Show gratuito do projeto [re]Percute neste sábado no auditório do Centro Cultural da UFMT

Da Assessoria | O projeto [re]Percute,  que faz parte do Circula MT da Secretaria de Estado de Cultura irá apresentar sua turnê neste sábado (24.03), no auditório do Centro Cultural da UFMT, às 19h30, com entrada gratuita.

O concerto com o o grupo de percussão terá ainda participações especiais dos músicos, professores e percussionistas Lewis Nielson, do Oberlin College (EUA), Eduardo Gianesella, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Ronan Gil de Morais, do Instituto Federal de Goiás (IFG).

De acordo com o coordenador do projeto, professor Zeca Lacerda, Lewis Nielson produziu e compôs uma faixa dedicada ao [re]Percute UFMT, que será apresentada na apresentação.

“Todo o repertório do CD consiste com faixas inéditas e percussionistas de referência. Por sua vez, com este concerto, o [re]Percute UFMT procura perpetuar sua busca pela formação de plateias na região para a música de câmara contemporânea, conectando a comunidade e os artistas locais com o cenário nacional e internacional”, exlicou o coordenador.

Durante a estadia dos artistas em Mato Grosso, o projeto promove recitais-palestras e oficinas. Essas atividades tiveram início nesta quarta-feira (21) e seguem até sexta-feira (23), no Auditório da Faculdade de Comunicação e Artes (FCA) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), , localizado no piso térreo.

A turnê [re]Percutindo Mato Grosso é realizada desde 2017 pelo edital “Circula MT”, percorrendo a capital e cidades do interior mato-grossense. Como resultado, o concerto passará também por Tangará da Serra e Campo Verde, nos dias 06 de abril e 09 de abril, respectivamente.

Os convidados

Eduardo Gianesella é professor de percussão, codiretor do Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP e integra a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Foi vencedor do Concurso Jovens Solistas da OSESP e, junto ao Grupo PIAP, conquistou o 1º lugar no Prêmio Eldorado de Música.

Ronan Gil de Morais é professor de percussão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás. Possui graduação em Percussão pela UNESP, obtendo o Prêmio de Excelência em Pesquisa por seu trabalho de conclusão. É mestre pela Universidade de Strasbourg, onde se especializou em repertório para percussão e música eletroacústica mista.

O compositor Lewis Nielson estudou no Royal Academy of Music em Londres, na Clark University em Massachusetts. Em 2000, ele se tornou professor do Oberlin Conservatory, onde atuou até 2015.

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UFMT: além e aquém de si mesma – Por Eduardo Mahon

UFMT: além e aquém de si mesma (E.M)Alguém se lembra que, todos os meses, a Faculdade de Economia da UFMT era…

Publicado por Eduardo Mahon em Domingo, 18 de março de 2018

Por Eduardo Mahon | Alguém se lembra que, todos os meses, a Faculdade de Economia da UFMT era consultada para explicar a variação inflacionária? Que, em todas as grandes obras do Estado, a Faculdade de Engenharia Civil da UFMT era consultada para dar parecer? Alguém se lembra que, em todos as grandes questões ambientais, as Faculdades de Engenharia Florestal e Biologia eram convidadas? Quem lembra que, a toda grande mudança legislativa, eram consultados os professores da Faculdade de Direito? Não foram poucas as vezes que vi, nos jornais, várias matérias ancoradas no conhecimento gerado pela UFMT que, aliás, transformou a cara de Mato Grosso, auxiliando no brutal desenvolvimento a partir da década de 70. Basta lembrar que muita gente foi obrigada a tomar um navio para ir estudar fora, onerando a família que poderia fazer esse gasto. No entanto, há muito tempo, talvez uns vinte anos, que ando preocupado. Mesmo que a UFMT também tenha crescido, duplicado, triplicado, quadruplicado o número de seus cursos, seus professores, alunos e campi, há pouca interação com a sociedade.

Lançamento de livros? É no bloco IPX-32, 3º andar. Palestra de filosofia? Fica no bloco GDK-59, 2º andar. Seminário de comunicação? Basta ir ao auditório do TCL-30 e descer dois pavimentos. Apresentação de tese de doutorado? Salinha FMP-81, lado esquerdo, no final do corredor. E aquela apresentação da professora do Rio Grande do Sul? Ainda não sabemos, mas tudo indica que será no CCBTJ-98, três lances de escada acima. Afinal, quem sabe o que a UFMT produz? O que se escreve? O que se gera de conhecimento? Garanto que pouca gente. A interação social entre a ciência de altíssima qualidade e a comunidade mato-grossense não é apenas um hiato, é um abismo. Aparelhos fundamentais são profundamente subutilizados, além das salas ociosas, do enorme contingente de alunos que se evade, da falência das áreas de convivência coletiva. Passar pela universidade à noite é um desafio, estacionar é um pesadelo. Todas as vezes que vou a um evento lá, recordo da música do Chico Buarque: “junto à minha rua, havia um bosque que o muro alto proibia”. O que aconteceu com o conceito inclusivo de Wlademir Dias-Pino no símbolo da UFMT? Onde está a UFMT além dela mesma? Está nas escolas? No mato? Nas plantações? Os alunos fazem dela um laboratório ou serão eles mesmos os ratinhos para experiências? Depois que pegam o título: o mestrado, o doutorado, o que fazem? Alguém faz o mapeamento disso na sociedade? Há programas para retorno/convívio dos egressos nos programas desenvolvidos?

