A conquista da França agora na Rússia não se deu por acaso como um “dom natural” dos franceses para o futebol. A conquista de 2018 é resultante de uma política de estado, deflagrada em fins dos anos 70 após três eliminações sucessivas

VIVE LA RÉPUBLIQUE!

José Antônio Lemos | A Copa do Mundo deste ano não havia me entusiasmado. Até gostei da seleção brasileira, torci, mas quase burocraticamente. Talvez a Copa do Pantanal, com seu sucesso, seus problemas e suas polêmicas nos tenha supitado com o assunto. No entanto a importante vitória do Cuiabá diante do Joinville sábado passado na Arena Pantanal, renovaram o interesse e novas luzes iluminaram a Copa destacando alguns aspectos que valem refletir aqui na nossa pátria mãe gentil.

A conquista da França agora na Rússia não se deu por acaso como um “dom natural” dos franceses para o futebol, ainda mais sendo o futebol,  chamado “esporte bretão” na locução dos antigos “speakers” brasileiros, um esporte inventado pela gente do outro lado da Mancha, pelos quais o francês não nutre grande simpatia. A conquista de 2018 é resultante de uma política de estado, deflagrada em fins dos anos 70 após três eliminações sucessivas do “scratch” gaulês. O governo francês criou um instituto para o desenvolvimento específico do futebol, com centros de treinamento nas periferias das maiores cidades. Política séria, de longo prazo, sem pensar nas próximas eleições, mas no bem do povo francês. De lá saíram para a seleção  Pavard, Varane, Umtiti, Matuidi, Pogba, Giraud e Mbappé. Que tal?

Uma política assim parte da visão do esporte como uma das formas mais sublimes de expressão da vida, todos os esportes, mas em especial o futebol, pela paixão que desperta não só entre brasileiros, mas, quer queiram quer não, no mundo inteiro, mesmo nas nações mais desenvolvidas. Nunca vi a Champs-Élyssés cheia daquele jeito como vi no domingo. O esporte tratado como política séria, catalisadora da juventude agregando-lhe ao mesmo tempo educação, saúde, inclusão social e racial, e uma alternativa digna de futuro em um dos maiores e mais promissores mercados de trabalho no mundo, neutralizando as alternativas das drogas, da violência e da exclusão. Em troca a sociedade recebe benefícios imediatos em segurança e saúde públicas, e, mais importante, garante futuras gerações de cidadãos com melhores níveis de vida e preparadas para conduzir seus próprios destinos.

Mesmo sem muitas informações de lá, na Croácia também teve algo semelhante quando nos idos de 90 seu primeiro presidente disse que o esporte seria a primeira coisa capaz de levantar um país depois de uma guerra. Terceiro lugar na Copa de 98 e agora vice-campeão mundial. Um país quase com a mesma população de Mato Grosso e recém-destruído pelas guerras. O Brasil e Mato Grosso deveriam seguir o mesmo caminho. Um dos objetivos do Brasil ter investido na Copa de 2014 era esse, ao menos nos discursos. Mas ficou nos discursos. O atual governador de Mato Grosso chegou a prometer em campanha a construção de quatro centros de formação de atletas, com registro em cartório. Também ficou na promessa, mesmo com a Copa tendo deixado a Arena Pantanal, que poderia ter se transformado na cabeça de um sistema estadual de formação de atletas, complementado pelos COT’s inacabados e as diversas iniciativas existentes pelo interior do estado. David Moura, Felipe Lima, Ana Sátila puxariam como exemplos um programa desses.

Mas o melhor desta Copa da Rússia foi o atacante campeão Griezmann concluir sua entrevista após o jogo final bradando “Vive la République!” O técnico fez o mesmo. Entendi que para eles a República, a res-publica, o bem comum de todos os franceses é mais importante que a própria França. Ou melhor, a França é a República.  Esta é a grande diferença para um país onde o que vale são interesses pessoais ou de grupos em detrimento do bem comum, de uma República que não significa nada e que precisa ser reproclamada com urgência. Viva os campeões!

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Hoje, 13 de junho completam 4 anos do primeiro jogo da Copa do Pantanal, lembra Zé Lemos

Copa do Pantanal, 4 anos

Por José Antônio Lemos | O cuiabano sempre foi amante do futebol. Na minha infância jogava-se bola em qualquer lugar com qualquer objeto de aparência esférica que aparecesse, um papel amassado, uma laranja e às vezes até uma tampinha de garrafa abandonada no pátio da escola, com dois “bambolês” de traves. Porém nem mesmo o mais apaixonado cuiabano amante do futebol havia sequer pensado que um dia Cuiabá pudesse sediar uma Copa do Mundo, o olimpo mundial de tão querido esporte. E não é que aconteceu? No próximo dia 13 de junho já se completam 4 anos do primeiro jogo da Copa do Pantanal, evento que foi até o dia 24 do mesmo mês, abrindo com Santo Antônio e fechando com São João. Contudo, um triste processo de desconstrução política a faz parecer bem mais distante, já quase esquecida. Mas não dá para esquecê-la fácil.

