Entre aspas: Virou bagunça, sem dúvida nenhuma, e governo do Estado vira joguete nas mãos dos outros poderes

A Gazeta Digital traz duas informações que são no mínimo contraditória e mais, mostram como que as coisas estão totalmente fora do controle, feito casa da mãe joana, que ninguém sabe quem manda no governo.

A lógica diz que quem manda é o governador eleito, Pedro Taques, que é quem sabe a quantas anda os cofres público, pois é quem recebe os impostos e gerencia o orçamento.

O governo deixou de repassar o duodécimo da Defensoria Pública.

Pois bem, a defensoria pública vai receber os duodécimos atrasados conforme determinação da ministra Rosa Weber:

Aspas: A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu liminar na terça-feira (15) determinando que o Estado de Mato Grosso repasse os recursos de duodécimo atrasados à Defensoria Pública de Mato Grosso. O chefe do Poder Executivo, Pedro Taques, também deverá arcar com os valores obrigatoriamente até o dia 20 de cada mês.

Mais detalhes leia aqui: http://www.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/149/og/1/materia/539829/t/justica-obriga-que-taques-pague-duodecimo-atrasado-ee-cumpra-calendario

No mesmo site está lá:

Aspas: O conselheiro interino do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Isaías Lopes da Cunha, determinou a suspensão do pagamento da Reajuste Geral Anual (RGA) pelo governo do Estado aos servidores públicos. Determinou ainda que o governo, por meio da Secretaria de Fazenda, adote medidas necessárias e urgentes para a realização de perícia contábil nas contas do Estado.

Mais detalhes leia aqui: http://www.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/152/og/1/materia/539813/t/tce-suspende-rga-apos-governo-ultrapassar-limites-da-lrf-estado-recorre

Desta última decisão, pelo menos, o governo diz que irá recorrer.

Aspas: O Governo de Mato Grosso informa que irá recorrer da decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que suspendeu o pagamento aos servidores públicos estaduais da próxima parcela do Reajuste Geral Anual (RGA).

Mais detalhes leia aqui: http://www.mt.gov.br/-/9770468-governo-ira-recorrer-para-garantir-pagamento-do-rga

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Entre aspas: Pedro Taques, assim como Dante, consegue unir os contrários para almoçar; cardápio: eleições 2018

 

><>Olha que não é fácil fazer sentar à mesma mesa PDT, DEM, PSD, PTB, PRB, PHS, PCdoB, PP e PROS. Esses partidos muitos são ideologicamente antagônicos. O Dem, por exemplo, tem como pré candidato à presidência o deputado Rodrigo Maia, que apoia Michel Temer, enquanto o PCdoB tem Manuela, que está ao lado de Lula. No entanto Pedro Taques consegue essa proeza.  Abre aspas para a matéria assinada pela jornalista Kamila Arruda.

Nove partidos se unem para enfrentar Taques

Mauro Mendes e Carlos Fávaro almoçam com partidos que querem enfrentar o governador Pedro Taques em outubro

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

Lideranças de nove partidos se reuniram nesta segunda-feira (09) para debater uma possível aliança nas eleições de 2018. As legendas pretendem construir um projeto para disputar o Governo do Estado contra o governador Pedro Taques (PSDB), que deve buscar a reeleição em outubro.

Participaram da reunião representantes do PDT, DEM, PSD, PTB, PRB, PHS, PCdoB, PP e PROS. O encontro ocorreu no restaurante Taberna Portuguesa durante o almoço. Dentre os presentes no almoço, organizado pelo presidente regional do PDT, deputado estadual Zeca Viana, estavam o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), os deputados federais, Ezequiel Fonseca (PP), Fábio Garcia (DEM) e Adilton Sachetti (PRB), o deputado estadual Mauro Savi (DEM), o ex-senador Júlio Campos, o presidente do Pros, vereador Dilemário Alencar e o suplente de deputado estadual, Adriano Silva (DEM), o ex-senador Osvaldo Sobrinho (PTB) e a ex-reitora da UFMT Maria Lúcia Cavalli Neder (PCdoB).

Após o almoço, os partidos de oposição divulgaram uma nota na qual ficou estabelecido entre os presentes a disposição em construir um projeto de governo alternativo para Mato Grosso. Entre as razões apontam frustração com a gestão do atual governo, e percepção de que o modelo de gestão de Taques não atende e não irá atender aos anseios sociais dos mato-grossenses.

Além disso, ressaltam que nas próximas semanas, as siglas estarão construindo uma agenda de propostas e compromissos para serem debatidos com todos os setores representativos do Estado. Por fim, afirma que estão abertos à ampliação do diálogo com outros partidos e com todos os setores da sociedade.

Leia mais no Diário de Cuiabá

DIVULGAÇÃO

Almoço ontem na Taberna Portuguesa reuniu nove partidos Divulgação

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Eduardo Mahon: O político é um homem público que tem obrigação de ser simpático, de atender bem, de ser educado e atencioso, de mostrar-se solícito e sensível aos problemas dos outros

MISS ANTIPATIA (E.M)O personalismo político é tão atraente como repulsivo. No início, costumamos apostar na figura do…

Publicado por Eduardo Mahon em Sexta, 2 de março de 2018

O personalismo político é tão atraente como repulsivo. No início, costumamos apostar na figura do herói, do salvador, do xerife, quando não nas três imagens unidas numa única pessoa, como no caso do atual Governador Pedro Taques. Era bastante simples a opção de voto, após a passagem da nuvem de gafanhotos que devastou Mato Grosso. Eu mesmo cheguei a lançar Taques à Presidência da República por três motivos: não havia (e não há) candidato moralmente decente, Taques vinha de uma excelente performance no Senado e, ainda, poderia consertar o estrago que garimpeiros amadores fizeram às contas públicas do Estado. Portanto, era natural a esperança. Ocorre que, quanto maior a esperança, maior a frustração. A atração pelo chefe, pelo líder, pelo homem que prometia a moralização da máquina pública foi dissolvida em repulsa pelo megalômano, pelo egocêntrico, pelo capataz-administrador que menospreza de servidores a parlamentares.

Nas pesquisas mais sérias, a enorme rejeição não se volta contra o governo e sim contra o governador. Por que? Pela crônica antipatia. Ele diz – e disse comigo ao lado – que fez concurso para miss simpatia. Parece, no entanto, que estamos lidando com o vencedor do troféu miss antipatia. O político é um homem público que tem obrigação de ser simpático, de atender bem, de ser educado e atencioso, de mostrar-se solícito e sensível aos problemas dos outros. Diria, inclusive, que em tempos tão bicudos como os nossos um governador deve ser mais simpático que a própria miss simpatia, para manter a motivação, a autoestima, a convicção no projeto, mesmo diante da crise financeira. Não é o único problema. A teimosia com a comparação, a fixação em medir-se com um criminoso, preso, confesso, rebaixou a figura de Pedro Taques, até porque muitos aliados ficaram (e ainda ficam) constrangidos por terem apoiado o adversário criticado. Novamente, uma falta de sensibilidade política.

Durante o governo, Taques desprezou completamente a tradição política mato-grossense, incorporando a síndrome petista do “nunca antes na história”. Cheguei a ver o Governador assegurando, em matéria de cultura, muitos fatos inéditos que, no final das contas, tratam-se de reedições de atos passados sem o devido crédito. O resultado vê-se a olhos desarmados: museus fechados, artistas sem receber, contratos não cumpridos. A altíssima rotatividade de secretários – um a um, investigados, presos ou simplesmente improdutivos, já demonstra que o Governador – estreante na política – não vinha com uma equipe, um grupo, uma aliança. Fez questão, ao revés, de sublinhar o caráter técnico do primeiro escalão quando, na verdade, o que precisávamos era de diálogo, de boa vontade, de estrutura política capaz de administrar as frustrações que cimentaram um caminho pedregoso da rejeição.

No início, o que havia de errado no governo Taques era ter Taques demais no governo. Explico: espera-se de um homem com dificuldades de articulação, de comunicação e de simpatia, alguém com esse talento para fazer o meio-de-campo na Casa Civil. Blindando-se da “turba bandoleira”, Taques duplicou-se e entronizou outro Taques na articulação política, sofrendo o rescaldo de críticas mornas, o banho-maria lento e a repulsa velada dos agentes políticos que tratavam com o Palácio Paiaguás e encontravam uma cápsula, uma redoma, uma muralha em torno do governante. Também tive ocasião de apontar o grave equívoco de comunicação, preferindo o Governador rivalizar com questões miúdas, numa linguagem técnica, pouco popular e dialógica. Passou recibo de críticas feitas por pessoas sem voto algum. Respondeu com arrogância, com processos, coincidentemente os mesmos críticos que foram grampeados.

Por derradeiro, cito o equívoco, o gravíssimo desencontro lógico, de culpar o funcionalismo público pela crise financeira. Se realmente fosse esta uma verdade, deveria o Governador manejar os artifícios jurídicos adequados para cassar vantagens ilegais, aumentos inconstitucionais, equiparações financeiramente insustentáveis. A mesmíssima artilharia deveria voltar-se contra contratos equivocados ou fraudulentos (como o do VLT que chegou a ser defendido pelo Governo e Secretários de Estado, buscando inclusive autorização legislativa para novos empréstimos), que curiosamente foram mantidos ou mesmo aumentados. Não, não estou insinuando corrupção. Prefiro não pensar que o Governador tenha relação com qualquer dos fatos que levou tantos Secretários à cadeia, inclusive por corrupção. Ainda quero desacreditar nos depoimentos de réus, de colaboradores, de antigos aliados financeiros e acreditar que o tropeço administrativo de Taques deve-se única e exclusivamente a equívocos pessoais e políticos.

Se vou votar em Taques em 2018? Nem os aliados que ainda frequentam feijoadas do Governador sabem se votam nele. Não há pior solidão do que o próprio vice criticar a gestão da qual faz parte. O resta de melhor? Para mim – e para milhares de mato-grossenses – o voto virou um excruciante jogo do “menos pior”. Havendo uma alternativa viável, prefiro colar os cacos das esperanças espatifadas e entregar a alguém mais político, mais parceiro, mais leal, mais dialógico, mais cordial, mais humilde, mais estrategista, mais eficiente e, sobretudo, mais simpático. Porque, afinal de contas, errar uma vez é humano, duas já é burrice.

