis a informação veiculada no Diário de Cuiabá, em reportagem assinada por Kamila Arruda. Abre aspas:

Maggi sofre nova derrota no STF

Da Reportagem

O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) teve mais uma tentativa frustrada de acessar as ações sigilosas que tramitam contra a sua pessoa no Supremo Tribunal Federal (STF). A ministra Cármen Lúcia voltou a negar o pedido do progressista nesta terça-feira (15).

No início deste mês, a Corte Suprema já havia negado o mesmo pedido. O ministra, por sua vez, havia concedido a ele a possibilidade de ter uma cópia dos processos que são de acesso público.

Maggi recorreu da decisão, e teve o pedido novamente negado pela presidente do STF.

O ministro teve o nome citado em três colaborações premiadas referentes às ações que tramitam sob segredo de justiça no STF. Além de ter sido lembrado nas delações de ex-executivos da Odebrecht, o ministro ainda foi citado nos depoimentos do ex-governador Silval Barbosa e do ex-secretário da Casa Civil, Pedro Nadaf.

Todas as delações encontram-se em sigilo sob a relatoria do ministro Luiz Fux. Devido ao fato de elas estarem em sigilo, apenas o relator tem acesso ao conteúdo. Foi com base neste princípio que Cármem Lúcia negou o pedido de Maggi.

Na última sexta-feira (11), o Jornal Nacional revelou parte da colaboração premiada de Silval Barbosa. Conforme a reportagem, Maggi teria pago R$ 3 milhões ao ex-secretário de Estado Eder Moraes, para que ele mudasse a sua versão a cerca de uma denúncia de compra de vaga no Tribunal de Contas do Estado. (KA)

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Entre aspas: Silval abraça Blairo Maggi e o leva para o meio do furacão

><> O Ministro do governo golpista de mishell temer, senador licenciado e ex-governador Blairo Maggi sempre preocupou-se com a sua imagem pública… Até o escândalo dos maquinários, que apesar do volume não colou à sua imagem, mas agora, com a repercussão nacional e por estar participando de um governo reconhecidamente corrupto (Diga-me com quem andas…) a dificuldade é maior e manter-se blindado.

Nós aqui, eu e Meu Peixe, por exemplo – pode procurar nos nossos arquivos -, defendíamos BM, tanto que tínhamos como nome ideal na sucessão de Dilma Rousseff, ou pelo menos, como vice de Lula, mas agora não acreditamos que se reeleja, a não ser que ‘invi$ta’ de verdade na campanha, diferente do que foi 7 anos atrás.

A matéria abaixo é da repórter Karine Miranda, do Gazeta Digital.

Abre Aspas:

Silval diz que ele e Maggi pagaram para Éder mudar depoimento

Karine Miranda, repórter do GD

 O ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), afirmou que ele e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), pagaram R$ 6 milhões ao ex-secretário Eder Moraes para que ele mudasse o depoimento sobre um suposto acordo para compra de cadeiras no Tribunal de Contas do Estado,  a fim de inocentá-los.

As informações fazem parte da delação premiada de Silval, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e divulgada pelo “Jornal Nacional”, da Rede Globo, na noite desta sexta-feira (11).

João Vieira

Silval diz que ele e Maggi pagaram  Éder

Conforme a reportagem, Silval revelou à Procuradoria Geral da República como funcionava um esquema de corrupção no Estado na época em que Blairo era governador, entre 2003 e 2010, e depois quando assumiu o governo em 2011.

Aos procuradores, Silval disse que Eder Morais denunciou que os dois ex-governadores sabiam de uma compra de vagas no Tribunal de Contas do Estado. O esquema teria relação com a Operação Ararath, que investiga crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional.

Por conta deste depoimento, segundo a reportagem, Eder procurou Silval e pediu R$ 12 milhões para voltar atrás no que havia dito ao Ministério Público. Tanto Silval quanto Maggi aceitaram pagar, porém, a metade do exigido, ou seja, R$ 6 milhões. O dinheiro, segundo Silval, teria sido entregue a Eder pelo jornalista Gustavo Capilé, que é próximo de Maggi.