Junho de 2014 chegou com os primeiros turistas. O primeiro, Cristian Guerra, chileno, chegou depois de 4 meses de viagem de bicicleta. E logo chegaram aos milhares, alegres, dando aula de como torcer aos brasileiros. Os chilenos uníssonos com seus “chi-chi-lê-lê”, os australianos de cangurus e coalas. E também vieram os russos, nigerianos, coreanos, os bósnio-herzegovinos, colombianos e os japoneses ensinando civilidade ao limpar a Arena após o jogo, lição usada pela torcida do Cuiabá no primeiro jogo de seu time após a Copa, mas ficou só nesse primeiro e depois esqueceram. Podiam relembrar.

Os colombianos trouxeram sua rainha, a bela Shakira e deixaram a lembrança do gol de James Rodriguez, escolhido por ele como o seu mais bonito, ele que depois foi eleito o Craque das Américas e que chegara como mero substituto do então astro maior colombiano machucado. Veio Bachelet, a presidente do Chile, Wolverine, o príncipe da Austrália e outras personalidades globais que nem foram percebidas em meio a turba alegre e festiva que lotou a Arena, o Fan Park, a Arena Cultural e a Praça Popular ponto de encontro de todas as torcidas. Fora dos jogos e das festas, o Centro Geodésico foi lugar de visitação constante, com os turistas sul-americanos procurando suas capitais no piso do marco.

Ao final as pesquisas noticiadas constataram que 91,6% dos visitantes aprovaram Cuiabá e recomendariam Mato Grosso como destino turístico. Em pesquisa do Ministério do Turismo 99% dos visitantes escolheram Cuiabá como a sede mais hospitaleira e a Arena Pantanal foi a preferida entre os jornalistas estrangeiros pelo site UOL, logo a UOL, sempre tão dura com Cuiabá. Até o New York Times se rendeu àquela que chamou de “a menor das cidades-sede”. Quer mais? Mais importante, cerca de três quartos da população local aprovaram as transformações trazidas pela Copa e acham que a cidade não passou vergonha, isso a 4 anos atrás, quando bem menos obras estavam concluídas ou em uso.

Mas para Cuiabá a Copa vai além dessa festa tão bonita. Ela elevou sua autoestima e ensinou o cuiabano a cobrar pelas obras e serviços públicos a que tem direito pressionando-o a continuar cobrando a conclusão de todo o legado prometido de obras públicas e que ainda estão a exigir muita atenção e cobrança pela população. Mas, uma vez aprendido, no rastro da cobrança das obras da Copa, que sejam cobradas também as demais obras públicas, muitas das quais vêm de bem antes da Copa e ainda se arrastam sem perspectivas de conclusão.

O importante é que a Copa do Pantanal, o evento em si, aconteceu com enorme sucesso em todos os sentidos, superando as expectativas dos maiores otimistas. Para aqueles que apostavam que a cidade seria o “patinho feio” da Copa no Brasil, Cuiabá acabou se mostrando como um belo tuiuiú serenando bonito no alto, para depois se assentar vitorioso no chão, como na letra do siriri tão conhecido.

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Várzea Grande e a Copa – Por José Antônio Lemos

jose-antonio-lemosSemana retrasada fui convidado pelos alunos de Arquitetura e Urbanismo da Univag para falar sobre os impactos da Copa do Pantanal em Várzea Grande. O honroso convite tinha um pouco de melindroso, pois meus caros leitores sabem que sempre fui simpático ao grande evento mundial em nossa cidade, e todos também sabemos que a preparação urbana não foi exatamente um mar de rosas ou uma operação indolor e coube a Várzea Grande sofrer os impactos negativos mais evidentes, em especial ao longo do eixo da Avenida da FEB.

    Mas o desafio tornou-se empolgante à medida avançava no assunto. Para mim a Copa do Pantanal significou a maior oportunidade de investimentos públicos e privados concentrados no tempo vistos por Cuiabá e Várzea Grande em toda sua história. É claro que estes investimentos resultaram em intervenções físicas que trouxeram muitos problemas, entretanto trouxeram também aspectos positivos que não são tão evidentes. O sapato apertado chama mais a atenção que o confortável. No caso de Várzea Grande que balanço pode ser feito? A cidade hoje está melhor ou pior que antes da Copa? Os impactos negativos saltam às vistas, já os positivos, tive que conferir pela cidade com olhos de ver, e o resultado foi bem animador.      Continue Reading

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O Aeroporto Parou de Novo – Por José Antônio Lemos

