Um pouco da história do poeta Antônio Sodré, por Amauri Lobo

Amauri Lobo | Oriundo da região do bairro Pedregal, em Cuiabá, Antônio se insere na cena cultural cuiabana dos anos 1980 pelo convívio na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), mais particularmente do curso de Letras. Dali, desenvolve forte trabalho junto a banda Caximir e na vivência característica da Rua 1 do bairro Boa Esperança, cena conhecida como “Baixo Coxipó”, onde foram moldadas diversas personalidades da atual produção artística de Cuiabá.

Mas, uma alma poética e verborrágica daquele tamanho não ficaria por aí e, ao longo das décadas, Antônio Sodré se consolidou como um poeta de quilate. Também como um ser humano incrivelmente puro e cativante, além de ser proprietário da banca de livros (um sebo) na rampa do bloco do Instituto de Linguagens da UFMT. Um ícone.

O universo quis que Sodré ascendesse antes dos demais contemporâneos e ele nos deixou fisicamente em 19/02/2011, por causas naturais.

Vai-se o corpo, mas ficam a obra e os exemplos.

Por isso, Antônio vive!

Leia também: O poema sobrevive, o poeta Sodré vive – Por Vinícius Masutti

Share Button

Admin

Este perfil publica Releases e material Da Assessoria

Você pode gostar...