Ainda segundo Silval, o próprio Blairo confirmou que o pagamento foi feito em dinheiro vivo, entre 2014 e 2015. Já a “cota” de Silval foi entregue pelo então chefe de gabinete dele, Sílvio Cesar Corrêa Araújo, parte em dinheiro vivo, e outra parte usada para quitar uma divida de R$ 800 mil de Eder.

Após o pagamento, Eder voltou atrás e disse ter mentido no depoimento anterior. Com a mudança da versão, Maggi teve o inquérito que o investigava sobre o caso arquivado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, em 2016.

Agencia Brasil 

Maggi nega repasse de dinheiro a Eder

Propina – Ainda na delação, Silval também citou que repassou R$ 4 milhões ao deputado federal Carlos Bezerra (PMDB-MT) pra que apoiasse uma candidatura à Prefeitura de Cuiabá. Ele também falou de pagamento de propina ao senador Wellington Fagundes (PR-MT), porém não revelou os valores.

Outro lado – Por meio de nota à imprensa, Maggi afirmou que Silval mentiu em delação e que não houve pagamentos feitos ou autorizados por ele. Além disso, garantiu que “jamais se utilizou de meios ilícitos na vida pública ou nas empresas”

Fonte: Gazeta Digital

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Entre aspas: MST ocupa fazenda do Grupo Amaggi

><> O golpista Blairo Maggi deve estar pensando ‘eu era feliz e não sabia’ quando o PT, Lula – de quem ele (Maggi) fingia ser aliado e amigo – e Dilma estavam no poder… Em 13 anos nenhuma invasão, agora pouco mais de um ano de governo golpista o MST mostra suas garras…

As fazendas da Amaggi, sabemos são produtivas, mas a invasão é um ato político contra um político que apoiou o golpe 2016, como também é a invasão da fazenda do amigo do usurpador mishell temer.

MST ocupa fazenda do Grupo Amaggi em Mato Grosso

Redação do GD

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupou na manhã desta terça-feira (25), fazenda pertencente ao Grupo Amaggi, na BR-163, em Rondonopólis (212 km ao sul de Cuiabá), protesto em alusão ao dia do trabalhador rural.

Segundo o MST, manifestação inicia jornada nacional de luta pela Reforma Agrária com o lema “corruptos, devolvam nossas terras”. Movimento aponta que a Reforma Agrária está vinculada à luta pelo restabelecimento da democracia, golpeada por uma conspiração muitas vezes realizada nas sedes de ricas fazendas.

Aponta ainda para os assassinatos no campo, que de acordo com dados, apenas neste ano, 68 pessoas morreram, incluindo13 jovens, 6 mulheres, 13 indígenas e 4 quilombolas.

Além das ocupações de fazendas o MST ainda realiza vigília até o dia 2 de agosto, quando será julgada pela Câmara de Deputados a denúncia de corrupção contra o golpista Temer.

O movimento critica o grupo, principalmente pelo fato de concentrar grandes áreas de terras e ser apontado como destruidor do mei ambiente.

Fonte: MST ocupa fazenda do Grupo Amaggi em Mato Grosso | Gazeta Digital

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Entre Aspas – Tudo que Blairo Maggi não queria: Voltar à mídia como patrocinador de mensalinho da Assembléia Legislativa-MT

Blairo usou precatórios para comprar apoio no MT, diz delator

Ex-governador Blairo Maggi nas manchetes da midiazona

Ex-deputado afirma que ministro da Agricultura fraudou pagamentos e criou ‘mensalinho’ quando era governador

Os pagamentos de precatórios foram realizados entre março de 2009 e dezembro de 2012. Blairo foi governador de Mato Grosso por dois mandatos consecutivos, entre 2003 e 2010. O dinheiro, segundo o ex-parlamentar, abasteceu uma conta-corrente usada para pagar deputados estaduais e integrantes da base em troca de apoio ao governo. O Estado apurou que a negociação do acordo de colaboração de Riva com a PGR foi finalizado na sexta-feira passada. O ministro negou as acusações e afirmou que os pagamentos de precatórios seguiram o “rito legal”.

Leia mais: Blairo usou precatórios para comprar apoio no MT, diz delator

><>Nós, Meu Peixe e eu, estamos admirados com obstinação da PGR em pegar o senador licenciado, ex-governado e ministro da Agricultura do governo golpista de mishell temer, Blairo Maggi.