Os estudos segmentados em grupos, grupinhos, grupelhos, são tão exclusivistas e pouco comunicativos que ninguém sabe a importância e, sobretudo, a aplicabilidade que podem gerar. O que aconteceu? Foi a UFMT que cresceu demais? Talvez tenha dado um passo maior que a perna. Foi o Estado que cresceu demais? Talvez tenha havido um desligamento da fonte de conhecimento científico. Foram as duas coisas? É um problema de comunicação entre aqueles que insistem na linguagem criptografada de um academicismo nobiliárquico? É a convivência com uma nova sociedade que só rumina a praticidade mastigada? Eu realmente não sei responder exatamente o que aconteceu e continua acontecendo. O fato é que a universidade tem uma TV e, nem assim, consegue se comunicar. Essa é a certeza que me resta: a maioria dos projetos desenvolvidos prescinde da fase de comunicação social, seja no começo, seja na apresentação dos resultados. Nós (aqui do mundo real, extramuros) nós que somos milhões de pessoas que reconhecem o quão significativa é a UFMT, não temos a menor ideia do que se passa lá dentro e do potencial que há para a formulação de parcerias, convênios, programas que auxiliem Mato Grosso. É por essas e outras que valorizo tanto ações culturais da Procev quando convida “gente de fora” para eventos, porque parece faltar “gente de dentro” que se prestigie mutuamente.

Falando em Mato Grosso, faz já algum tempo, olhei um convite para o lançamento de um trabalho interessante sobre o cisma papal de quase um século atrás e fiquei a me perguntar qual seria o público-alvo da publicação, do evento, do debate. É certo que o conhecimento científico não pode andar de cabresto com interesses regionalizados, mas não menos certo de que, em algum momento, o interesse de Mato Grosso deveria convergir com alguns estudos desenvolvidos na UFMT, sobretudo no que diz respeito aos desafios quotidianos: meio-ambiente, transportes, energia, engenharia, medicina, educação, cultura etc. A adesão da universidade ao Enem já retirou toda a possibilidade do alunado tomar conhecimento com a história, geografia e literatura mato-grossense – um dos maiores equívocos de uma universidade politicamente alinhada. Outras adesões nacionalizam, internacionalizam o debate, o que é ótimo para ampliar a perspectiva científica. Em termos numéricos, está tudo melhor do que no meu tempo de estudante: mais mestres, mais doutores, mais cursos. Parece que tudo aumentou, cresceu, fermentou na UFMT. Menos a sua influência. Por quê?

*Eduardo Mahon é formado pela UFMT.

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UFMT homenageia servidores aposentados

Da Assessoria | Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) recebeu na manhã desta quarta-feira (24) seus servidores aposentados para a segunda edição do evento “Uma Vez UFMT, Sempre UFMT”, que aconteceu no Centro Cultural da Instituição, com o objetivo de comemorar o Dia do Aposentado e homenagear o trabalho desenvolvido pelos mesmos desde a fundação da Universidade.

O evento contou com um café da manhã e um momento de confraternização entre os aposentados. Em seguida, foi a vez das apresentações culturais dos grupos: UFMT com a Corda Toda; Violeiros do Pantanal e do grupo de Cururu dos aposentados. A programação também contou com palestras sobre hipertensão, diabetes e prevenção de quedas durante a manhã.

De acordo com a Coordenadora de Desenvolvimento Humano, Kenia Lara Bastos, o evento é importante como uma forma de prestigiar e acolher os servidores aposentados, mostrando que eles ainda são participantes da Instituição. “Eles foram o pilar da construção da UFMT e percorreram um longo caminho para que nos tornássemos o que somos hoje”, explicou.
Além disso, momentos como esse são uma oportunidade para que antigos colegas de trabalho se reencontrem, como é o caso de técnica administrativa Filipa Coelho da Silva, que trabalhou durante 30 anos na UFMT. “O tempo que a gente trabalhou aqui foi muito bom. Sinto falta da companhia dos amigos, sempre que tem algo faço questão de vir para reencontrá-los. É importante que tenham esses eventos para reunir as pessoas”, afirmou.

O evento também é uma oportunidade para se olhar para o passado com tranquilidade pelo trabalho desenvolvido, como conta o professor aposentado Eugênio Nilmar dos Santos, que lecionou no curso de Agronomia por 38 anos. “Desde o trabalhador mais simples ao reitor ou reitora, todos fomos peças importantíssimas nas engrenagens da Universidade. Acho que cada um de nós deu o máximo que podia ter dado para que a UFMT se tornasse algo fantástico, de reconhecimento internacional como ela é e, agora, no presente, podemos olhar com gratidão para o que vivemos no passado”, pontuou.

Como na edição anterior, ao longo de 2018, a UFMT irá propor atividades de extensão para reforçar a integração dos aposentados à comunidade acadêmica. “Vejo um grande interesse da gestão em abraçar esses aposentados e trazê-los para ativa, através de atividades terapêuticas e culturais”, afirmou Viviane Martins dos Santos, Técnica-Administrativa Fisioterapeuta da UFMT, que ministrou a palestra sobre prevenção de quedas.

O “Uma Vez UFMT, Sempre UFMT” foi desenvolvido pela Reitoria da UFMT, em parceria com a Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev), Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), a Coordenação de Desenvolvimento Humano (CDH), a Coordenação de Assistência Social e Saúde do Servidor (Cass).