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Seduc/MT estuda projeto de escola indígena sustentável em parceria com a ONU

Da Assessoria | A construção de uma escola indígena modelo, com arquitetura sustentável e construída com mão de obra e matéria prima local, foi tema de reunião entre o governador Pedro Taques, secretário de Educação Marco Marrafon e especialistas do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops). O encontro foi realizado nesta terça-feira (27.02), no Palácio Paiaguas e foi acompanhado por uma equipe técnica da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer (Seduc).

O planejamento vai além da estrutura educacional e visa uma área de convivência indígena, preservando sua identidade cultural. Responsável pelo projeto em parceria com a Seduc, o Unops trabalha em aproximadamente 80 países e tem experiência em projetos de construção em áreas de difícil acesso. Em abril os especialistas da ONU irão até o Xingu, na etnia Waurá, onde será construída a escola modelo, para conhecer a realidade, princípios e valores do seu povo.

Nesta semana, os representantes da ONU realizarão um workshop como forma de capacitar os técnicos da Seduc em projetos de edificação verde e sustentabilidade, observando o meio ambiente, cultura e aspectos sociais. “É importante entender a infraestrutura sustentável, planejar, fazer um desenho adequado, construir, operar e manter. Temos vários exemplos no mundo inteiro de como podemos apoiar o governo no desenvolvimento da capacidade técnica, particularmente na fase de planejamento e de desenho dos projetos. Estamos muito felizes de estar aqui e ajudar em um projeto como este”, ressaltou o Diretor Global de Infraestrutura do Unops, Steven Crosskey.

O governador Pedro Taques destacou a importância da comunidade indígena para o estado de Mato Grosso, um dos que possuem maior diversidade de etnias do Brasil, e da parceria com o Unops. “Temos mais de 45 mil índios e entendo que o estatuto indígena está ultrapassado. A educação é o melhor caminho, com construções de escolas que respeitem a forma de viver e a estética de cada povo. Esse projeto de arquitetura sustentável é muito importante, pois preserva as características e traços culturais. A arquitetura é um objeto de transformação”.

Projeto Escola Sonhada

O Projeto ‘Escola Sonhada’, um desejo antigo dos indígenas, vem sendo planejado pela Seduc há alguns anos. Para que saia do papel, a secretaria buscou parcerias não remuneradas com diversos órgãos além do escritório da ONU, entre eles Ministério Público Estadual, Fundação Nacional do Índio (Funai), Ministério da Educação e associações indígenas. O projeto que será realizado no Xingu, de forma inovadora e diferenciada, será modelo para outras escolas indígenas e comunidades quilombolas.

O secretario adjunto de Obras da Educação, Alan Porto, que está a frente do projeto, pontuou que há dificuldade em relação a construção sustentável e a logística, já que muitas das 70 escolas indígenas ficam fora da rota terrestre. “Hoje achar uma empresa de estrutura convencional para executar esse serviço é complicado, esbarramos na questão de logística, já que transporte de material para muitas aldeias é fluvial. Dessa forma nosso pensamento para a construção verde, sustentável, é o mutirão, com mão de obra indígena remunerada. Uma construção convencional, de alvenaria, sai em torno de R$2 milhões. Mas esse projeto sustentável com mão de obra e matéria prima local terá um custo estimado de R$600 mil”.

Alan explicou que o envolvimento indígena no projeto gera sensação de pertencimento, com uma arquitetura que remete as origens e ao cotidiano das etnias, já que o espaço, além de escola, será usado também como centro de convivência social. Em reunião com os indígenas foi decidido que a construção terá formato de cocar, com pinturas típicas na parede e objetos, como pias, em cerâmica.  “As tecnologias que foram desenvolvidas por eles serão herdados na arquitetura da obra. Será um centro de convivência e o espaço poderá ser usado para fazer vários eventos da comunidade, apresentar o artesanato, uma forma de valorizar a cultura. Teremos alguns consultores que estarão ali capacitando esses índios, na realização dessa obra”, afirmou. (Texto: Renata Prata/GCom)

Source: Em parceria com a ONU, Seduc estuda projeto de escola indígena sustentável – Notícias – mt.gov.br

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Governador Pedro Taques aceita pedido e exonera Leandro Carvalho, um dia depois de Eduardo Mahon renunciar ao posto de membro do Conselho Estadual de Cultura

Por João Bosquo | Um dia, ou menos que um dia, depois de Eduardo Mahon renunciar ao seu mandato de membro do Conselho Estadual de Cultura (CEC) e denunciar resistência do presidente em realizar a eleição para o cargo de vice-presidente do CEC, o governo de Mato Grosso anuncia a exoneração do secretário de Cultura, maestro Leandro Carvalho.

Uma das formas mais belas é cair para cima.

Segundo a nota divulgada nesta sexta-feira, 22, pelo Gabinete de Comunicação (GCom), assinada pelo secretário Kleber Lima (que assumirá a pasta de Cultura),  “Leandro foi selecionado para um programa de Chevening / Clore Leadership Programme no Reino Unido, com foco nas Indústrias Criativas – um dos mais importantes e competitivos programas de formação de lideranças do mundo, financiado pelo Foreign and Commonwealth Office (FCO) do Reino Unido e Clore Duffield Foundation. Foram mais de 65 mil pessoas concorrentes, de 140 países, para menos de 2% de selecionados”.

Leandro Carvalho deixa o posto de secretário com uma rejeição muito grande no meio cultural. Era comum ouvir entre gestores, produtores e até artistas que o secretário é uma pessoa inacessível. Segundo consta, Leandro Carvalho raramente comparecia a eventos que não fosse da própria pasta.

Poucas, ou raras vezes compareceu na Casa Barão de Melgaço. Esteve na comemoração dos 95 anos da Academia Mato-grossense de Letras (AML), evento realizado no Palácio da Instrução, com o governador como convidado especial.

Nos diversos lançamentos e eventos voltados para o livro como as feiras literárias etc. Leandro Carvalho compareceu apenas nas premiações do MT Literatura realizados no Palácio Paiaguás. Shows??? Peças de Teatros??? Sim, naqueles que estava patrocinando ou era participante como regente ou em eventos (não todos) no Cine Teatro.

Adeus, boa viagem e boa estadia no Reino Unido.

Rei morto, rei posto, o jornalista Kleber Lima deixa a Comunicação e assume a pasta da Cultura.

Não lembro de Kleber Lima em debates artísticos culturais, jornalismo letrado, prosa ou verso, mas sim nas editorias de política, mas em relação ao ex-secretário Leandro Carvalho  tem uma grande, enorme vantagem: é mais aberto a conversa, se expõe mais e acreditamos (e torcemos) que irá abrir efetivamente as portas da SEC para o bom e produtivo diálogo.

Leia também: Eduardo Mahon não concorda com as mudanças “ilegais” para escolha de vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura e renuncia ao cargo de conselheiro

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Leandro Carvalho se despede do cargo de secretário de Cultura de Mato Grosso. E agora, José Pedro Taques???

https://www.facebook.com/carvalholeandro10/posts/2025583890994707

Despeço-me do cargo de Secretário de Estado de Cultura de Mato Grosso, posição que ocupei nos últimos três anos com muito orgulho, agradecendo ao Governador Pedro Taques pela oportunidade e confiança em mim depositada.

Aceitei o convite do Governador para assumir este grande desafio movido pela certeza de que é possível construirmos um Estado melhor trabalhando com seriedade e lisura.

Quando o Governador me fez o convite propunha (e continua propondo) uma profunda e corajosa transformação com a qual eu não poderia deixar de colaborar. Sabíamos que o desafio seria grande, mas jamais poderíamos imaginar o que nos aguardava. Atravessamos a pior e mais dura crise econômica de todos os tempos. Crise política, ética e moral. Impeachment. Lutamos o bom combate e enfrentamos as dificuldades com dignidade e altivez. Foi um grande aprendizado.

A SEC é hoje uma nova instituição, completamente reformulada, com um novo modelo de gestão e legislação. Recebemos apoio incondicional do Governador para levar este trabalho adiante, e também para ousar, arriscar e sonhar.

Conseguimos reverter a fusão da Cultura com o Esporte e Lazer e nos dedicamos a construir políticas de Estado e não de governo de turno.

Esta mudança começou em janeiro de 2015, com a reconstrução da instituição, nova sede (em abril), novo modelo de gestão, nova legislação (CPF da Cultura), recomposição dos quadros e valorização dos servidores de carreira.

Seguimos com programas e projetos finalísticos, implementados com impessoalidade e transparência, focando na interiorização e democratização do acesso, com destaque para o Vem pra Arena, MT Escola de Teatro, Programa de Desenvolvimento da Economia Criativa, Circula MT, Prêmio Mato Grosso de Literatura, Prêmio Territórios e Tradições, Mapas MT, Circuito de Festivais de Teatro, Festival Mato-Grossense de Quadrilhas e outros investimentos sólidos em Cultura Popular e Tradicional, especialmente dos povos indígenas que representam uma extraordinária riqueza cultural.

Firmamos importantes parcerias para a realização de grandes exposições como a Bienal de São Paulo e Santos Dumont, reabertura do Cine Teatro, inauguramos novos equipamentos culturais, criamos o Programa de Desenvolvimento do Audiovisual, iniciamos a implantação do Sistema Estadual de Museus, ampliamos e fortalecemos o Sistema Estadual de Bibliotecas, reformamos o Palácio da Instrução e modernizamos a Biblioteca Estevão de Mendonça, criamos uma nova rede de Pontos de Cultura, e tantas outras ações que trouxeram amplo reconhecimento nacional e internacional.

Para 2018, estão em fase de contratação as associações parceiras que irão gerir os museus a partir de novos parâmetros de funcionamento e ampliação dos investimentos, e também o lançamento das licitações para as reformas da antiga faculdade de direito para receber a Biblioteca Estevão de Mendonça, e do Grande Hotel, para se tornar o Centro de Referência da Economia Criativa, este último já com contrato assinado para apoio financeiro do BNDES.