Segundo fontes, o senador-ministro também aparece com destaque na delação premiada de Pedro Nadaf.

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Entre aspas: Blairo Maggi diz que vai tentar a reeleição… Não sabe nada de história

Maggi disse que disputa reeleição ao senado
Maggi se diz decepcionado com o envolvimento do seu nome na Lava Jato e disse que vai provar na Justiça sua inocência

Maggi: “as coisas continuam como antes, não vou mudar toda a minha vida por causa de Lava Jato”. Foto: Aquivo

PABLO RODRIGO
Da Reportagem
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi (PP), diz que o seu projeto político de disputar à reeleição ao Senado Federal não mudou por conta das denúncias de dois delatores que resultaram na abertura de inquérito para apurar possível cobrança de propina para a sua candidatura ao governo de Mato Grosso em 2006 através de transações relativas de créditos judiciais firmados entre Mato Grosso e a Odebrecht.

“As coisas continuam como antes, não vou mudar toda a minha vida por causa de Lava Jato. Nem tudo que delator fala deve ser considerado como a mais pura verdade. Tem que ter provas. Não há nexo causal. A campanha foi em 2006 e o dinheiro foi pago em 2007, e não há nada que me ligue a este assunto. Não resta dúvida que esses R$ 12 milhões não chegaram para a campanha eleitoral”, disse o ministro nesta terça-feira (17) em entrevista à rádio capital FM. Continue Reading

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Entre aspas: Apelidado de ‘Caldo’, Blairo Maggi recebeu R$ 12 mihões, diz Odebrecht

><>O jornalista Flávio Costa, do UOL, em São Paulo, assina matéria com direito a foto, cuja legenda diz Blairo Maggi diz “não saber do que está sendo acusado”, sobre a inclusão do ministro da Agricultura Blairo Maggi, que já imitiu nota dizendo que nunca teve relações com a Odebrecht.

Agora, apelido ‘Caldo’ é o mais obvio de todos. Abre aspas:

Apelidado de “Caldo”, Blairo Maggi recebeu R$ 12 mihões, diz Odebrecht

O ministro da Agricultura Blairo Maggi recebeu R$ 12 milhões não declarados para sua campanha de reeleição ao governo do Mato Grosso, em 2006, de acordo com o depoimento de delatores da Odebrecht. Continue Reading

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Entre Aspas da Gazeta: Dinheiro da AL comprou vaga de Sérgio Ricardo, diz Riva

COMPRA E MENSALÃO

Dinheiro da AL comprou vaga de Sérgio Ricardo, diz Riva

Foto: João Vieira/AGazeta

Rafael Costa, repórter do GD O ex-deputado estadual José Riva (sem partido) revelou na tarde desta sexta-feira (31) que a quantia de R$ 2,5 milhões desviado dos cofres da Assembleia Legislativa serviu de pagamento para comprar a vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE) em favor do ex-deputado estadual Sérgio Ricardo.

Atualmente, Sérgio Ricardo está afastado do TCE desde janeiro deste ano por força de uma liminar concedida pelo juiz da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Popular, Luis Aparecido Bortolussi Júnior.

O Ministério Público Estadual (MPE) acusa Sérgio Ricardo de comprar a vaga de conselheiro do TCE de Alencar Soares pelo valor de R$ 12 milhões. Continue Reading

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Luís Nassif: Pedro Taques, o herói do MPF e suas circunstâncias

Luis Nassif, no GGN – Algum tempo atrás, se houvesse votação interna no Ministério Público Federal para eleger o Procurador símbolo, o vencedor seria Pedro Taques.

Taques era uma espécie de anti-Deltan Dallagnol. Enquanto o campo de batalha de Deltan são as trepidantes telas de computador, a consulta a bancos de dados e o cenário de baixo risco das entrevistas coletivas, Taques enfrentava os riscos verdadeiros.

Cada vez que entrava em um restaurante de Mato Grosso, provocava dois movimentos. Primeiro, aplausos dos presentes. Depois, o restaurante se esvaziando com receio de algum atentado.