Por José Antônio Lemos*

Algum pressentimento parece ter orientado quando na semana passada citei a linha aérea internacional Cuiabá-Santa Cruz de La Sierra como exemplo de um assunto de interesse do município estando, portanto, entre as obrigações das autoridades e lideranças municipais se interessar, acompanhar e brigar junto às instâncias competentes por sua realização, independente de partidos ou outros interesses menores. Podia ter citado o gasoduto, a ferrovia, mas escolhi a nova linha aérea por sua importância e pela proximidade da data anunciada para sua inauguração, 5 de dezembro, sugerindo a necessidade dos prefeitos e vereadores dos municípios do Vale do Rio Cuiabá, novos ou velhos, só ou em conjunto, cobrarem o andamento do assunto antes de um possível derramamento do leite. Pois não é que o governo dias após suspendeu o contrato da obra do aeroporto, faltando 25% a ser concluída? Tomara que não atrapalhe em nada a inauguração da linha internacional, tão importante para a Baixada Cuiabana. Continue Reading

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Membros do COL/Fifa apresentam conceitos de protocolo e segurança durante os jogos

Como será o tratamento protocolar dispensado aos convidados VIP e WIP (very vip) da Fifa, do Governo Federal, Governo do Estado e do município de Cuiabá durante os jogos da Copa do Mundo na cidade-sede e, aliado a esse protocolo, como serão as ações de segurança, dentro do modelo de segurança proposto para a Copa do Mundo 2014, foram os principais pontos abordados durante a reunião realizada na manhã desta segunda-feira (11.11), na Sala de Reunião José Garcia Neto – Palácio Paiaguás, com o staff da Segurança Pública do Estado, representantes do Exército Brasileiro, cerimonial do governo estadual e municipal e membros do Comitê Organizador Local (COL/Fifa).

Segundo o secretário-extraordinário da Copa do Mundo Fifa 2014 (Secopa), Maurício Guimarães, a reunião serviu para apresentar como será o dado aos convidados VIP e WIP, que são os chefes de estados, ministros e demais autoridades, convidados da Fifa e dos comitês locais; bem como o alinhamento de segurança durante a Copa do Mundo.

As ações da área de segurança foram detalhadas pelo gerente-geral de Segurança do COL/Fifa, Hilário Medeiros, e na área de protocolo pela gerente-geral de Protocolo, Lúcia Amaral Peixoto.

Lucia Peixoto, por exemplo, na sua apresentação, explicou como será o acesso aos setores VIP e WIP, além de tribuna de honra, credenciamento veicular e reconhecimento de percurso no estádio e seu entorno. Uma questão bastante enfatizada por ela foi quanto ao número de convidados VIPs e WIPs, que ainda não foi definido pelo COL/Fifa, que será igual para todas as cidades-sede, sem exceção.

Segundo ela, os conceitos de protocolo estão sendo aprimorados, tendo como base a experiência que se teve durante a Copa das Confederações, com vista a desenvolver um trabalho com qualidade e competência.

O gerente de segurança fez um apanhado geral, falou desde as medidas estruturantes, como a edição da Lei Geral da Copa, do planejamento estratégico, que passa pela definição dos perímetros de segurança, tendo também como base aquilo que foi bem sucedido e o que precisa de aprimoramento durante a Copa das Confederações.

Fonte: MT.GOV.BR/Secom

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Cadeiras e Carapuça

O maior sentido da Copa para Cuiabá é a oportunidade de grandes investimentos públicos e privados deixando importante legado em favor da qualidade de vida de seus habitantes. Uma chance de ouro para investimentos que de outra forma a cidade não veria em décadas. E bota décadas nisso. Ainda com uma imensa vantagem adicional: por ser um compromisso internacional do país, tudo está sendo feito sob os olhos atentos da imprensa nacional e internacional de maior confiabilidade pública que os dos sistemas oficiais de controle, os quais também se esforçam para não ficar para trás. Nunca um pacote de investimentos foi tão fiscalizado publicamente, certamente que ainda não o suficiente para acabar de vez com as “tenebrosas transações” que alquebram o Brasil. Assim, meio que brincando tenho dito que a Copa foi uma sacudida do Senhor Bom Jesus em nós cuiabanos para que preparemos bem sua cidade para o Tricentenário em 2019.

Sem querer rediscutir o que já está decidido e em fase avançada de implantação, sou dos que entendem que Cuiabá está ganhando com a Arena não só um estádio de futebol, mas uma arena multifuncional, equipamento de ponta em tecnologia de eventos de âmbito nacional e global, permitindo à cidade entrar na disputa pelos megaeventos via satélite e internet, apoiada no charme do centro sul-americano, das belezas naturais do Pantanal e Chapada, do cerrado e Amazônia, e das maravilhas tecnológicas dos grandes campos produtivos da agropecuária mato-grossense. Um elefante dourado. Cabe sermos competentes para pilotar essa nave intergalática, poderosa arma na disputa pela agenda dos grandes eventos com as poucas similares brasileiras e, em especial, saber defendê-la dos ataques dos que querem abatê-la antes mesmo de concluída pelo simples fato de ainda não terem assimilado sua perda para a pequena, pacata e ainda desajeitada Cuiabá.

