Tag: Cidades

Muito além do Barreiro Branco

Compactas, densas e diversificadas, 3 palavras que melhor resumiriam a doutrina urbanística atual sobre as cidades contemporâneas inteligentes e sustentáveis. Desde fins da década de 80, as extraordinárias equipes técnicas do extinto Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento Urbano de Cuiabá – IPDU, recém criado à época, tiveram a capacidade de entender estes princípios ainda tenros na literatura urbanística de então

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Passe livre universal

Final do mês passado a Firjan divulgou pesquisa mostrando que os custos dos congestionamentos viários geraram em 2013 um prejuízo de R$ 98,0 bilhões, apenas nas Regiões Metropolitanas do Rio e São Paulo, considerando apenas a produção não-concretizada e o gasto extra de combustíveis. Isso só em um ano e sem contar a perda do tempo da população, vidas ceifadas

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Dia Mundial do Urbanismo

A cidade constitui a maior, a mais complexa e bem-sucedida das invenções do homem. Surgida há 5 mil anos, com ela veio a civilização que acelera a evolução humana. De lá para cá o mundo foi se urbanizando e a partir de 2008 já é mais urbano que rural. Com a Revolução Industrial a cidade viveu seu momento de maior

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Mato Grosso se prepara para 5ª Conferência Nacional em Brasília

Realizado nos dias 29 e 30 de agosto, em Cuiabá, Centro de Eventos Pantanal, 5ª Conferência Estadual das Cidades tem como foco central a “reforma urbana já”, e também irá promover a coleta das contribuições para a “construção da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano”. A secretaria de Estado de Cidades (Secid) vem estimulado todos os municípios a realizarem, dentro da

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Mártires da nova cidade – artigo de José Antônio Lemos

A cada ano as tragédias urbanas de verão se repetem em nosso país. Ultimamente envolvendo desmoronamentos, deslizamentos, inundações, enxurradas, todas tecnicamente previsíveis e evitáveis, este ano choramos condoídos e impotentes ao incêndio em uma boate em Santa Maria (RS) que ceifou a vida de mais de 230 jovens, tragédia também evitável, ao menos nas proporções alcançadas, caso todas as normas

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Vila Rica se destaca como o 8º município mato-grossense com gestão fiscal eficiente pela Firjan

Avaliação da economia dos estados e municípios é uma preocupação permanente dos segmentos empresariais, por meio de suas entidades representativas, para dispor de dados e saber os melhores momentos e locais para investimentos, assim como contribuir para a melhoria da gestão dos recursos públicos. Um desses instrumentos é o Índice Firjan [Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro]

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Que cidade queremos? Que cidade teremos? [Final] – artigo de Sebastião Carlos

Então, estas questões elementares, sobre se Cuiabá está sendo devidamente preparada para atender ao seu crescimento demográfico e a todas as demandas sociais, econômicas, ambientais, que virão após a realização da Copa, precisam ser respondidas. Enfim, passada a euforia atual, terão sido criadas as condições ideais de qualidade sócio-ambiental e da melhoria dos serviços públicos para aqui se viver dignamente?

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Que cidade queremos? Que cidade teremos? [3] – Artigo de Sebastião Carlos

Não se trata, por evidência, de questionar a alocação dos recursos públicos destinado para Cuiabá. O que se trata é de trazer à luz, e discutir, algumas questões referentes às prioridades e opções dadas para as intervenções que se darão na paisagem urbana. Por exemplo, continuo achando que a demolição do Verdão foi um erro imperdoável. Será que foi mesmo

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Que cidade queremos? Que cidade teremos? [2]

Uma cidade não pertence aos seus governantes. Estes são apenas os gestores transitórios das suas mazelas e das suas belezas, por mais que se agarrem aos cargos, por mais que queiram acreditar de modo diverso. Governantes e cidadãos deverão ser parceiros na longa jornada da construção diária da cidade. Talvez seja oportuno mais uma vez parafrasear o primeiro-ministro francês no

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Que cidade queremos? Que cidade teremos? [1]

Os recursos que estão vindos para Cuiabá, e as obras deles decorrentes, sem dúvida modificarão definitivamente a face da cidade. Mas, para além das preocupações mais imediatas que estamos vendo diariamente seja do uso dos recursos, das desapropriações que se farão e, sobretudo se teremos o VLT ou o BRT, a questão central, a meu ver, não foi colocada. O

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Pequenas grandes obras II – Artigo de José Antônio Lemos

Já tratei do assunto 2 anos atrás e ele continua válido e urgente. Destacava que em relação à Copa eram sempre lembradas as obras de maior vulto em detrimento das de pequeno porte, que embora menores, não deveriam ser desconsideradas. Ao contrário, alertava que sem estas seria muito provável que as grandes obras, também importantes, não dessem os resultados esperados.

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Ambulantes, camelôs e transeuntes – Artigo de José Antônio Lemos

Ainda que comemorando as vitórias seguidas do Cuiabá Esporte Clube e do Cuiabá Arsenal, rumo à série C do Campeonato Brasileiro e ao bicampeonato nacional de futebol americano respectivamente, não há como deixar de comentar a questão dos camelôs na capital de Mato Grosso. Vale lembrar que, em princípio, ambulantes e camelôs são iguais conceitualmente, ambos exercendo seu pequeno comércio

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Cidade, técnica e política: artigo de José Antônio Lemos

Normalmente pensamos que as cidades são fenômenos naturais como a chuva e os rios. Temos a falsa impressão de que quando o homem surgiu na face da Terra as cidades já existiam esquecendo que na verdade a cidade é uma invenção humana, fruto de seu desenvolvimento. Aliás, a maior e mais bem sucedida das invenções. Com ela surge a Civilização.

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Cidades, martírio e esperança

Ainda abalado renovo o comentário anual sobre as tragédias urbanas brasileiras de cada verão. Em abril do ano passado vislumbrei um “lusco-fusco” de esperança no discurso de algumas autoridades no Morro do Bumba, Niterói, que abandonavam o surrado chororô hipócrita de todos os anos com culpas a São Pedro ou a uma falsa falta de leis e planejamento, começando a

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