Source: UFMT homenageia servidores aposentados

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Concluir as obras da Copa, em especial o aeroporto, as trincheiras, os COT’s, a Arena Pantanal e outras obras também inconclusas, já seria um belo presente para os 300 anos de Cuiabá, segundo José Antônio Lemos

2018, a Encruzilhada

Por José Antônio Lemos | Os anos geralmente chegam trazendo ótimas ou no mínimo boas expectativas de futuro. 2018, contudo, chega com a cara um pouco diferente prevendo alguns gargalos sérios para o mundo e principalmente para o Brasil. O mundo com a volta da perspectiva de um confronto nuclear de terríveis consequências para a humanidade, já o Brasil com dois eventos desafiadores para suas instituições nacionais que terão que dar provas de grande maturidade ou, no mínimo, de um grande esforço de amadurecimento, indispensável à consolidação do país como nação civilizada e democrática.

O risco do confronto nuclear não seria de atemorizar tanto, ainda que seja muito grande o risco da proximidade entre botões nucleares e dedos guiados por cabeças de sanidade duvidosa. Botões são antigos, hoje talvez baste uma tecla “enter” para dar início a um apocalipse pós-moderno. Não haveria o que temer como prognosticou Mao Tsé-Tung na primeira Guerra Fria, diante da ameaça dos EUA e Rússia se engalfinharem com suas bombas nucleares e destruírem o mundo junto. Nessa época eu era adolescente e o medo que pairava no planeta era real quando Mao chamou os “machões” nucleares de “tigres de papel”. Na época a maioria não entendeu, nem eu. Só entendi agora com os poderosos EUA sendo desafiados pela Coreia do Norte, esta naturalmente também montada em um arsenal, ou digamos, em um estoque não tão grande assim de mísseis atômicos. Bomba atômica só é poderosa contra adversários que não as têm. Quando o outro também tem, aí a história é outra. O arrogante nuclear coloca o rabo entre as pernas e a perspectiva da hecatombe se reduz a um “galinhaço” acovardado como o que estamos assistindo. Ainda bem, pois assim temos assegurados os 365 dias de 2018 para cuidarmos de nossos próprios gargalos.

Já no Brasil os riscos são mais iminentes. Ainda em janeiro haverá o julgamento em segunda instância do ex-presidente Lula, que poderá ou não liberar sua candidatura à presidência da República, em pleito marcado para outubro próximo. São dois momentos que exigirão não só das instituições nacionais, mas de todo povo brasileiro grande maturidade cívica e elevada consciência democrática e republicana para que sejam viabilizadas as decisões constitucionalmente corretas sendo aceitos civilizadamente quaisquer que sejam os resultados advindos dos tribunais e das urnas. A radicalização de posições no qual o país se embrenha pode leva-lo ao caos, isto é, nem para um lado nem para outro, mas para sua destruição enquanto nação. Uma encruzilhada.

Para Mato Grosso renova-se o grande desafio das eleições majoritárias para governador e senador, bem como as ardilosas eleições proporcionais que exigem especial atenção do eleitor para não votar em um bom candidato e eleger um outro indesejável, ajudando assim a reproduzir este nefasto quadro político que envergonha a nação e sacrifica seu povo. Quanto a Cuiabá a agenda deveria ser a preparação para o seu Tricentenário com projetos que permitam à cidade alcançar melhores padrões urbanos e maior qualidade de vida. O que resta, porém é concluir as obras da Copa, em especial o aeroporto, as trincheiras, os COT’s e a Arena Pantanal, mesmo sem o VLT, e outras obras também inconclusas tais como o novo Aquário Municipal, o novo Pronto Socorro Municipal, a UPA do Verdão, os hospitais Júlio Muller e o Regional da UFMT, as duplicações para Guia, Chapada e São Vicente. Seria um bom pacote. Aproveitando o ano eleitoral, o grande desafio será a viabilização de uma cobrança forte e efetiva da cidadania organizada, pois o tempo é curto e os órgãos responsáveis lentos, mesmo para a conclusão de obras que já deviam estar concluídas a muito tempo.

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Violinos, violas e contrabaixos festejam 47 anos da UFMT

O programa “UFMT Com A Corda Toda” realiza espetáculo no Teatro Universitário com alunos e mestres do projeto que só não foi perfeito por conta da chuvarada

Por João Bosquo | Um programa para a segunda-feira, no início da noite foi o que a UFMT organizou para não competir com os já rotineiros megas eventos, shows nacionais de fim de semana na nossa Cuiabá. O concerto de final de ano do Programa ‘UFMT com a Corda Toda”, com participação dos alunos do curso de violino, violas e contrabaixos aberto à comunidade aconteceu nesta segunda-feira, 4, no Teatro da UFMT com entrada franca. Enfim, tudo para superlotar o teatro, mas alguém esqueceu de conversar com São Pedro e um aguaceiro caiu arrefecendo essa expectativa.

A coordenadora pedagógica do curso, professora Rúbia Naspolini Yatsugafu, em sua fala de abertura, destacou a “baita chuva” que estaria prejudicando inclusive a chegada de alguns alunos que usam moto. Imagina. Se na abertura do programa ainda se via bastante lugares vagos eles foram sendo ocupados ao longo do espetáculo.

Outra falha, não por culpa ou omissão dos coordenadores do evento, foi a não confecção da programação em folders, mas por responsabilidade exclusiva do presidente usurpador, golpista Michel Temer e sua malfadada reforma da previdência e que levaram os trabalhadores servidores técnicos da gráfica a cruzarem os braços. Daí a omissão por conta deste repórter de alguns nomes de solistas e regentes que participaram do evento.