Não era por menos. Continue Reading

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Diário de Cuiabá: TCE é notificado do afastamento do conselheiro Sérgio Ricardo; na próxima semana será escolhido o substituto

Abre aspas: Ontem, a presidência do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) foi notificada da decisão do juiz Luís Aparecido Bortolussi Júnior, da Vara Especializada Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, que determinou o afastamento do conselheiro Sérgio Ricardo do cargo.

Na próxima semana – caso o conselheiro Sérgio Ricardo não consiga reverter a decisão -, o TCE escolhe, por meio de um procedimento interno, um dos seis conselheiros substitutos para ocupar a função.

Pela decisão do juiz, o afastamento não afeta os rendimentos do conselheiro, cujo salário será mantido. Conforme o Portal da Transparência do TCE, em novembro – último mês com dados disponíveis -, seus rendimentos brutos foram de R$ 33,7 mil. Fecha Aspas. Continue Reading

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O ministro Blairo Maggi, acusado de envolvimento no esquema de compra e venda de vagas no TCE-MT, usa a sua página do facebook para “combater o bom combate” e publica o parecer da PGR que o excluiu da Operação Ararath e se dizer inocente

Blairo Maggi, acusado de envolvimento no esquema de compra e venda de vagas no TCE-MT, publicada nota em sua página no Facebook:

Abre aspas: Muitos amigos têm acompanhado a repercussão na mídia de uma decisão no mínimo inusitada. Nove meses depois de inocentado pelo Procurador-Geral da República, Dr Rodrigo Janot, no âmbito das investigações da Operação Ararath, e, também, após as investigações criminais contra mim terem sido arquivadas pelo STF, fui surpreendido por uma decisão liminar de um juiz de Mato Grosso, recebendo uma denúncia e me tornando réu, em ação civil, que deriva dos mesmos fatos, sem que nada de novo tenha surgido.

Isso me fez reviver um pesadelo. Afinal, como posso ser inocente de um crime e culpado pelos seus danos? Decidi me recolher, meditar e não permitir que sentimentos ruins me envenenassem. Foi então que me veio à mente a frase de São Paulo na carta a Timóteo: “combate o bom combate com fé e boa consciência; pois alguns, rejeitando a boa consciência, naufragaram na fé”.

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Entre aspas: Estadão – Juiz determina bloqueio de bens de Blairo Maggi

Procurando – quem procura acha – na grande imprensa notícias sobre o bloqueio de bens do  senador licenciado e ministro da Agricultura de michel temer, Blairo Maggi, determinado pelo juiz Luís Aparecido Bortolussi Jr., da Vara Especializada Ação Civil Pública e Ação Popular, que também determinou o afastamento do conselheiro Sérgio Ricardo, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT), encontramos esta matéria, datada de 4 de outubro de 2011, assinada pela colega Fátima Lessa, da Agência Estado, sobre uma ação civil pública, na qual o Ministério Público Federal aponta que a contratação de serviços de saúde teriam causado prejuízos aos cofres públicos na ardem de R$ 4.264.224,50.

Abre aspas: Em ação civil pública, o Ministério Público Federal aponta que a contratação de serviços de saúde que teriam causado prejuízos aos cofres públicos, segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) foi de R$ 4.264.224,50, o que corresponde a 32,74% de superfaturamento. Tal valor atualizado monetariamente e acrescido de juros de mora, nos termos da legislação vigente, corresponde a R$ 9.838.128,80. Continue Reading

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Leia a íntegra da decisão do juiz Luís Aparecido Bortolussi Jr., da Vara Especializada Ação Civil Pública e Ação Popular, que determina o afastamento do conselheiro Sérgio Ricardo, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT) e bloqueio de bens de Blairo Maggi

Confira a íntegra da decisão

Decisão->Determinação->Indisponibilidade de bens
OBS: Tendo em vista que o Sistema Informatizado de Primeira Instância – APOLO não suportou o lançamento, na íntegra, da decisão proferidas neste feito, segue, abaixo, apenas a parte DISPOSITIVA da mesma:

(…)

Diante das razões apontadas, afastadas as preliminares, DECIDO:

1. Recebo a petição inicial em relação aos réus Alencar Soares Filho, Blairo Borges Maggi, Eder de Moraes Dias, Gercio Marcelino Mendonça Júnior, Humberto Melo Bosaipo, José Geraldo Riva, Leandro Valoes Soares, Sérgio Ricardo de Almeida e Silval da Cunha Barbosa, para que surta seus efeitos legais;