Agradeço aos colegas secretários, os atuais e os que passaram pelo posto, pelo apoio no trabalho da Secretaria.

Agradeço a todos os servidores da SEC, minha aguerrida equipe de trabalho, pelo comprometimento, e por não medirem esforços no cumprimento dos nossos objetivos.

Por fim, agradeço imensamente meus pais, minha esposa Lúcia e meu filho Heitor pelo apoio e compreensão pelas longas e frequentes ausências, sem os quais não teria sido possível vencer esse desafio.

A partir de agora, irei me dedicar ao Chevening / Clore Leadership Programme no Reino Unido, com foco nas Indústrias Criativas. Tive o privilégio de ser selecionado para um dos mais importantes e competitivos programas de formação de lideranças do mundo, financiado pelo Foreign and Commonwealth Office (FCO) do Reino Unido e Clore Duffield Foundation. Foram mais de 65 mil pessoas concorrentes, de 140 países, para menos de 2% de selecionados.

Também continuarei me dedicando à Direção Artística da Orquestra do Estado de Mato Grosso, especialmente na construção da Temporada 2018 e no lançamento do disco “Terra de Sonhos” com Renato Teixeira, dentre outros projetos artísticos.

Despeço-me com a certeza de dever cumprido e com a convicção renovada que podemos transformar o Brasil em um país mais justo e desenvolvido.

#gratidao #missaocumprida #iamchevening #chevening

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Governo Pedro Taques quita pendências do Circula MT nas áreas de música e teatro depois de Leandro Carvalho ser detonado nas redes sociais

Circula MT

O programa Circula MT vai levar mais de 300 ações culturais a mais de 50 municípios de Mato Grosso – Foto por: Dayanne Santana

Da Assessoria | O governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), quitou as pendências do edital Circula MT das áreas de Música e Teatro. Os recursos foram repassados nesta quinta-feira (09), totalizando R$ 1,2 milhão de investimento.

Em outubro a SEC-MT já havia repassado recursos aos quatro primeiros projetos do Circula Música, seguindo ordem alfabética conforme o nome dos proponentes. Com o repasse desta quinta-feira, foram contemplados, em sua totalidade, os 15 proponentes do Circula Música e os seis do Circula Teatro.

Cada proponente recebeu R$ 60 mil. Os recursos liberados pela Secretaria Estado de Fazenda (Sefaz) foram utilizados integralmente na quitação destes contratos.

A quitação dos contratos dos demais segmentos do Circula – Circo, Artes Visuais, Dança – e do Prêmio Territórios, acontecerão de acordo com a liberação de recursos financeiros pela Sefaz.

O programa Circula MT vai levar mais de 300 ações culturais a mais de 50 municípios de Mato Grosso, gerando trabalho e renda para artistas mato-grossenses, e descentralizando o acesso a espetáculos e exposições.

Fonte: SEC-MT quita pendências do Circula MT nas áreas de música e teatro – Notícias – SEC

><>A quitação, é bom que se diga, aconteceu depois da veiculação de uma matéria assinada por Lázaro Thor Borges, do site O Livre (leia clicando aqui) e depois de repercutir negativamente nas redes sociais.

O escritor Eduardo Mahon postou o link em sua time line e os comentários foram os mais diversos, principalmente questionando o fato do secretário de Cultura, Leandro Carvalho, ser o maestro da Orquestra Mato Grosso, que por esses milagres da gestão pública, recebeu todos os repasses sem atraso.

Uma das críticas mais ácidas é a artista e galerista Capucine Picicaroli que no post do escritor Eduardo Mahon escreveu um comentário detonando a gestão do Leandro Carvalho, também na seu perfil no facebook reforçou suas críticas. Abre aspas: 

Capucine Picicaroli

20 hCuiabá

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Luiz Renato ressuscita o seu Garçom Performático

Personagem reaparece para animar lançamentos de seu novo livro que acontecerão a partir deste sábado, 4, em Rondonópolis

Por João Bosquo | O escritor Luiz Renato de Souza Pinto não esconde a satisfação de ser um dos ganhadores do Prêmio MT Literatura. Defende a lisura do pleito e fica mordido quando alguém, querendo atacar a figura do governador José Pedro Taques, passa a querer desmerecer o prêmio. Isso não. Embora faça uma autocrítica, lembrando que antigamente – todos que já passaram dos 50 podem falar ‘antigamente’ – acreditava que um selo comemorativo, ou de referência ao prêmio na capa do livro, desmerecia a obra. Hoje, no entanto, vê o selo “Prêmio MT de Literatura” na capa da obra “Gênero, Número, Graal” ( Carlini&Caniato Editorial ) como uma importante referência ao seu trabalho de poeta.

Outro ponto destacado para a manifesta satisfação é que fazem mais de 20 anos que Luiz Renato não publicava um livro de poemas. “Sempre me considerei um poeta bissexto”. Porque ‘bissexto’? Por que Luiz Renato faz uma distinção entre o escritor (prosa) e o poeta. Ele explica essa distinção quando alguém o chama de poeta ao que ele retruca: “Rapaz, quando escrevo poesia eu brinco com as palavras e quando escrevo sério é prosa”.

Entendido isso, o novo livro de poemas de LRSP traz uma série de sacadas que fazem o leitor rir, como uma espécie de trocadilhos, mas que provocam também uma reflexão.

Os poemas não tem títulos, mas estão numerados, e o de 35 é apenas

na arena
o mdb era outro

Talvez os jovens muitos jovens não saquem, mas- como já disse – os mais de 50 sacam na hora. A arena é uma referência à Aliança Renovadora Nacional (ARENA) e mdb (emedebe) ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), os dois únicos partidos, que não podiam ser identificados como partidos por cismas dos militares golpistas de 1964, criados após as eleições de 1965 por meio do AI-2. A Arena aceitou bem o disfarce e chegou a ter Arena 1 e Arena 2 e após o ciclo militar, depois foi PDS. O PDS, posteriormente alterou seu nome para Partido Progressista Renovador (PPR), depois para Partido Progressista Brasileiro (PPB) e hoje se chama Partido Progressista (PP). Por conta de Maluf surgiu a Frente Liberal, que se tornou PFL e hoje Democratas. Enquanto o MDB colocou apenas um “P” na frente e tornou-se o PMDB, hoje um aglomerado político… Antes, por conta de Orestes Quércia uma turma saiu do partido e fundou o PSDB e hoje PMDB e PSDB, um a outra face do outro… Lembro tudo isso lendo o poema de Luiz Renato.

O poema 2 também é político:

pegar o touro a unha
já que não posso pegar o cunha

O Cunha, Eduardo Cunha, está encarcerado (até quando?), como mote de disfarce para se prender Luiz Inácio Lula da Silva, conforme anunciam os integrantes da republica de Curitiba.

O livro de Luiz Renato anterior a este foi Cardápio Poético (1993), lançado quando morava no Rio de Janeiro e levantou junto a sindicatos, ongs e partidos 1.200 dólares e fez uma edição de 2 mil exemplares e, com esse livro debaixo do braço, Luiz Renato viajou 97 cidades de 17 estados do Brasil, falando e divulgando a sua literatura.

Para essa viagem ele criou o personagem Garçom Performático que oferecia o “Cardápio Poético” que agora está voltando. Luiz Renato brinca: “Pink Floyd já voltou, The Who voltou, por que o garçom não pode voltar?!?”

A volta triunfal acontece neste próximo sábado, 4 de novembro, no Casario – Casa do Rio? -, em Rondonopolis, em um evento multimídia com participação também de Amauri Lobo. O segundo evento será 5 de dezembro, na UFMT de Barra do Garças; no dia seguinte estarão em Goiás Velho, e a temporada fecha com Cariri, Petrolina, Uricuri (PE), Crato e Juazeiro do Norte (CE).

Luiz Renato tem publicado “Matrinchã do Teles Pires” (1998) e “Flor do Ingá” (2014), ambos romances, e em parceria com o pernambucano Carlos Barros, “Duplo Sentido” (2016), este último de crônicas e já comentado aqui no DC Ilustrado..

Os romances tratam da colonização do norte do Mato Grosso ao longo da ditadura militar, projeto transformado em trilogia. Flor do Ingá foi lançado em várias cidades nordestinas entre 2014 e 2015.

Graduado em Letras, pela Universidade Federal de Mato Grosso (2001), Mestre em História pela mesma universidade (2005) e Doutor em Literatura em Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2012).

O poeta Luiz Renato e seu personagem, o Garçom Performático, reaparecem no próximo sábado, em Rondonópolis, onde acontece o lançamento de “Gênero, Número, Graal”, livro premiado no MT Literatura

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Uma festa modesta no Paiaguás, mas real, para premiação dos escritores do 2º MT literatura

Foto: Chico Valdiner / GCom

Por João Bosquo | A festa de entrega do II Prêmio MT Literatura no palácio Paiaguás – um arranjo de última hora – foi bem mais modesta que o esperado. O público – por diminuto que seria – foi menor ainda por conta de não se combinar com São Pedro que decidiu liberar uma pancada de chuva que caiu na região e, com certeza, ajudou a afugentar o público mais ainda.

A alegria dos vencedores, é claro, superou tudo isso. A alegria, principalmente, por poder tornar público os trabalhos em livro e fazer o árduo trabalho de atrair leitores. Atrair leitores, vamos combinar, não é o mesmo que vender livros.

Dos dez vencedores do II Prêmio MT Literatura, somados aos dez do prêmio passado, poucos, pouquíssimos são figuras carimbadas. Da eleição anterior lembro aqui do nome de Marilza Ribeiro e nesta os de Cristina Campos e Luiz Renato de Souza Pinto. Os demais todos são novos valores, alguns com potencial incrível, entre as quais a jovem poética de Helena Werneck.