O roteiro do espetáculo iniciou-se com apresentação da Orquestra Cuiabana de Choro, também um projeto de extensão da nossa UFMT, no foyer recepcionando os visitantes. No palco, o espetáculo abre com a Camerata Cuiabana, tendo a regência de Adriano Moura e como solista o aluno Gabriel Neiming, que recebe uma bolsa de estudo pelo seu talento. As peças (ou parte das peças) apresentadas foram Concerto para Violino em Si Menor , Op.35, de Oskar Rieding, um de suas peças mais conhecidas, composta no começo do século 20. Depois, claro, não podia faltar, Vivaldi, Antônio Vivaldi, com uma de suas peças das Quatro Estações: Concerto em Dó Maior RV 110.

Na sequência, o Grupão de Violas, violoncelos e contrabaixos, sob a regência do professor Oliver Yatsugafu, que executou “Há muito tempo’, de T.H. Bayly, “Coro do Judas Macabeus, de G. F. Handel, “Minueto II”, de João Sebastião Bach, “Allegretto”, “Moto Perpétuo” e “Allegro”, de S. Suzuki e as canções folclóricas “Oh vinde, crianças” e “Canção ao Vento”.

Depois sobe ao palco “UFMT em Cordas”, que apresentou “Concerto para Viola e Orquestra, TWV 51:G9 – II Alegro”, tendo como solista Diego Monteiro, na viola, e “Pequena Serenata Noturna, K. 525 – Allegro I”, de Mozart, outro que não podia faltar, claro.

A Orquestra Cuiabana de Choro, agora no palco, toca duas músicas constante do primeiro CD do grupo, composta por Eduardo Fiorussi, “Conversa de Jacaré” e “Chorando em Cuiabá”.

Para encerrar a programação o Grupo de Violinos, que apresentou as peças “Concerto nº5: I Allegro Moderato, de F. Seitz, “Gavotte”, de J. S. Bach, “Os dois granadeiros”, de R. Schumann, “Coro dos Caçadores”, de C. M. von Weber, “O Fazendeiro Feliz”, de Schumann, “Minueto I”, de J. S. Bach, “Allegretto”, “Moto Perpétuo” e “Allegro”, de S. Suzuki, e por fim “Canção do Vento”, folclore. Nesta parte cada peça era complementada com uma parte dos alunos. Começa com meia dúzia, na primeira, mais um tanto na segunda até chegar a formidável mais de uma centena de participantes, com destaque para os pixotinhos.

Pra fechar todos aqueles que se apresentaram anteriormente, inclusive o grupo de Choro para uma emocionante execução de “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, com o coro da plateia.

O programa UFMT Com a Corda Toda, coordenado pelo professor Oliver Yatsugafu, é constituído pelos projetos José Leite com a Corda, Orquestra Chiquitano com a Corda Toda, Campus com a Corda Toda, UFMT em Cordas, Orquestra Cuiabana de Choro e Em rede.

O programa tem dois objetivos: a formação musical de crianças, jovens e adultos em violino, viola e violoncelo; e a formação docente e performática dos alunos dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Música da UFMT. Atualmente o projeto conta com a participação de 300 alunos.

O caro leitor amigo deve estar a perguntar, como o repórter descobriu essa pauta? Descobri pois fui convidado pela minha neta, Amanda Mayra, que também estava lá, com a corda toda faceira tocando violino.

O concerto abre a programação de festejos dos 47 anos da Universidade Federal de Mato Grosso que prossegue com o Coral da UFMT apresentando na sexta (8) e no sábado (9), às 20h, no Teatro UFMT, a cantata profana “Carmina Burana”. O ingresso desta vez é dois litros de leite.

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A vida e as histórias do intelectual Mário Cezar Silva Leite em livro que será lançado logo mais à noite no Sesc Arsenal

Mário Cezar e este repórter, em momento self

Por João Bosquo | Qual é o melhor recorte para noticiar o lançamento do livro “Memorial (in?) descritivo: auto-ópera-biográfica-burlesca-para-professores-titulares-em-literatura”, do professor, doutor em Literatura, Mário Cezar Silva Leite, que acontece nesta quarta-feira, 20, no Sesc Arsenal? O livro, quando vem a público, não importa o assunto, o conteúdo, a forma, gênero ou estilo é sempre uma alegria. Uma auto ópera biográfica burlesca para professores titulares, ou não, em literatura, é uma alegria maior ainda, vamos combinar.

O autor Mário Cezar diz que o livro quer dizer “um monte de coisas”. Recortando melhor, o livro é resultado do memorial descritivo – ipsis litteris – apresentado em fevereiro deste ano à banca para professor titular da UFMT. “Memorial é uma espécie de autobiografia profissional que você oferece aos seus pares da banca formada para o concurso de professor titular”, explica.

Nesse memorial, segundo Mário Cezar, além de consubstanciar toda a documentação de toda sua vida de trabalho na UFMT, de provar de tudo que fora feito e que gera uma pontuação, ele apresenta esse texto, no qual, narrativamente, contextualiza, circunscreve as situações que marcaram sua atuação dentro da instituição.

Acontece, sempre há de acontecer, que o memorial, uma exigência acadêmica, tem o gênero narrativo, mas não tem regras muito claras como, por exemplo, as teses de mestrados, doutorados, cujas monografias têm regras e especificações técnicas bem definidas, com minúcias como tipo de letras, tamanhos, grifos e rodapés, coisa que não são exigidas para o memorial.