2. DEFIRO, em sede de liminar, o pedido de concessão da medida liminar de indisponibilidade de bens de todos os réus, até o limite do valor de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais), solidariamente, para fins de acautelamento visando a aplicação das penas contidas no artigo 12, da Lei nº 8429/1982 (ressarcimento integral do dano, multa civil etc.) e, para tanto, determino:

2.1)- Proceda-se o bloqueio, por meio do Sistema BacenJud, dos valores encontrados na contas bancárias e aplicações financeiras, até o montante de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais), solidariamente, ressalvado o valor equivalente ao total da remuneração do Governador do Estado de Mato Grosso e eventuais verbas destinadas para pagamento de pensão alimentícia dos réus agentes públicos; Continue Reading

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Abre aspas: Blog do Antero informa que o juiz Luiz Bertolussi afasta Sérgio Ricardo do TCE/MT e bloqueia bens do Ministro da Agricultura, Blairo Maggi

Matéria publicada no Blog do Antero, assinada pela jornalista Laice Souza, informa que o Conselheiro Sérgio Ricardo foi afastado de suas funções no Tribunal de Contas.

Abre aspas: O juiz Luiz Aparecido Bertolussi, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Popular, afastou o conselheiro Sérgio Ricardo do cargo no Tribunal de Contas do Estado. A decisão é datada do dia nove de janeiro.

Além de afastá-lo do cargo, também foi determinada a indisponibilidade de bens no valor de R$ 4 milhões que atingiu também os ex-conselheiros Alencar Soares Filho e Humberto Bosaipo, o senador Blairo Borges Maggi, o ex-secretário Eder de Moraes, o empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior,  o ex-deputado José Riva e Leandro Valoes Soares.

Mesmo com o afastamento, Sérgio Ricardo continuará recebendo o salário, por ser verba de caráter alimentar.

A decisão liminar foi dada no momento em que o juiz recebeu petição inicial em ação movida pelo Ministério Público Estadual contra os réus, acusados de participar da compra de cadeira de conselheiro no Tribunal de Contas em vaga que era destinada a Assembleia Legislativa, no ano de 2008. Continue Reading

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A turma da botina estaria se rearticulando com vistas ao Paiaguás, já em 2018

Com raríssimas – e bota raríssima nisso – aquele que usufruiu o poder sempre pensa em usufruir novamente.

Assim é a humanidade. Assim também é a turma da botina que comandou o poder executivo por oito anos incompletos, entre primeiro de janeiro de 2003 e 31 de março de 2010, quando Blairo Maggi foi governador eleito e reeleito e renunciou para disputar o Senado.

Meu Peixe, em suas conversas de bastidores, ficou sabendo que a turma da botina está tentando se reaglutinar sob a ‘liderança’ do ministro Blairo Maggi, que inclusive já manifestou o ‘desejo’ de disputar a presidência da República, como candidato da direita desde que reúna três ou quatro partidos – entre eles o PMDB – por questão de tempo na TV.

O poder econômico – agronegócio, bancos e parte da indústria que sobreviver à Lava-jato – já teria manifestado na surdina a disposição de financiar essa candidatura. Continue Reading

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Entre aspas: Blairo Maggi, ex-governador de MT, senador licenciado, ministro do governo usurpador, que sempre disputou eleições na boa, diz não ter medo de se candidatar – du-vi-d-o-do – à presidente da república

Maggi: “Não tenho receio de fazer um enfrentamento desses”

Ministro diz que é necessária uma série de coincidências e apoiamento político para projeto funcionar

O ministro Blairo Maggi diz que não teria receio em disputar à presidência Foto: Marcus Mesquita/MidiaNews

CAMILA RIBEIRO
do MídiaNews

O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) afirmou que não teria problema nem medo de encabeçar uma eventual candidatura à Presidência da República nas eleições de 2018. Nos bastidores, os comentários dão conta de que seu partido, o PP, estaria preparando “discretamente” o ministro para essa disputa.

A informação foi, inclusive, publicada na coluna “Expresso“, da revista IstoÉ. Segundo o jornalista Murilo Ramos, Maggi tem visitado vários Estados para ficar “mais conhecido”.