O governador Pedro Taques imitando Pedro Taques – ou fazendo remake de outras aparições, na área cultural – como sempre não deixou de provocar o cerimonial (ou aquilo que estava combinado): ao ser chamado para falar, ordenou que a ordem fosse inversa e o secretario de cultura, Leandro Carvalho, abriu a falação prometendo ser breve, mas não escapou de fazer um resumão de toda as atividades da pasta, na qual o prêmios está inserido. Lembrando que o Prêmio Mato Grosso de Literatura integra as políticas públicas implementadas pela SEC-MT na área da literatura, previstas no Plano Estadual de Cultura, que inclui o Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca de Mato Grosso (PELLLB-MT).

As metas do PELLLB-MT, por sua vez, objetivam a democratização do acesso ao livro; fomento e valorização da leitura, literatura e bibliotecas; formação de mediadores para o incentivo à leitura; valorização institucional do livro, leitura, literatura e bibliotecas; desenvolvimento da economia do livro como estímulo à produção intelectual e ao desenvolvimento da economia estadual; fomento à cadeia criativa e produtiva do livro; acesso aos bens culturais e desenvolvimento intelectual e promoção da cidadania no Estado.

O governador Pedro Taques após a explanação do secretário Leandro Carvalho, fez uma enquete, tipo “quem sabia dessas ações desenvolvidas pela SEC, que levantasse o braço” e ficou surpreso, digamos, com o resultado. Muita gente levantou os braços. Mas, vamos combinar, o maior veículo de comunicação estado não colabora para com essa efetiva divulgação, com reportagens mais completas sobre ações noutras áreas que não apenas o denuncismo pelo denuncismo.

Voltemos ao prêmio. O governador até ia bem quando disse que a “cultura é a forma de viver de cada um. Nós conhecemos o mundo por meio de determinados autores. O mais importante desse prêmio é poder revelar aqueles que sabem contar o que somos, o que queremos e o que desejamos. Cultura não tem fronteiras, quero que o mundo conheça a nossa literatura, que não é de Mato Grosso e sim, universal”, para, no final, pisar na bola ao dizer que nenhum governo antes tinha feito um prêmio como este.

Ora, ora é o típico pensamento de quem acha que chegou em Cuiabá junto com Miguel Sutil e Pascoal Moreira Cabral ou que começou o governo da província junto com Rolim de Moura, só pode ser.

Olha que o governador é mato-grossense de quatro costados. Assim de cabeça, lembro que nos anos 80, no governo de Carlos Bezerra, a Fundação Cultural de Mato Grosso, então sob o comando de Sebastião Carlos Gomes de Carvalho (que nesta terça toma posse como novo presidente da Academia Mato-grossense de Letras) editou cinco ou seis livros entre os quais o primeiro livro de poemas de Ricardo Guilherme Dicke, que já tinha faturado o prêmio Walmap, com de “Deus de Caim”, o prêmio Remington de Literatura com “Caeira”, mas não tinha nenhum livro de poemas publicados. Assim também aconteceu com Ronaldo de Castro, Dom Pedro Casaldálica, que teve então o seu primeiro livro em território mato-grossense, Silva Freire e o próprio Sebastião Carlos.

Nesses mesmos anos, mais precisamente em 1988, a prefeitura de Cuiabá, na gestão de Dante de Oliveira, por meio da Casa da Cultura, patrocinou a edição do livro “Último Horizonte”, de Ricardo Guilherme Dicke… Ah!, a prefeitura de Wilson Santos ameaçou a fazer um concurso, mas, na reta final, cancelou o evento sob a singela desculpa de não haver trabalhos qualificados.

Voltemos mais uma vez ao prêmio. A cerimônia contou com a presença dos escritores premiados no certame que, na ocasião, lançaram e autografaram as obras selecionadas.

No final, por derradeiro, o governador convidou os premiados para um almoço, que pelo site da SEC ficamos sabendo, com registro de fotos, que o mesmo aconteceu.

Foram ao todo 89 inscrições e dez obras literárias contempladas com R$ 30 mil cada, totalizando R$ 300 mil em investimentos. Os trabalhos são inéditos e contemplam as seguintes categorias: duas obras em poesia, quatro obras em prosa, duas obras na categoria revelação e duas obras na categoria infanto-juvenil, uma novidade nessa segunda edição.

Para o escritor Victor Angels, vencedor na categoria infanto-juvenil com a obra “Mundo dos sonhos, o ferreiro e a cartola”, ter sido contemplado com a primeira história escrita para crianças foi uma grata surpresa e um incentivo a se manter no gênero literário. O autor, que se inspirou na própria infância, já possui um romance para jovens adultos lançado em Portugal.

Luiz Renato Souza Pinto, vencedor na categoria poesia com a obra Gênero, Número, Graal, foi o porta voz dos premiados e disse que antes fazia desfeita dos livros premiados e agora vê com orgulho o selo na capa do seu livro. Ele incentivou ainda os escritores a participar da próxima edição do prêmio. “As pessoas precisam acreditar, se inscrever, participar. Me sinto orgulhoso de ter recebido esse prêmio e pretendo estar presente na próxima edição, seja como participante ou para prestigiar os vencedores”, ressaltou.

Além dos citados, as obras vencedoras foram “Entraves”, poesia, de Divanize Carbonieri; na categoria prosa: “Os mesmos”, de Teodorico Campos de Almeida Filho; “O assassinato na Casa Barão”, de Marcelo Leite Ferraz; “Contos do Corte”, de Afonso Henrique Rodrigues Alves; “As intermitências da água”, de Fernando Gil Paiva Martins. Na categoria infanto-juvenil: “Papo cabeça de criança travessa”, de Cristina Campos. E na categoria revelação, além “NU”, de Helena Werneck, foi premiada a obra “Tikare, alma de gato”, de Alexandre Marcos Rolim de Moraes.

Em tempo: em conversa com nosso editor, Enock Cavalcanti, o governador Pedro Taques registrou que já tem dois livros publicamos, mas que não pretende, nunca, disputar uma vaga na Academia Mato-grossense de Letras.

LEIA TAMBÉM: SEC corre contra o tempo e marca para a próxima quarta-feira, 25, a entrega dos prêmios aos contemplados do MT Literatura

Minuta do edital do Prêmio MT de Literatura já está disponível para contribuição da sociedade; o prazo termina dia 30

 

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O blogueiro Enock Cavalcanti amplia o tempo e espaço e diz que tudo “Começou com Dante”

 

Começou com Dante

Por Enock Cavalcanti | Meus amigos, meus inimigos: de repente, se percebe que tem mídia de menos para tanta corrupção revelada pelo garimpeiro Silval. O cidadão mais consciente tem que comprar os dois jornais, acessar todos os sites, se integrar em número infinito de grupos de WhatsApp para conseguir um mínimo de entendimento sobre o que aconteceu, na gestão passada, em Mato Grosso.

Velhos vícios e políticos viciados são expostos em toda a sua sordidez. Nomes sempre comuns nas denúncias, como Gilmar Fabris, Sérgio Ricardo, agora aparecem ao lado de debutantes como Luciane Bezerra. Você se espanta – e percebe que sabe muito pouco do que realmente aconteceu.

O governador Zé Pedro Taques quando fala de corrupção, gosta muito de limitar o espaço temporal. E só aponta seu dedo duro para Silval, como se toda a bandalheira deste Estado fosse responsabilidade única do afoito garimpeiro. Mas qual! O garimpeiro, no final das contas, até que está sendo legal, contando tanto – e muita coisa documentada por vídeos reveladores. Como é que Emanuel e Alexandre César irão desmentir a força daquelas imagens?

O desafio é levar a apuração até o fim. Pra começar, é preciso superar a limitação que Zé Pedro tenta impor aos fatos. Que Silval que nada, começou bem antes! Na administração do parceiro do Zé Pedro, Blairo Maggi, a maracutaia andou solta, e o sojicultor passará o resto da vida se explicando na Justiça sobre a grana que teria jorrado em seus bolsos e de seus parceiros.

Éder Moraes é criatura de Maggi, mas a gente deve lembrar que José Riva iniciou sua carreira quando Dante de Oliveira e Antero mandavam e desmandavam. Se Sérgio Ricardo comprou sua vaga, se a Mesa da Assembleia tinha sempre um preço, o que será que se descobrirá se tivermos a coragem de investigar como Dante e Antero orientavam suas nomeações? E Jayme Campos? Dona Thelma parece que não perdeu o jeito, e surge agora apontada como mulher de garganta profunda na hora da propina. E tudo que Palmério Dória revelou sobre o possível enriquecimento do Homem das Diretas e seus familiares, jamais foi contestado.

E por que não recordar a ação popular que Chico Daltro impetrou contra Riva, Antero, Bosaipo e Dante, cobrando a devolução do dinheiro do antigo Bemat que teria ido irrigar campanha do Manoel do Presidente a prefeito de Tangará?

Não, não, Zé Pedro Taques! A coisa não começa com Silval. Tenha a coragem de percorrer conosco todo o caminho. E iremos chegar ao governador que era chamado Dom Ratão – e continuar avançando…

ENOCK CAVALCANTI jornalista e blogueiro, é editor de Cultura do Diário

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Bate, rebate entre Alan Malouf e Pedro Taques sobre caixa 2 nas eleições 2014 tem continuidade

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) anexou ao processo da Operação Rêmora requerimento complementar com o depoimento-confissão do empresário Alan Malouf no qual diz que “agiu a pedido do governador José Pedro Taques.”

Nesse depoimento o réu Alan Malouf “menciona de forma comprometedora o deputado federal Nilson Leitão. Em razão disso os promotores do Gaeco pedem que a investigação seja compartilhada com a Procuradoria-Geral da República.

O governo de Mato Grosso rebate de forma veemente o conteúdo da confissão de Alan Malouf, por meio de nota, na qual nega e considera levianas as afirmações.

“O governador classifica as declarações do investigando como uma tentativa sórdida e mentirosa de envolvê-lo em ações criminosas das quais jamais teve conhecimento, tampouco delas deu ordem ou participou”.