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De olho nas obras

No próximo 31 de maio completam 4 anos da escolha de Cuiabá como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. Aliás, mesmo antes da escolha o assunto já se desenvolvia, ao menos desde 2006 quando de uma visita do então presidente da CBF a Cuiabá, momento em que o então governador Blairo Maggi percebeu que a capital mato-grossense poderia disputar nacionalmente uma das sedes, ainda só 10 naquele momento em que nem o Brasil havia sido escolhido para a Copa. Nem sequer se pensava que uma das sedes seria no Pantanal. De lá para cá muita coisa aconteceu. Acho que dá até para identificar os anos de 2006 até 2012 como uma fase heroica neste monumental processo da Copa em Cuiabá. Primeiro um momento de grandeza de visão e coragem para decidir entrar numa arriscadíssima disputa que nem o maior dos otimistas poderia sequer imaginar, quanto mais vencer. Depois uma etapa da competência técnica e política na preparação de informações e planos para convencimento da FIFA de que Cuiabá deveria ser a escolhida, superando outras belas e até melhor preparadas cidades brasileiras concorrentes.

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Cuiabá, o líder necessário – artigo de José Antônio Lemos

por José Antônio Lemos

Ainda deveria tratar a questão da Policlínica do Verdão saudando o prefeito Francisco Galindo por sua mensagem à Câmara de Vereadores revogando a Lei autorizativa para a venda daquele equipamento, mas ao mesmo tempo criticá-lo por fazê-lo de uma forma “casada” com outra autorização, agora para venda da área do Terminal Atacadista. Ou vende uma, ou vende outra. Por que essa pressa na venda de uma das áreas de maior valorização em Mato Grosso, ao lado da Arena Pantanal, um dos palcos da Copa? Porém, mesmo importante, o assunto não supera o caráter decisivo do segundo turno na escolha do prefeito da cidade.

Ainda que o quadro tributário privilegie as esferas estadual e federal, desequilibrando assim o poder político, apesar disso pode-se dizer que o nível municipal é o mais importante para o cidadão, pois é nele que acontecem as coisas que lhe dizem respeito diretamente. A união e os estados não existem concretamente, os municípios sim. É na porta dos prefeitos que os cidadãos batem na hora das dificuldades. Assim, se houvesse uma escala de importância entre as eleições dava para concluir que as municipais são as mais importantes, ademais por influenciarem as eleições estaduais e federais subsequentes.

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STF: Estatuto do Torcedor ajuda a manter a ordem e não desrespeita independência de entidades esportivas

Débora Zampier

O Estatuto de Defesa do Torcedor, lei criada em 2003 para combater a violência e a criminalidade em eventos esportivos, foi aprovado nesta quinta-feira (23/03) por unanimidade pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em julgamento nesta tarde, os ministros entenderam que, ao criar a lei, o Legislativo e o Executivo não desrespeitaram a independência das entidades esportivas, e defenderam que a lei traz apenas regras gerais essenciais para a manutenção da ordem, decidindo, assim, por sua constitucionalidade.

A ação foi protocolada em 2003 pelo PP, que questionou 29 pontos da lei. O principal artigo atacado pela legenda é o que responsabiliza as entidades que organizam a competição, e não apenas os clubes envolvidos, pelos prejuízos causados a torcedor devido à falha de segurança em estádios.

O relator do processo, ministro Cezar Peluso, concordou que as regras são rígidas, mas defendeu que elas são fundamentais para proteger o torcedor, além de derrubar a figura dos cartolas. “O Estatuto do Torcedor tem o poder de colocar para escanteio a nefasta figura caricata do cartola, definido como dirigente, visto geralmente como um indivíduo que aproveita de sua posição para obter ganhos individuais e prestígio”.

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Um balanço na Copa – Artigo de José Antônio Lemos

Um balanço rápido sobre a preparação da Copa do Pantanal e as perspectivas de legado para Cuiabá e o estado, mostra que até agora a grande resposta positiva tem vindo da iniciativa privada. Dentre seus maiores empreendimentos, destacam-se o setor hoteleiro com 15 torres (até o momento) e um sofisticado resort de R$ 63,0 milhões no Lago de Manso, a indústria imobiliária com quase 100 projetos de grande porte, muitos com várias torres, o setor comercial com o Shopping Goiabeiras triplicando sua área, em um investimento de R$ 85,0 milhões e no setor industrial a fábrica de cimento de R$ 390,0 milhões no Aguaçu. Trata-se de um considerável aporte de recursos em um curto prazo. Viriam nesse volume sem a Copa? Acho que não tão cedo. E seria mais com alguma campanha oficial externa para atração de investimentos.