Antes de iniciar a empreitada, o professor Mário Cezar conta que chegou a ler vários memoriais de colegas que tiveram a gentiliza de enviar como modelo, mas ele não se sentiu atraído. “Não tinha nada do que eu queria”, diz. Aí, fazendo uma reflexão, lembrando que estava há mais de um quarto de século como professor, pesquisador e, agora chegando a categoria de professor titular, se achou no direito de fazer um memorial ao seu estilo.

De posse dessa decisão pessoal, Mário Cezar diz que, no texto, não faz nenhuma distinção dos outros lados da sua vida – pessoal, amorosa, fraterna, familiar – da vida profissional. Poderia o autor durante a construção do texto fazer um recorte de uma vida profissional distinta dessas outras vidas, mas juntou e misturou tudo. E isso fica claro na narrativa apresentada. Costumo dizer (e acredito nisso) que a narrativa que possa fazer imaginar um filme é bom texto, texto legal etc. e tal. Pois esse memorial, dentro deste critério particular é legal, etecetera e tal.

Mário é paranaense de Londrina, onde trabalhava no DCE, embora estudante do primeiro grau (já era primeiro grau?), quando a família veio de mudança para Cuiabá. Deixa o emprego e como precisava alistar-se, decidiu o que faria depois da mudança. Veio, alistou-se e foi convocado para servir ao Exército. A família decide não ficar e ele, preso às Forças Armadas, não retorna e aqui fica. Conhece pessoas, participa do grupo Terra, termina o primeiro grau, faz o ensino médio (já era ensino médio?), conhece o seu companheiro e faz o vestibular para o UFMT.

No meu filme imaginário, a narrativa começa quando o jovem Mário Cezar irá fazer a inscrição para o vestibular, que está descrito na página 49 do livro, quando desce do ônibus, atravessa a Avenida Fernando Correa – não o imagino vindo do Coxipó – e adentra no campus e começa a caminhar até o Ginásio da UFMT, quando acontece a resolução de mudar o foco profissional, de querer ser engenheiro agrônomo – e acabou se inscrevendo para o curso de Letras.

No meu recorte particular, conto, aumentando um ponto, que Mário Cezar e este repórter fomos colegas na década de 80, quando ele conhece Ricardo Guilherme Dicke, que participa de uma aula a convite nosso. E, depois, vai ser referência nesse maravilhoso trabalho do Grupo de Estudos em Cultura e Literatura em Mato Grosso RG : Dicke.

Por diversa que é a vida, não conclui o curso. Volto anos depois, já neste século, e refaço o último semestre e quem tenho como professor da disciplina Crítica Literária e Produção Monográfica, na qual fiz uma rápida análise do poema “Cuyabá”, de Rômulo Carvalho Netto? Pois é, o Mário! Em meio a isso, Rômulo e Mário Cézar, ambos participaram do Programa “Poetas Vivos”, que tivemos a honra de editar nos anos 80, pela Casa da Cultura, sob a direção de Therezinha Arruda.

Outra alegria é noticiar que o livro que será lançado nesta quarta é uma co-edição da Cathedral Publicações e da Carlini & Caniato, que vem se consolidando como das maiores editoras regionais, pelo volume e acervo publicado.

O lançamento e a noite de autografo acontecem nesta quarta-feira, 20, no Sesc Arsenal, a partir das 19 horas. Abraçar o Mário Cezar Silva Leite é abraçar o amor ilimitado à Literatura e à arte do viver com sabedoria.

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No calor do inverno cuiabano encontro literário de hoje até sexta-feira

O encontro em Cuiabá é inspirado na “Primavera Literária Brasileira”, que acontece na França

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio da Coordenação de Letras, vinculado ao Instituto de Linguagens (IL) realiza entre hoje, 2, até sexta-feira,4 de agosto o evento “Inverno Literário Cuiabano”.  O Inverno, vamos combinar, é apenas no nome, pois hoje, os termômetros devem registrar mínima de 20 e máxima de 36 graus (na sombra). Na sexta, último dia do evento, há uma ameaça da mínima baixar até os 17º. Vamos torcer para fazer jus ao titulo.

Segundo as organizadoras Elaine Cristina de Almeida e Suze Oliveira, o encontro é inspirado na Primavera Literária Brasileira, evento que acontece desde 2014 na Universidade Sorbonne, Paris, entre os escritores contemporâneos brasileiros e os estudantes da Universidade.

O objetivo do Inverno Literário Cuiabano é proporcionar diálogo entre pesquisadores, acadêmicos e escritores brasileiros e franceses buscando compreender as tendências da literatura contemporânea dos dois países bem como proporcionar ao público o conhecimento de alguns escritores mato-grossenses, suas percepções de mundo, obras e trabalho realizado pela Academia Mato-grossense de Letras na promoção da literatura local.

O evento é  um encontro de vozes Contemporâneas “Que preocupações humanas ressoam na literatura contemporânea?” “Há ainda vozes sem ecos?” A partir de um diálogo entre acadêmicos, pesquisadores e escritores brasileiros e francófonos, buscar-se-á conhecer e compreender as tendências da literatura contemporânea brasileira e francófona.

Além disso, espera-se, durante esse Inverno Literário Cuiabano, propiciar a estudantes de Letras e à sociedade a oportunidade de conhecerem alguns de nossos escritores mato-grossenses, a percepção de mundo destes, suas obras, assim como o trabalho realizado pela Academia Mato-grossense de Letras na promoção da literatura local.