Em outro trecho da nota  afima que “a verdade é uma só: Pedro Taques tem uma vida de luta contra a corrupção e os corruptos, já tento enfrentado e desmantelado inúmeras quadrilhas que agiam no Estado e no país, e jamais compactuaria com qualquer ato ilegal, especialmente relacionado a desvios de recursos públicos”.

Lembrando: A Operação Rêmora deflagrada em maio de 2016 teve como alvo ações de um grupo que agia dentro da Seduc/MT para fraudar licitações para construção e reformas de unidades escolares no estado e culminou com a prisão do então secretário Permínio Pinto.

Veja a íntegra da nota:

NOTA À IMPRENSA

Acerca do pedido do Ministério Público de Mato Grosso de compartilhamento de provas da Operação Rêmora com a Procuradoria-Geral da República, o Governo de Mato Grosso vem a público esclarecer o que segue:

 01) O governador Pedro Taques nega enfaticamente as afirmações levianas e absurdas do investigado Alan Malouf sobre a fantasiosa existência de valores não contabilizados (o chamado “caixa dois”) na campanha de 2014, e reitera que todas as movimentações financeiras do referido pleito eleitoral encontram-se devidamente registradas na Prestação de Contas do PDT, partido pelo qual Pedro Taques disputou aquelas eleições – inclusive as despesas ainda não pagas – sendo que a prestação de contas da campanha foi aprovada sem ressalvas pela Justiça Eleitoral.

 02) O governador afirma, ainda, que Alan Malouf jamais exerceu qualquer cargo ou delegação na arrecadação de fundos eleitorais, e que todas as doações, de pessoas físicas ou jurídicas (na época, permitidas) foram devidamente registradas. Portanto, caso haja qualquer valor que eventualmente tenha sido movimento pelo investigado e que não esteja contabilizado, não foi utilizado na campanha, cabendo apenas e tão somente ao investigado esclarecer origem e destino dos valores por ele mencionados.

 03) O governador classifica as declarações do investigando como uma tentativa sórdida e mentirosa de envolvê-lo em ações criminosas das quais jamais teve conhecimento, tampouco delas deu ordem ou participou. Lamenta, ainda, que o investigado tente envolvê-lo nos atos ilegais, contrariando todos os demais depoimentos já prestados nessa investigação – com o claro propósito de desviar o foco das acusações que pesam contra si -, e informa que constituiu advogados para atuar no processo judicial e garantir que a verdade prevaleça. E a verdade é uma só: Pedro Taques tem uma vida de luta contra a corrupção e os corruptos, já tento enfrentado e desmantelado inúmeras quadrilhas que agiam no Estado e no país, e jamais compactuaria com qualquer ato ilegal, especialmente relacionado a desvios de recursos públicos.

 04) O governador Pedro Taques já prestou, no dia 04 de maio de 2017, informações à Procuradoria Geral da República sobre a mesma Operação, apontando os equívocos do depoimento do empresário Alan Malouf, já narrados acima, e restabelecendo a verdade dos fatos.

 05) Por fim, o Governo do Estado esclarece que, embora o investigado tenha mantido relacionamento social com Pedro Taques, suas empresas jamais venceram qualquer licitação ou contrato na administração estadual a partir de 01 de janeiro de 2015, uma vez que o governador, por estrita obediência às leis, nunca interferiu e jamais interferirá em qualquer processo de aquisição ou licitação no âmbito do Governo do Estado ou em qualquer outro Governo.

Cuiabá-MT, 21 de agosto de 2017.

GCOM – Gabinete de Comunicação do Governo de Mato Grosso

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Entre Aspas: Alan Malouf, caixa de Pedro Taques, garganteou que teria colocado dinheiro na campanha de 2014, diz Jamille Grunwald, mulher de Giovani Guizardi, em depoimento ao Gaeco

Pedro Taques nega por meio de Nota de Imprensa publicitada pela GCom as informações de Alan Malouf sobre caixa 2

Entre aspas: Para evitar mal-entendidos o Gaego aponta Permínio Pinto (PSDB) e Alan Malouf, ex-caixa de Pedro Taques em 2014, como líderes do esquema de propinas na Seduc

Entre aspas: Folha de S. Paulo publica matéria sobre as denúncias de Alan Malouf, caixa de Pedro Taques, e faz um resumão da Operação Rêmora

Entre aspas: Juíza Selma Arruda diz na TV que ‘não há provas documentais’ contra Pedro Taques, citado por Alan Malouf que confessou a prática de caixa 2 na campanha de 2014

Luís Nassif: Pedro Taques, o herói do MPF e suas circunstâncias

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Entre aspas: Na república das premiadas delações, Silval se entrega e confirma o seu abraço à Blairo Maggi

><>Silval Barbosa em sua auto-delação confirma tudo aquilo que – de alguma forma – já sabíamos. A propina (termo da moda) sempre existiu.

O sábio Millôr Fernandes, certa vez chegou a dizer a mesma (propina) aconteceu até na construção das Pirâmides do Egito.

Acontece que somos especialistas em atrasar obras. Sem atraso não se tem como acrescentar os aditivos. A cultura do atraso está tão impregnada na gestão pública que, ao iniciar qualquer investigação sobre propinas, os órgãos de fiscalização (TCU, TCEs, MPF, MPEs) a primeira medida que tomam é paralisar a obra. Enquanto que a obra é o que importa, pois é ela que vai beneficiar a população.

Voltando ao Millôr: quem recebeu a propina na construção das pirâmides, passou. As pirâmides estão aí para nossa satisfação. Digo eu, João Bosquo, quem recebeu propina na construção do Colégio Liceu Cuiabano (uma obra magnífica) passou; mas o Liceu está aí, cumprindo sua missão – educar – e para nossa satisfação em ver esse majestoso equipamento urbano.

Agora, começar a obra, sabendo que não vai terminar, é um crime. Como é criminosa a cultura do sucessor não dar continuidade à obra do antecessor. Silval não deu continuidade ao BRT, mudou para o VLT e Pedro Taques não deu continuidade ao VLT. Desculpas, alegações, justificativas para isso não faltam.

Precisamos debater mais sobre essa questão. Ponto.

Voltemos as nossas aspas: Silval Barbosa, além do envolvimento de Blairo Maggi, agora abraça Romoaldo Júnior…

Abre aspas, para a reportagem de Karine Miranda:

Silval assume propina de R$ 18 mi na execução da Arena Pantanal

Karine Miranda, repórter do GD

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) afirmou que negociou propina na execução da obra de construção da Arena Pantanal, estádio construído para Copa do Mundo de 2014. Foi negociada junto à empresa Mendes Júnior, responsável pela obra, propina de 3% em cada etapa da Arena, que custou mais de R$ 600 milhões. Isso significa que foram pagos R$ 18 milhões em propina.

As informações fazem parte da delação premiada de Silval, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que já teve como alvo o ministro Blairo Maggi (PP), que teria pagado R$ 3 milhões ao ex-secretário Eder Moraes para que ele mudasse o depoimento e o inocentasse do suposto acordo para compra de cadeiras no Tribunal de Contas do Estado. O ex-governador também diz que pagou outros R$ 3 milhões,  totalizando R$ 6 milhões.

Mayke Toscano/Secom-MT

Silval assume propina na execução da Arena Pantanal

Em novo trecho da delação, Silval afirmou que novamente Eder Moraes, que na ocasião atuava como secretário da Copa do Mundo (Secopa), deu o auxílio para a negociação da propina. Valendo-se de secretário da Secopa, Eder teria procurado a empresa Mendes Júnior para acertar o valor que seria pago.

Ficou acordado que a empresa pagaria 3% do valor da obra, que custou R$ 600 milhões e teve início em 2010. Este valor, por sua vez, seria repassado diretamente a Eder, que o entregaria a Silval.

Com a saída de Eder da Secopa, em 2012, essa “função” teria sido assumida pelo novo secretário Maurício Guimarães. Toda a propina arrecadada, segundo Silval, teria sido destinada para o pagamento de dívidas de campanha eleitoral.

Ainda segundo o ex-governador, a empresa Canal Livre Comércio e Serviços também pagou propina ao deputado estadual Romoaldo Júnior (PMDB), para ser uma espécie interlocutor da empresa junto a Silval. A empresa era responsável por implantar o sistema de iluminação, informação e tecnologia da Arena Pantanal.

Silval teria recebido entre R$ 200 mil e R$ 300 mil através do deputado. O ex-governador, porém, não informou o valor que o deputado teria embolsado como propina pela execução obra, que só ficou pronta 4 anos depois de seu início e sediou apenas 4 jogos do Mundial.

Outro lado – Tanto o ex-secretário Eder quanto o deputado negaram as acusações e afirmaram inocência. Já as empresas Mendes Júnior e a Canal Livre não se pronunciaram sobre o caso.

Fonte: Gazeta Digital

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Vem Pra Arena, em setembro, terá como atração nacional o cantor e compositor Frejat

Da Redação | O cantor e compositor Frejat será a atração nacional da próxima edição do Vem Pra Arena, carro chefe das ações culturais da secretaria de Cultura do Estado e considerado a menina dos olhos do governador Pedro Taques. A apresentação será no dia 09 de setembro, no período noturno, no entorno da Arena Pantanal.

Frejat, um dos grandes nomes do rock nacional, está na estrada levando para todo o Brasil uma performance com pegada roqueira que está na essência da sua música. O show está repleto de sucessos, grandes hits e clássicos de do rock e da MPB que consagram o músico como um dos artistas de frente da música brasileira. Fazem parte do set list sucessos como “Por você’, “Maior abandonado”, “Bete Balanço”, “Pro dia nascer feliz” e “Puro êxtase”, entre tantas outras que farão o público dançar e cantar do início ao fim.

O cantor sobe ao palco acompanhado por Maurício Barros (teclados e vocais), Billy Brandão (guitarra e vocais), Bruno Migliari (baixo e vocais) e Marcelinho da Costa (bateria e vocais).

Frejat sempre gostou de música e, aos 19 anos,foi convidado para ensaiar com o Barão Vermelho. Fisgado pela banda, Frejat encontrou afinidades para compor com Cazuza, o último a entrar no grupo. A parceria deu personalidade autoral ao Barão e é uma das mais ricas da música brasileira.