Entretanto, a situação é alarmante quanto às intervenções de responsabilidade dos governos. Bem verdade que existem pontos positivos, como o andamento das obras da Arena Multiuso, o recapeamento asfáltico da cidade e a duplicação da ponte e avenida Mário Andreazza. Porém é quase só e chega ao absurdo quanto ao aeroporto e a mobilidade urbana. Com a Arena, são os três projetos fundamentais para a Copa acontecer. Até hoje a Infraero não apresentou o projeto básico da nova estação, prometido primeiro para junho, depois para setembro, depois para dezembro e agora para março do ano que vem. Seria fruto do pouco caso com que a Infraero sempre tratou Cuiabá ou o atraso na conclusão do projeto do VLT estaria atrasando a Infraero? Como a data da Copa não muda, creio que o aeroporto chegou ao limite de alerta máximo, mesmo considerando a obra em três turnos.

Quanto à mobilidade, depende muito da conclusão do projeto do VLT que também não veio à luz até agora. Já manifestei minha curiosidade técnica pela solução da integração de mais de 40 mil passageiros na Prainha sem as desapropriações no Morro da Luz. A conclusão do projeto do novo modal é também determinante para a geometria das avenidas por onde passa, que são as vias estruturais da cidade, logo, as mais importantes no contexto da mobilidade. Já as demais vias estruturais fora do trajeto do VLT chegaram a ter suas licitações suspensas pelo DNIT por motivos risíveis que mais pareciam desculpas para não fazer. Felizmente o bom senso prevaleceu e o governador assinou na semana passada um convênio de R$ 165,0 milhões com o órgão federal para as obras. Ainda bem, mesmo que o cronograma de obras tenha sido empurrado desnecessariamente para os limites da viabilidade construtiva, considerado um regime de três turnos. Ainda assim, viva!

O Dutrinha é emblemático neste quadro. Desde a demolição do Verdão foi prometida sua adaptação para voltar a ser provisoriamente o único estádio da Grande Cuiabá nas competições estaduais e nacionais. Pois bem, passaram os campeonatos do ano e o Cuiabá, sozinho, classificou-se brilhantemente para série “C” mas ainda não tem onde jogar. Pintaram os muros, derrubaram a única árvore lá existente e a prefeitura comprou o estádio como condição legal para os investimentos do estado. Porém nada de adaptação de fato. Parece que na preparação da festa máxima do futebol mundial, o futebol local foi esquecido.

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O sofá e a Agecopa — Artigo de José Antônio Lemos

José Antônio Lemos

Agora que entramos nos últimos 1000 dias para a Copa do Mundo de 2014 quisera estar falando sobre o espetáculo proporcionado pelos atletas e pelo público durante o Sul-Americano de Vôlei em Cuiabá, pelo qual o governador Silval merece muitos aplausos; ou sobre os investimentos do setor hoteleiro com suas 10 novas torres sendo inauguradas ou em execução e mais 10 previstas até a Copa; ou sobre os investimentos do setor imobiliário com quase 100 condomínios de uma ou mais torres, ou sobre a fábrica de cimento do Aguaçu de R$ 360,0 milhões, ou ainda sobre os investimentos do setor comercial, destacando os R$ 85,0 milhões da ampliação do shopping Goiabeiras. Mas no setor público a situação é outra, e o caso da extinção da Agecopa nos força lembrar a antiga piadinha do fulano que, traído no sofá da sala, não teve dúvidas: vendeu imediatamente o sofá.

Seria de fato necessária a extinção da Agecopa? Ou melhor, será oportuna essa mudança a 1000 dias da Copa? Convém lembrar que 6 meses atrás o sofá foi reformado, quando adotaram o estilo presidencialista, em substituição ao colegiado. Esqueceram, porém de mexer no status de secretário de estado dos antigos diretores. Como um secretário poderia mandar em outro? Não deu certo. Aquela reforma parece não ter sido pensada o suficiente. E agora está sendo? E se não der certo, a Copa do Pantanal resistiria a uma nova mudança? Não seria melhor um ajuste? Está sobrando gente? Corta. Sobram políticos e faltam técnicos? Dispensem os políticos excedentes e contratem mais técnicos.

Apesar de aparentemente já decidido, cabem algumas considerações ao assunto. Primeiro, não me parece justificativa válida para a extinção da agência o fato de Cuiabá ter sido a única das cidades-sede a criar uma estrutura específica para tocar a Copa. A criação foi necessária pois, ao contrário das demais sedes, Cuiabá não dispõem de um órgão de planejamento da cidade. A insipiente estrutura que existia no IPDU foi desativada na administração municipal passada e extinta na atual. É a única cidade brasileira acima dos 500 mil habitantes nessa situação esdrúxula. As amplas e profundas transformações exigidas pela Copa seriam facilitadas se Cuiabá e Várzea Grande tivessem estruturas de planejamento urbano funcionando. Mas como absurdamente não têm, foi coerente a criação de uma estrutura que centralizasse os planos, a execução e controle dos projetos para a Copa. Se descambou por outros caminhos, a culpa não é da estrutura da agência.