Professor de Estudos Lusófonos da Université Paris-Sorbonne IV, “Chevalier des Palmes Académiques” pelo Ministério da Educação francês e Conseiller Littéraire pelo Conseil National du Livre para o Salão do Livro de Paris de 2015, professor Dr. José Leonardo Tonus é um dos convidados do Inverno Literário.

Participa ainda do evento a professora Dra. Véronique Bonnet, da Université Sorbonne Paris-Cité XIII, professora convidada pela USP para realizar atividades junto ao grupo de pesquisa Criação e Crítica do Programa de Pós-graduação em Estudos Franceses durante o ano letivo de 2017. Ela vai falar sobre a perspectiva das representações de escritores francófonos, as percepções da história do tempo presente e da história do tempo presente e da história imediata da perspectiva dos refugiados, da produção literária, reconfigurações da memória e as interferências disso na leitura do tempo presente, questões pungentes e bastante atuais à compreensão da sociedade contemporânea.

A programação conta com palestras, lançamento de livros e a entrega de diplomas da Université Paris-Sorbonne aos participantes do Programa de Licenciatura Internacional (PLI-França) referente ao período de setembro de 2013 e março de 2015. Por se tratar de um evento do Curso de Letras, Português-Francês, as falas dos palestrantes poderão ocorrer em Língua Portuguesa ou Francesa sem tradutores.

A programação acontece no IL , no Centro Cultural e no Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia (Musear) além da Academia Mato-grossense de Letras. O evento é aberto à comunidade externa e contará com certificação de 16h aos participantes da atividade. As inscrições devem ser feitas até 30 de julho.

Eis a programação:  Hoje, quarta-feira, no Centro Cultural, às 19:00, acontece a abertura e acolhida aos participantes, com execução dos Hinos Nacional e de Mato Grosso.  Às 19:30 — “Da consecução e da realização do projeto PLI -UFMT”, com a Profª. Dra. Suze S. Oliveira e Representante da SECRI —UFMT;  20:10 — Cerimônia de entrega simbólica dos Diplomas da Université Paris -Sorbonne aos alunos do PLI -França (set. 2013 —mar. 2015) pelo professor Dr. José Leonardo Tonus  que na sequencia fará a palestra “Avaliação do PLI -França: desafios e perspectivas ”; 21:00 — “Panorama de la Formation de Licence de Lettres Modernes au sein de Sorbonne Paris Cité” – Profa. Véronique Bonnet e às 21:40 — Interação entre o público e os palestrantes, com encerramento previsto para às 22:00.

Na quinta-feira, 3, no Auditório do Museu Etnográfico Rondon, às  8:00 — “O livro brasileiro na França: balanço, perspectivas e impasses para uma política cultural”, como o Prof. Dr. José Leonardo Tonus; às 9:40 — “ L ’écrivain francofone et la condition migrante: Emile Ollivier, Dany Laferrière et Patrick Chamoiseau ”, com a Profª. Dra. Véronique Bonnet. No Auditório “ M” do IL, às 19:00 — Printemps Littéraire: o que é?, com o Prof. Dr. José Leonardo Tonus e alunos PLI -França/Capes – UFMT;  ás 20:40 — Conversa com a escritora Lucia Bettencourt e lançamento de “Olhar Paris” (2016) e “Escrever Berlim” (2017) seguida de Interação do público e convidados, com sessão de autógrafos.

Na sexta-feira,4, na Academia Mato-grossense de Letras, às 19 horas — A Academia Mato-grossense de Letras e a difusão da literatura mato-grossense, com a presidente da entidade, Prof.ª Dra. Marília Beatriz de Figueiredo Leite; às 19:40 — Roda de conversa com escritores mato-grossenses convidados: “Por que escrevo?”, “Escrever em Mato Grosso” – Cristina Campos, Ivens Cuiabano Scaff, Daniela Freire e Ric Milk.

A atividade conta com o apoio da Secretaria de Relações Internacionais (Secri), Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Academia Mato-grossense de Letras (AML).

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UFMT promove encontro com o escritor Luiz Renato de Souza Pinto

Luiz Renato, contemplado pelo Edital da Prefeitura de Cuiabá, irá conversar com a plateia sobre sala e aula e escrever – Foto: Divulgação

Da Assessoria | O Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem (PPGEL) da UFMT irá receber, no próxima quinta-feira, 20, o escritor Luiz Renato de Souza Pinto para um bate-papo sobre suas obras e trajetória com professores, estudantes e comunidade universitária. O evento acontecerá às 19h30 no Auditório M (2o piso) do Instituto de Linguagens da UFMT.

O autor foi selecionado pelo SESC-MT para fazer parte do circuito de escritores do Arte da Palavra, um projeto de fruição literária desenvolvido pelo SESC que envolve a circulação de escritores por diversos estados, e esteve na Bahia na companhia da escritora Letícia Wierzchowski (RS) divulgando o seu trabalho.

Em Cuiabá, o PPGEL/UFMT e o IFMT têm recebido os autores do Arte da Palavra. Na primeira edição, em 25/04, fizeram parte do projeto os escritores Marcelo Maluf (SP) e Jacques Fux (MG), e na segunda, em 20/06, Cezar Tridapalli (PR) e Carol Bensimon (RS). Aproveitando o fato de que Luiz Renato de Souza Pinto é um autor residente em Cuiabá, o PPGEL também o convidou para essa conversa.