Em 1985, depois do show histórico no primeiro Rock in Rio, Cazuza partiu em carreira solo e coube a Frejat se tornar o vocalista do grupo. Foram 12 álbuns e muitos prêmios.

Em 2001 o Barão resolveu parar suas atividades temporariamente e Frejat viu, nesse intervalo, a oportunidade multiplicar seu talento abrindo o leque de parceiros, com novos músicos e outras formas de lidar com sua criação. O disco Amor pra Recomeçar, lançado no mesmo ano, foi um sucesso, consolidando de vez a carreira de Frejat como músico no cenário do rock brasileiro.

Em 2004 o Barão Vermelho voltou aos trabalhos e, um ano depois, veio o MTV ao Vivo. Em 2007, mais uma parada da banda e Frejat saiu na turnê Prefácio. Muitos projetos e parcerias depois, em 2011 o músico se apresentou pela primeira vez solo no palco do Rock in Rio.O show virou DVD e é o primeiro registro oficial em vídeo de sua carreira, além de um CD ao vivo. Dois anos depois ele voltou ao palco do maior festival de rock do país, para onde retorna no dia 17 de setembro deste ano.

O Vem pra Arena é um projeto do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, que leva para o entorno da Arena Pantanal opções gratuitas de lazer, entretenimento e cultura, além de abrir espaço às manifestações artísticas locais e fomentar o turismo, artesanato e gastronomia, gerando emprego e renda.

O Vem Pra Arena de setembro integra as comemorações da Semana da Pátria, que leva uma programação diversificada para o entorno da Arena Pantanal a partir do dia 07 de setembro. (com material Da Assessoria)

Fonte: Frejat é a atração nacional da edição de setembro do Vem Pra Arena – Notícias – SEC

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Conselheiros e gestores inauguram nova fase do Conselho Estadual de Cultura

Governador Pedro Taques prestigiou a posse do Conselho Estadual de Cultura, no Cine Teatro Cuiabá – Foto por: Mayke Toscano/Gcom-MT

Da Assessoria | O Conselho Estadual de Cultura e a Comissão de Intergestores Bipartite já estão em plena atividade. Na posse realizada nesta quarta-feira (26.07), os novos conselheiros eleitos por agentes da cadeia produtiva da cultura e os membros da comissão formada por gestores dos municípios e representantes da Secretaria de Estado de Cultura (SEC) assinaram o Termo de Posse. Estiveram presentes o secretário de Estado de Cultura, Leandro Carvalho, e o governador de Mato Grosso, Pedro Taques.

Já nomeados, conselheiros que representam várias regiões do estado e os membros da comissão reuniram-se no Cine Teatro Cuiabá (CTC), para se conhecerem e definirem as primeiras estratégias de atuação.

Durante a posse, o governador Pedro Taques cumprimentou os conselheiros eleitos e ressaltou a importância do Conselho. “É um instrumento da democracia participativa. O Estado fala, mas precisa ouvir a base. Desde que convidei o secretário Leandro Carvalho, a nossa ideia era a interiorização, afinal, Mato Grosso é formado por 141 municípios e eles precisam ser atendidos”, destacou.

“A integração das pessoas jurídicas com capacidade política ao Sistema Estadual da Cultura impulsiona a concretização do CPF, marco legal que apresentamos à Assembleia Legislativa e que foi aprovado. É uma honra que Mato Grosso seja um dos sete estados da Federação a ter o CPF consolidado com a posse dos conselheiros. Parabenizo os eleitos e ressalto que este conselho não tem dono, não pertence ao governador, não pertence ao secretário, pertence à sociedade”.

O secretário Leandro Carvalho avaliou este momento como decisivo para a cultura mato-grossense. “Estamos construindo um novo capítulo, com a participação mais expressiva da sociedade. Nova lei, nova metodologia, trabalhando pela implantação do sistema, com conselho integrado ao Plano Estadual e Fundo, aliada às instâncias de articulação, como conferências estaduais e a Comissão de Intergestores Bipartite”.

De acordo com o secretário, o resultado é melhor distribuição de recursos, igualitária e mais equilibrada entre a região metropolitana e interior, alcançando todas as regiões de Mato Grosso. “Estas reuniões são extremamente valiosas para que a gente construa nosso sistema, para que tiremos do papel o marco legal do CPF da Cultura que lutamos tanto para consolidar. Estamos com uma posição muito privilegiada, entre os sete estados da Federação na implantação dos CPFs municipais. Já são 74 municípios em fase de implantação de sistema. Municípios que têm o próprio conselho, Fundo municipal e, cada vez mais, os planos. Isso consolida o sistema estadual integrado ao sistema federal, mas com uma articulação e vitalidade regional consolidadas”, arrematou.

Leandro Carvalho destacou, ainda, o caráter altruísta dos candidatos e dos eleitos. “Eles possuem um espírito público e vontade de contribuir para o bem público, de trazer a voz de cada região, do segmento, de promover um diálogo bastante aberto, de compartilhar a mensagem e o aprendizado, levando como bagagem de volta a seus municípios. Sempre falando em nome do coletivo, do segmento, da impessoalidade”.

O artista e produtor cultural, Vanderlei César Guello, eleito para representar o Território Cultural Juruena, diz que os agentes do interior têm buscado sempre aumentar a representatividade local nas construções de políticas culturais. “A nova estrutura tem sido muito celebrada. Muitos gestores, produtores e artistas culturais não se sentiam representados, a representação dos territórios culturais é um avanço. Dá voz ao interior, ao estado num todo. A eleição democrática e transparente também é um ponto importante de se ressaltar, já que muitos foram atraídos por esta perspectiva. Impulsionou uma leva de artistas e gestores que vão contribuir com sua experiência diferenciada”.

A secretária-executiva do Conselho, Palloma Torquato, reforçou o caráter de legitimidade do processo eleitoral. “Para garantir o alcance a todas as regiões, apostamos na plataforma Mapas, que possibilitou o engajamento da cadeia produtiva que abrange todos os municípios e, por isso, a participação do interior foi ampliada. Hoje, temos o conselho com uma composição legítima, que representa a cadeia produtiva e os territórios culturais. As demandas dos municípios certamente chegarão com mais velocidade à Secretaria de Estado de Cultura”, finalizou.

Fonte: Conselheiros e gestores inauguram nova fase do Conselho Estadual de Cultura – Notícias – SEC

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Orlando Perri, desembargador do TJMT, mandou prender auxiliares de Pedro Taques e Governo emite Nota de esclarecimento

Nota de esclarecimento

Gcom-MT | Diante da confirmação dos mandados de prisão expedidos nesta sexta-feira (23.06) pelo desembargador Orlando de Almeida Perri, do Tribunal de Justiça, o Governo do Estado de Mato Grosso vem a público esclarecer o que segue:

  1. Que respeita a decisão judicial, mas ressalva que os coronéis PM Evandro Lesco e Ronelson Barros gozam da total confiança do Governo, e esclarece que, apesar da decretação das prisões, as investigações estão em fase inicial e não há, até onde seja do conhecimento do Governo, nenhum ato que desabone suas condutas de militares e agentes públicos honrados e probos.
  2. Que diante das prisões preventivas do secretário e do secretário adjunto da Casa Militar, Lesco e Barros, respectivamente, o governador Pedro Taques determinou o afastamento provisório e não remunerado dos dois secretários, até que se esclareçam as investigações sobre ambos.
  3. O governador anuncia a nomeação do Cel PM Wesley de Castro Sodré, atual Comandante Regional do CR 7 (Tangará da Serra e região) para responder interinamente pela Chefia da Casa Militar.
  4. Quanto às prisões do Tenente Coronel Januário Antônio Edwiges Batista, atual Comandante do 4º Batalhão, em Várzea Grande, e do Cabo Torezan, cedido ao Gaeco (Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público Estadual, o Governo do Estado acompanhará as investigações sobre suas atuações.
  5. O Governador Pedro Taques revela que, assim que tomou conhecimento de que dois oficiais militares do Alto Comando da PMMT (Cel Alexandre Mendes, Corregedor Geral da PMMT, e Victor Fortes, Diretor de Inteligência da PMMT) estiveram na Casa Militar na manhã desta sexta-feira para revelar a possibilidade de prisão de membros do Governo, inclusive recomendando que se “preparassem”, tomou a única medida que lhe competia, que foi a de comunicar o fato ao presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, uma vez que a atuação dos dois militares caracterizaria, em tese, crimes de violação de sigilo judicial e obstrução da Justiça, recomendando ao presidente do TJ, desembargador Rui Ramos, que tomasse as providências que julgasse apropriadas ao caso. Como autoridade pública e professor de Direito, o governador não poderia se omitir diante dos fatos supostamente ilegais trazidos ao seu conhecimento, sob pena de cometer o crime de prevaricação, pois não coaduna com vazamentos ilegais, em respeito às decisões judiciais. O governador também comunicou o fato ao secretário de Estado de Segurança Pública, Rogers Jarbas, que já encaminhou a notícia do suposto crime ao Ministério Público da Auditoria Militar.
  6. Por fim, o governador acredita na Justiça e nas instituições democráticas, reitera sua convicção de que a verdade prevalecerá, e que ao final das investigações os verdadeiros culpados serão identificados e punidos na forma da lei.

Cuiabá-MT, 23 de junho de 2017.

GCOM – Secretaria do Gabinete de Comunicação do Governo de Mato Grosso

Fonte: Nota de esclarecimento – Notícias – mt.gov.br

><>O governo, como não poderia deixar de ser, manifesta sua confiança nos auxiliares, mas como diz no item 6 esperar “que a verdade prevaleça”.

 

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Paulo Taques, considerado um dos intocáveis, pede demissão para retomar a carreira de advogado e como primeira missão defender o governo do Estado acusado de grampos sem autorização da Justiça

Paulo Taques deixa Casa Civil. José Adolpho assume pasta

Redação | Gcom-MT O governador Pedro Taques anunciou nesta quinta-feira (11.05) a saída, a pedido, do advogado Paulo Taques da secretaria da Casa Civil. Paulo Taques, que estava no cargo desde o início do Governo, em janeiro de 2015, volta a se dedicar à sua atividade profissional na advocacia, inclusive reassumindo o papel de advogado pessoal de Pedro Taques.

