Uma imitação de soneto: Anjo de Cara Amarrada

Não vi o anjo de cara amarrada.
Só vi o anjo (Não era pescador)
Navegava na flor
Pelos rios do Pantanal
Os peixes seguiam
Esse anjo em sua barca rosa

As flores pantaneiras são naturais
Estruturadas em comando singelo
Triz de cor de arco-íris

O anjo reconhecia todas
Como antes de ser sementes
As flores eram semelhantes
Se refletiam brilhantes
Na face do navegante feliz.

><>Este poema faz parte do livro “Imitações de Soneto – Ou De Falar Pantanal”, que continua à venda. Tratar pelo messenger do Facebook.com/JoaoBosquoCartola.

João Bosquo

João Bosquo, poeta e jornalista, editor deste blogue NAMARRA.COM.BR
nas redes sociais: @joaobosquo

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