Luiz Renato de Souza Pinto é graduado em Letras Literatura pela UFMT (2001), Mestre em História pela UFMT (2005) e Doutor pela UNESP, Campus de São José do Rio Preto (2012). Autor de Cardápio Poético (1993), Matrinchã do Teles Pires (1998), Flor do Ingá (2014) e Duplo Sentido (2016), este último em parceria com o pernambucano Carlos Barros. Colabora regularmente com o site WWW.cidadaocultura.com.br e eventualmente em www.tyrannus melancholicus.com.br. Professor de Língua Portuguesa do IFMT, desde 2011. Tem no prelo Gênero, Número e Graal, premiado no Segundo Prêmio Mato Grosso de Literatura.

Em 24/08, o PPGEL e o IFMT sediarão mais uma edição do Arte da Palavra, com os autores Rafael Gallo (SP) e Maurício de Almeida (SP), ambos ganhadores do Prêmio SESC de Literatura. (Reeditada às 20h26)

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Agora estamos sem Maria Santíssima de Lima

Nota de Pesar Sindjor-MT | Com profundo pesar, o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor) comunica o falecimento da jornalista Maria Santíssima de Lima, ocorrido na noite dessa segunda-feira (10), em Cuiabá.

Santíssima, como era conhecida, tinha 55 anos de idade e há pouco mais de um mês foi diagnosticada com um câncer de garganta, que estava tratando.

Profissional querida e respeitada, Santíssima é lembrada pelas centenas de colegas que conviveram com ela como exemplo de integridade, responsabilidade, dedicação e amabilidade. Continue Reading

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Mexer o Doce – por José Antônio Lemos

Nunca as coisas são fáceis, mas a cada passagem de ano a gente deseja a vinda de coisas boas para todos, como se elas acontecessem por si só. Nestas ocasiões vivemos a ilusão da esperança. Esperançosos esperamos o bom velhinho, a fada madrinha ou El-Rey trazer de bandeja tudo aquilo que desejamos. O ambiente festivo, de abraços, sorrisos, compras, comilanças e bebelanças ajuda a esquecer que os desejos não se realizam assim e que para acontecerem é preciso correr atrás, pôr a mão na massa, contando com a indispensável ajuda lá de cima, é claro.

Este ano de 2017 desperta nos brasileiros muitas perspectivas, como esperanças nas quais em verdade não se espera muito, apesar da enorme necessidade de acontecerem. Não é para menos. Depois de seculares decepções a cidadania se divide dentro de cada cidadão entre a passiva e antiga resignação pelas coisas a seu favor não acontecerem e a crescente vontade de fazer com que aconteçam. Cansada de ser enganada, vilipendiada por interesses escusos que só lhe diz respeito naquilo que lhe é subtraído, roubado às escâncaras, junta as forças da indignação com a força das novas ferramentas que a modernidade oferece como a comunicação instantânea das redes sociais, e-mails e whatsapps, já testadas na organização de poderosas manifestações públicas. Este ano novo traz muitas esperanças, mas, a maior delas é que o povo já sabe que só esperar não basta, é preciso mexer o doce, protagonizar a história, participar conscientemente, aglutinar, cobrar, criticar, apoiar, vaiar e aplaudir quando for o caso. Desta esperança maior abre-se no ano um leque de possíveis focos para a atenção cidadã. Continue Reading

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Coral UFMT canta 18 canções dos Beatles

Por conta do enorme sucesso, os organizadores providenciaram uma sessão extra no domingo, às 17 horas, também esgotada

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Ensaio do Coral da UFMT

A canção ”Hey Jude”, lançada em 30 de agosto de 1968, começou ser composta quando Paul McCartney começou cantarolar para Julian, filho de John Lennon e Cynthia, o trecho “Hey Jules, don´t make it bad. Take a sad song and make it better”. Paul trocou Jules por Jude, por considerar mais forte. O resultado foi que a canção se tornou o single de maior sucesso de toda a carreira dos Beatles. Por isso mesmo, não poderia ficar de fora do programa do espetáculo Coral UFMT Canta Beatles, que ocorre nos dias 10 e 11 de dezembro, às 20 horas, no Teatro UFMT, com uma sessão extra, às 17 hora. Lotação esgotada.

Para o concerto, a música, que chegou ao topo das paradas no mundo todo e, antes do fim de 1967, mais de 5 milhões de cópias tinham sido vendidas, ganhou arranjo especial do cantor, compositor e arranjador mato-grossense Maurício Detoni e promete levantar a plateia. Outros 17 clássicos da banda britânica, um dos maiores fenômenos da música popular mundial, compõem o repertório do show. Continue Reading

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Ensino Superior à Distância é foco do 2º Encontro de Avaliadores de MT

O 2º Encontro de Avaliadores do Ensino Superior Estadual de Mato Grosso realizado pela Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secit), nesta terça-feira (28), no Centro de Eventos do Homat, vai qualificar os profissionais do banco de avaliadores de cursos e de Instituições de Ensino Superior do Sistema Estadual de Educação Superior (SEES).

O SEES é composto pela Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), a União do Ensino Superior de Nova Mutum (Uninova) – entidade que está em processo de estadualização -, a Academia de Polícia Militar Costa Verde e Escola de Saúde Pública de Mato Grosso, com cursos de pós-graduação lato sensu.