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Site cita nome de Blairo Maggi em levantamento dos ministros de Temer investigados ou citados na Lava Jato

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, é investigado pelo Ministério Público no inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal para apurar indícios da prática do crime de lavagem de dinheiro. O inquérito do STF foi aberto em 31 de março de 2014 e tramita em segredo de Justiça, segundo o site 247.

O site 247 realizou um levantamento que aponta que 15 dos 24 ministros do governo Michel Temer são investigados pela Justiça ou tiveram o nome citado na Operação Lava Jato, entre os quais está o nome do ex-governador de Mato Grosso, Blairo Maggi.

Segundo ainda o 247, Maggi nega as irregularidades.

Fonte: Dos 24 ministros de Temer, 15 são investigados ou citados na Lava Jato | Brasil 24/7

><>Meu Peixe, de sua parte, fica matutando e se pergunta: será mesmo que as pessoas que foram às ruas de camisetas da CBF, bateram panelas, destilaram ódios nas redes sociais eram de fato contra a corrupção? Pergunta, pois como não se vê ou escuta uma mísera manifestação contra os corruptos – estes sim – que assumiram o poder em Brasília, ou foram apenas e tão somente massa de manobra.

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O governo federal promete endurecer também com os idosos pobres e deficientes: benefício assistencial só depois dos 70 anos

><>O governo Michel Temer promete não dar folga pra ninguém. Além da desvinculação do salário mínimo o benefício assistencial que a Previdência paga a idosos e deficientes de baixa renda, já estuda em elevar a idade mínima exigida para o acesso ao benefício dos atuais 65 para 70 anos, ou seja depois de morto o benefício será pago.

Esse benefício que tem a sigla BPC, de Benefício de Prestação Continuada é destinado a idosos e pessoas com deficiência com renda familiar per capita inferior a 25% do salário mínimo e equivale a um salário mínimo.

Veja como raciocina o governo usurpador: como o benefício tem caráter assistencial e não exige contribuição, o governo acredita que as pessoas vão recorrer a esse benefício em vez de pagar a Previdência, se o Congresso [no nosso caso os deputados Adilton Sachetti (PSB), Carlos Bezerra (PMDB), Ezequiel Fonseca (PP), Fábio Garcia (PSB), Nilson Leitão (PSDB), Ságuas Moraes (PT), Valtenir Pereira (PMDB) e Victório Galli (PSC); e os senadores Blairo Maggi, José Medeiros e Wellington Fagundes.] aprovar as reformas propostas que tornam as regras para aposentadoria mais ‘severas’, para não usar outra palavra.

A proposta do governo estabelece idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de homens e mulheres e pelo menos 25 anos de contribuição com a Previdência.

Meu Peixe, está, como é de seu perfil, estupefacto, pra dizer o mínimo.

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A ferrovia da vida

José Antônio Lemos

José Antônio Lemos

Em seu retorno aos artigos semanais o ex-senador Antero Paes de Barros, um dos maiores senadores que o Brasil já teve, lembrou a afirmação do senador Blairo Maggi de que “se não houver uma solução política a ferrovia não coloca os trilhos em Cuiabá” interpretando que o ex-governador com essa afirmação evitou dizer de modo direto que a chegada da ferrovia a Cuiabá é economicamente inviável. Tenho uma leitura diferente. Para mim o senador quis dizer simplesmente que este é um assunto político, tanto a chegada da ferrovia a Cuiabá, quanto a sua interrupção em Rondonópolis. E ele está certo, estudos de viabilidades são balelas em um estado que é um dos maiores produtores de alimentos do Brasil e do mundo. E como a política não acabou, o “sonho” da ferrovia também não acabou.

Na verdade, essa questão da ferrovia envolve a maior decisão política a ser tomada na história de Mato Grosso, já que por trás dela estão em jogo dois projetos de futuro para o estado. Por um a ferrovia passa por Cuiabá e Várzea Grande, e pelo outro não, ou melhor, por este outro projeto a ferrovia não pode passar pela Grande Cuiabá. Como se trata também do maior reduto eleitoral do Estado, este segundo projeto não é aberto por seus defensores, e tem sido habilmente dissimulado até agora. Esta geração fará a escolha.

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