Cuiabá, cuiabanos e cuiabana

Cuiabá 300-6 é contagem regressiva Para o tricentenário da cidade verde Ano que vem será menos cinco E Cuiabá não para, não para, não para… Meu coração, enquanto bate, não para De ser cuiabano, de ser otimista De acreditar que o homem cuiabense Além de hospitaleiro é esse mesmo… Assim também é o cuiabanense Quando olha para o sol se

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Dentro e Fora do Universo

Na hora exata, o segundo tempo acaba e lê-se o placar final e ficamos sabendo qual o resultado de tudo no século findo e quais as perspectivas para o dia seguinte que começa amanhã Por incrível que possa ser, os dias se parecem, mas não iguais As pessoas são diferentes, os olhos, o jeito de ver as coisas, assim como

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Poesia do Dia: Estação

No desembarque da estação final todos acabam se reconhecendo lembrando do plano de fundo sem contudo poder frear e retroceder… O que se pode é esperar o novo trem já-já vem apontando na curva, atrás, sem atraso, dos passageiros, de almas prontas pra outro embarque.

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Qual é o segredo de Chico Buarque

Qual é o segredo desse cantor carioca Que fala a todos ao mesmo tempo Com a simplicidade da canção popular? – A canção popular de Chico é Brasileira É  carioca, é paulista, é Bye, Bye Brasil É trombadinha que mora no céu, pivete no farol Vendendo chiclete e que sonha ser Pelé Quem é capaz de contestar a poesia Quando

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A alma aponta: poema de João Bosquo

A alma aponta seu destino, bem antes, muito bem antes, de nascer. Depois desconhece a escolha re/clama por um outro dia. A alma, porém, volta a lembrar de todo combinado quando retorna ao porto/ponto inicial.

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O Ponto Inicial: poema de João Bosquo

O ponto de início é o mesmo ponto onde tudo termina Onde tudo termina é onde se vê a esperança Quando criança o mundo crê que a infância nunca passa mesmo vendo adultos do outro lado da rua Do outro lado é outro ponto uma interrogação sem hora marcada pra começar.

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Estação: poema de João Bosquo

No desembarque da estação final todos acabam se reconhecendo lembrando do plano de fundo sem contudo poder frear e retroceder… O que se pode é esperar o novo trem já-já vem apontando na curva, atrás, sem atraso, dos passageiros, de almas prontas pra outro embarque.

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A cuia vai por Cuiabá afora: poema de João Bosquo

Cuia vá! Cuia vá! Cuia vá! Gritava o português atrás da cuia que lhe escapou da mão quando bebia água na beira do Coxipó… Assim conta a mais divertida versão para o saboroso nome Cuiabá Os primeiros aqui desembarcar – antes de todos os primeiros – foram Miguel Sutil e Paschoal Moreira Cabral – Um virou anel rodoviário o outro,

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Menina de Abril: poema de @JoaoBosquo

Menina de abril dia primeiro mentira foi Não tem pão legumes não tem Menina de abril dia primeiro mentira foi O prato sobre a mesa vazio se encontra A saliva mata a sede a forme mata a fome Menina de abril dia primeiro mentira foi Ventos não ventam salários não aumentam Menina de abril tudo é mentira Que Pedroperário de

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Minha poesia precisa de fortuna crítica

Minha poesia precisa, urgentemente, de uma recauchutada – quem sabe – de metalinguagem, que é a linguagem poética da poesia no momento Minha poesia precisa entrar na moda Deixar de ser caipira; esse ar que se respira na província, tão démodé, sem nenhuma estética Minha poesia precisa falar mais da poesia e se fazere concisa; adotar a dialética como musa,

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A poesia está aqui, poema de João Bosquo

A poesia saiu da lata do computador Meio que sorrateira, meio que no meio da tela Meio que sem inspiração, porém autêntica Sem medo de ir até ao cartório validador. A poesia está na internet, na rede de balançar Na sala de estar, no meio do caminho Lendo, que na hora se lê, Carlos Drummond E todos os Manueis: Bandeira,

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Cinco de fevereiro

Estou ficando velho, reconheço Estou deixando para traz a mocidade Os nervos não estão mais à flor da pele Nem no endereço determinado Estou ficando velho, lentamente… Amanhã ou depois de amanhã Se confirma conforme combinado A certeza de ser estar mais velho ainda Estarei na sala de espera, lendo Velhos romances machadianos Re-conhecidos pela memória eletiva Que detesta o

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Os gatos subjetivos

Os gatos de Regina Deliberai são muitos, lembrados, subjetivos -Como as metáforas subjetivas do poeta João Cabral de Mello (Neto) Gatos da jornalista Deliberai, não são animais concretos, nem felinos, são mil amigos de sua simpatia Aos seus gatos, Regina Deliberai delega poderes e autonomia para consultar, até, os dicionários Se sofisticarem em computação lerem os manuais de redação para

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Quem pensa em silêncio

Quem pensa em silêncio Pensa melhor Quando desce de navio O rio que atravessa A cidade Que existe desde a nascente Quem pensa em silêncio Não diz o que pensa E espera curso do rio Cumprir seu próprio curso Para finalmente desembarcar Quem pensa em silêncio Olha as margens Como uma mensagem Paisagem de futuras paragens Quem pensa em silêncio

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Eternamente, um poema deste modesto blogueiro. Leia

Eternamente É mais que tudo Mais, inclusive, que o rio perene E corre dentro de mim Entre nós… Tudo que sei Não consigo imaginar É uma caixa preta A espera de uma hora Com coragem em abrir E viver Sentimentalmente.

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Os assassinos do Rio de Janeiro, poema de João Bosquo

Os assassinados do Rio de Janeiro estão nas favelas, nos morros nas travessas, vielas e avenidas escondidos atrás das grades da violência Os assassinos do Rio de Janeiro estão expostos, são protagonistas dos noticiários da Rede Globo

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Amanhã tem eleição, mas poderia ser hoje

Amanhã tem eleição, mas poderia ser hoje, e o Brasil inteiro vai votar no presidente, e a cara do Brasil, não sei porque, vai mudar, assim como mudou a cara do eleitorado. Alguns ainda vão votar inconformados sem alegria da democracia no coração de viver a democracia sem entender e ver o voto apenas como uma obrigação A obrigação existe,

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Semelhanças

Se de repente, ao acordar, descobrimos que Deus nos fez mais que sua imagem e semelhança… Aliás, como Jesus de Nazaré, nos fez filho, semente, infinitésima parte e ao Pai retorna e passamos integrar uma integração total e ao passar dos tempos esqueceremos quem fomos e passamos ser bondade também

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Faz de Conta de José Serra, candidato 2010

“Faz de conta que eu não vim” diz Serra à entrevistadora. Faz de conta que eu fui pra Brasília Que deixei o governo de São Paulo Tentei pegar o bonde, montar no cavalo arreado Faz de conta que a eleição terminou

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Poema Lembrado, de João Bosquo (trecho)

Romano, Diego Maradona recupera o sentido concebido e estava perdido nos estádios vazios e mostra com a simplicidade dos gênios como se deve dominar a bola e livrar-se dos inimigos sem que para isso tenha que se esforçar tanto

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Primeiro e último recurso – poema de João Bosquo

A prece, irmão, é o nosso primeiro e último recurso na face da terra Quando amanhece, bem cedinho, devemos voltar nosso pensamento para o nosso irmão maior, Jesus pedir serenamente que interceda por todos nós junto ao nosso Pai Não devemos nos esquecer, em prece, de agradecer a Deus pela infinita bondade em atender aos pedidos mais singelos sem nada

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