O governador também anunciou a nomeação do atual adjunto da Casa Civil, José Adolpho de Lima Avelino Vieira, que também já atuava na secretaria desde o início do Governo, para suceder Paulo Taques. Os atos de exoneração e nomeação serão publicados no Diário Oficial do Estado que circulará nesta sexta-feira (12.05). Continue Reading

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Casa Barão de Melgaço, sede da Academia Mato-grossense de Letras, reabre suas portas em noite de festa

Vera Capilé, acompanhada pelo sax do Mestre Bolinha, canta o Hino de Cuiabá na solenidade de abertura da sede da AML e do Instituto Histórico, restaurada pelo Iphan, Governo do Estado e prefeitura de Cuiabá

Sede da AML,em evento de 2015

A Casa Barão de Melgaço – depois de idas e vindas – finalmente será inaugurada neste sábado, 6 de maio de 2017. A prefeitura de Cuiabá cogitou fazer a entrega dentro do calendário de aniversário de 300-2 da capital, em abril, mas teve que ser adiada. Agora não tem história. A solenidade de reabertura começa às 19 horas, lembrando sempre que somos brasileiros e não temos ainda a cultura de começar pontualmente no horário.

O governador Pedro Taques, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro e a Superintendente do Iphan-MT, Amelia Hirata, cercados certamente por outras autoridades, receberão a presidente nacional do Iphan, a historiadora Kátia Bogéa, que vem especialmente para o evento, já que os recursos foram do Governo Federal, dentro do programa PAC Cidades Históricas, uma proposta que vem lá de trás, dos tempos de Lula e Dilma. A presidenta da Academia Mato-grossense de Letras, a escritora Marília Beatriz diz que a cerimônia será simples, ela promete falar pouco, assim como deve ser curto o discurso de Elizabeth Madureira, presidenta do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso. De Brasília, virá também o diretor do PAC Cidades Históricas, Robson Antônio de Almeida. Continue Reading

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Entre aspas: Governador Pedro Taques antecipa a disputa eleitoral e dá um chega pra lá em Antônio Joaquim, presidente do TCE-MT, pré-candidato do PMDB

 

><>Matéria assinada pelo colega Eduardo Gomes, do DC, sobre o bate-boca (des) institucional entre o governador Pedro Taques e Antônio Joaquim, presidente do TCE-MT.

Taques e Joaquim em rota de colisão

Governador usa rede social para criticar conselheiro do TCE e disse não aceitar que seus secretários sejam humilhados

EDUARDO GOMES
Da Reportagem

Depois da tentativa fracassada do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em conseguir junto a Secretaria de Fazenda (Sefaz) dados confidenciais de empresas do agronegócio que operam em exportação de commodities agrícolas e até de acioná-la judicialmente diante de sua recusa, o governador Pedro Taques saiu em defesa do posicionamento de sua equipe, acusou o presidente do TCE, conselheiro Antônio Joaquim, de utilizar aquela instituição para fins eleitoreiros e apontou fatos graves que ali teriam ocorrido. O troco foi quase na mesma moeda. Joaquim exigiu respeito, disse que Taques “precisa ter humildade para entender que não é o dono do Estado”. Mesmo rechaçando o presidente não tocou nas acusações feitas pelo governante.

Na noite da segunda-feira, numa rede social Taques citou que o alerta do TCE expõe o rebaixamento daquela corte de contas vinculada à Assembleia Legislativa. Reforçando seu convencimento o governador citou a denúncia sobre venda de vagas por ex-conselheiros que se aposentaram precocemente. \”O TCE, a meu ver, está se permitindo rebaixar mais uma vez. A primeira vez aconteceu quando permitiu as negociatas de venda de vagas, antes veladas e agora reveladas por denúncias que pipocam a todo lado\”, alfinetou e em tom de desabafo acrescentou que no TCE tem um caso de conselheiro hereditário, numa referência ao conselheiro Campos Neto que assumiu a vaga de seu pai Ary Leite de Campos. Continue Reading

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Índios do Xingu cobram ações educacionais, culturais e ambientais e recebem aceno positivo do governo de MT

​Reunião entre lideranças Wauja, membros do IHB e o governador Pedro Taques Foto: Gabriele Garcia/Divulgação

Da Assessoria | Lideranças wauja (da aldeia Piyulaga, localizada no Território Indígena do Xingu) se reuniram, nesta quarta-feira (12.04), com o governador Pedro Taques para apresentarem demandas referentes à cultura, educação e meio ambiente. Também esteve presente o Secretário de Cultura, Leandro Carvalho, e membros do Instituto Homem Brasileiro (IHB), instituição que tem assessorado os indígenas na elaboração de vários projetos, dentre os quais o contemplado pelo edital “Territórios MT”, cuja proposta é dar autonomia aos wauja no que diz respeito à pesquisa e registro cultural, preservando assim o conhecimento tradicional da etnia.

Após o encontro, Taques se comprometeu a atender as necessidades indígenas e, para garantir celeridade, foram marcadas outras duas reuniões no mesmo dia. A primeira, às 14h30, com o secretário-adjunto do Meio Ambiente, Alex Marega; e, em seguida, às 15h30, com o coordenador de relações políticas da Secretária de Educação (Seduc), João Batista Neto.

“A Secretaria de Educação já está ciente das informações e irá se reunir com os membros para que as pautas sejam atendidas o mais rápido possível”, garantiu o governador. Vale lembrar que, na terça-feira (11.04), durante a cerimônia deassinatura dos contratos dos projetos aprovados em editais lançados pela Secretaria de Cultura (SEC-MT), lideranças wauja cobraram a oferta de cursos de capacitação para professores indígenas, estrutura física adequada para desenvolverem as atividades curriculares, maior fiscalização e cuidados ambientais no entorno do Território Indígena do Xingu (TIX) e solução para a falta de internet nas aldeias. Continue Reading

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MT Cultura é arte, dança, música e preservação

Cerimônia de assinatura de contratos do MT Cultura, no Paiaguás Foto: Mayke Toscano/GCom-MT

A cerimônia de assinatura dos contratos de liberação de recursos para os projetos aprovados pelos editais de cultura do Circula MT, Prêmio Tradições e Prêmio Territórios foi quase uma festa. Faltaram apenas os salgadinhos do Buffet Leila Maluf para tal. Houve música da melhor qualidade, dança de catira e muitos registros, selfies e muita gente alegre com a premiação, afinal serão mais de R$ 2 milhões investidos nas mais diversas manifestações culturais deste nosso Estado de Mato Grosso. A solenidade aconteceu na noite de terça-feira, 11, no Palácio Paiaguás, Salão Nobre Cloves Vettorato, com as presenças do governador Pedro Taques e o secretário de Cultura, Leandro Carvalho – e uma legião de culturetes, não tantos quanto eu esperava.

O secretário Leandro Carvalho, é bom que se diga, quando começa a falar e diz que vai ser breve e no meio do discurso enfatiza que vai ser brevíssimo, não se assuste e sempre assim, até que a plateia se acostume com suas intermináveis prestações de conta, que, com o passar do tempo, só crescem pois as ações só aumentam. Desta leva serão mais 540 ações, por meio de 51 projetos, que atenderão mais de 85 mil pessoas de diversas regiões e lugares de difícil acesso a ações culturais, como assentamentos, centros socioeducativos, aldeias e quilombos, no mais profundo coração de Mato Grosso. Continue Reading

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A coragem do Riva – Por Enock Cavalcanti

Meus amigos, meus inimigos: não posso deixar de louvar a coragem do ex-deputado Geraldo Riva ao resolver assumir ativa participação na roubalheira praticada por enorme gangue de políticos, a partir dos anos 2000, na gestão da Assembleia Legislativa e, por que não dizer, em toda a gestão pública de MT.

Vejam que, nesses primeiros depoimentos, Riva lançou luz sobre malfeitos não só de deputados estaduais, como de governadores, devendo alargar revelações com relação à participação, nesse assalto, de autoridades do Tribunal de Contas, magistrados, contadores, servidores públicos das mais diversas categorias e, para azar nosso, também jornalistas. Sim, jornalistas, já que Humberto Bosaipo, que estaria na gênese do esquema, começou como assessor de imprensa do grupo político conhecido como a família Campos. Revelações sobre atores da nossa mídia regional, hoje em dia, também podem acontecer, tendo em vista os processos recentes envolvendo a possível parceria criminosa de Riva com grandes empresários das empresas gráficas

A confissão de Riva apenas começou – e vejam que a juíza Selma Arruda já lhe tacou nas costas uma condenação a 21 anos de cadeia, antes que o ex-chefão da Assembleia pudesse concluir as tratativas para uma aprofundada delação premiada junto ao Ministério Público. Será que alguém tem interesse que a delação não seja efetivada? Continue Reading

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Debandada da base de apoio de Pedro Taques compromete planos para 2018

Governador Pedro Taques

><>Por Meu Peixe | Nas últimas semanas acompanhamos movimentos no tabuleiro da política do estado que demonstram que José Pedro Taques está perdendo apoio de aliados.

Alguns gestos são sutis, outros são declarações explícitas de ruptura como a do Partido Progressista (PP) que anunciou que está fora da base de apoio ao governo, embora tenha conquistados apoios outros do PMDB.

O PP pretende lançar candidato próprio ao Governo do Estado e não descarta a indicação de Blairo Maggi para a disputa, embora ele tenha apontado que não tem interesse em voltar ao comando do executivo e mesmo que também sofra alguma rejeição, devido o escândalo dos maquinários e à compra da vaga no Tribunal de Contas do Estado, o nome do atual ministro da Agricultura ainda tem muita aprovação popular. Continue Reading

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Governador Pedro Taques anuncia construção Congódromo

De acordo com o Rei do Congo, Juarez Gonçalves, Congódromo será marco de afirmação da cultura negra em todo Estado de Mato Grosso

Da Assessoria |O governador Pedro Taques esteve neste domingo (19.03) em Vila Bela da Santíssima Trindade para comemorar o aniversário de 265 anos da cidade, junto aos moradores. Ao chegar ao município, considerado um dos maiores potenciais turísticos do Estado, Taques foi recepcionado com apresentação cultural da dança do Congo, participou de uma missa comemorativa na Igreja da Santíssima Trindade e se reuniu com lideranças.