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Preparando o começo – Artigo de José Antônio Lemos

José Antônio Lemos

Na última quinta-feira, dia 4, o governador do estado e o presidente da Agecopa lançaram dois blocos de obras importantes para a cidade. Uma é a duplicação da Avenida Vereador Juliano da Costa Marques, ligando a Avenida do CPA, do Shopping Pantanal à Avenida Gonçalo Antunes de Barros, antiga Jurumirim. A outra abrange um complexo de obras viárias envolvendo a extensão da mesma Avenida Gonçalo Antunes de Barros, com a pavimentação de diversas ruas de acesso àquela avenida, inclusive a construção de uma ponte sobre o Gumitá. São algumas das denominadas obras de desbloqueio, necessárias ao funcionamento da cidade enquanto as obras principais da mobilidade urbana estiverem em execução. Muitas outras deste tipo estão programadas segundo o noticiário da Agecopa, tais como a duplicação da Barão de Melgaço, a ponte do São Gonçalo, a Avenida do Barbado, a rua da Mangueira, o túnel da Trigo de Loureiro a as ligações entre a Fernando Correia e a Archimedes Lima, entre outras.

São obras importantes para a cidade? Sem dúvida. Um dia seriam executadas ainda que a Copa não existisse. Mas duvido que as teríamos tão cedo não fosse a Copa. Daí o entusiasmo pela realização da Copa do Pantanal em Cuiabá. Ainda pensando na mobilidade urbana e no apoio à execução das grandes obras principais, reitero a idéia de que existem algumas obras muito pequenas, de baixo valor, mas que poderiam trazer grandes resultados para a circulação viária e que ainda não vi citadas na programação da Agecopa. Uma delas seria um retorno na Miguel Sutil entre as rótulas do Centro de Convenções e a do Santa Rosa, dispensando o fluxo de veículos destinados ao Coxipó e CPA de fazer o retorno na rótula do Santa Rosa, mesmo depois de suas obras concluídas. Outra obra pequena seria a ligação da Travessa Monsenhor Trebaure à Marechal Deodoro, que aliviaria a interseção com a Mato Grosso. Outra seria a ligação direta da Rua Tereza Lobo à Miguel Sutil, aliviando a rótula da Rodoviária. Outro dia a prefeitura pavimentou um trecho desse percurso, deixando uns 200 metros para se chegar à Miguel Sutil, justo o que daria um resultado extraordinário. A pavimentação da Rua 4 do Boa Esperança e de suas ligações ao bairro ajudaria muito a desafogar a Rua 1, principal acesso ao bairro e uma das únicas ligações da Fernando Correia com a Archimedes Lima.

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Visita às obras do MOP do Marechal Rondon deixa o setor turístico entusiasmado

A visita ao canteiro de obras do Módulo Operacional (MOP) no Aeroporto Internacional de Várzea Grande/Cuiabá – Marechal Cândido Rondon na tarde desta quarta-feira (03.08), capitaneada pelo secretário-extraordinário de Estado de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo, acompanhado do superintendente do aeroporto, João Marcos Coelho Soares, do presidente da Agência Estadual de Execução das Obras da Copa do Mundo Fifa Brasil 2014 (Agecopa), Eder Moraes, provocou um misto de alívio e euforia nos representantes do trade turístico de Mato Grosso, que também visitaram o local das obras.

A construção, iniciada na última semana de julho, já está em fase de conclusão das fundações (sapatas) que vão dar sustentação a parte estrutural do MOP que, segundo o superintendente do aeroporto, João Marcos, ela deverá estar concluída em novembro deste ano.

O secretário Francisco Vuolo lembrou que o MOP “vai desafogar em muito o desembarque – que é o ponto crítico hoje, sem dúvida alguma do Marechal Rondon. O mais importante, contudo, é que o cronograma que foi estabelecido pelo Governo do Estado está sendo cumprindo rigorosamente”.

Vuolo disse que o MOP é o primeiro momento do cronograma assinado com a Infraero. O segundo momento é a construção da ampliação e reforma do Aeroporto Mal. Rondon. Na construção do módulo operacional são investidos R$ 2,25 milhões e na reforma estão previstos investimentos na ordem de R$ 82 milhões e deverá estar concluída para receber os turistas para a Copa do Mundo de 2014.

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Avenida Parque do Barbado

José Antônio Lemos

O anúncio pela Agecopa da Avenida do Barbado entre os projetos preparatórios de Cuiabá para a Copa do Pantanal em 2014, amplia o leque de possibilidades de legados positivos da Copa para a cidade. Trata-se de um projeto nascido na segunda metade da década de 80, na primeira administração Dante de Oliveira na prefeitura de Cuiabá, cuja execução até chegou a ser iniciada por ele no trecho entre a Archimedes Lima e a então Avenida dos Trabalhadores.