Os cursos de graduação e pós são reconhecidos e avaliados pela Coordenadoria de Avaliação e Regulação da Educação Superior da Secitec, regularmente num intervalo de cinco anos. À exemplo do curso de Medicina da Unemat, implantado no ano passado, assim que chegar em 50% de duração do mesmo, deve solicitar o reconhecimento ao Conselho Estadual de Ensino/Secitec. Os avaliadores são membros do banco, que estão participando do encontro de qualificação.

O foco deste segundo encontro, ressalta a coordenadora, professora Fátima Araújo Barbosa Possamai, é o ensino à distância desenvolvido pela Unemat por meio da Universidade Aberta do Brasil (UAB). Daí, a palestra com a reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), professora Maria Lúcia Cavalli Neder, instituição precursora nessa metodologia e que hoje é referência no Brasil.

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Silval Barbosa visita obras do novo Hospital Universitário e se diz satisfeito com o ritmo das obras

O governador Silval Barbosa visitou na manhã deste sábado (12.01) as obras do novo edifício do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM), localizado na rodovia Palmiro Paes de Barros (MT-040) – Km 16, em Cuiabá.

O novo Júlio Müller está sendo construído numa parceria do Governo de Mato Grosso e Universidade Federal de Mato Grosso, numa área de 147 hectares, doada pelo governo de Mato Grosso, e vai abrigar também o Campus II da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e a Faculdade de Medicina.

Silval Barbosa disse que a construção da nova unidade vai trazer benefícios á população cuiabana devido a ampliação, principalmente do número de leitos. “Estamos trabalhando para oferecer atendimento com qualidade aos pacientes. Investir em saúde é prioridade no nosso plano de governo”, reforçou o governador.

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A greve na UFMT é tão antiga que está virando coisa…

O colega Guilherme Blatt achou em seus arquivos um velho exemplar do caderno Vida do jornal Gazeta, de 1996, que contem matérias e reportagens assinadas por, entre outros jornalistas, Maria Barbant, Elaine Perassolli e este velho repórter falando de filmes e vídeos, nada de mais.

O que me chamou a atenção, no entanto, foi um comercial, de um quarto de página, para uma peça de Liu Arruda:

 

A UFMT estava em greve…

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ANTT, universidades e chineses participam de reunião técnica sobre projetos de Ferrovia

A construção da Ferrovia “Senador Vicente Vuolo” – trecho Rondonópolis-Cuiabá – começa a sair do papel nesta sexta-feira (23.09). Uma reunião em Cuiabá, na Sala de Reunião Governador José Garcia Neto, a partir das 8h30, é o marco desse início e vai contar com a participação de representantes do Governo Federal, através da Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT), das universidades federais de Mato Grosso (UFMT) e Santa Catarina (UFSC). Também participam o segmento produtivo – através das entidades Aprosoja, Famato, Fecomércio, Sebrae, Fiemt entre outras, e o Governo de Mato Grosso, os mesmos atores do Seminário “Desenvolvimento e Ferrovias”, que aconteceu em junho próximo passado, quando foi assinado o Termo de Compromisso com ANTT e Valec.

“É uma reunião técnica”, informa o secretário-extraordinário de Logística e Transportes Intermodal, Francisco Vuolo. “Continuação da reunião técnica na qual debateu o modal ferroviário, agora com a participação das universidades federais de Mato Grosso e Santa Catarina”, destaca. Outra participação importante é dos representantes chineses no Brasil, como convidados, que já está confirmada. Nesta reunião, será definido o cronograma do projeto e do papel de cada um, com definição de prazo, para cumprir aquilo que ficou definido no Termo de Compromisso.

Quanto ao trecho Rondonópolis-Cuiabá, as universidades terão papéis importantes, por conta da expertise de cada uma. A Federal de Mato Grosso, é reconhecida pelo domínio nas questões ambientais, enquanto a de Federal de Santa Catarina é especialista na construção de ferrovias. As duas serão autoras dos estudos e projetos que deverão ficar prontos até dezembro de 2012, quando inicia a etapa de definição do modelo de concessão.

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Parceria Governo do Estado e Sistema S amplia acesso à qualificação técnica e profissional

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme/MT), assinou na manhã desta sexta-feira (01.07), na sede da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) – durante o encontro de dirigentes sindicais integrantes do sistema – uma série de convênios com vistas ao desenvolvimento e qualificação profissional. O governador em exercício Francisco Daltro destacou as ações do governo voltadas para o desenvolvimento da mão de obra e o que isso representa para o Estado de Mato Grosso.

A Sicme assinou convênios com a Uniselva da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) com objetivo de pesquisa na área de “hídricos de cana de açúcar e estudos fitotécnico” para desenvolvimento de novas espécies de cana de açúcar e na busca de melhoria genética. Com o Senai foi assinado o convênio para a realização do Programa Indústria em Ação 2011 e cursos de educação profissional dentro do Quali/MT. Com o Instituto Ação Verde, o convênio para “implantação de plataforma de negócios em bens e serviços ambientais e ecossistêmicos”.

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Colonização, progresso e emancipação da Região Norte de MT é tema de dissertação de mestrado

“Colonização, ‘progresso’ e movimento de emancipação: Norte de Mato Grosso uma discussão pós-70”. Este é o tema da dissertação que será defendida pela mestranda Ivonete Giachini Leite, do Mestrado em História, do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS).

A apresentação está marcada para esta quinta-feira (30.06), às 14h, no Auditório I do Bloco ICHS, campus da UFMT em Cuiabá. O trabalho foi desenvolvido sob a orientação do professor João Carlos Barrozo credenciado ao Programa de Pós-Graduação (PPGHis).

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