Exposição do centenário de Manoel de Barros começa hoje no Museu de Arte e de Cultura Popular da UFMT

Da Assesoria | Começa nesta terça-feira (05) a Exposição Coletiva de Arte Híbrida em celebração ao centenário de nascimento do poeta cuiabano Manoel de Barros. Aberta à sociedade em geral, ela acontece a partir das 19h no Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP) e integra as comemorações dos 47 anos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), seguindo em

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Bovinices literárias

Em MS, acabaram com o ensino da literatura! Quando fiz o haicai “talvez seja o clima/ criando rebanhos/ de gente bovina”, estava sufocado com a bovinice da nossa intelligentsia mato-grossense. Tudo muito tacanho em termos de apoio cultural. Talvez por serem nossos governantes partidários do agronegócio, onde o que há para ler resume-se a um manual de tratores ou as

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Exposição sobre centenário de Manoel de Barros no espaço do Ganha Tempo em Cuiabá

Da Assessoria – O primeiro mês do ano de 2016 conta com uma programação especial para a população, no Ganha Tempo de Cuiabá. Desta terça-feira (03.01) até o dia treze de janeiro, o Ganha Tempo, em parceria com o Instituto Memória da Assembleia Legislativa, irá apresentar aos cidadãos uma exposição sobre o centenário do poeta mato-grossense Manoel de Barros. Dia 16, 20

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Os 100 anos de Manuel de Barros, o poeta que “não precisava do fim para chegar”

O primeiro livro que li de Manuel de Barros foi o livro “Livro de pré-coisas”, então editado pela Philobiblion, que estava começando. O ano era 1985, trabalhava no extinto “O Estado de Mato Grosso” e no caderno de cultura publicava uma coluna de release e comentários, obviamente, sobre poetas, poesias e livros. Era um pacote de seis livros, entre os

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Nunca Li Manuel de Barros – uma imitação de soneto de João Bosquo

Depois da partida, sempre depois, Podemos confessar e eu confesso Que nunca li Manuel de Barros Nunca entrei em seus livros Sempre fiquei preambulando Em volta dos versos e dos pós E nunca, jamais, nas pré-coisas Imersas nas metáforas pantaneiras… Quando o mar Pantanal se criou O poeta já estava de butuca Lápis de graveto e papel borboleta… O livro,

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