Integra o conjunto de 3 novas avenidas essenciais ao presente e futuro da cidade, inclusive na Copa. As outras são a ligação da Beira-Rio ao São Gonçalo Beira-Rio com uma nova ponte sobre o Coxipó e a ligação da Estrada da Guia ao Trevo do Lagarto, com outra ponte sobre o Cuiabá, próxima ao Sucuri. Sem elas, as intervenções projetadas nas avenidas existentes não surtirão os resultados esperados. É claro que é preciso melhorar o sistema viário atual, com correções geométricas, novas interseções, pavimentação, recapeamento, sinalizações horizontais e verticais, iluminação, e, sobretudo, calçadas novas e acerto das calçadas antigas. Mas não basta. Sem novas e bem estudadas avenidas essas intervenções podem até deixar as atuais avenidas bem bonitinhas, mas, continuarão engarrafadas, e cada vez mais.

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Copa, a intervenção necessária

Parece ter muita gente com papel decisivo na preparação do país e de nossa cidade para a Copa do Mundo, para os quais ainda não caiu a ficha da extraordinária responsabilidade assumida. Para estes, apesar dos grandes valores financeiros e do potencial midiático que envolve, a Copa é apenas mais um projeto paroquial como qualquer outro no qual se pode pintar e bordar ao sabor de seus interesses ou de outras intenções menores. Ainda não entenderam que são parte de um grande projeto nacional, de interesse mundial, que tem a obrigação de ser um divisor de águas em termos de qualidade de vida urbana no país, principalmente para Cuiabá, Várzea Grande e todo Mato Grosso.

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Copa do Pantanal, 2 anos – Artigo de José Antônio Lemos

O que são 2 anos em termos de tempo? Em alguns casos podem parecer muito, em outros não. Por exemplo, parece que foi ontem que lá das Bahamas o senhor Joseph Blatter anunciou Cuiabá como uma das sedes da Copa de 2014 no Brasil. Apesar de carregada com forte sotaque, poucas vezes a palavra Cuiabá soou tão bonita. E esses 2 anos passaram rapidinho. Antes de escrever, confesso que tive até que confirmar nas matérias da imprensa se realmente haviam passado 2 anos. E passaram.

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Cuiabá, onde a Copa avança: artigo de José Antônio Lemos

O artigo da semana passada acabou abatido pelo “fogo amigo” da Copa do Pantanal. A intenção era escrever sobre os benefícios que a Copa já está trazendo para Cuiabá e região, mas o fogo intenso da artilharia “amiga” na semana atingiu o texto e o artigo descambou para um nível que não estava à altura dos leitores. Resolvi poupá-los e tento refazê-lo agora de uma forma mais objetiva e civilizada.

Sendo a menor das cidades dentre as sedes da Copa do Mundo de 2014, justamente por isso Cuiabá é uma das cidades que tende a ser mais beneficiada pelo extraordinário evento mundial. Qualquer investimento terá efeito significativo no perfil urbanístico e econômico da cidade. Uma cidade historicamente marginalizada por investimentos do governo federal, vê-se agora como um dos focos do mais importante compromisso internacional do país, cujo descumprimento trará enormes prejuízos à imagem que se quer mostrar ao mundo do Brasil como uma das potências planetárias emergentes. Aos olhos do mundo o Brasil tem que cumprir seus compromissos referentes à Copa.

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Se este modesto BJB pudesse só comentar só este tipo de notícia, que maravilha

Veja que notícia maravilhosa, assinada pela repórter Laís Costa Marques – filha de nosso amigo Tinho da Costa Marques. Abram aspas: “Até o fim do ano duas novas marcas começam a atuar em Cuiabá e outras duas regionais vão expandir em número de unidades. Na próxima quarta-feira (8) a loja do Extra Hipermercado será inaugurada, e no dia 15 é a vez do Fort Atacadista. Para o dia 12 está marcada a reinauguração da unidade da rede Modelo em Várzea Grande e o grupo Compre Mais inaugura mais 2 unidades até o fim de dezembro. Ao todo, são mais de R$ 40 milhões em investimentos e 1,5 mil empregos diretos.” Fecham Aspas.

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Governador Silval Barbosa visita Agecopa e define prioridades de obras de mobilidade urbana

Dando continuidade à agenda de visitas as secretarias e órgãos da administração pública estadual, iniciada com visita à Secretaria de Estado de Saúde (SES), o governador Silval Barbosa esteve nesta quinta-feira (02.12) na Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo do Pantanal Fifa 2014 (Agecopa). A inspenção ao canteiro de obras da futura Arena Multiuso Pantanal foi cancelada devido às chuvas da noite anterior. A visita foi ampliada com uma reunião de trabalho com toda a diretoria da Agecopa para definição das ações que deverão ser implementadas, principalmente na questão das obras de mobilidade urbana, em Cuiabá e Várzea Grande.