Na solenidade, ele destacou a importância de Vila Bela na história de Mato Grosso como a primeira Capital e também assinou termos de autorização para a realização de novas obras no município. Entre elas, a construção de um Congódromo para a reforçar as tradições culturais, ministração do curso de guia turístico, construção de uma ponte de 55 metros sobre o rio Capivari e a reforma da praça central com previsão de inauguração em 2018. A transferência simbólica da capital do Estado para Vila Bela foi oficializada na Lei nº 10.377, aprovada e publicada em março do ano passado.

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A Mais Viável das Ferrovias – Por José Antônio Lemos

Este seria meu sétimo artigo com o mesmo título desde a década passada, mas desisti de numerá-los. A mais viável das ferrovias torna-se cada vez mais viável e ainda não está construída a dois anos do trigésimo aniversário de sua concessão pela União. Absurdo! Só não vê quem finge não ver. Enquanto isso todos perdemos ao longo das rodovias incompatíveis com a extraordinária capacidade mato-grossense de produção de cargas, de ida e de volta.

Boas notícias recentes sobre o assunto me levam a voltar a ele. Primeiro a reativação pública do importante Fórum Pró-Ferrovia, sob a coordenação de Francisco Vuolo, já com uma reunião (20/01) com o governador Pedro Taques assinando a “Carta de Mato Grosso – Ferrovias”, encaminhada no último dia 26 à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que se comprometeu a avaliar a extensão dos trilhos de Rondonópolis até Cuiabá, e sua continuidade até Sorriso. Cabe destacar que o governador na oportunidade teria vestido a camisa dessa importante continuidade ferroviária, outra desejada e alvissareira notícia, já que nenhum outro governo assumiu de verdade essa causa, depois de Dante de Oliveira. A terceira boa notícia é uma que se repete a cada ano, Mato Grosso, o estado campeão, bate de novo seu próprio recorde na produção agropecuária, consolidando-se como disparado o maior produtor agropecuário nacional e responsável pelos sucessivos saldos na balança comercial brasileira, sem o qual a péssima situação da economia nacional estaria pior ainda. Continue Reading

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Janaina Riva: Pedro Taques não pode ficar de braços cruzados diante do agravamento social

Os Dois Anos de Governo Pedro Taques

Janaína Riva

Por Janaina Riva – Numa análise crítica aos dois primeiros anos do governo Taques poderia abordar diversos aspectos. A começar pelo caos na saúde pública, com os atrasos nos repasses aos municípios ou pelo aumento da sensação de insegurança que percebemos em Mato Grosso, inclusive com o relatório da conceituada Macroplan que apontou nosso Estado como o mais perigoso pra se viver no Brasil. Também poderia lembrar os episódios de corrupção na Seduc, que indicam a prática do caixa 2 na campanha do governador. No entanto, decidi fazer minha análise sobre um dos piores indicadores na atual gestão: a atração de investimentos em Mato Grosso.

Se separarmos o mundo do agronegócio, que possui uma dinâmica própria, sempre atraindo investimentos e também falências (como o grupo Pupim), eu não consigo me lembrar de uma única grande empresa que tenha se instalado em Mato Grosso durante o período Taques. Continue Reading

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Luís Nassif: Pedro Taques, o herói do MPF e suas circunstâncias

Luis Nassif, no GGN – Algum tempo atrás, se houvesse votação interna no Ministério Público Federal para eleger o Procurador símbolo, o vencedor seria Pedro Taques.

Taques era uma espécie de anti-Deltan Dallagnol. Enquanto o campo de batalha de Deltan são as trepidantes telas de computador, a consulta a bancos de dados e o cenário de baixo risco das entrevistas coletivas, Taques enfrentava os riscos verdadeiros.

Cada vez que entrava em um restaurante de Mato Grosso, provocava dois movimentos. Primeiro, aplausos dos presentes. Depois, o restaurante se esvaziando com receio de algum atentado.

Não era por menos. Continue Reading

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Artistas e produtores culturais cobram 3 vagas na comissão eleitoral durante a reunião com o governador Pedro Taques sobre o Conselho Estadual de Cultura

Os fazedores de cultura e arte de Mato Grosso foram recebidos na manhã desta quarta-feira, 25, pelo governador José Pedro Taques em seu gabinete no Palácio Paiaguás. A reunião teve como pauta principal distender as relações entre alguns segmentos e o titular da pasta que andava bastante desgastadas.

O ápice desse desgaste foi a publicação da convocação para participar da elaboração do regimento interno para a eleição da escolha dos membros do Conselho Estadual de Cultura (o “C” do CPF da Cultura), no último dia 5 e com prazo de encerramento no último dia 20. O encontro, no entanto, serviu também para discutir melhorias e sugestões que tragam avanços para as políticas públicas culturais. Entre as pautas, além do CEC, os editais de incentivo cultural e cobrança de descentralização das ações do setor.

Pedro Taques, Leandro Carvalho, Kleber Lima e produtores culturais

O coletivo da cultura se mobilizou por meio das redes sociais manifestando o descontentamento com a exiguidade do tempo, menos de 15 dias praticamente, enquanto o próprio processo de colaboração on-line do sistema criado pelo governo do Estado não garante que sua contribuição fora lida ou não, sem falar que o Estado se exime de qualquer falha no sistema.

A renovação do Conselho Estadual de Cultural foi a parte mais delicada da conversa com o governador, quando – ufa! – houve o reconhecimento de falha por parte da secretaria na formatação do comitê eleitoral. Sim, os prazos para editais também foram bastante criticados. Continue Reading

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Governador Pedro Taques e artistas debatem a formação do novo Conselho Estadual de Cultura

Reativação do Conselho de Cultura é uma prioridade a ser discutida com o setor

A reunião aconteceu no gabinete do governador Foto: GCom/MT

Por Lorena Bruschi/Da Assessoria – Artistas e profissionais da cultura da Capital mato-grossense estiveram, na manhã de quarta-feira (25.01), reunidos com o governador de Mato Grosso, Pedro Taques, e com o secretário de Estado de Cultura, Leandro Carvalho, para discutir melhorias e sugestões que tragam avanços para as políticas públicas culturais. Entre as pautas, editais de incentivo cultural, o Conselho de Cultura, e ações de descentralização das ações do setor.

O governador reafirmou o compromisso de manter o diálogo com a classe artística, e que a importância dessa reunião vai além de uma troca de informações. “A Secretaria de Cultura (SEC-MT) está de portas abertas para ouvir os segmentos culturais, e a intenção é que o setor seja parceiro para aprimorar as ações da pasta nas diversas áreas, como o audiovisual, artes plásticas, literatura, música, dança e teatro”.

“Foi um momento muito importante, caracteriza o perfil do nosso trabalho, baseado no dialogo, na troca. Queremos que, daqui pra frente, momentos como este se repitam com bastante frequência. Temos uma gestão com realizações contundentes, mas temos ciência de que precisamos avançar”, explicou o secretário de Estado de Cultura, Leandro Carvalho. Continue Reading

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Pedro Taques promove encontro em busca de uma distensão entre a classe artística-cultural e o secretário Leandro Carvalho

O governador José Pedro Taques, acompanhado do secretário de Cultura, maestro Leandro Carvalho, recebe na manhã de hoje, no Palácio Paiaguás, um grupo de artistas, produtores e agentes culturais e prestadores de serviços que irão apresentar, entre outros pontos da pauta, proposta de mudança do regimento Interno Eleitoral para eleição dos membros representantes da sociedade civil de diferentes expressões e territórios culturais e seus respectivos suplentes para o  Conselho Estadual de Cultura – CEC.

Por conta dos prazos regimentais, a proposta já protocolada junto a Comissão Eleitoral – que é questionada pelos produtores culturais. (Leia aqui)

O encontro, bom frisar, é uma tentativa do governador de distensionar a relação de parte da classe artística e a secretaria de Cultura, ou seja com o secretário de Cultura.

Última observação: na noite de ontem, terça, 24, aconteceu uma reunião do coletivo cultural para elencar os pontos relevantes para o encontro de hoje com o governador.

Abaixo as propostas de mudanças estão em negrito.

A Comissão Provisória de Elaboração do Regimento Interno Eleitoral do Conselho Estadual de Cultura de Mato Grosso, instituída pelo Governador do Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições, nos termos do Art. 10 da Lei no 10.378/2016, estabelece os critérios a serem observados durante o processo de eleição dos membros titulares e suplentes, oriundos da sociedade civil como representantes dos segmentos e territórios culturais, para o período de 2017 a 2020.

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À Beira de um ataques de nervos, por Eduardo Mahon

À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS (E.M)Qualquer governo precisa de apoio popular. Além do voto, um governo se sustenta…

Publicado por Eduardo Mahon em Sexta, 20 de janeiro de 2017

À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS (E.M)

Qualquer governo precisa de apoio popular. Além do voto, um governo se sustenta com base em vários segmentos: agronegócio, indústria, comércio, cultura, esporte, sindicatos e, claro, o suporte político que representa diretamente o eleitor. O governo Pedro Taques, mais do que qualquer outro, precisa de apoio. Isso, por algumas razões evidentes: não se trata de político tradicional com staff previamente montado, não conta com ramificação político-partidária em todo o Estado, sucedeu um governo desacreditado pelos escândalos que ultimaram prisões, bloqueios de bens e outras medidas inéditas contra ex-gestores, enfrenta a maior crise financeira de Mato Grosso, demandando enorme paciência dos servidores públicos. Ocorre que, para haver transformação verdadeira, um enorme esforço de consenso, de diálogo e, sobretudo, de humildade deve ser realizado. Continue Reading

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