O governador Silval Barbosa disse que vem acompanhando tudo que se relaciona a Copa 2014, desde a elaboração dos projetos, e a discussão agora é quanto às ações concretas que deverão ser começadas. “Quais as prioridades, por onde começar? Isso é que viemos discutir”, disse. Como exemplo citou o Viaduto no Santa Rosa, que vai precisar interditar boa parte da passagem para esse bairro. O primeiro passo são as obras de desbloqueios, para poder dar inicio às obras definitivas. “Só aí serão mais de 20 obras, sendo que algumas já estão licitadas e outras ainda a licitar, que são os projetos de execução.”

Silval Barbosa disse ainda que foi debatida a forma que “vai-se proceder para envolver dos demais poderes, o Tribunal de Justiça, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso e o Ministério Público para ajudar e não deixar acontecer atrasos”. Assim como também foi tratada a questão das desapropriações das áreas que serão atingidas pelas obras de mobilidade urbana e para tal foi definido que vai se criar uma comissão com participação de todas as secretarias de Estado envolvidas com a Copa 2014, além da Agecopa. Quanto aos recursos, Silval Barbosa garantiu que vai se fazer um esforço conjunto para viabilizar as verbas que estão sendo destinadas dentro do orçamento da União.

O presidente interino da Agecopa, Yênes Magalhães, disse que a reunião com o governador foi extremamente importante para a Agecopa. “Essa visita só vem reforçar aquilo que ele já disse, que queria estar mais próximo da gestão da Copa 2014”. Yênes disse que está aguardando as definições do DNIT. Segundo ele, a partir dessas definições vai se colocar uma escala de prioridade – quais as obras mais importantes e prioritárias. “Vamos mostrar ao governador, para que ele possa ter mais segurança, e a partir daí comunicar a população, para que ela tome conhecido e saiba que tudo que estará sendo feito de uma forma bem pensada para trazer o menor transtorno possível.

O secretário Chefe da Casa Civil, Eder Moraes, disse que as visitas às secretarias de Estados, autarquias e empresas vão continuar. “Elas tem o objetivo de conhecer o perfil dos servidores que estão na linha de frente e buscar, cada vez mais, um afunilamento com o plano de governo”.

Fonte: Secom/MT

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Comitê Pró-Aeroporto, artigo de José Antônio Lemos

Animado com as vitórias do último domingo do Mixto, Vila Aurora e Luverdense em suas séries do Campeonato Nacional, retorno ao problema do aeroporto Marechal Rondon, tanto como gargalo logístico para um dos estados de maior desenvolvimento no país, como pelos riscos que representa ao compromisso nacional com a Copa do Mundo de 2014. Volto ao assunto para saudar algumas boas notícias, em especial a proposta de criação do Comitê Pró-Aeroporto, por iniciativa do trade turístico local, capitaneado pelos sindicatos das empresas de turismo, dos agentes de viagens e do ramo hoteleiro de Mato Grosso. Na semana passada o grupo realizou uma reunião na INFRAERO em Brasília buscando informações sobre a real situação dos planos para o aeroporto, e ficou programada com a INFRAERO uma exposição do que existe (ou não) de planejado na reunião do Fórum Estadual de Turismo deste mês.

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Segunda-feira eu conto

Pra quem vou torcer no jogo de domingo. Tem horas, sei não, acho que devo torcer pra Espanha, vizinha de nossos avós portugueses.

Outra, como sou muito Chico Buarque, penso na Holanda.

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Carlos Alberto Torres, sim senhor!

A grande mídia começou aquela campanha para ver quem tem mais influência na escolha do futuro técnico da seleção brasileira.

As apostas – apontamentos – dedos – indicações, enfim, sempre são as mesas: Felipão, Muricy Ramalho e Vanderdey Luxemburgo. O jornal Estado de S. Paulo, em sua edição digital, traz também os nomes de Mano Menezes e Leonardo, esse que acabou de ser dispensado de um clube europeu.

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El Loco Abreu é louco mesmo

Bater pênalti com cavadinha, só mesmo El Loco, do Glorioso Botafogo.

Uruguai, é a minha seleção, desde criança.

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E agora…

Vamos torcer para a Argentina. Afinal, Dieguito tem banco em caso de precisar substituir.

O culpado da derrota da Seleção Brasileira, é bom que se diga, foi a falta de banco.

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Fifa decide banir a ‘paradinha’ mas não a finta

A paradinha, junto à bola, está proibida a partir de 11 de junho, quando começa a Copa do Mundo.

O Neymar, jogador do Santos, com as suas duas paradinhas no último domingo, no pênalti convertido,  deu o exemplo do que poderá e não ser feito durante a execução da penalidade máxima.

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Setor produtivo mato-grossense doa projetos de mobilidade urbana para Copa 2014

(da Assessoria) O Governo do Estado de Mato Grosso recebeu os primeiros projetos de mobilidade urbana de Cuiabá e Várzea Grande para a Copa do Mundo – FIFA 2014, na tarde desta terça-feira (09.03). O plano foi entregue pela Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Associação dos Criadores (Acrimat) e a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) que investiram cerca de R$ 4 milhões na contratação da empresa responsável pelos projetos.

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